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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Evitar a guerra, e buscar a paz, com base na confiança genuína




O 14º Dalai Lama do Tibete está sempre ganhando muita atenção, e por boas razões. Mais recentemente, ele disse ao mundo que simplesmente orar não é a resposta para o incidente que ocorreu em Paris, bem como outras atrocidades parecidas que parecem acontecer em todo o globo.

Ele afirmou que os seres humanos criaram este problema, e agora estamos pedindo a Deus para resolvê-lo, o que não faz sentido. Se criamos esta confusão, deveríamos ser os únicos a resolvê-la, não Deus. Seu comentário se tornou viral e ressoou e tantas pessoas ao redor do mundo que percebem que a ação em uma escala de massa é necessária neste momento para mudar a direção do nosso planeta.

Não parando por aí, Dalai Lama publicou esta semana em seu site, um fantástico texto sobre a lavagem cerebral em massa dos seres humanos. Abaixo segue a tradução desse texto para sairmos da caixinha de uma vez por todas.

“Claro, a guerra e os grandes estabelecimentos militares são as maiores fontes de violência no mundo. Se o seu objetivo é defensivo ou ofensivo, estas vastas organizações poderosas existem apenas para matar seres humanos. Devemos pensar cuidadosamente sobre a realidade da guerra. A maioria de nós foram condicionados a considerar o combate militar como excitante e glamouroso – uma oportunidade para os homens provarem sua competência e coragem. Desde que exércitos são legais, nós sentimos que a guerra é aceitável; em geral, ninguém sente que a guerra é criminosa ou que a aceitação é atitude criminosa. Na verdade, temos sofrido uma lavagem cerebral. Guerra não é nem glamourosa nem atraente. É monstruosa. Sua própria natureza, são tragédias e sofrimentos.

A guerra é como um fogo na comunidade humana, cujo combustível são seres vivos. Acho essa analogia especialmente adequada e útil. A guerra moderna travada principalmente com diferentes formas de fogo, mas estamos tão condicionados a vê-la como emocionante que falamos sobre esta ou aquela arma maravilhosa como uma parte notável da tecnologia sem nos lembrar de que, se ela realmente é usada, ele vai exterminar pessoas vivas. 

Guerra também se parece muito com um incêndio na forma como ele se espalha. Se uma área fica fraca, o oficial comandante envia reforços. Isto está jogando as pessoas a viverem em um incêndio. Mas porque temos sofrido uma lavagem cerebral para pensar desta maneira, nós não consideramos o sofrimento dos soldados individuais. Nenhum soldado quer ser ferido ou morrer. Nenhum de seus entes queridos quer que sofra alguma dano. Se um soldado é morto, ou mutilado, pelo menos mais cinco ou dez pessoas – seus parentes e amigos – sofrem também. Todos nós devemos estar horrorizados com a extensão dessa tragédia, mas estamos muito confusos.


Francamente quando criança, eu também fui atraído para o militar. Seu uniforme parecia tão inteligente e bonito. Mas isso é exatamente como a sedução começa. Crianças começam a jogar jogos que um dia vão levá-los a apuros. Há uma abundância de jogos emocionantes para jogar e figurinos para vestir além desses baseados na matança de seres humanos. Mais uma vez, se nós, como adultos não estivéssemos tão fascinados pela guerra, devemos ver claramente que permitir que nossos filhos se tornem habituados a jogos de guerra é extremamente lamentável. Alguns ex-soldados disseram que quando atiraram na primeira pessoa se sentiram desconfortáveis, mas como eles continuaram a matar, eles começaram a se sentir bastante normal. Com o tempo, nós podemos nos acostumar com qualquer coisa.

Não é apenas em tempos de guerra que os estabelecimentos militares são destrutivos. Pela sua própria concepção, eles foram os maiores violadores dos direitos humanos individuais, e são os próprios soldados que sofrem mais consistente seu abuso. Depois que o oficial encarregado der belas explicações sobre a importância do exército, a sua disciplina e a necessidade de conquistar o inimigo, os direitos da grande massa de soldados são inteiramente retirados. Em seguida, são obrigados a perder a sua vontade individual, e, no final, a sacrificar suas vidas. Além disso, uma vez que um exército se tornar uma força poderosa, há todos os riscos que ele vai destruir a felicidade de seu próprio país.

Há pessoas com intenções destrutivas em cada sociedade, e a tentação de ganhar o comando de uma organização capaz de cumprir os seus desejos pode tornar-se irresistível. Mas não importa o quão maléfico ou mal são os muitos ditadores assassinos que atualmente oprimem suas nações e causam problemas internacionais, é óbvio que eles não podem prejudicar os outros ou destruir inúmeras vidas humanas, se eles não tivessem uma organização militar aceita e tolerada pela sociedade. Enquanto há exércitos poderosos sempre haverá perigo de ditadura. Se nós realmente acreditamos que a ditadura é uma forma desprezível e destrutiva de governo, então temos de reconhecer que a existência de um poderoso arsenal militar é uma das suas principais causas.

Militarismo é também muito caro. A força militar coloca um fardo tremendo de desperdício na sociedade. Os governos gastam enormes somas em armas cada vez mais sofisticadas quando, na verdade, ninguém quer realmente usá-las. Não só dinheiro, mas também energia valiosa e inteligência humana são desperdiçados, enquanto tudo o que aumenta é o medo.

Quero deixar claro, porém, que embora seja profundamente contra à guerra, eu não estou defendendo o apaziguamento. Muitas vezes é necessário tomar uma posição forte para combater uma injusta agressão. Por exemplo, é evidente para todos nós que a Segunda Guerra Mundial foi justificada. Isso “salvou a civilização” da tirania da Alemanha nazista, como Winston Churchill tão bem colocou.

Em minha opinião, a Guerra da Coréia também foi justa, uma vez que deu a Coreia do Sul a chance de desenvolver gradualmente a democracia. Mas só podemos julgar se um conflito foi justificado por razões morais com retrospectiva. Por exemplo, podemos ver agora que durante a Guerra Fria, o princípio da dissuasão nuclear teve um certo valor. No entanto, é muito difícil de avaliar tais matérias com qualquer grau de precisão. A guerra é violência e violência é imprevisível. Portanto, é melhor evitá-la, se possível, e nunca presumir que sabemos de antemão se o resultado de uma guerra particular será benéfico ou não.

Na melhor das hipóteses, a construção de armas para manter a paz serve apenas como uma medida temporária. Enquanto os adversários não confiam uns nos outros, qualquer número de fatores pode afetar o equilíbrio de poder. A paz duradoura pode ser garantida apenas com base na confiança genuína.“

Fonte: Dalailama.com / yogui

sábado, 28 de novembro de 2015

Dispositivo promete anular ruído ambiente





O aparelho funciona de maneira semelhante à fones de ouvidos de última geração, ao vibrar na mesma frequência das ondas exteriores, acaba com qualquer poluição sonora.

Basta grudá-lo na janela, quando uma onda sonora tentar atravessar o vidro, ele emite vibrações contrárias. Como as vibrações se anulam, os barulhos do lado de fora não entram!

A chateação é que o Sono ainda é um sonho. Rudolf Stefanic, seu criador, tem apenas um protótipo, que é capaz de reduzir ruídos externos de até 12 decibéis. Os aparelhos que irão para o mercado serão mais poderosos, anulando sons mais altos.



Veja o vídeo:



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Tinta que gera energia elétrica será produzida no Brasil



TINTA ORGÂNICA QUE GERA ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA SOLAR SERÁ PRODUZIDA NO BRASIL AINDA EM 2015


Você sabe o que é OPV? A sigla em inglês para painéis fotovoltaicos orgânicos é o equivalente a uma tira de plástico na qual é impressa uma espécie de tinta capaz de produzir energia elétrica a partir da solar. Você não leu errado, é isso mesmo: tinta que produz energia elétrica.


Para ser compreensível a importância dessa tecnologia, ao contrário das células de silício, estas tiras orgânicas são produzidas de polímeros e plásticos, leves, flexíveis e transparentes.

A energia produzida por elas é limpa e capaz de alimentar smartphones, computadores, redes sem fio, além de uma gama de componentes eletrônicos de automóveis. Além disso, podem ser instaladas em lugares tão diversos como uma mochila, vidros de carros e fachadas de prédios.

Até aqui nenhuma novidade, afinal esse produto já é usado em países como Alemanha e Japão. Acontece que o CSEM Brasil, uma instituição de pesquisa mineira, conseguiu dominar seu processo de produção e começará a fabricar a OPV aqui no Brasil ainda em 2015.

O que a julgar pelo seu custo de fabricação muito menor (isso sem contar que gasta 20 vezes menos energia para ficar pronta) pode finalmente colocar a energia solar no dia a dia dos brasileiros.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Física quântica tem a ver com espiritualidade?

Em Física Quântica, um dos seus principais enunciados é o do Princípio da Complementaridade, desenvolvido pelo físico dinamarquês Niels Bohr, através do qual os físicos acreditam que a realidade é constituída por duas dimensões: uma dimensão física e visível chamada de realidade corpuscular, e uma dimensão não física e invisível chamada de realidade ondulatória.




A realidade ondulatória – também chamada de realidade quântica – é aceita a contragosto pelos físicos, pois ela refere-se a um domínio metafenomênico e metafísico da realidade, que não pode ser captado nem pelos sentidos humanos nem pelos instrumentos da Física. 

Um domínio onde não existe nem tempo nem espaço, e onde as coisas podem surgir e desaparecer instantaneamente, onde as coisas existem holística e sistemicamente, através de uma cerrada trama de interconexões e inter-relações, sem necessitar do Princípio da Causalidade, segundo Aristóteles.

Depois dos trabalhos de Louis de Broglie e Erwin Schrödinger, ambos prêmios Nobel de Física,  esse estranho mundo da realidade quântica ou ondulatória encontra-se firmemente demonstrado tanto pelo formalismo matemático quanto pelos experimentos de laboratório, e no arraial dos físicos ninguém têm dúvidas quanto a sua existência.

Se você ouvisse a conversa de dois físicos sobre o mundo fantasmático da Realidade Quântica, as coisas que você ouviria seriam bem mais misteriosas e abstratas do que essas coisas que você ouve através dos místicos e religiosos, quando eles falam sobre a realidade espiritual. De fato, segundo o Princípio da Complementaridade enquanto aqui na realidade cósmica nós e as coisas existimos  limitados pelo tempo e espaço, na realidade quântica ao mesmo tempo nós também existimos onipresentes no espaço e no tempo, estando em todos os lugares ao mesmo tempo, e em todas as épocas,  no mesmo instante!!!


Na realidade quântica não existe limites para as coisas ou pessoas: lá, elas podem ser – e de fato são – qualquer coisa ao mesmo tempo, uma condição metafenomênica que o Nobel de Física John Von Neuman chamou de Estado de Superposição e que atualmente os físicos chamam de Emaranhamento Quântico, uma condição de possibilidades que supera tudo aquilo que os místicos e religiosos afirmam sobre a realidade espiritual. Daí por que o Princípio da Complementaridade é capaz de se oferecer para os físicos, como um modelo de espiritualidade cientificamente consistente e admissível.

As relações metafenomênicas entre os  espíritos, que ocorrem fora do tempo e do espaço, assim como você tem ouvido os místicos e religiosos falarem sobre elas, agora os físicos também as afirmam quando eles falam sobre as relações entre as partículas ou entre os entes quânticos, e eles falam isso com base na Teoria Quântica de Campo, uma área de estudo que deu um Prêmio Nobel ao físico norte-americano Richard Feynman.

Então, caro leitor, se até aqui o seu intelecto rigorosamente racional vinha fazendo você refutar e guardar distância disso que os místicos e religiosos chamam de realidade espiritual, agora, para permanecer racional e cientificamente correto, você já não pode mais continuar duvidando da existência da realidade espiritual, e se não fizer isso, então intelectualmente  você estará na contramão da modernidade científica e estará refutando os trabalhos dos físicos ganhadores dos Prêmios Nobel.

Se você tem uma consciência aberta e não for intelectualmente preconceituoso, eu tenho certeza de que você gostar daquilo  que um bom físico – se ele também não for preconceituoso – tem para te dizer sobre uma realidade espiritual fundamentada em princípios de Física Quântica. Vai fundo!!!

Fonte: http://naturalvibe.com.br/fisica-quantica-e-espiritualidade/

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Buraco negro mais brilhante ressuscita 26 anos depois





Um dos buracos negros mais próximos da Terra voltou à vida com uma violência sem precedentes depois de mais de 25 anos de inatividade. 

Esse monstro da Via Láctea está produzindo surtos poderosos de luz à medida que devora a estrela que o acompanha. O fenômeno é um dos mais violentos que já foram observados e está causando enorme alvoroço entre astrônomos profissionais e amadores.

É algo “que só se vê uma vez na vida”, explicou na quarta-feira ao Materia o cientista-chefe do telescópio espacial Integral, da Agência Espacial Europeia (ESA), Erik Kuulkers. Na tarde de 15 de junho, minutos depois de desembarcar em Madri, onde trabalha, Kuulkers viu o e-mail com o aviso enviado pelo telescópio espacial Swift, da NASA. Havia acontecido uma súbita explosão de raios gama e raios X na constelação Cygnus, ou do Cisne, onde se encontra o buraco negro. 

Kuulkers dirigiu os olhos do Integral até esse ponto no céu, comprovou a existência da erupção exatamente naquele ponto e enviou novos alertas para a comunidade internacional. Poucos dias depois, “não há nenhum observatório no hemisfério norte, o único a partir do qual se pode observar esse buraco negro, que não esteja apontando para ele”, explica Teo Muñoz-Darias, um astrônomo do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC).

“Esse buraco já se tornou a mais poderosa fonte de raios X que pode ser observada no céu e, se não fosse pela poluição provocada pela poeira que há entre nós, seria possível observá-lo da Terra a olho nu”, enfatiza. Sua luminosidade é cerca de 50 vezes superior à da Nebulosa do Caranguejo, que costuma ser um dos objetos mais brilhantes no céu noturno em altas energias, explicou a ESA. Um pequeno telescópio amador é suficiente para ver o forte clarão que durará “dois ou três meses”, segundo os dois especialistas.



O V404 Cygni é um sistema binário composto por um buraco negro que possui cerca de 12 vezes a massa do Sol e pela estrela que orbita em torno dele, ligeiramente menor que o nosso astro. Está a 8.000 anos-luz, o que faz dele um dos dois buracos negros mais próximos da Terra. Agora que voltou à atividade, também é o mais brilhante de forma esporádica, de acordo com Kuulkers. Essas duas características fazem dele um fenômeno “único, que certamente aparecerá nos livros didáticos”, ressalta Muñoz-Darias.

Ambos os especialistas estão em Tenerife para participar da Semana Europeia de Astronomia e Ciências Espaciais, que reúne 1.200 cientistas até sexta-feira. O súbito retorno à vida do V404 e seu estranho comportamento tornou-se um dos assuntos principais do encontro, o mais importante do gênero na Europa, como destacou nesta quinta-feira a Sociedade Espanhola de Astronomia. A página web do Astronomers Telegram, o diário de avisos mais popular entre os astrônomos, está agitada com dezenas de notificações nas quais o fenômeno é descrito no espectro óptico, de raios X, gama, rádio...

O Grande Telescópio das Canarias (GTC), o maior observatório óptico do mundo, é um dos instrumentos-chave para capturar o fenômeno em luz visível. “Na quarta-feira, 17 de junho, cinco horas depois de receber o alerta, já estávamos observando”, lembra Muñoz-Darias. Com seu espelho de mais de 10,4 metros, o GTC capta em detalhes as alterações da luminosidade do buraco. As observações indicam que os aumentos são bruscos, com altos e baixos que duram minutos ou horas, no máximo. 

Trata-se de algo totalmente atípico, dizem os astrônomos, e o telescópio mostra ao vivo, com uma resolução sem precedentes, os dois comportamentos fundamentais desses corpos esquivos que engolem tudo ao seu redor, inclusive a luz. O primeiro é chamado de acreção. Durante décadas, a força gravitacional do buraco negro foi arrancando as camadas mais superficiais de sua estrela, que formaram um disco em torno dele. Agora esse material, acelerado até uma velocidade próxima à da luz, foi devorado depois de cruzar o horizonte do buraco negro. Esse processo está sincronizado com um segundo no qual, depois da comilança, o escoadouro literalmente cospe jatos de matéria pelos seus dois eixos de rotação.


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Croácia libera maconha para fins medicinais




A Croácia é o mais novo país a legalizar o uso de maconha para fins medicinais para pacientes que sofrem de doenças como câncer, esclerose múltipla ou Aids. A planta não é usada contra as doenças em si, mas para aliviar dores e efeitos colaterais de medicamentos utilizados no combate das doenças.

A legalização passou a valer nesta quinta-feira, mas até o momento nenhum remédio contendo elementos da planta estavam registrados no país, mas oito empresas farmacêuticas devem ser registradas para a manipulação dos elementos. Os pacientes estão liberados para receber até 750 miligramas de Tetraidrocanabinol (THC) por mês.

A nova lei, no entanto, não afeta os demais usos da substância. O plantio e cultivo doméstico da planta, por exemplo, permanecem ilegais.

O país, que é o mais jovem membro da União Europeia, contou com meses de debates e campanhas educativas até que a legalização se tornasse possível.

Fonte: Brasilpost

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Quanto tempo temos no caso de uma grande Tempestade Solar?



A humanidade terá apenas 12 horas para se preparar se uma tempestade solar de grandes proporções for detectada a caminho da Terra, aponta um documento do governo britânico revelado em 31/07/2015.


As tempestades solares, também chamadas de geomagnéticas, não são incomuns, mas geralmente ocorrem com intensidade mais branda.
“A atividade solar pode produzir radiação, partículas de energia e ejeção de massa coronal do plasma. Se tal atividade é direcionada para a Terra, potencialmente causará impacto em larga escala. Isso inclui apagões, interferências na aviação, perda da comunicação e distúrbios nos sistemas de satélite”, aponta o documento.
O que mais preocupa os cientistas é a “ejeção de massa coronal”, um termo que define as erupções no sol. Geralmente elas não se afastam do astro. Porém, podem ser impulsionadas para longe (e na direção da Terra, por exemplo). Esse plasma tem elétrons e prótons e isso é o que causa a interferência no campo magnético de nosso planeta.
“De forma geral, quanto mais rápida a ejeção, maior seu impacto. A que acometeu o planeta durante o evento Carrington [uma grande tempestade solar em 1859], por exemplo, chegou à Terra em 18 horas. Isso nos leva a crer, com base em análises, que no pior cenário teremos 12 horas desde a detecção da ejeção até o impacto”, diz.
O documento aborda também pontos que são necessários para atenuar esses impactos e responder a eventos tão severos. Segundo o relatório, é preciso investir em infraestrutura de segurança, sistemas de alerta e em treinamentos de emergência.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Fazer sexo pela manhã :: Razão científica para praticar




Sexo  matinal libera oxitocina (o hormônio do amor),  que dá uma  sensação de bem-estar físico e emocional. Segundo a especialista, o hormônio conecta o casal e faz a mulher se sentir mais amada durante ao dia.



O  sexo pela manhã aumenta de um anticorpo que fortalece o sistema imunológico, protegendo-o de infecções. Outro ponto a favor do sexo matinal é o fato de o nível de testosterona dos homens ser muito mais alto após horas de sono, o que pode resultar em uma relação de mais prazer.


Abaixo, confira 13 ótimas razões para sexo saudável em qualquer hora.

1 - Sexo alivia as crises de enxaqueca;

2 -Sexo fortalece os ossos;

3 - Sexo combate a incontinência urinária;

4 - Sexo alivia as cólicas da TPM;

5 - Sexo melhora o aspecto da pele;

6 - Sexo melhora o sono;

7 - Sexo diminui o estresse;

8 - Sexo queima calorias;

9 - Sexo aumenta a imunidade do corpo;

10 - Sexo ajuda a envelhecer melhor;

11 - Sexo melhora a autoestima;

12 - Sexo fortalece a musculatura;

13 - Sexo melhora o humor.

Fonte: CATRACA LIVRE

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Teria a Grande Esfinge ligação com Atlântida?


Nova teoria liga mistério da Grande Esfinge à cidade perdida de Atlântida


Grandes enigmas surgiram em torno da Grande Esfinge de Gizé ao longo da história. Esse extraordinário monumento, de 20 metros de altura e 57 de comprimento, localizado na margem oeste do rio Nilo, não possui nenhuma inscrição que permita identificar seu construtor. 

Não se sabe também quantas pessoas trabalharam em sua edificação nem o tempo que elas levaram para isso, e, muito menos, a aparência que tinha seu rosto original e o motivo de ter perdido seu nariz. 

Uma teoria, que não foi proposta por arqueólogos nem por pesquisadores, mas por um vidente americano chamado Edgar Cayce, afirma que a criação da Grande Esfinge de Gizé remonta há 15 mil anos e está diretamente ligada à história de Atlântida. Uma das visões de Cayce lhe permitiu afirmar que, dentro da monumental escultura, existe uma biblioteca que contém informações valiosas sobre o continente perdido, o que aconteceu ali nos tempos da construção da Esfinge e os relatos sobre a destruição do continente. 

Apesar de essa teoria nunca ter sido provada, foram feitas descobertas que apontam em sua direção – por exemplo, a Estela do Inventário, uma lista dos monumentos de Gizé, encontrada em 1850. Uma das várias interpretações desse texto controverso permitiria deduzir que a Esfinge é muito mais antiga que Quéfren e Quéops, grandes faraós da quarta dinastia, contradizendo a versão proposta pela egiptologia oficial. 

Fonte: La Gran Época

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Fenômeno provocará mega furacões ao longo do século




A península da Flórida, nos EUA, e os países do Golfo Pérsico poderão sofrer com a chegada de poderosos furacões, causando um raro fenômeno que foi chamado de “ciclones do cisne cinza”. 

O termo se deve à teoria do cisne negro, que, por sua vez, vem da pesquisa de eventos imprevisíveis e de grande impacto. Dessa forma, os megaciclones “cisne cinza” representam um fenômeno meteorológico difícil de prever e que, ao longo do século XXI, causará tempestades nunca antes vistas no litoral dos EUA, Emirados Árabes e Austrália, entre outros países, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Princeton e pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). 

O estudo foi realizado graças a um modelo computadorizado baseado em tempestades ocorridas no passado e em cálculos feitos em cima de mudanças climáticas. Os resultados são categóricos: nos próximos 85 anos, a baía de Tampa, na Flórida, e o Golfo do México sofrerão megafuracões muito mais poderosos que o famoso Katrina. 

Além disso, a região do Golfo Pérsico, que, até agora, desconhecia a força devastadora das tempestades tropicais, poderá ter “cisnes cinza” com ventos de até 413 km/h, afetando cidades muito populosas, como Dubai. 

Imagem: NASA

sábado, 12 de setembro de 2015

O Sol, uma Estrela Tempestuosa




O Sol: apenas agora estamos realmente começando a compreender este reator termonuclear

por Curt Suplee (fonte NatGeo)
Oddbjorn Engvold, Jun Elin Wiik, Luc Rouppe Van Der Voort
O núcleo escuro de uma mancha solar, com diâmetro igual ao da Terra, e a formação em espiral ao seu redor nunca foram fotografados com tanta clareza. As imagens do novo Telescópio Solar Sueco, nas ilhas Canária, vêm unir-se aos dados de observatórios terrestres e espaciais que fazem do nosso tempo a "época de ouro" da ciência solar. O Sol possibilita a vida na Terra, mas suas explsões também podem causar grandes estragos

"São as chamadas “boas condições de visão”. Apertando os olhos para enxergar melhor nessa luminosa manhã, 2,4 mil metros acima do oceano Atlântico, no litoral da África, não é difícil compreender por quê. Para os astrônomos, boas condições de visão significam que a atmosfera permite uma imagem bem nítida e estável dos corpos celestes. E, de fato, é quase surrealista a claridade no céu azul-safira em La Palma, uma das ilhas mais ocidentais do arquipélago das Canárias.

“Estenda o braço até seu polegar cobrir quase todo o Sol”, diz Göran Scharmer, diretor do Instituto de Física Solar da Real Academia Sueca de Ciências. “Quando tudo fica azul-escuro, até a beirada de seu dedo, significa que teremos ‘céu de coronal’.” É por isso que ele e sua equipe estão ali, à beira da caldeira de um vulcão extinto, mil metros acima do tapete de nuvens no céu. Sua missão é tão antiga quanto a própria humanidade: estudar a bola de fogo que vemos no céu.

O Sol arde há 4,6 bilhões de anos, antes ainda de que existisse a Terra para aquecer-se desse brilho. Mas foi apenas nas últimas duas décadas que os cientistas começaram a compreendê-lo.

Segundo os padrões de grandeza galácticos, nossa estrela não tem nada de especial. É verdade que o Sol é tão imenso que nele caberia 1 milhão de planetas iguais à Terra. E é tão denso que os raios que vemos hoje começaram sua jornada do centro do Sol antes da última era glacial. Eles levaram centenas de milhares de anos para conseguir chegar à fotosfera luminosa, antes de fazer sua viagem de oito minutos, percorrendo 150 milhões de quilômetros no espaço, até chegar aos nossos olhos.

E, entretanto, o Sol entra na categoria geral das pequenas estrelas amarelas chamadas tipo G, uma espécie tão comum que há bilhões delas apenas na Via Láctea. O Sol é a fonte de quase toda a energia que sustenta a vida. Ele é a origem do nosso clima, o árbitro das nossas variações climáticas e, é claro, nossa conexão mais próxima com os processos físicos que ocorrem nas galáxias e movem o cosmo.

“O Sol é a Pedra de Roseta da astrofísica”, diz Scharmer cujas observações com o Telescópio Solar Sueco, de 1 metro de diâmetro, na ilha de La Palma, vem batendo recordes mundiais por sua alta resolução. “Mas ele guarda muitos segredos que ainda não conseguimos decifrar.”

Até hoje, quatro séculos depois que Galileu e outros astrônomos espantaram a Europa ao revelar as manchas que se movem pela superfície solar, muitos dos aspectos mais profundos da nossa estrela local continuam nas sombras do mistério. Agora os cientistas estão prestes a encontrar muitas respostas, graças ao aumento do interesse internacional registrado nos últimos 20 anos. E graças, também, a progressos nas modelagens feitas por computador e a novos instrumentos de alta tecnologia, tanto no solo como no espaço, capazes de monitorar aspectos sutis do comportamento solar, antes irreconhecíveis e por vezes inimagináveis.

“O que se fazia era uma ‘dermatologia’ solar”, diz Scharmer. “Agora é realmente astrofísica.” Porém, ainda é necessária uma resolução telescópica muito mais refinada. Vários cientistas crêem que algumas estruturas solares fundamentais têm apenas alguns poucos quilômetros de extensão. A resolução mais precisa do Telescópio Sueco é de 80 quilômetros, de modo que a equipe vem fazendo intenso esforço para aperfeiçoar seus instrumentos. O mesmo ocorre com os pesquisadores de dezenas de instituições terrestres, desde Sunspot, no estado americano do Novo México, até o pico das montanhas de Maui, no Havaí, e as desoladas vastidões da Sibéria. Acima do nosso planeta há cerca de dez grandes observatórios espaciais, quase todos lançados desde meados da década de 1990.


Além disso, há novas iniciativas para compreender o clima espacial, ou seja, os efeitos criados pelos bilhões de toneladas de plasma que podem entrar em fulguração no Sol e causar tempestades eletromagnéticas por todo o sistema solar.

“Em relação ao clima espacial, estamos no mesmo ponto em que estava a meteorologia terrestre há 40 anos”, diz Timothy Killeen, diretor do National Center for Atmospheric Research (NCAR), em Boulder, Colorado. “Com os recursos de observação e a potência computacional de que dispomos hoje”, diz Killeen, “podemos alcançar progressos dentro de alguns anos.”

Quase tudo o que acontece no interior e na superfície do Sol afeta o nosso planeta, mas há dois tipos de eventos solares explosivos que causam um impacto mais severo sobre nós, habitantes da Terra. Um deles é a fulguração solar, quando uma pequena área acima da superfície solar atinge uma temperatura de dezenas de milhões de graus, lançando uma onda de radiação capaz de interromper as comunicações, incapacitar satélites e até mesmo matar um astronauta que esteja fazendo uma caminhada no espaço.

O outro evento é a ejeção de massa coronal, ou coronal mass ejection (CME), na qual bilhões de toneladas de partículas carregadas escapam do halo do Sol, a chamada coroa ou corona, a milhões de quilômetros por hora. Quando essas gigantescas nuvens batem na magnetosfera que protege a Terra, elas comprimem as linhas do campo magnético e despejam trilhões de watts de potência na atmosfera superior da Terra. Esse fenômeno pode sobrecarregar a rede elétrica, causando blecautes maciços, e destruir instrumentos que estejam na órbita terrestre.

Muitas vezes as fulgurações e as CMEs ocorrem juntas, como em outubro passado, quando hou-ve a quarta fulguração solar mais poderosa jamais observada. Duas CMEs seguidas atingiram nosso planeta. Graças aos modernos equipamentos de detecção, o alerta foi dado a tempo de se tomar medidas preventivas. A atmosfera ficou tão carregada de eletricidade que a aurora boreal foi vista bem para o sul, até o Mediterrâneo – mas houve poucos danos. Em contraste, em 1989, quando uma fortíssima CME atingiu a Terra, danificou a rede elétrica HydroQuebec, deixando 7 milhões de canadenses sem eletricidade e causando prejuízos de milhões de dólares.

Não surpreende, portanto, que localizar a causa desses eventos seja uma prioridade para os pesquisadores. Nossa estrela, no entanto, guarda ciosamente seus segredos. Estudar o Sol significa entrar no campo do estranho.

A maior parte da Terra é sólida. Em contraste, o Sol inteiro é gasoso: cerca de 70% de hidrogênio, 28% de hélio e 2% de elementos mais pesados. A camada externa visível chama-se fotosfera. Mas, na verdade, o Sol não tem “superfície”, e sua atmosfera se estende até a Terra e mais além, ficando mais rarefeita à medida que se afasta.

Mais ainda: o Sol é um verdadeiro manicômio de atividade eletromagnética. Na Terra, pouquíssimos materiais são bons condutores de eletricidade. No Sol, porém, quase tudo conduz eletricidade, porque não existem muitos átomos neutros intactos. As poderosíssimas energias térmicas e de radiação excitam os elétrons até o ponto em que eles saltam fora de seus átomos, criando um “caldo” borbulhante de núcleos com carga positiva e elétrons negativos livres. O resultado é uma mistura gasosa chamada plasma, capaz de conduzir a eletricidade tão facilmente quanto um fio de cobre..."

Continua... Leia o artigo na íntegra, no site da NATGEO Brasil, clicando aqui.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Ciência :: 6 chaves para ser feliz




Seis chaves para ser feliz, segundo a Universidade de Harvard

Seguem os seis conselhos principais do professor (Tal Ben-Shahar) para ajudar as pessoas a se sentirem afortunadas e contentes:

1. Perdoe seus fracassos. E mais: festeje-os!

“Assim como é inútil se queixar do efeito da gravidade sobre a Terra, é impossível tentar viver sem emoções negativas, já que fazem parte da vida e são tão naturais quanto a alegria, a felicidade e o bem-estar. Aceitando as emoções negativas, conseguiremos nos abrir para desfrutar a positividade e a alegria”, diz o especialista. Temos que nos dar o direito de ser humanos e perdoar nossas fraquezas. Ainda em 1992, Mauger e seus colaboradores estudaram os efeitos do perdão, constatando que os baixos níveis de perdão estão relacionados à presença de transtornos como depressão, ansiedade e baixa autoestima.

2. Não veja as coisas boas como garantidas, mas seja grato por elas

Coisas grandes ou pequenas. “Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista.”

3. Pratique esporte

Para que isso funcione, não é preciso malhar numa academia até se cansar ou correr 10 quilômetros por dia. Basta praticar um exercício suave, como caminhar em passo rápido por 30 minutos diários, para que o cérebro secrete endorfinas, essas substâncias que nos fazem sentir-nos “drogados” de felicidade, porque na realidade são opiáceos naturais produzidos por nosso próprio cérebro, que mitigam a dor e geram prazer. A informação é do corredor especialista e treinador de easyrunning Luis Javier González.

4. Simplifique, no lazer e no trabalho

“Precisamos identificar o que é verdadeiramente importante e nos concentrar sobre isso”, propõe Tal Ben-Shahar. Já se sabe que quem tenta fazer demais acaba conseguindo realizar pouco, e por isso o melhor é se concentrar em algo e não tentar fazer tudo ao mesmo tempo. O conselho não se aplica apenas ao trabalho, mas também à área pessoal e ao tempo de lazer: “É melhor desligar o telefone e se desligar do trabalho nessas duas ou três horas que você passa com a família”.



5. Aprenda a meditar. Esse simples hábito combate o estresse

Miriam Subirana, doutora pela Universidade de Barcelona, escritora e professora de meditação e mindfulness, assegura que “no longo prazo, a prática regular de exercícios de meditação ajuda as pessoas a enfrentar melhor as armadilhas da vida, superar as crises com mais força interior e ser mais elas mesmas baixo qualquer circunstância”. Ben-Shahar acrescenta que a meditação também é um momento conveniente para orientar nossos pensamentos para o lado positivo; embora não haja consenso de que o otimismo chegue a garantir o êxito, ele lhe trará um grato momento de paz.

6. Treine uma nova habilidade: a resiliência. A felicidade depende de nosso estado mental, não de nossa conta corrente

Concretamente, “nosso nível de felicidade vai determinar aquilo ao qual nos apegamos e a força do sucesso ou do fracasso”. Isso é conhecido como locus de controle, ou “o lugar em que situamos a responsabilidade pelos fatos” – um termo descoberto e definido pelo psicólogo Julian Rotter em meados do século 20 e muito pesquisado com relação ao caráter das pessoas: os pacientes depressivos atribuem seus fracassos a eles próprios e o sucesso a situações externas à sua pessoa, enquanto as pessoas positivas tendem a pendurar-se medalhas no peito, atribuindo os problemas a outros. 

Mas assim perdemos a percepção do fracasso como “oportunidade”, algo que está muito relacionado à resiliência, conceito que se popularizou muito com a crise e que foi emprestado originalmente da física e engenharia, áreas nas quais descreve a capacidade de um material de recuperar sua forma original depois de submetido a uma pressão deformadora. “Nas pessoas, a resiliência expressa a capacidade de um indivíduo de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e situações potencialmente traumáticas, e recuperar-se, saindo delas fortalecido e com mais recursos”, diz o médico psiquiatra Roberto Pereira, diretor da Escola Basco-Navarra de Terapia Familiar.

Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/16/ciencia/1434480172_001091.html

domingo, 30 de agosto de 2015

Cérebro humano é cultivado em laboratório




Cientistas criam cérebro humano em laboratório pela 1ª vez


Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA, afirma ter chegado ao cérebro mais completo já cultivado em um laboratório. Ele possui 99% das células de um cérebro humano adulto, embora tenha o tamanho do encéfalo de um feto de cinco semanas e seja totalmente desprovido de raciocínio e consciência. 

Esse modelo anatomicamente funcional poderá servir como banco de testes para a pesquisa de novos fármacos, o que revolucionaria o estudo de doenças neurológicas, como o Alzheimer e o Parkinson. Até agora, o cultivo de cérebros humanos tinha gerado apenas pequenas organelas de tecido nervoso, sem as funções de um cérebro completo. 

No entanto, a Universidade Estadual de Ohio conseguiu criar um e, apesar de não ter revelado todos os detalhes do procedimento, acredita-se que ele teria sido concebido de células-tronco pluripotentes, extraídas do tecido cutâneo. Isso implicaria um horizonte imenso de possibilidades, já que um paciente poderia doar células para o cultivo de um modelo do seu próprio cérebro e, dessa forma, tratar doenças de modo completamente personalizado. 

Fonte: Gizmodo

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mito ou Verdade? A ciência comprova, ou não...




A troca de informações entre viajantes pelo mundo permitiu a proliferação de um grande número de lendas e curiosidades durante séculos. Algumas histórias são relatos pseudocientíficos que quase todos nós já escutamos alguma vez. Algumas crenças foram confirmadas ou negadas pela ciência posteriormente. Saiba o que é verdade ou mito sobre as pirâmides egípcias, a muralha da China, o sentido da água das descargas e outros assuntos. 


A Grande Muralha China é a única construção visível do espaço 
A partir da órbita terrestre baixa, a 400 km de altura, onde está, por exemplo, a Estação Espacial Internacional, muitas estruturas são visíveis. Mas, do espaço sideral, isso muda: o mito da muralha foi derrubado em 2003, quando o primeiro astronauta chinês, Yang Liwei, confessou que não conseguia vê-la de onde estava. 

A água da descarga gira em sentidos opostos nos dois hemisférios 
Diz-se que, quando é acionada a descarga do vaso sanitário, a água gira em sentido horário no hemisfério sul e no sentido anti-horário no norte. E isso é verdade: deve-se à chamada força de Coriolis, uma consequência da rotação da Terra, que é oposta nos hemisférios. O mesmo acontece com os tornados, que giram em diferentes sentidos no norte e no sul. 

É impossível que as pirâmides do Egito tenham sido construídas por seres humanos 
Afirma-se que a construção das pirâmides, mobilizando blocos de pedra de mais de uma tonelada por quase mil quilômetros, é uma tarefa impossível com a tecnologia de 4.500 anos atrás. Entretanto, em abril do ano passado, pesquisadores da Universidade de Amsterdã demonstraram que é possível mover esses blocos em trenós sobre a areia, desde que estejam úmidos. 

Alguns japoneses sofrem uma doença mental ao visitar Paris 
Em 2004, uma revista francesa de psiquiatria compilou 63 casos de turistas japoneses que deram entrada no Hospital Sainte-Anne desde 1988, sofrendo do que o psiquiatra japonês Hiroaki Ota chamou de Síndrome de Paris, uma forma grave de choque cultural. Os sintomas incluem ansiedade, alucinações, paranoia ou psicose, acompanhados de palpitações, tontura e dificuldades respiratórias. Aproximadamente 10 turistas japoneses são enviados, anualmente, de volta ao seu país, e a Embaixada Japonesa em Paris oferece uma linha telefônica disponível 24h por dia. 

Crédito da foto: Yuri Yavnik/Shutterstock

domingo, 23 de agosto de 2015

Laser japonês poderia ser capaz de explodir a Terra



Parece até coisa de ficção cientifica, tipo a "Estrela da Morte" de "Guerra na Estrelas"



Cientistas da Universidade de Osaka, no Japão, dispararam o LFEX, o laser mais poderoso já criado até o momento e que dificilmente será superado em um futuro próximo, uma vez que sua potência é de nada menos que 2 pentawatts. 

Segundo o Centro de Lasers Pulsados da Universidade de Salamanca, um pentawatt (PW) é 10 elevado a 15 watts, o que é a mesma coisa que mil terawatts ou 1 quatrilhão (1.000.000.000.000.000) de watts. Um só pentawatt equivale a 30 mil vezes a demanda média de energia elétrica de toda a Espanha. 

De acordo com seus criadores, a energia concentrada do laser equivale a mil vezes o consumo elétrico mundial. O disparo durou apenas um picossegundo (um trilionésimo de segundo), e por isso foi totalmente seguro. O objetivo do experimento é melhorar as técnicas de projeção a laser, e o próximo objetivo dos pesquisadores do LFEX é elevar a potência a 10 pentawatts. 

Embora o avanço tecnológico seja extraordinário, alguns cientistas mostraram preocupação com relação ao fato de o laser poder ser utilizado para o desenvolvimento de armas destrutivas. O pesquisador da Universidade de Illinois Julio Soares afirmou que uma potência dessa magnitude “seria capaz de explodir o planeta”. 

Fontes: Gizmodo e RT
Crédito da foto: Michal Vitek/Shutterstock

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ciência :: América Latina pode passar por dilúvio em 35 anos



Ciência afirma: América Latina passará por grande dilúvio em menos de 35 anos


Dentro dos próximos 35 anos, os territórios mais povoados do mundo poderão acabar inundados pelo aumento do nível do mar, segundo advertem cientistas russos. O vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica do Ártico e da Antártida, Alexánder Danílov, afirma que o problema mais grave é determinado pela mudança drástica da temperatura mundial. 

“Os cálculos sugerem que a temperatura se estabilizará rapidamente, mas que o nível do oceano mundial continuará crescendo por vários séculos”, acrescenta Danílov. 

Os territórios afetados serão a América Latina, Europa, Estados Unidos e Canadá, onde vive a maior parte da população mundial, mobilizando cerca de 150 milhões de pessoas em busca de refúgio. 

Até 2050, o nível dos oceanos poderá aumentar cinco metros, trazendo consequências catastróficas. “Esses cinco metros de crescimento do oceano são um sinal muito sério. Na realidade, os grandes territórios baixos, onde vive a maior parte da população do planeta, estarão em zonas de inundação”, afirma Natalia Riazánova, a responsável pelo Laboratório de Geoecologia do Instituto Estadual de Relações Internacionais de Moscou. 

Enquanto isso, o último relatório da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA afirma que o ano de 2014 registrou recordes de temperaturas na superfície terrestre. Em pelo menos 20 países, foi o ano mais quente da história já registrado, chegando às mais altas concentrações de gases do efeito estufa. 

Fonte: RT   |  Crédito da foto: Nomad_Soul/Shutterstock  |  Reprodução de: History

sábado, 1 de agosto de 2015

Cristais vão permitir respirar embaixo d`água


Substância recém criada poderá nos permitir respirar embaixo d'água

Explorar o mundo subaquático sem usar tubos de oxigênio até hoje era algo que acontecia apenas em histórias em quadrinhos. Mas uma nova invenção de cientistas da Dinamarca pode fazer com que seja possível respirar embaixo d'água.

Uma quantidade relativamente pequena da substância, apelidada de “Cristal do Aquaman”, poderia ser suficiente para uma pessoa mergulhar sem se afogar. 

O material tem a capacidade de absorver oxigênio da água, o que tornaria obsoletos os atuais equipamentos de mergulho.

A substância, que usa cobalto em sua estrutura molecular, é capaz de armazenar uma quantidade muito maior de oxigênio do que os cilindros de mergulhação. 

Segundo a cientista Christine McKenzie, da Universidade de Syddansk, bastariam alguns grãos do cristal para um mergulhador respirar embaixo d´água com sucesso. Os cristais também poderiam ser úteis para pacientes de câncer de pulmão que dependem de tanques de respiração.

Fontes: Exame e The Independent


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Egoísmo... (uso desumano dos smartphones)




Egoísmo...
Um alerta importante!http://bit.ly/fisiobrasilprecisa
Posted by Revista FisioBrasil on Terça, 21 de julho de 2015


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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Por quê a vida na Terra pode acabar em 100 anos?



Muita atenção! Em 100 anos a Terra pode se tornar um local inóspito ao ser humano.


Em um artigo publicado pela agência Reuters, o escritor David Auerbach resgatou uma teoria do microbiólogo australiano Frank Fenner (ganhador do Prêmio Mundial de Ciências Albert Einstein e da Medalha da Organização Mundial da Saúde por seu trabalho na erradicação da varíola). Ele afirmou que o nosso planeta se tornará absolutamente inóspito para muitas espécies (entre elas, a humana) em menos de um século e entrará em colapso no ano de 2100.

As causas? A superpopulação, a destruição do meio ambiente e as mudanças climáticas.

De acordo com o cientista, o mal já foi feito e é irreversível, já que não haverá nenhuma transformação radical ou estratégia que permita reverter o rumo de destruição do planeta provocado pela industrialização. A partir de sua perspectiva fatalista, o momento atual mostraria os primeiros efeitos do aquecimento global; em poucas décadas, eles causariam o esgotamento dos recursos naturais, o que, somado a um crescimento demográfico esmagador, desencadearia em guerras por alimentos que acabariam com a nossa espécie.

Fontes: Reuters,  MSN Noticias
Crédito da Imagem: Jackal Yu/Shutterstock.com

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