domingo, 6 de abril de 2014

Mahatma Gandhi, racista e pedófilo?

Matéria que encontrei na Internet por acaso, no blog do Paulo Lopes, e acredito que é verdade, pois já havia ouvido esse relato de um parente que morou dois anos na Índia. Vejam só nos ensinamentos de quem muitos se fiam, Gandhi nunca foi um Avatar, era apenas um homem cheio de defeitos que pregava um conceito torpe, no qual ama-se a humanidade mas se despreza as pessoas como indivíduos. A não agressão contra um agressor nenhuma vantagem tem...

"Gandhi fazia "afagos noturnos" em garotas, incluindo uma sua sobrinha Joseph Lelyveld, ex-editor executivo do The New York Times, escreveu um livro -- Great Soul -- que revela uma faceta desconhecida Mahatma Gandhi. A biografia revela que o homem que liderou a Índia até à independência era racista, bissexual e praticava diariamente o contrário do que professava para a humanidade.

O livro afirma que Gandhi tinha "afagos noturnos", sem roupa, com raparigas de 17 anos, incluindo a sua sobrinha, e que se apaixonou por um arquiteto e culturista alemão judeu, Hermann Kallenbach, pelo qual o líder indiano terá deixado a esposa, em 1908. "Gandhi escreveu a Kallenbach sobre como ele 'tomou completamente posse' do seu corpo" e que isto era "escravatura com vingança".

O indiano deu alcunhas particulares ao alegado casal - Upper House para ele e Lower House para Kallenbach - e teria prometido ao alemão "não olhar de forma luxuriosa para qualquer mulher". "Os dois então prometeram 'mais amor, e ainda mais amor... tanto amor que eles esperavam que o mundo nunca antes ter visto'", diz o livro.

Outra revelação prende-se com o racismo expresso por Gandhi numa visita à África do Sul, num período em que reinava o "apartheid naquele país". "Fomos colocados numa prisão para os Kaffirs. Posso compreender não sermos misturados com os brancos, mas sermos colocados ao mesmo nível que os nativos parece-se demasiado para aturar. Os Karrifs são entendidos como não civilizados", teria dito o indiano durante a visita.

O Wall Street Journal fez um resumo da forma como o livro do ex-editor executivo do NY Times descreve Gandhi: "Sexualmente estranho, incompetente político, louco fanático, racista implacável e um auto-propagandista, professando o seu amor pela humanidade como conceito quando na realidade desprezava as pessoas como indivíduos"."

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