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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

As Dores do Mundo, de Arthur Schopenhauer




"Wheel of Life", 1940
A miséria, que alastra por este mundo, protesta demasiado alto contra a hipótese de uma obra perfeita devida a um ser absolutamente sábio, absolutamente bom, e também todo-poderoso; e, de outra parte, a imperfeição evidente e mesmo a burlesca caricatura do mais acabado dos fenômenos da criação, o homem, são de uma evidência demasiado sensível.

Há aí uma dissonância que se não pode resolver. As dores e as misérias são, pelo contrário, outras tantas provas em apoio, quando consideramos o mundo como a obra da nossa própria culpa, e portanto como uma coisa que não podia ser melhor. Ao passo que na primeira hipótese, a miséria do mundo se torna uma acusação amarga contra o criador e dá margem aos sarcasmos, no segundo caso aparece como uma acusação contra o nosso ser e a nossa vontade, bem própria para nos humilhar.

Conduz-nos a este profundo pensamento que viemos ao mundo já viciados como os filhos de pais gastos pelos desregramentos, e que se a nossa existência é de tal modo miserável, e tem por desenlace a morte, é porque temos continuamente essa culpa a expiar. De um modo geral não há nada mais certo: é a pesada culpa do mundo que causa os grandes e inúmeros sofrimentos a que somos votados; e entendemos esta relação no sentido metafísico e não no físico e empírico.

Imagem: Obra de Jean Delville — "Wheel of Life", 1940.

Adquira cultura, leia "As Dores do Mundo", de Schopenhauer

'As dores do mundo' apresenta uma série de reflexões sobre a existência, propondo uma nova forma de se pensar a dor e a felicidade. Temas como o amor, a morte, a arte, a moral, a religião, a política, o homem e a sociedade ilustram a teoria exposta por Schopenhauer na presente obra.

Indicada a todos os estudiosos e pensadores da conduta humana, quer ligados às áreas da própria filosofia, da sociologia, da religião, como a profissionais de toda e qualquer área em que se faça necessário o entendimento dos meandros que constituem a base do comportamento humano. O filósofo traz reflexões sobre a existência, cuja finalidade, segundo ele, seria a própria dor, constituindo-se o mundo num lugar de expiação.

Para Schopenhauer, faz-se necessário refutar as premissas estabelecidas pelos sistemas metafísicos que entendem o mal como algo negativo. Pois, do seu ponto de vista, ao contrário do bem, o mal é que deve ser considerado positivo, uma vez que somente ele se faz, de fato, sentir.

O autor tece aqui suas considerações fundamentando-se na teoria de que 'O bem, a felicidade, a satisfação são negativos porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto (...), em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira'.

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Filmes sobre Filosofia

10 FILMES SOBRE A HISTÓRIA DA FILOSOFIA


DE CONFÚCIO A HANNAH ARENDT,
PASSANDO POR SÓCRATES, ESPINOSA E OUTROS TANTOS…

Compartilhado de: Filosofando!


Para pensarmos um pouco sobre a história da filosofia separamos 10 biografias de algumas figuras importantes para a filosofia. 


Ainda que esta lista não abarque “toooodos” os grandes nomes da filosofia, ainda assim, trata-se de uma ótima oportunidade para pensar nos caminhos e descaminhos da filosofia ao longo dos séculos. Organizamos a lista a partir de uma ordem temporal, nesse caso, dos filósofxs mais atuais aos mais antigos:

1. HANNAH ARENDT

Alemã de origem judaica Hannah Arendt (1906 – 1975) recusava-se a ser classificada como “filósofa” e também se distanciava do termo “filosofia política”; preferia que suas publicações fossem classificadas sob o tema “teoria política”. No entanto, devido aos seus trabalhos sobre filosofia existencial e sua reivindicação da discussão política livre, Arendt tem um papel central nos debates filosóficos contemporâneos.

O filme é de 2012 e aborda o julgamento de Adolf Eichmann, um colaborador de Hitler e coordenador dos campos de concentração. Hannah Arendt acompanhou o julgamento e escreveu uma série de artigos sobre o caso. No entanto, os artigos e o conceito de “banalidade do mal” defendidos por Hannah provocam uma série de controvérsias e, são muito mal recebidos pela opinião pública, principalmente, pela comunidade judaica.

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2. AMANTES DO CAFÉ FLORE – SIMONE DE BEAUVOIR E SARTRE

O filme é de 2006 e aborda a vida e a relação dos filósofos Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Trata-se de uma boa oportunidade para conhecer essas duas importantes figuras da filosofia mas, também, para conhecer um pouco do momento histórico em questão. 

O filme se desenrola numa perspectiva temporal importante, em que é possível acompanhar os primeiros encontros entre Simone e Sartre e gradativamente as mudanças pelas quais essa relação passa.

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3. QUANDO NIETZSCHE CHOROU

O filme é baseado no romance de Irvin Yalom e conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e o médico Josef Breuer, professor de Sigmund Freud. Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer é procurado por Lou Salome (Kather Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. 

Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero, assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanalise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo de auto-conhecimento. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor o pensamento e alguns posicionamentos de Friedrich Nietzsche.

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4.  ESPINOSA – O APÓSTOLO DA RAZÃO

O filme é de 1994  e aborda a vida e as idéias do filósofo renascentista Espinosa, que desafiou a Igreja e propôs a separação entre religião e Filosofia.

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5. BLAISE PASCAL

Acompanhamos a trajetória de Pascal, dos 17 anos até sua morte precoce, seus célebres estudos de Matemática e Geometria, incluindo a criação da primeira calculadora mecânica; seus trabalhos revolucionários sobre o vácuo, os fluidos e a pressão atmosférica; sua relação com o Jansenismo e a concepção de suas principais obras filosófico-religiosas.

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6.  CARTESIUS – RENÉ DESCARTES

O diretor Rossellini extrai trechos inteiros de algumas das obras fundamentais do pensador, como O Discurso do Método (1637) e as Meditações Metafísicas (1641), para compor as ações “dramáticas” do personagem. 

São procedimentos teóricos de Descartes, cuja função seria fundar a autonomia do pensamento racional diante da fé. Vale dizer que, naquela época, toda démarche racionalista tinha de ser, também, uma negociação com a autoridade religiosa. 

Donde, nas Meditações, Descartes precisar, primeiro, ocupar-se das provas da existência de Deus, para apenas depois afirmar que o Cogito (a Razão) se sustenta por si só. “Eu sou, eu existo”, deduz, pelo simples fato de pensar. A conclusão entrou para a história do conhecimento como a frase famosa “Penso, logo existo”.

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7. GIORDANO BRUNO

Giordano Bruno (1538-1600) foi um filósofo italiano condenado à morte na fogueira pela Inquisição romana por heresia ao defender erros teológicos e pela defesa do heliocentrismo. Giordano Bruno foi filósofo, astrônomo, matemático e um dos maiores pensadores do Século XVI. 

Admitia que acima de um deus imanente (a “alma do mundo”), haveria um deus transcendente, só apreendido pela fé, mas uma fé inteiramente naturalista, bem diversa da fé cristã. Processado pela Inquisição de Veneza, preferiu retratar-se (como Galileu), mas seus inimigos conseguiram que fosse mandado a Roma, onde respondeu a novo processo.

O filme de Guiliano Montaldo, retrata o processo romano, no qual Giordano Bruno recusou qualquer retratação, sendo condenado e queimado vivo no ano de 1600.

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8. ÁGORA – HYPATIA DE ALEXANDRIA

Sob o domínio Romano, a cidade de Alexandria é palco de uma das mais violentas rebeliões religiosas de toda história antiga. Judeus e cristãos disputam a soberania política, econômica e religiosa da cidade. 

Entre o conflito, a bela e brilhante astrônoma Hypatia  lidera um grupo de discípulos que luta para preservar a biblioteca de Alexandria. Trata-se de uma boa oportunidade para refletir sobre o período histórico em questão e também sobre as questões de gênero envolvidas, já que é impossível deixar de notar que  boa parte dos desafios que Hypatia enfrenta derivam do fato dela ser uma mulher.

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9. SÓCRATES

“Sócrates”, mostra o final da vida de Sócrates (470 – 399 a.C.), em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: ‘Apologia’, ‘Críton’ e ‘Fédon’, com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta. Imperdível!

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10. A  BATALHA PELO IMPÉRIO – CONFÚCIO

Na idade da guerra no Estado chinês, durante a qual incontáveis guerras foram travadas para unificar os reinos, o rei de Lu pede a ajuda de Confúcio, filósofo muito influente para recuperar o seu poder. 

Confúcio usa a sua inteligência e carisma para salvar o estado de Lu de um conflito interno e de uma guerra perpétua. No entanto, os centros políticos do Estado passam a se sentir ameaçados pelo filósofo. Conseguem exilar Confúcio, que vaga por anos de um estado para outro sem perder os seus ideais de paz e harmonia.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Não somatize doença!



O que você não resolve em sua mente, seu corpo transforma em doença. Transformar (conflitos psíquicos) em afecções de órgãos ou em problemas psicossomáticos.

Somatizar

Todos nós sabemos, ou deveríamos saber que uma determinada somatização de quaisquer tipos de sentimentos e pensamentos negativos, situações mal resolvidas, palavras não ditas geram problemas ainda maiores do que somente o stress. Hoje em dia, já se é comprovado a total influência mental e emocional em seu estado de saúde.

Sabemos que obviamente não se trata somente disso, porém como o próprio título deste artigo diz o que você não resolve em sua mente seu corpo transforma em doença. E como isso funciona?

Muito simples você acumula dentro de si tudo que deveria se livrar. Stress acumulado, preocupações, sentimentos negativos, enfim, tudo o que não deve lhe pertencer. Isso gera a tal falada “somatização”. Você concorda comigo que se seu corpo está com algum problema, para que você saiba que ele não está bem, ele precisa “avisar”? Isso envolve: sistema muscular, sistema respiratório, sistema cardiovascular entre outros.

Sinais cerebrais

Apesar de mudar de pessoa para pessoa, a somatização é explicada cientificamente. Raiva, paixão, tristeza, medo e uma série de emoções causam alterações no organismo, liberando ou inibindo a produção de substâncias, como adrenalina, cortisol e serotonina.

Quando a pessoa fica durante muito tempo submetido a uma situação diferente, ela desencadeia mudanças no sistema nervoso autônomo, responsável pelos batimentos cardíacos, pela temperatura corporal, pela digestão, pela respiração e pela sexualidade. Além disso, provoca mudanças no sistema endocrinológico, que produz uma série de hormônios, e no sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo.

Desse modo, a bagunça no corpo começa e os sintomas aparecerem – o local escolhido depende da herança genética e racial de cada pessoa. 

“O indivíduo tende a somatizar nas áreas do corpo que já estão mais fragilizadas ou já tiveram um problema no passado. Depende das reações e da composição física de cada pessoa”, afirma o Dr. Leonard Varea. 

Então faça uma limpeza em seu “lixo” interior, livre-se do que pode lhe trazer danos maiores. Ame-se e resolva-se consigo mesmo para que seu corpo e sua mente não somatizem e lhe tragam possíveis novas doenças.

Fonte: Compartilhado de O Segredo


Saiba mais: 

O quanto as nossas emoções influenciam o nosso corpo



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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Resultado de uma Guerra Nuclear

O que aconteceria se 100 bombas nucleares explodissem na Terra?

Mortes instantâneas e graduais, mudança climática radical e até alteração no DNA: o impacto seria desastroso! 

Um grupo de cientistas norte-americanos desenvolveu um estudo para analisar o que aconteceria com o planeta - e a humanidade -  diante de uma guerra nuclear regional de média proporção. 

Como cenário, desenharam uma suposta guerra entre a Índia e o Paquistão, países que têm um poderio nuclear bem inferior à Rússia, EUA e China. 

Levando em consideração que o arsenal mundial é de 17 mil armas, foi estipulado o uso de 100 ogivas do tamanho da bomba lançada em Hiroshima. Os resultados foram estes: 

1) Fuligem: Cinco megatons desse material seriam liberados e absorveriam o calor do Sol. Parte desse material poderia voltar à Terra em forma de chuva. 

2) Resfriamento: A temperatura da superfície terrestre cairia cerca de 16,6ºC em um ano e outros 16 cinco anos depois. Acredita-se que o clima demoraria 20 anos para se restabelecer. 

3) Menos chuvas: O resfriamento provocaria uma queda de chuvas de 9% em 5 anos e 4,5% depois de 26 anos. 

4) Geadas: De 2 a 6 anos após o ataque, as temporadas livres de geadas seriam reduzidas entre 10 e 40 dias. Consequentemente, os períodos de cultivo diminuiriam. 

5) Camada de ozônio: Seria reduzida de 20 a 25% por causa das reações químicas que afetariam a atmosfera. Após 10 anos, poderia se recuperar, sendo apenas 8% mais fina que atualmente. Esse fenômeno provocaria um aumento de queimaduras e câncer de pele, a redução do crescimento dos vegetais e a mudança de DNA em algumas plantas e bactérias. 

Fonte: RT / History
Imagem: Shutterstock.com

sábado, 11 de fevereiro de 2017

10 frutas e legumes que os cães adoram




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Se você é dono de cachorro, você sabe o quão importante é dar a comida certa para eles, certo? 

Quem ama quer que seu animal viva durante muito anos saudável. E para ter saúde, nada melhor do que regrar bem aquilo que se ingere.

1. Maçãs (menos o caroço)

Uma maçã por dia, mantém o veterinário afastado? Isso pode ser verdade, maçãs contêm antioxidantes que ajudam a aumentar a imunidade. Além disso, são doces… Apenas certifique-se de jogar fora o núcleo (caroço), já que as sementes da maçã podem ser prejudiciais para nossos filhotes caninos.

 2 . Espinafre

Os espinafres não só têm um alto teor de ferro, mas também contém cálcio que contribuiu para a saúde óssea. Espinafres também contém propriedades anti-inflamatórias/ anti-câncer, por meio de flavonóides e carotenóides.

 3. Abóbora

Cozinhada, fresca ou enlatada, os patudos adoram lamber este deleite saboroso. Abóbora ajuda na digestão problemática. Funciona para a constipação e diarreia.

 4. Feijão verde

É uma junção de fibra e crocante. O feijão verde também oferece um conjunto de vitaminas e nutrição. Eles são um alimento de baixas calorias, ideal para peludos que gostam de comer entre as refeições.



5. Melancia

É uma fruta cheia de licopeno antioxidante. As melancias são suaves o suficiente para a maioria dos caninos poderem comer. Além de ser repleta de nutrientes, a suculência é suficiente para adicionar um pouco de hidratação extra em um dia quente.

 6. Cantalupo

Estes deleites saborosos são suaves, fáceis de digerir para a maioria dos nossos amiguinhos, já para não falar da quantidade de vitaminas. Cheio de beta-caroteno, estudos têm demonstrado que o beta-caroteno pode reduzir e prevenir o crescimento de cataratas.

 7. Cenouras

Não são apenas um deleite de alimento para filhotes com sobrepeso em uma “dieta”, mas as cenouras também são ótimas aleadas para uma boa higiene oral. Cenouras naturalmente limpam e polem os dentes. Esta também parece ser uma boa alternativa aos sapatos que eles tanto gostam de roer.

 8. Mirtilos

Dado como um tratamento raro e ocasional, estas bolinhas azuis de antioxidantes têm surgido em alimentos comerciais para cachorrinho nos últimos anos. Mirtilos fornecem os mesmos benefícios para a saúde tanto para caninos como para seus donos.

9. Peras

Este tratamento saudável do coração é elevado na fibra dietética. As peras são doces, suculentas e a maioria dos nossos bebês aprecia o sabor e textura.

10. Batata Doce

Dos alimentos favoritos do feriado, devem ser deleites o ano inteiro. As batatas doces contêm quantidades elevadas de aminoácidos, que são bons para os músculos magros se tornarem fortes e realçam propriedades antioxidantes  (outros tipos de batata podem ser tóxicos aos cães)



Veja também o que é proibido dar aos cães:



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O maior deslizamento de gelo já filmado




A geleira, comparada com Manhattan
O fotógrafo americano James Balog e sua equipe estavam viajando pela Groenlândia. Eles tinham colocado câmeras em volta do Círculo Ártico e passaram horas juntando material sobre mudanças no gelo.

Enquanto eles estavam montando seu equipamento para um documentário, eles simplesmente esperavam que fizesse um tempo bom e tirar algumas belas fotos daquela paisagem glacial impressionante.

Eles não estavam esperando registrar nada emocionante. Então, de repente, bem em frente a eles, parte da camada de gelo começou a se mover...Testemunharam com seus próprios olhos o momento em que um pedaço de gelo de milhares de anos, do tamanho da ilha de Manhattan (em Nova Iorque), simplesmente quebrou e afundou no mar...



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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Julian Assange, Google e Wikileaks

Julian Assange conta seu encontro com Eric Schmidt, presidente do Google, discutindo os problemas políticos enfrentados pela sociedade – da Primavera Árabe ao Bitcoin – e as respostas tecnológicas geradas pela rede global para esses dilemas.

Depois da publicação de Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet e há mais de dois anos asilado na Embaixada do Equador em Londres, Julian Assange, fundador e editor do WikiLeaks, lança no Brasil seu segundo e mais recente livro, Quando o Google encontrou o WikiLeaks

Ao longo de 168 páginas, Assange discute as consequências da acumulação de poder pelo Google no século XXI e relata seu encontro com Eric Schmidt, presidente do grupo, em 2011. O resultado é um livro fascinante e alarmante, que revela os polos opostos em que esses dois personagens icônicos da atual “era tecnológica” se encontram e suas opiniões divergentes sobre o destino do mundo e das novas tecnologias.

Assange foi procurado pelo executivo quando cumpria prisão domiciliar em Norfolk, na Inglaterra. Na época, o Google estava a caminho de se tornar a empresa mais influente do planeta pelas mãos de Schmidt, uma pessoa de natureza analítica e inteligência sistemática. Ambos debateram questões contemporâneas – da Primavera Árabe ao Bitcoin – e as respostas tecnológicas surgidas na rede global para os atuais dilemas sociopolíticos. 

Para Julian Assange  o potencial libertador da Internet é baseado na ausência de poder estatal. Schmidt, por outro lado, defende que sejam levadas em conta questões de política externa e as relações entre governo e empresas de tecnologia. Tais diferenças estão no cerne de uma disputa ideológica acirrada sobre o futuro da internet, que só se intensificou com os anos.

O livro traz um alerta sobre a natureza ambivalente das tecnologias de informação e comunicação e lembra que redes digitais e seus dispositivos não são neutros. 

“Assange liga nomes, fatos e instituições, deixando evidente que o Google não é uma mera empresa inovadora que distribui aplicativos e constrói plataformas para nos alegrar e nos permitir fazer mais por nós mesmos. O Google se tornou uma corporação que integra o sistema de controle, vigilância e expansão do poder do Estado norte-americano”, analisa o sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, na apresentação. 


“Muitas pessoas pensam que o mundo da tecnologia é o mundo da ausência de relações de poder. Este livro mostra que elas estão enganadas. O poder não se faz por meio da tecnologia somente, mas está embutido na própria tecnologia.”

O Google não é a única empresa cujo posicionamento no mercado tem possibilitado um enorme poder político, mas é um exemplo dos perigos da internet corporativa. 


“Desde muito cedo, seus fundadores perceberam que o processamento de informações em grande escala os colocaria no centro de tudo”, afirma Assange. 


“À medida que cresce o monopólio do Google na área de busca e serviços de internet, e ele estende a vigilância industrial para a maior parte da população do planeta, dominando rapidamente o mercado de telefonia móvel e apressando-se para ampliar o acesso à internet no hemisfério sul, ele se torna praticamente a própria internet para muitas pessoas. A influência do Google sobre as escolhas e o comportamento de todos os seres humanos se traduz em um poder concreto de influenciar o rumo da história.”

O livro ganhou destaque na imprensa internacional, noticiado em jornais como The Guardian e The Independent, por fazer parte da empreitada de Assange para revolucionar as formas de acesso à informação. 

Quando o Google encontrou o WikiLeaks apresenta a conversa entre Schmidt e Assange em forma de diálogo transcrito, e inclui ainda um prefácio redigido pelo fundador do WikiLeaks especialmente para a edição brasileira.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado

Em ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’, os jornalistas destrincham o WikiLeaks e exploram as peças de um quebra-cabeça nas manchetes mundiais. Eles examinam a cultura da internet que tornou possível a revelação de informações sigilosas e os hackers fanáticos que formaram a base do WikiLeaks. Exploram os eventos secretos que o site divulgou, da revelação de execuções de civis no Quênia em 2008 à avalanche de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos em 2010. 

Os autores ainda analisam as implicações das revelações do WikiLeaks e desvelam a natureza contraditória de Julian Assange - um homem elogiado pela Anistia Internacional em 2009, mas que, menos de um ano depois, seria acusado pela polícia sueca de crimes sexuais.

"Com direitos já vendidos para oito países, ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’ é o primeiro relato detalhado sobre o fenômeno WikiLeaks. Do lançamento do site, em 2006, até os mais recentes acontecimentos neste drama que define uma era, o livro conta a verdadeira história por trás das manchetes, em um registro cativante e revelador que traz o leitor até o momento presente. 

Os autores, jornalistas do The Guardian liderados por David Leigh, editor investigativo, e Luke Harding, correspondente em Moscou, estiveram no centro da cobertura do maior vazamento de informações secretas da história. Trabalhando com o correspondente do Guardian em Nova York, EdPilkington, eles tiveram acesso sem precedentes aos personagens principais dessa história, de diplomatas e políticos ao ex-porta-voz do WikiLeaks,Daniel Domscheit-Berg, e o próprio Julian Assange. 

Em ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’, os jornalistas destrincham o fenômeno WikiLeaks e exploram as muitas peças de um quebra-cabeça que continua a dominar as manchetes mundiais. Eles examinam a cultura da internet que tornou possível a revelação de informações sigilosas e os hackers fanáticos que formaram a base do WikiLeaks. 

Exploram os eventos secretos que o site divulgou, da revelação de execuções de civis no Quênia em 2008 à avalanche de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos em 2010. Os autores ainda analisam as implicações das mais recentes revelações do WikiLeaks e desvelam a natureza estranha e contraditória de Julian Assange – um homem elogiado pela Anistia Internacional em 2009, mas que, menos de um ano depois, seria acusado pela polícia sueca de crimes sexuais. 

Até agora, a história do WikiLeaks foi revelada de maneira fragmentada. O livro ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’ apresenta o quadro completo...

...Quem quiser saber mais detalhes do vazamento o livro é super indicado: http://acesse.vc/v2/c0223de0. Garanto que não vão se arrepender, principalmente quem gosta de investigação e espionagem. Vale muito a pena ser lido para ver quanta besteira os governantes estão fazendo por ai. Detalhe: Os relatórios secretos citados no decorrer do livro, estão em anexo no final dele."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Monet pintando as "Ninfeias" em Giverny

Já imaginou ver Claude Monet (1840-1926) pintando suas Ninfeias em Giverny? Pois é, publicamos aqui um vídeo raríssimo (dizem que é o único existente) gravado em 1915, onde mostra o artista em pleno desenvolvimento de uma de suas obras.



Monet viveu em Giverny de 1883 até sua morte em 1926 e muitas de suas obras retratam cenas sua propriedade, cheia de plantas, flores coloridas, lago, jardins e a charmosa ponte em estilo japonês, sem falar nas Ninfeias, inspiração para muitas de suas obras (que estão no Musée L’Orangerie em Paris).

Hoje, a propriedade abriga a Fundação Monet e a casa onde o artista morou, atualmente é um museu dedicado a ele.

O local fica aberto à visitação de 29 de março a 1 de novembro, durante os meses em que o jardim está mais florido e belo. E funciona todos os dias, das 9:30h as 18h (última entrada as 17:30h).


Fonte: http://parissempreparis.com.br/filme-rarissimo-mostra-monet-pintando-as-ninfeias-em-giverny/
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