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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Kymatica - Full Movie



As perguntas que ficaram sem resposta adequada, ao longo do tempo foram se evaporando com o transcorrer da história. As respostas às questões mais importantes, pelas quais sempre procuramos naturalmente, foram deixadas à própria sorte. Não foram apenas as mensagens deixadas nas Escrituras, nos vestígios arqueológicos, nas tradições xamânicas, filosofia, arte, poesia e música...

Conforme nos aproximamos de um ápice de informação tecnológica e intelectual, através de uma sociedade conectada em rede, parece algumas vezes que nos encontramos cada vez mais longe de sentir qualquer conforto ou a totalidade dentro de nossos corações e almas.

Entretanto o conceito de espiritualidade poderia ter sido pulverizado há muito tempo, mas agora, estamos vendo um despertar entre as pessoas e um crescente desejo pela verdade. Os que procuram, e não desistem de procurar, a verdade, começam a ouvir, perceber as respostas vindas não da internet, mas dentro de seu próprio ser.

Pela primeira vez na história estamos percebendo que não existem salvadores ou profetas para nos guiar, mas sim uma raça inteira acordando de um sono que outrora trouxe este mundo à beira da destruição. Em um mundo onde as catástrofes apocalípticas parecem inevitáveis, temos de olhar para as soluções de uma forma totalmente nova.

Como a mecânica quântica e a metafísica estão apenas, neste momento, sendo descobertas, pode parecer que não estamos avançando, mas o que acontece realmente é o retorno a uma consciência una, que os antigos xamãs, místicos e sábios deixaram para nós no transcorrer de muitos séculos.

É uma nova era. Uma idade direcionada à redescoberta responsável, através da auto-administração e auto-conhecimento, do consciente coletivo que existe comumente dentro de todos nós. E quando começamos a procurar estas respostas no mundo interior, o mundo se reflete em nossa consciencia. Nesta nova era, estamos descobrindo que somos todos uma só mente, um organismo e um só espírito. Nós somos o salvador do qual temos estado à espera por tanto tempo.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Educação à distância

Neste vídeo, que já tem por volta de 10 anos, o filósofo da informação, Pierre Lévy, já fazia suas considerações sobre a educação à distância que, gradativamente, deve migrar de unicamente presencial, cara-a-cara, para um modelo híbrido, multimídia e interativo. Hoje já podemos ver este modelo de educação funcionando com sucesso nas instituições de ensino superior e inclusive em agumas escolas...

Para uma boa educação a distância, de fato, cremos que se deve antes ser desinstalada esta forma linear de educação atual. A cibercultura apresenta novas formas de aprendizagem, nas quais a construção do conhecimento é realizada de forma mais livre, seguindo a demanda, de acordo com as necessidades individuais e intelectuais de cada pessoa.



Sugerimos seguir o grupo "APRENDER SEM ESCOLA", no Facebook: http://www.facebook.com/home.php?sk=group_151574384889157 - ou para mais informações: aprendersemescola@groups.facebook.com  (falar com Mary Zanon)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A Mercantilização do Medo



por Izaías Almada* - via Carta O Berro e Blog da Boitempo

Desde os primórdios da humanidade, daquilo que nos é dado a conhecer, pelo menos, o sentimento do medo é inerente a ação e ao comportamento humano. O confronto com a natureza, a proteção mística contra o desconhecido, a luta pela sobrevivência, o inevitável desejo de posse, a tentativa de suplantar a dor física e o sofrimento, para ficarmos com alguns exemplos, são atitudes que caracterizam o relacionamento entre o homem e a sensação de medo.

Muito já terão os pensadores e cientistas sociais discorrido sobre o tema, em particular historiadores, sociólogos e psicólogos. O atual estágio de desenvolvimento humano, contudo, que para o bem e para o mal se confunde com o atual estágio do capitalismo, agregou a essa relação um componente perverso: transformou o medo numa mercadoria.

Que o digam a indústria farmacêutica, a indústria armamentista, os bancos e o capital financeiro especulativo, as grandes seguradoras, os grandes conglomerados midiáticos ao redor do mundo.

Apoiado numa monumental e cínica campanha de marketing, a mercantilização do medo está presente nas páginas dos jornais diários, dos grandes telejornais, nas histórias em quadrinhos, nos filmes de catástrofe e terror, nas novelas de televisão, nos programas de rádio, quando uma sucessão de tragédias, sejam elas individuais ou coletivas, ganharam e ganham destaque em nível nacional ou internacional.

A história da guerra no Iraque é paradigmática. A invasão desse país pelos EUA, sob premissas falsas de procurar armas de destruição em massa, e o criminoso silêncio do mundo, terceirizou o uso de força, com a contratação de tropas e serviços mercenários. Milhões e milhões de dólares foram gastos com roupas, alimentos, remédios, combustível, armas e munições, colocando nos dois pratos da balança os polpudos cheques públicos nas mãos da empresa privada de um lado e o medo, simplesmente o medo, de outro. Os genocidas do governo Bush, entre eles o vice presidente Dick Cheney e a empresa Halliburton sabem exatamente o que significa essa mercantilização do medo.

O medo ao terrorismo, o medo aos muçulmanos selvagens, o medo aos inimigos internos, o medo a culturas diferentes e à diversidade. O medo, enfim, a tudo que não seja branco e de olhos azuis. E que não fale o inglês do Texas ou da Câmara dos Lordes. Ou ainda, de forma mais prosaica, o medo ao desemprego, o medo ao assalto, o medo à infidelidade, o medo ao bullying, o medo à periferia, o medo aos juros bancários, o medo às enchentes, o medo aos terremotos, o medo, o medo, o medo…

Quanto vale o nosso medo do dia a dia nas bolsas de Nova York, Xangai ou mesmo na Bovespa?

* Izaías Almada, mineiro de Belo Horizonte, escritor, dramaturgo e roteirista, é autor de Teatro de Arena (Coleção Pauliceia da Boitempo) e dos romances A metade arrancada de mim, O medo por trás das janelas e Florão da América. Publicou ainda dois livros de contos, Memórias emotivas e O vidente da Rua 46. Como ator, trabalhou no Teatro de Arena entre 1965 e 1968. Colabora para o Blog da Boitempo quinzenalmente, às quintas-feiras.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Educação de um Futuro que Já Chegou

No livro Escolha a Catástrofe, Asimov disserta sobre os futuros problemas que poderiam levar a humanidade à extinção e como a tecnologia poderia salvá-la. Em certa parte do livro, ele fala sobre a educação e como ela poderia funcionar no futuro.

"Haverá uma tendência para centralizar informações, de modo que uma requisição de determinados itens pode usufruir dos recursos de todas as bibliotecas de uma região, ou de uma nação e, quem sabe, do mundo. Finalmente, haverá o equivalente de uma Biblioteca Computada Global, na qual todo o conhecimento da humanidade será armazenado e de onde qualquer item desse total poderá ser retirado por requisição.

…Certamente, cada vez mais pessoas seguiriam esse caminho fácil e natural de satisfazer suas curiosidades e necessidades de saber. E cada pessoa, à medida que fosse educada segundo seus próprios interesses, poderia então começar a fazer suas contribuições. Aquele que tivesse um novo pensamento ou observação de qualquer tipo sobre qualquer campo, poderia apresentá-lo, e se ele ainda não constasse na biblioteca, seria mantido à espera de confirmação e, possivelmente, acabaria sendo incorporado. Cada pessoa seria, simultaneamente, um professor e um aprendiz."

~Isaac Asimov - 1979

Isaac Asimov (Isaak Judah Ozimov), em russo Айзек Азимов (Petrovichi, 2 de janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico estadunidense, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.

Fonte: Wikipédia, a Eciclopédia Livre

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O alerta das explosões de bueiros no Rio, um não à Energia Nuclear

Mais uma tampa de instalação elétrica, que pesa em torno de 1000kg, voou pelos ares em Copacabana. Não é a primeira e, infelizmente acho que não será a última. Além do prejuízo material, feridos, confusão, um acidente como este também causa uma série de transtornos, interditando via pública, gerando o receio e revolta nas pessoas que vêem este fato se repetir.

Segundo informou o jornal O Globo, três homens sofreram queimaduras e ferimentos em várias partes do corpo, outros dois homens tiveram ferimentos leves. Entre os feridos, estava um taxista que teve seu carro destruído ao ser atingido pela tampa do bueiro. O Globo reporta ainda que as testemunhas do acidente disseram que “o cenário na hora da explosão era de guerra, com pânico e correria. Entulhos de ferros, pedaços de asfalto e pedras cobriam parte da avenida. Houve muita fumaça e aglomeração de curiosos... se o sinal estivesse aberto para pedestres, dezenas de pessoas poderiam ter sido vítimas e até mesmo morrido”.

Em junho de 2010 um casal de turistas americanos, foi vítima de um acidente parecido. A mulher, de 28 anos, teve 70% de seu corpo queimado na explosão, seu marido sofreu queimaduras em 35% do corpo. Já houve acidente similar, na esquina das avenidas Princesa Isabel e Nossa Senhora de Copacabana, ferindo duas pessoas. Na esquina das ruas do Ouvidor com Uruguaiana, no Centro do Rio, duas mulheres ficaram feridas. Ruas do Centro do Rio já ficaram às escuras após explosão em um bueiro na Av. Presidente Vargas. Na Rua do Ouvidor, uma explosão de bueiro deixou dois turistas feridos. Na Figueiredo Magalhães, uma tampa do bueiro atingiu um táxi e outro bueiro foi lançado cerca de um metro de distância. Em Ipanema, na Visconde de Pirajá, uma explosão parecida assustou transeuntes e motoristas. Será que não se trata de um alerta?

O mundo está assistindo ao que seja talvez o pior desastre nuclear da história. A radiação que vaza dos reatores danificados, em Fukushima, Japão, já pode ser medida até nos Estados Unidos. Em Tóquio, a 250 quilômetros de distância, a água da torneira tornou-se imprópria para o consumo humano e as autoridades estão distribuindo água mineral, de forma racionada, para bebês, pois a radioatividade medida está duas vezes acima do limite considerado seguro às crianças.

O que está preocupando os ambientalistas aqui no Brasil é o fato de termos duas usinas nucleares em Angra, que fica a apenas 150 quilômetros do Rio de Janeiro. Os reatores são antigos e apresentam falhas subseqüentes em seu funcionamento. No caso de Angra 3, o país se comprometeu em subsidiar a empresa alemã Siemens, que forneceria equipamentos e insumos para a construção da usina, negócio que segundo a imprensa alemã está sendo revisto pelas autoridades daquele país.

A planta nuclear tupiniquim, erguida na praia de Itaorna, “pedra-podre” na linguagem indígena, já consumiu bilhões de reais... Entre outubro e dezembro de 2010 Angra 2 passou 34 dias desligada, para reabastecimento de combustível, sendo depois novamente reconectada ao Sistema Interligado Nacional. Angra 2 tornou a ser desligada em fereiro de 2011, devido a falha de um equipamento da área elétrica. No mesmo mês deste ano a usina nuclear de Angra 1 esteve desligada por mais de 20 horas, pois também apresentou falhas em seus equipamentos.

Todas as vezes que os “vaga-lumes” de Angra foram desligados ninguém sentiu falta, isso porque elas representam hoje, apenas, 2,5% da energia gerada para o Sistema Interligado Nacional, ou seja, quase nada.

O Brasil ainda não depende de energia nuclear, e acho que os repetidos acidentes, com as instalações elétricas no Rio, são um alerta. Os especialistas em energia nuclear brasileiros afirmam que não há risco de ocorrer o mesmo que está acontecendo em Fukushima aqui no Brasil. Entretanto, vendo bueiros irem pelos ares no Rio, me inspirou deixar aqui um alerta, no intuito de lançar alguma luz sobre esta relevante questão que tem preocupado muitas pessoas.

Se não corremos risco de ter um desastre parecido com o de Fukushima - apesar de que segundo sismólogos a região de Angra é a área mais suscetível a terremotos no Brasil - será que não corremos o risco de um acidente como o de Chernobyl, causado por imperícia humana? Bom, as explosões de câmaras de instalação elétrica subterrânea da capital Fluminense parecem indicar que os acidentes acontecem...

Se existem outras formas, sustentáveis, para produção de eletricidade a partir de fontes seguras, por que corrermos riscos tão grandes? Segundo reportagem publicada no jornal El País, a Espanha gera atualmente a maior parte da energia elétrica, consumida naquela nação, através de parques eólicos.

A presidente Dilma Rousseff, em seu programa eleitoral na TV, que foi ao ar no dia 13 de maio de 2010, mostrou toda feliz o parque eólico de Osório, a 95 km de Porto Alegre. Dilma apareceu diante dos aerogeradores enaltecendo o potencial desta fonte geradora de energia, ligando sua imagem ao investimento nas fontes de energia renovável, em esforço para rebater as críticas de ambientalistas quanto a construção da hidrelétrica de Belo Monte, na Amazônia.

Enquanto secretária de Minas e Energia do governo gaúcho, Dilma coordenou estudos do potencial de geração de energia eólica no litoral do Rio Grande do Sul. Já como ministra-chefe da Casa Civil de Lula, em 2007, a atual presidenta foi à inauguração do parque de Osório, que teve apoio federal para ser materializada. As 75 turbinas, instaladas em Osório, são capazes de produzir 150 MW por ano, energia suficiente para abastecer uma cidade de 750 mil pessoas. O empreendimento custou cerca de R$ 670 milhões, muito menos do que custaria uma usina nuclear com a mesma capacidade na geração de energia.

Sabendo que o Sistema Nacional de Energia Elétrica é interligado, em rede, penso que no mínimo a construção de Angra 3 deveria ser repensada, mesmo abandonada. Creio que o certo seria o governo desligar Angra 1 e 2, para que se hoje dependemos pouco da eletricidade gerada por aquela Planta Nuclear, logo não tenhamos nenhuma dependência de energia elétrica gerada desta forma tão perigosa. O problema não está só na instabilidade dos reatores em caso de falha humana ou catástrofe natural, os resíduos radiotivos gerados no processo também são um grande problema, trazem grande preocupação.

Se temos fomras limpas para gerar eletricidade, como através dos aerogeradores, turbinas que aproveitam correntes marinhas, energia solar, biodigestores... por quê correr o risco com a energia nuclear? Será que a relação custo/risco/benefício está realmente sendo observada? Hoje são bueiros explodindo, não corremos o risco de que amanhã sejam usinas nucleares ultrapassadas? Devemos aproveitar os acontecimentos recentes, para saber interpretar, no livro da natureza, a resposta, ela já foi dada.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Woodstock ☮ 3 Days of Peace & Music

O Woodstock Music & Art Fair (conhecido informalmente como Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música", realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos.

Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70.

Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular.

O evento foi capturado em um documentário lançado em 1970, Woodstock, que você pode assistir na íntegra aqui no blog do Pulso ou no Youtube:

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