sábado, 27 de fevereiro de 2016

Propulsão a Laser pode viabilizar missões interestelares

NASA está desenvolvendo um sistema que poderá realizar viagens interestelares

Cientistas renomados estão em busca do aprimoramento da tecnologia de propulsão a laser



A NASA está trabalhando a todo vapor para aprimorar e desenvolver os equipamentos e tecnologias necessárias para realizar a primeira missão tripulada para Marte, que está prevista para acontecer em 2030. 

Com a tecnologia que a agência espacial americana possui no momento, a missão demoraria cinco meses para chegar ao planeta vermelho.

Ao mesmo tempo, uma equipe de cientistas da agência espacial americana estuda as melhores formas de realizar uma viagem interestelar.

Como explica o Science Alert, no momento é possível propulsionar as partículas de forma a chegarem perto da velocidade da luz, mas só dentro do laboratório. É por isso que o cientista da NASA Philip Lubin e sua equipe estão desenvolvendo um sistema no qual lasers propulsionarão a nave. "Nós propomos um sistema que nos permitirá dar o primeiro passo em direção à exploração interestelar usando energia direta de propulsão em conjunto com sondas em miniatura. A partir de trabalhos recentes relacionados à fotônica, conseguimos ver novas formas de combinar essas tecnologias para enviar sondas para fora do nosso sistema solar", disse o pesquisador em entrevista ao Phys.

O sistema funcionaria com base na movimentação de fótons que seriam impulsionados por grandes lasers localizados na Terra. Apesar de não possuirem massa, essas partículas contêm energia e impulso. Quando são refletidas em um objeto, esse impulso é transferido. Com bastante movimento seria possível gerar impulso o suficiente para gradualmente acelerar uma nave espacial.

De acordo com Lubin, com essa tecnologia uma missão não tripulada poderia chegar em Marte em cerca de três dias, enquanto uma missão tripulada demoraria cerca de um mês.

Caso fosse utilizada em viagens interestelares, essa tecnologia poderia fazer uma nave viajar em uma velocidade próxima à da luz. "Explorar as estrelas e exoplanetas mais próximos seria uma grande conquista para humanidade, com implicações enormes", escreve Lubin. "Chegou a hora de começarmos essa jornada inevitável além do nosso lar."

A NASA fez um vídeo falando sobre outros aspectos do uso da propulsão a laser. Assista:


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Algumas frases célebres de Umberto Eco

Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 – Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha.

Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas.

Eco é, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa e O pêndulo de Foucault. Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’Espérez pas vous Débarrasser des Livres" (“Não Espere se Livrar dos Livros”, publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo" no Brasil como "Não contem com o fim do livro" Brasil).







Algumas frases célebres de Umberto Eco:

Existe apenas uma coisa que excita os animais mais do que o prazer, é a dor.

Quando os verdadeiros inimigos são muito fortes, é preciso escolher inimigos mais fracos.

Se a rendição à ignorância e chamá-la de Deus sempre foi prematuro, continua prematuro até hoje.

É sempre melhor que quem nos incute medo tenha mais medo do que nós.
Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.

O riso é a fraqueza, a corrupção, a insipidez da nossa carne.

As pessoas nascem sempre sob o signo errado, e estar no mundo de forma digna significa corrigir dia a dia o próprio horóscopo.

Nada inspira mais coragem ao medroso do que o medo alheio.

Teme, Adso, os profetas e os que estão dispostos a morrer pela verdade, pois de hábito levam à morte muitíssimos consigo, freqüentemente antes de si, às vezes em seu lugar.
O sono diurno é como o pecado da carne: quanto mais se tem mais se quer, contudo nos deixa infelizes, satisfeitos e insatisfeitos ao mesmo tempo.

Alguém que é feliz a vida toda é um cretino. Por isso, antes de ser feliz, prefiro ser inquieto.

Todos somos hereges. Todos somos ortodoxos. Não é a fé que um movimento oferece que conta. Conta a esperança que propõe.

Os que os faz viver é o que os faz morrer.



O primeiro dever do bom inquisidor é o de suspeitar antes dos que te parecem sinceros.

Deus se nos manifesta de fato mais naquilo que não é do que naquilo que é, e por isso as similitudes das coisas que mais se distanciam de Deus nos conduzem a uma opinião mais exata sobre Ele, para que saibamos assim que Ele está acima do que dizemos e pensamos.

A diferença não vem de palavras e obras, mas dos olhos com que a igreja julga as palavras e a obra.

De dia cura-se o corpo com ervas boas e de noite se adoece a mente com ervas más
Rir do mal é não estar disposto a combatê-lo. Rir do bem é desconhecer a força com o qual o bem difunde-se a si próprio.

Justificar tragédias como "vontade divina" tira da gente a responsabilidade por nossas escolhas.

Não há plantas boas para comida que não o sejam também para cura. O excesso é que causa problemas.

Apenas os pequenos homens parecem normais.

Os que não podes amar, teme-os.

Certas coisas se sentem com o coração. Deixa falar o teu coração, interroga os rostos, não escutes as línguas.

Se há algo que excita mais os humanos que o prazer é a dor. Sob tortura, tudo o que ouvimos e lemos volta-nos a mente. Sob tortura dizemos não só o que quer nosso inquisidor, mas o que imaginamos possa-lhe dar prazer. Uma ligação diabólica se estabelece.

Alguns reprimem com tanta veemência a ponto de impelirem muitos a se tornarem partícipes, por ódio a eles. Na verdade, um círculo imaginado pelo demônio. Que Deus nos livre.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Energia :: O reator de fusão nuclear Wendelstein 7-X

Por que todo mundo está falando desse reator de fusão nuclear alemão?


INTERIOR DO W7-X NO PERÍODO EM QUE
O REATOR ESTAVA SENDO CONSTRUÍDO 

(FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)
Demorou 19 anos, mas ficou pronto. No ano passado foi anunciado que a construção do reator de fusão nuclear Wendelstein 7-X (pode chamar de W7-X) finalmente foi concluída. O anúncio estava sendo tão aguardado pois essa é uma tecnologia ainda em fase experimental e o W7-X pode representar um importante avanço na sua utilização em larga escala.

Um equipamento como esse procura simular o que acontece dentro de uma estrela. O reator de fusão nuclear comprime dois átomos de hidrogênio até que eles formem um átomo de hélio, liberando uma grande quantidade de energia. Essa tecnologia superaria todas as antigas formas de gerar energia (carvão, petróleo, usinas nucleares ou hidrelétricas etc), só que tem um probleminha: pra que ela se desenvolva é preciso atingir uma temperatura de mais de 99 milhões °C. Como é de se imaginar, esse calor não se produz (nem se confina) com um estalar de dedos, e esse é o principal fator que impede a distribuição em larga escala desse tipo de energia, fato que só deve ocorrer depois de 2050.

"Se o W7-X conseguir de fato gerar um saldo energético positivo, então essa energia poderá ser utilizada pela população"

                                                                       Mariana Chinaglia, pós-doutoranda em Física


Em geral, esse calor é criado através de lasers que esquentam o gás e o plasma é confinado em um campo magnético, que não deixa o plasma encostar nas paredes do reator. É exatamente esse o grande gargalo dessa tecnologia: manter o plasma quente e confinado, sem que as estruturas sejam derretidas por esse calor absurdo. 

Diante desse desafio, os cientistas desenvolveram dois modelos principais. Um é o tokamak, uma estrutura em forma de rosquinha com poderosos imãs e uma corrente elétrica induzida que fazem com que o plasma circule, minimizando a perda de calor. Outra tecnologia comum é a stellarator, uma espiral esquisita em volta de uma rosquinha contorcida que necessitava de uma quantidade muito maior de imãs para funcionar. 

O W7X é um stellarator gigante. Criado por cientistas do Max Planck Institute for Plasma Physics , na Alemanha, são 16 metros de diâmetro, o maior reator desse tipo do mundo. As 470 toneladas de imãs supercondutores são intercaladas com pequenos espaços redondos que permitem o acesso ao interior da estrutura. São nesses espaços que instrumentos de diagnóstico são colocados e é também lá que o plasma é aquecido com micro-ondas. O W7-X foi construído na cidade de Greifswald, no nordeste alemão, ao custo de 715 milhões de dólares.

“Se o Wendelstein 7-X conseguir de fato gerar um saldo energético positivo, ou seja, gerar mais do que o necessário para produzir o plasma, e se seu confinamento for eficiente, então essa energia poderá ser utilizada pela população. Claro que será necessário construir um sistema de distribuição de energia em grande escala para que ela saia do laboratório e chegue até a população, mas será possível” afirma Mariana Chinaglia, pós-doutoranda de Física na Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Encontrada a Lendária cidade perdida de Atlantida?


No fundo do oceano, na área do Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas Canadenses descobriu uma cidade perdida. A noroeste da costa de Cuba, a 700 metros de profundidade, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objecto parecido com uma esfinge.

Especialistas sugerem que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central. A antiga cidade podia ser habitada por uma civilização semelhante aos habitantes de Teotihuacán (cidade fantasma de cerca de 2000 anos, localizada a 50 km da cidade do México).

Quem gosta de pesquisar sobre mistérios da humanidade e enigmas do planeta Terra, sabe que o Triângulo das Bermudas até hoje fascina pelas suas ocorrências inexplicáveis.

São fenómenos popularizados em documentários da TV, em livros e revistas, e portanto dificilmente haja quem nunca tenha ouvido falar da região onde aviões e navios desaparecem silenciosa e misteriosamente.

Mas parece que o Triângulo jamais pára de nos surpreender.

Quem são os responsáveis pela construcção de tais monumentos? Como foram eles parar quase intactos no fundo do mar?

É aqui que mais uma vez a ciência oficial entra em conflito com os pesquisadores alternativos.

Apesar de ainda ser cedo, os cientistas afirmam que as ruínas pertencem a uma antiga civilização da América Central do período pré-clássico; já os pesquisadores independentes afirmam que as ruínas provavelmente são de Atlântida, o lendário continente desaparecido mencionado pela primeira vez pelo filósofo Platão.

Independentemente das suas origens, o achado é revolucionário, uma das maiores descobertas arqueológicas dos últimos tempos.

Descobertas ruínas de uma cidade sob o mar próximo a Cuba

Na costa da península de Guanahacabibes, província de Pinar de Del Rio – Cuba, a uma profundidade entre 60 ou 750 metros, Pauline Zalitzky (engenheira naval de nacionalidade russa) e o seu marido Paul Weinzweig, proprietários da empresa canadense Advanced Digital Communications, trabalhando para o governo cubano descobriram um complexo de ruínas submarinas. É uma cidade que se estende numa área de 2 km².

Os primeiros indícios, revelados por imagens obtidas por um sonar instalado a bordo do navio de pesquisa Ulises apareceram em 2000. Em Julho de 2001 com a divulgação das fotografias extraídas das imagens de vídeo feitas por um robô anfíbio, foram publicadas as primeiras notícias sobre as descobertas.

A localização das ruínas submarinas

Em 2002, Weinzweig declarou aos jornais: Não sabemos ao certo o que é mas, no México (pré-hispânico), a tradição oral fala de uma civilização avançada de pessoas altas, de pele branca que vieram do Oriente, provenientes de uma ilha que afundou num grande desastre natural. Ali, a palavra Atlanticu significa “nosso bom pai” ou “lugar onde descansa nosso bom pai”.

Na época, a descoberta esteve cercada de incredulidade. O editor senior da revista National Geographic, John Echave, que foi a Cuba estudar as imagens do sonar, comentou: São anomalias interessantes mas isso é tudo que se pode dizer agora. Echave lembrou que é difícil explicar formações geológicas submarinas a exemplo das que foram encontradas em outras partes do mundo, como Japão e Bahamas.

O geólogo da Marinha cubana Manuel Iturral pediu mais amostras antes de tirar conclusões sobre o local, dizendo: Nós temos alguns números que são extremamente incomuns, mas a natureza é muito mais rica do que pensamos. Estimando que teria levado 50.000 anos para tais estruturas terem-se afundado à profundidade em que foram encontradas, ele disse que há 50 mil anos atrás não havia a capacidade de arquitetura em nenhuma das culturas que conhecemos para construir edifícios complexos.

Mais recentemente (em 2012), o assunto voltou à media. Durante este pouco mais de dez anos os descobridores tiveram dificuldades para encontrar financiamento da tecnologia capaz de chegar perto das formações.

Finalmente, conseguiram um robô submarino equipado com câmeras e poderosos dispositivos de iluminação que confirmaram a natureza antropológica das estruturas: de facto, são ruínas de uma cidade gigante que repousam no fundo das águas.

As ruínas incluem pelo menos quatro pirâmides, sendo que uma delas é de cristal além de outras estruturas, como magníficas esfinges e registros de uma escrita desconhecida gravada em blocos de pedra que pesam centenas de toneladas. Todo o complexo está localizado no perímetro do Triângulo das Bermudas.

Ocultamento deliberado

Depois de uma década de descrença e especulação, com a divulgação das imagens nítidas obtidas pelo robô, surgem rumores de que estas ruínas eram conhecidas há muito tempo pelo governo dos Estados Unidos, que descobriu o lugar no auge da crise política com Cuba. O lugar passou a ser imediatamente monitorizado e dificultado para civis mas os norte-americanos exploraram o achado e terão recolhido numerosos objectos.

Pirâmide de Cristal

Entre as construções submarinas descobertas no Triângulo das Bermudas as mais impressionantes são duas pirâmides gigantescas, maiores que a pirâmide de Quéops do Egito.

Uma delas tem dimensões avaliadas em 300 m de base por 200 metros de altura. Ambas foram aparentemente edificadas com um material semelhante ao vidro grosso, com paredes lisas e translúcidas. No topo da pirâmide existem dois orifícios grandes.

Por eles, a água passa em grande velocidade provocando uma movimentação intensa do líquido, criando um vórtice, uma espiral, redemoinho que produz ondas e névoa na superfície do mar. Os cientistas especulam se esta não seria a causa da misteriosa desorientação e/ou desaparecimentos de embarcações e aeronaves que transitam na área.

Alguns místicos especulam que a “pirâmide de cristal”, como tem sido chamada, é um local sagrado que, ainda hoje é protegido por entidades atlantes e por isso, navios e aviões que passam no local podem ser considerados como invasores ou profanadores de um santuário sendo, por isso, exterminados.

Outros, cogitam que as pirâmides são receptores de raios cósmicos; ou, ainda, que formam campos de energia de natureza quântica, criando um vácuo ou passagem capaz de puxar aqueles veículos que desapareceram ali ao longo da história.

Arqueólogos postulam que as construções foram, originalmente, edificadas em terra firme e posteriormente submergiram em virtude de uma catástrofe natural.

Essa hipótese implica, necessariamente, admitir a existência de uma vasta porção de terra continental ou insular no meio do Atlântico numa época geológica recuada, ideia que reforça a crença numa Atlântida histórica que transcende a dimensão da narrativa mitológica conferindo credibilidade ao texto de Platão, um dos mais antigos registros da realidade dessa civilização desaparecida.

Uma vez Faetonte, filho de Hélio (o Sol), preparou a biga de seu pai [e a pôs em movimento] mas, incapaz de dirigi-la pela rota tomada por seu pai, provocou a incineração de tudo que existia sobre a Terra, sendo ele próprio destruído por um raio – essa história, tal como é relatada, apresenta o perfil de um mito.

Entretanto, a verdade nela encerrada aponta para um desvio dos corpos celestes que giram em torno da Terra, causando a destruição do que há sobre a Terra através de incêndios recorrentes a longos intervalos.

Nessas ocasiões todos os habitantes das montanhas e das regiões elevadas perecem mais do que os que habitam nas proximidades dos rios e do mar. Por outro lado, na ocasião em que os deuses purificam a Terra mediante um dilúvio, todos os pastores que se encontram nas montanhas são salvos, ao passo que aqueles que vivem nas cidades… são colhidos pelos rios e lançados ao mar.

Timeu de Platão e o Vortex

Na pirâmide submersa existe um dispositivo que captura forças telúricas e cósmicas. Esse dispositivo armazenava e gerava toda a energia necessária utilizada da civilização atlante.

Esse captor ainda funciona e, eventualmente, em virtude de variações das potências atmosféricas, solares e planetárias, o gerador da pirâmide cria um vortex que, na superfície do oceano, manifesta-se como um redemoinho mortal para os navios e aviões que estejam de passagem no local. No mundo, existem ao menos dois lugares que também possuem pirâmides dotadas desse mecanismo: a Grande Pirâmide de Gizé e o Mar do Diabo, no Japão. (ROYER, 2012).

O Cristalito

A base dessa tecnologia é o material do qual, em si mesma, é feita a pirâmide: um mineral chamado cristalito, encontrado, actualmente, em lugares como as praias de Gibraltar.
O cristalito, assim como os cristais em geral, além de ser muito resistente, a exemplo de seu parente, o diamante, tem a capacidade de atrair e absorver intensamente energia cósmica que os atlantes podiam, então, converter em outras formas de energia, como a eléctrica, que pode gerar forças de naturezas diferentes, da mecânica à luminosa; é capaz de mover um autocarro ou produzir um raio laser terapêutico, por exemplo.

Edgar Cayce, Atlântida; A Pedra Tuaoi

Quando se fala de Atlântida, além da inevitável referência a Platão, existe ainda outro nome que não pode ser esquecido: Edgar Evans Cayce (1877-1945), o clarividente norte-americano que entre muitos temas, nos seus momentos de transe, falava sobre essa misteriosa civilização.

Nos seus relatos, Cayce fala de um instrumento da tecnologia Atlante que ele chamava de Pedra Tuaoi ou Fire Stone. Descreveu esse objecto como um cristal grande, cilíndrico e prismático – na forma de um hexaedro (possuía seis lados).

Encapsulado num domo, no alto de um edifício, era exposto à luz do Sol, da Lua e das estrelas conforme a necessidade. A Pedra Tuaoi era usada para capturar energia e distribuir essa energia em toda a extensão de um território. O seu poder de captação podia armazenar não somente energias telúricas e cósmicas mas, também, forças elementares: espectros de luz infravermelha e ultravioleta, raios gama, radiação, energia etérica e electromagnética.

Essa energia foi utilizada para diversos fins. No começo, o cristal era uma ferramenta essencialmente espiritual manipulada somente por Iniciados (sacerdotes). À medida em que a Raça Atlante se desenvolvia fisicamente, tornando-se mais materializada, começaram a usar a Fire Stone para rejuvenescer os seus corpos, o quê lhes permitia viver (em um mesmo corpo) centenas de anos.

Com o tempo, outras utilizações foram surgindo. As correntes de energia eram emitidas por todo o reino, transpondo qualquer obstáculo de distância, ao modo de ondas de rádio propulsionando o funcionamento de máquinas, desde as industriais aos veículos de transporte, fornecendo luz e calor. Além disso, também serviu à comunicação podendo transmitir mensagens de imagens e sons.

Consulte as fontes para ter acesso a vários links.

Fonte:


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Estigmatizar quem abusa de drogas é marginalizar pessoas doentes

DROGAS: Preconceito e Estigma Matam

por Piti Hauer - via: PARANAPORTAL / UOL


Albert Einsten, em certo momento de sua vida, mencionou que era mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. E este preconceito de pessoas para com os Dependentes Químicos e/ou Adictos existe e este estigma é como ferro quente marcando vidas e comportamentos.


A dependência química é uma doença, considerada pela OMS, mas muitos a vêem como uma falta de caráter, como uma degradação moral, criando termos pejorativos, difamatórios e depreciativos como: “nóia”, “zumbi”, “maconheiro”, “crackeiro”, bêbado”, “chaminé”  e alguns pseudo-técnicos termos como “mentirosos inteligentes” e “manipuladores” para contextualizar, muitas vezes, uma história de um indivíduo, no caso, o dependente ou adicto,sem ao menos atentar do que é ou foi a sua vida.
                                                   
Este modelo moral sobre o consumo de drogas, caquético, ultrapassado e obsoleto ainda persiste no entendimento de uma grande parcela da população, até, inclusive, daqueles que se predispõe a ajudar ou tratar de dependentes químicos ou pessoas com transtornos mentais decorrentes do uso de substâncias psico-ativas; e a mudança para um processo de recuperação sadia, lento e doloroso, de uma sociedade, e seus dependentes químicos, é através da prevenção, informação e educação.
                                                   
Existem no Brasil, aproximadamente, 37 milhões de dependentes químicos em drogas lícitas e ilícitas, 50% da população brasileira faz uso do álcool e 12% são dependentes do álcool. Portanto, quando generalizamos o viés do preconceito para com o usuário de drogas sem observarmos os fatores ambientais, psicológicos, genéticos, sociológicos e culturais incorremos num erro de julgamento com a equivocada ideia de escárnio ao dependente das drogas, realçando ainda mais o retrógrado texto de Lei, que o criminaliza sem lhe oferecer a chance em um ambiente de tratamento para a sua recuperação e reinserção social, agregando ao indivíduo mais um componente de marginalização.
                                                 
Numa sociedade doente, imediatista, de valores efêmeros que rotula o usuário de drogas em um sub-produto, potencializando o conflito existencial do Homem com ele mesmo e que no Brasil duas em cada três famílias tem problemas com drogas, a complexidade da  doença da Dependência Química NÃO PODE E NÃO DEVE ser vista como uma falta de caráter, demonizando o indivíduo perante à sociedade, pois isto nada mais é que um reflexo de sua própria estrutura, excludente, indiferente e desumana.