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quarta-feira, 6 de março de 2019

O que foi a Apolo 11?




Insígnia oficial da Missão Apollo 11 (NASA)
A Apollo 11 foi um voo espacial tripulado norte-americano responsável pelo primeiro pouso na Lua. O comandante Neil Armstrong e o piloto Buzz Aldrin pousaram o módulo lunar Eagle em 20 de julho de 1969 às 20h17min UTC.

Armstrong tornou-se o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar seis horas depois já no dia 21, seguido por Aldrin vinte minutos depois. Os dois passaram aproximadamente duas horas e quinze minutos fora da espaçonave e coletaram 21,5 quilogramas de material para trazer de volta à Terra.

Michael Collins pilotou sozinho o módulo de comando e serviço Columbia na órbita da Lua enquanto seus companheiros estavam na superfície. Armstrong e Aldrin passaram um total de 21 horas e meia na Lua até reencontrarem com Collins.

A missão foi lançada por um foguete Saturno V do Centro Espacial John F. Kennedy na Flórida às 13h32min UTC de 16 de julho, tendo sido a quinta missão tripulada do Programa Apollo da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA). A nave Apollo era formada por três partes: um módulo de comando com uma cabine para três astronautas, a única parte que retornou para a Terra; um módulo de serviço, que apoiava o módulo de comando com propulsão, energia elétrica, oxigênio e água; e um módulo lunar dividido em dois estágios, um de descida para a lua e um de subida para levar os astronautas de volta à órbita.

Os astronautas foram enviados em direção da Lua pelo terceiro estágio do Saturno V, separando-se do resto do foguete e viajando por três dias até entrarem na órbita da Lua. Armstrong e Aldrin então foram para o Eagle e pousaram no Mare Tranquillitatis. Os astronautas o usaram o estágio de subida do módulo lunar para saírem da superfície e acoplarem com o Columbia. O Eagle foi abandonado antes de realizarem as manobras que os colocaram em uma trajetória de volta para a Terra. Eles retornaram para Terra em segurança e amerissaram no Oceano Pacífico em 24 de julho após oito dias no espaço.

A alunissagem foi transmitida ao vivo mundialmente pela televisão. Armstrong pisou na superfície lunar e falou palavras que ficaram famosas: 
"É um pequeno passo para [um] homem, um passo gigante para a humanidade"
A Apollo 11 encerrou a Corrida Espacial e realizou o objetivo nacional norte-americano estabelecido em 1961 pelo presidente John F. Kennedy de "antes de esta década acabar, aterrissar um homem na Lua e retorná-lo em segurança para a Terra". Os três astronautas foram recebidos com enormes celebrações nos Estados Unidos e pelo mundo, recebendo diversas condecorações e homenagens.



☞ Leia o artigo completo na Wikipédia, a Enciclopédia Livre: "Apolo 11"

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

China faz pouso histórico no Lado Oculto da Lua




China faz histórico 1º pouso no lado mais distante da lua - por Mike Wall, Editor Chefe da Space.com*

A 1ª imagem do lado oposto da lua, feita pela sonda chinesa Chang'e 4, que pousou em 2 de janeiro de 2019
(3 de janeiro, horário de Pequim) Crédito: CNSA

A humanidade acaba de fincar sua bandeira no lado oculto da lua

A missão chinesa Chang'e 4 aterrissou no solo da Cratera Von Kármán, de 186 quilômetros de largura, na noite de quarta-feira (2 de janeiro), realizando o primeiro pouso suave no misterioso lado lunar.

A Chang'e 4 realizará uma variedade de trabalhos científicos nos próximos meses, ajudando potencialmente os cientistas a entender melhor a estrutura, a formação e a evolução do satélite natural da Terra. Mas a atração simbólica da missão ressoará mais com as massas: a lista de localidades inexploradas em nosso sistema solar ficou um pouco menor.

O épico touchdown - que aconteceu às 21:26 pm EST (0226 GMT e 10:26 horas, horário de Pequim, em 3 de janeiro), segundo autoridades espaciais chinesas - seguidas de perto por dois grandes marcos da NASA. Em 31 de dezembro, a sonda OSIRIS-REx entrou em órbita ao redor do asteroide Bennu, e a sonda New Horizons passou em frente ao objeto distante Ultima Thule logo após a meia-noite de 1º de janeiro.

"Parabéns à equipe chinesa Chang'e 4 pelo que parece ser um pouso bem-sucedido no outro lado da Lua. Esta é a primeira vez para a humanidade e uma conquista impressionante!", disse o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, via Twitter na noite de quarta-feira, depois que a notícia do marco começou a circular nas redes sociais.


Terra incógnita

A Lua leva a mesma quantidade de tempo para girar uma vez sobre seu eixo, que leva para orbitar a Terra: 27,3 dias. Por causa desse "bloqueio de maré", nós só vemos uma face da lua, que chamamos de lado mais próximo.

Esse rosto familiar acolheu muitos visitantes ao longo dos anos, tanto robóticos quanto humanos; todas as seis missões tripuladas da NASA, Apollo, na superfície lunar pousaram no lado mais próximo (aparente). O lado mais distante (oculto) é um alvo muito mais difícil para a exploração da superfície lunar, porque o volume rochoso da lua bloquearia a comunicação direta com qualquer lander ou rover. (E não o chame de "lado escuro"; porque o lado oposto recebe a mesma luz do sol do lado mais próximo).

Para lidar com essa questão, a China lançou um satélite de retransmissão chamado Queqiao, em maio de 2018. Queqiao se estabeleceu no ponto Terra-lua 2, de Lagrange, um ponto gravitacionalmente estável além da lua, do qual o satélite pode manter a Chang'e 4 e seu planeta natal em contato.

O fluxo de dados através do Queqiao provavelmente será extenso. O Chang'e 4 foi lançada em 7 de dezembro e entrou na órbita lunar 4,5 dias depois, ela possui oito instrumentos científicos: quatro em um veículo estacionário e quatro num veículo móvel.

A sonda possui a Câmera de Aterrissagem, a Câmera de Terreno, o Espectrômetro de Baixa Frequência e o Lunar Lander de Neutrons e Dosimetria Lunar, fornecidos pela Alemanha. O rover possui a Câmera Panorâmica, o Radar Penetrante Lunar, o Espectrômetro de Imagens Visível e de Infravermelho Próximo, além de um Pequeno Analisador Avançado de Neutros que é contribuição da Suécia.

Assim, a Chang'e 4 será capaz de analizar seus arredores em grande detalhe, sondando a composição da superfície, bem como a estrutura das camadas do solo sob os pés da sonda. Tais observações podem ajudar os pesquisadores a entender melhor por que os lados lunar próximo e distante são tão diferentes, disseram os cientistas. Por exemplo, planícies vulcânicas escuras chamadas "Maria" são comuns no lado próximo, mas estão quase ausentes do outro lado. (Temos boas imagens de cima do lado mais distante, graças a naves espaciais como a Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA.)

A missão deve levar para casa algumas imagens intrigantes e dramáticas também; A Cratera de Von Kármán fica dentro da bacia do Pólo Sul-Aitken (SPA), uma das maiores características de impacto no sistema solar. A bacia do SPA mede incríveis 2.500 km de borda a borda e tem cerca de 12 km de profundidade.

Além disso, o Chang'e 4 realiza um experimento biológico, que irá acompanhar como os bichos-da-seda, os tomates e as plantas Arabidopsis crescem e se desenvolvem na superfície lunar. A missão também fará observações de radioastronomia, aproveitando a excepcional paz e tranquilidade do outro lado. (O satélite Queqiao também está reunindo dados astronômicos, usando um instrumento próprio chamado de Explorador de Baixa Frequência Holanda-China.)

Representação artística da sonda Chang'e 4 da China no outro lado da lua. A missão tocou o solo em 2/01/19.
(Crédito: CASC / Ministério de Defesa da China)

Um ambicioso programa lunar

A Chang'e 4 é apenas o mais recente passo do programa de exploração lunar robótica da China, que recebeu o nome de uma deusa da lua na mitologia chinesa. A nação lançou os orbitadores Chang'e 1 e Chang'e 2 em 2007 e 2010, respectivamente, e conseguiu um pouso próximo com a missão Chang'e 3 em dezembro de 2013. (O Chang'e 4 foi originalmente projetado como um backup para Chang'e 3, então o hardware das duas missões é semelhante.)

A China também lançou uma cápsula de retorno em uma viagem de oito dias em torno da lua, em outubro de 2014, numa missão conhecida como Chang'e 5T1. Esse foi um teste de esforço de retorno de amostra da Chang'e 5, que poderia ser lançado já neste ano.

A China também tem ambições para missões lunares tripuladas, mas seu programa de voo espacial humano, em curto prazo, está mais focado na órbita da Terra. A nação pretende instalar uma estação espacial orbital no começo dos anos 2020.
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*O livro de Mike Wall sobre a busca por vida alienígena, "Out There" (Publicação Grand Central, 2018; ilustrada por Karl Tate), está disponível agora. Siga no Twitter @michaeldwall. Siga no @Spacedotcom ou no Facebook. Originalmente publicado no Space.com (tradução livre)

sábado, 1 de setembro de 2018

Nasa confirma que Lua tem dois grandes depósitos de gelo




A agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, informou que foram identificados dois polos na Lua que comprovam a existência de superfícies de gelo. São áreas mais escuras, distribuídas de forma irregular e que têm características de formações antigas e distintas.


No polo sul, a maior parte do gelo se concentra em crateras lunares, enquanto no norte é mais distribuído, embora em menor quantidade. (veja na imagem acima)

O trabalho foi realizado por cientistas da Universidade do Havaí, Brown University e do Centro de Pesquisas da Nasa. A equipe é liderada pelos pesquisadores Shuai Li, da Universidade do Havaí e Brown University, e Richard Elphic, da Nasa.

Os pesquisadores utilizaram dados captados por um instrumento denominado Moon Mineralogy Mapper (M3), da Nasa, que identificou aspectos específicos sobre a existência de gelo, água e vapor.

Disposto na nave não tripulada Chandrayaan-1, lançada em 2008, o M3 foi capaz de identificar a presença de gelo sólido na Lua, coletando informações que distinguem água líquida, vapor e gelo sólido.

Segundo a Nasa, a maior parte do gelo descoberto está nas crateras, do lado norte, pois ali as temperaturas são baixíssimas por causa da inclinação do eixo de rotação da Lua, uma vez que a luz não chega a essa região. No caso do lado sul, a formação de gelo pode ser explicada por outros fenômenos, como o movimento do sistema solar.
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Fonte: *Agência Brasil: "Nasa informa que a Lua tem dois depósitos de gelo" - Imagem: Gelo na Lua/NASA

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Mineração na Lua e em Asteróides



Mineração Espacial - Há uma equipe de bilionários sonhadores procurando vaga na próxima corrida do ouro e nos trilhões de dólares em potenciais recursos inexplorados. O grupo é liderado pelas estrelas do Google, Larry Page e Eric Schmidt, juntamente com James Cameron e o empresário entusiasta do espaço Peter Diamandis.

 Representação artística de mineração espacial. Crédito/Imagem: spacefactor.com

O autor Brian Caulfield especula que este grupo se uniu para minerar asteróides, procurando metais preciosos, que são essenciais para a eletrônica que passou a dominar o nosso mundo. A NASA já demonstrou capacidade em pousar uma sonda num asteróide.

Juntamente com a busca de metais preciosos, existe uma enorme preocupação sobre como podemos atender a incrível demanda de energia proveniente dos EUA, Europa e China, com a Rússia, a Índia, o Brasil e outros que não estão muito atrás. Estamos obviamente preocupados em fazê-lo de uma maneira limpa e amigável à Terra. Foi cientificamente demonstrado que a queima de carvão, gás e vários combustíveis fósseis  são uma armadilha de calor para a atmosfera terrestre. A energia nuclear na sua forma atual, num processo chamado fissão, produz subprodutos radioativos nocivos que se tornam cada vez mais difíceis de armazenar. Recursos alternativos, como o solar e eólico, são promissores, mas são difíceis de implementar em uma escala global. O espaço pode muito bem conter a chave para o futuro da energia limpa na Terra.


Você pode ou não ter ouvido falar de Hélio-3. Hélio-3 é um gás que é encontrado em quantidades minúsculas na Terra. O Hélio-3 é emitido regularmente pelo sol, mas é ele é incapaz de atravessar nossa atmosfera para a Terra. A Lua não tem uma atmosfera, e tem absorvido Hélio-3 em sua superfície por bilhões de anos. Há uma quantidade insondável de Hélio-3 na Lua. A razão pela qual o Hélio-3 é tão importante é que os cientistas acreditam que é o ingrediente chave de uma reação (fusão) nuclear, o que proporcionaria energia sensacionalmente eficiente na Terra, com praticamente nenhum desperdício ou radiação.

Os cientistas acreditam que existe mais de 1 milhão de toneladas métricas (1 tonelada é igual a 1.000 kg) de Hélio-3 armazenado logo nos primeiros metros da superfície das Luas. É especulado que ao aquecer o solo da Lua a 600 graus Fahrenheit (315ºC), o Hélio-3 pode ser extraído e trazido de volta à Terra. A teoria é que apenas 25 toneladas de Hélio-3 seriam capazes de produzir energia suficiente para alimentar todos os Estados Unidos por um ano inteiro. Isso equivale a mais de 40.000 anos de energia para os EUA. Isso representa também um valor econômico de 3 bilhões de dólares por tonelada. Os EUA não são o único país a tentar obter uma fatia dessa ação. Rússia e China já anunciaram planos para estabelecer bases na Lua na próxima década. Índia, Japão e Alemanha mostraram interesse semelhante.

A idéia de um grupo, de alguns dos seres humanos mais bem sucedidos, que sempre vivem em busca de iniciar uma joint venture com os recursos da mina do espaço deve chamar atenção. A especulação é que eles estão focados em asteróides, mas eles também poderiam estar olhando para a Lua? Quem não estaria interessado em, no que poderia ascender a mais de US$ 3.000.000.000.000.000,00. São 3 quatriliões de dólares orbitando a Terra. Apenas o tempo dirá, mas espera-se ver a mineração espacial começando nos próximos15 anos.

Este tópico traz algumas perguntas inacreditáveis ​​para as quais ninguém parece ter uma resposta clara. O que pode ser afetado e qual efeito pode ter a remoção de Hélio-3 e outros metais na Lua e em outros corpos celestes? Podemos alterar negativamente seu comportamento e sua órbita para sempre? Quem na Terra pode reivindicar legalmente a superfície das Luas como suas? O primeiro a chegar, será o primeiro a se servir? Quando falamos trilhões e trilhões de dólares, haverá ganância. Qual órgão vai fiscalizar todos esses procedimentos? As Nações Unidas? Podemos esperar argumentações de advogados da Lua e da advocacia lunar?

Estamos entrando em uma hora diferente de qualquer outra na história da Via Láctea. Podemos assim esperar ver debates, decisões e ações diferentes de qualquer outras.


Fonte: Mike Awada/ASTOUNDE (tradução livre)


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Missão Apolo 17 fotografou OVNIs na Lua




A Nasa, Agencia Espacial Americana, liberou fotos inéditas da missão Apollo 17. E acabou fazendo a alegria dos Ufólogos de plantão, pois numa das imagens, é possível ver claramente um objeto com 3 luzes, e que obviamente não teria como ser terrestre.

As missões Apollo sempre foram alvos de grandes conspirações, desde de a teoria de que nunca estiveram lá, até os que acreditam que além de irem na lua, ainda encontraram alienígenas por lá.


O proeminente caçador de OVNIs, Scott C. Waring ,disse que nas fotos da Apollo, haviam nada mais e nada menos que três OVNIs. Waring também identificou um OVNI com os braços balançando, olhando para o pessoal da Apollo, tal fato poderá ser visto nas fotos abaixo.


Abaixo a mesma imagem, mas com zoom no OVNI de braços abertos… E se alguém tiver interesse em procurar os OVNIs na foto original é só clicar Aqui! Mas vale lembrar, que será necessário muito zoom e também clarear a imagem.


Se achou legal… Compartilha!!!