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sábado, 18 de novembro de 2017

Smartphone é visto em quadro de 1860!




Outra vez! Apareceu mais um quadro antigo, com uma pessoa segurando o que parece ser um telefone celular. Seria viagem no tempo ou mera associação feita pela nossa mente? 
 
No detalhe, a camponesa
Uma obra pintada em 1860 faz sucesso porque pessoas estão vendo um celular no quadro - Forma de interpretar a pintura pode estar associada ao contexto que vive a sociedade - afinal nos dias de hoje todos têm celular, ou não...

Uma mulher caminha despreocupadamente enquanto segura, com as duas mãos, um curioso objeto em suas mãos, para o qual olha atentamente. 

Essa é a descrição de uma cena vista diariamente, e entre as mãos, claro, podemos facilmente imaginar um telefone celular. Agora imagine a mesma cena, se a imagem for uma pintura feita em 1860, o que poderíamos pensar?

A imagem The Expected One (O Esperado), do artista escocês Ferdinand Georg Waldmüller, está causando um grande agito na internet, viralizando principalmente nas redes sociais. Todo o alvoroço está sendo causado porque as pessoas estão vendo um celular entre as mãos da camponesa.

Mas como é possível? Seria a camponesa uma viajante do tempo?

'O Esperado', de Georg Waldmuller.  Foto: Die Erwartete, Georg Waldmuller/Wikimedia Commons

À Vice, Peter Russell, ex-funcionário do governo escocês e autor de um blog de poesia, comentou que uma das explicações seria que as pessoas entendem as situações de acordo com o que está em seu contexto. Se a sociedade vive "a era do smartphone" seria quase intuitivo ver um celular, mesmo em um quadro de 1860. 

No Twitter, o repórter Brian Anderson questionou se todos veem um celular. Os usuários mais atentos notaram que o objeto guardado entre as mãos é uma bíblia, um espelho ou um livro religioso, como era comum na época retratada na pintura. Fato é que olhando à imagem logo associamos o objeto que está nas mãos da camponesa com um smartphone.


O debate acontece também no quadro Mr. Pynchon and the Settling of Springfield (Mr. Pynchon e a Colônia de Springfield), de 1937, no qual um homem parece usar um celular para fazer uma selfie.  

O problema é que, tal como acontece com a tela The Expected One,  de 1860, na época (1937) também ainda não havia dispositivo eletrônico algum, sequer os transistores haviam sido inventados,  muito menos internet ou telefones sem fio, o que leva longe a imaginação humana. Seria mesmo uma mera associação feita por nossa mente ou uma prova incontestável de viagem no tempo, o que você o que acha?

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

iPhone é visto em pintura de 1937



Viajante do tempo? Celular é visto em pintura doa anos 1930!

A obra "Mr. Pynchon and the Settling of Springfield", de Umberto Romano, 1937
Uma pintura de nativos americanos que remonta à década de 1930 tem causado uma agitação, pois a pintura parece mostrar um homem olhando atentamente para a exibição de um telefone celular.

A pintura tem o título de "Sr. Pynchon e Settling of Springfield", e mostra um encontro entre alguns nativos americanos e colonos ingleses em Massachusetts no século XVII. Mas o que foi apontado e que está totalmente fora do prazo é o telefone celular preto que o homem está segurando na mão dele. O dispositivo parece ser preto com um surround branco ou cinza. 

Esta é uma grande surpresa, já que o celular não estava por aí e na verdade, seria mais sete décadas antes de ser inventado. Isso levou a uma grande especulação sobre o que o dispositivo pode ser que está sendo mantido pelo homem na pintura, e algumas pessoas disseram que pode ser um caso de viagem no tempo.

Lâmina ou Espelho

No detalhe, o objeto que parece um iPhone
Os historiadores de arte têm feito sugestões sobre o que o dispositivo preto na mão do homem poderia ser, e alguns disseram que poderia ser um espelho, uma lâmina de ferro ou uma Bíblia. Claro, poderia ser um telefone celular, e se fosse isso significaria que o homem viajara para o futuro e pegou o telefone e depois voltou no tempo com ele.

O artista atrás da pintura era Umberto Romano, e se o item na mão do homem é um telefone celular, então Romano teria que saber que os nativos americanos possuíam tecnologia de telefone celular durante aquela época e talvez ele escondeu esse fato em sua arte. É claro que, se fosse esse o caso, seu segredo teria sido transmitido ao longo dos séculos depois que a América se estabeleceu. Mas por que Romano descobriu e conseguiu manter essa descoberta um segredo até hoje? 

A solução mais sensata para o que o objeto na mão do homem é é proveniente de historiadores da arte. Mais provável do que ser um telefone celular, o dispositivo é um espelho ou objeto semelhante, e ele está olhando para si mesmo, é por isso que ele está olhando para ele com tanta atenção. 

Fonte: http://www.disclose.tv | Tradução: Universo Cético

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Não pare na pista!




Recarga garantida! 

O Bolt Power D28 inclui um cabo para carregar eletrônicos portáteis, incluindo dispositivos iOS, um cabo para carregar laptops, e tem até capacidade pra dar partida em um carro. Trata-se de uma bateria de grande capacidade, que pode dar uma carga completa num iPad. 

A bateria é de iões de lítio, com grande capacidade de armazenamento de energia. Possuí grande variedade de adaptadores de cabo de carregamento, é uma excelente solução de carregamento para uma variedade de dispositivos, incluindo laptops, e uma "chupeta de bateria" pra carro com a bateria arriada.


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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

iPhone 6 :: Ainda longe do consumidor brasileiro...




Enquanto isso, aqui, continuamos comprando o que jogam no lixo lá fora
O novo iPhone 6, em suas duas versões

Mais uma vez fazendo pouco do consumidor brasileiro, usando como desculpa um entrave real: os altos impostos cobrados em nosso país, ficamos como regra 3 pra ter um smartphone de última geração. O iPhone 6 foi lançado em vários países de 1º mundo, mas ainda está longe das prateleiras das lojas e representantes da Apple no Brasil.

Após meses de expectativa e especulação a Apple acabou de lançar o seu novo aparelho de telefone, o iPhone 6, que tem duas versões: o 6 e o 6 Plus. O lançamento oficial aconteceu dia 9 de setembro passado, em Cupertino, Califórnia. Além de apresentar os seus dois novos modelos de telefone celular, a empresa norte-americana também revelou o seu novo relógio, o Apple Watch, além do seu mais novo iPad.

O iPhone 6 chegou, em seu modelo básico, com tela de 4,7 polegadas, já o iPhone 6 Plus veio com tela de 5,5 polegadas - sendo que o iPhone 5S possui uma tela de 4 polegadas. O aumento do display parece demonstrar o interesse da companhia estadunidense em realmente entrar no mercado dos smartphones com tela de dimensões maiores, os famosos phablets - combinação entre phone e tablet.

Já o novo iPad, lançado simultaneamente, possui um design diferenciado, com um corpo super fino e com as bordas arredondadas. Os novos iPhones 6 obviamente também apresentam um design modificado, mas as diferenças ao relação ao último iPhone 5S, não ficam somente na questões estéticas e dimensionais. Tanto o iPhone 6, quanto o iPhone 6 Plus apresentam processadores mais rápidos, câmeras melhoradas e também a integração do sistema NFC com o novo sistema de pagamentos da Apple, o Apple Pay.

Resistentes à água, nitrogênio líquido e até marretadas - acredite quem quiser que o primeiro comprador derrubou seu iPhone no chão, em frente as câmeras, "sem querer" - são resistentes e duráveis, ao mesmos até o lançamento do iPhone 7.

O mesmo aparelho foi, então, derrubado em dois tipos de piso diferentes – primeiro terra e depois concreto. O vidro frontal rachou quando o iPhone 6 Plus foi jogado no concreto com a tela para baixo. Mas ele continuou funcionando.



No YouTube, diversas pessoas se mostraram incomodadas com a inútil destruição de smartphones realizada pelo RatedRR. Mas, somados, os três vídeos tiveram quase 1,5 milhão de visualizações, mostrando que esse tipo de “espetáculo” atrai muita gente.

A tela LED do novo iPhone 6 possui a resolução de 1334 x 750, que é a nova tela de Retina HD da Apple. O que entrega exatamente a mesma densidade de pixels do iPhone 5S, que também é de 326ppi (pixels por polegada). Já o novo iPhone 6 Plus apresenta uma boa melhoria neste quesito, apresentando uma tela de LED de 5,5 polegadas com resolução de 1920 x 1080, com uma densidade de pixels de 401ppi. Os novos iPhones também possuem processador A8 de 64 bits e co-processador de última geração M8 e vêm com 1GB de memória RAM.

 Se existe uma coisa na qual podemos ter certeza, em relação ao novo iPhone 6, é o seu preço. Com certeza o valor cobrado pelo mesmo não será barato - como já de costume para todos os iPhones em geral. A Apple possui um longo histórico de lançar smartphones premium e por estes telefones celulares também cobrar um preço "premium". Provavelmente muito mais por aqui no Brasil, mesmo que o novo modelo seja fabricado, ou melhor, montado, também por aqui.

Enquanto continuamos a comprar; aqui no Brasil e a preço de ouro, os velhos iPhones 3, 4 e 5, em países com economia mais privilegiada e cargas tributárias mais leves, os novos modelos vão causando sensação e colocando mais uma vez os consumidores desses países vários passos a nossa frente. Até quando vai ser assim não se sabe, fato é que as eleições estão aí e este tipo de acontecimento é mais um fator para analisarmos e pensar na hora de decidir o voto. Afinal, ou muda ou fica como está...

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Tecnologia :: Rede elétrica sem fios



Na Universidade de Aveiro, em Portugal, uma tese de mestrado projeta acender uma lâmpada de 60 watts a 3 metros de distância.  


A transmissão de energia sem contatos já não é uma utopia, mas a sua aplicação à vida quotidiana e ao funcionamento de eletrodomésticos sem fios não está no horizonte imediato.

Teoricamente, é admissível todo o tipo de aplicações futuras da transmissão elétrica sem fios, mas a prioridade está a ser dada ao carregamento remoto de telefones celulares e dispositivos eletrônicos do mesmo tipo, segundo investigadores contactados pela Lusa.

De acordo com Nuno Borges Carvalho, docente da Universidade de Aveiro (UA) e investigador do Instituto de Telecomunicações, várias empresas "start-up" nos Estados Unidos estão a trabalhar em projetos para carregar celulares e acender lâmpadas à distância, sem necessidade de fios, mas não passam de protótipos.

Até no Departamento de Eletrônica, Telecomunicações e Informática da UA há uma tese de mestrado em preparação que projeta acender uma lâmpada de 60 watts a uma distância de dois a três metros. O autor planeia ter em Julho um protótipo demonstrável.

Um dos projetos em estudo nos Estados Unidos visa incrustar antenas nas paredes de uma sala para carregar os celulares que se encontram no seu interior, mas um dos problemas que levanta é saber se a frequência necessária é nociva à saúde.

Outra ideia é a criação de pequenas plataformas de formato A4, com bobinas, onde se poderiam colocar dois ou três celulares a carregar por ressonância magnética, sem necessidade de carregadores.

Na perspectiva de Nuno Borges Carvalho, deverá ser possível dentro de dois a três anos carregar celulares, ou MP3, por transmissão de energia sem fios.

Com um pouco mais de tempo, cinco a seis anos, será eventualmente possível concretizar outro cenário em que os norte-americanos estão a pensar: tirar os cabos elétricos do monitor, do teclado e todos os periféricos do PC, acrescentou.

Outro conceito em que estão a trabalhar universidades norte-americanas seria colocar um satélite fora da atmosfera que coletaria energia solar e a enviaria por transferência "wireless" para uma central em Terra, que depois a distribuiria.

A ideia da transmissão de energia sem contacto vem de finais do século XIX, quando o sérvio Nikola Tesla conseguiu pela primeira vez libertar elétrons no ar e enviar energia a alguns metros de distância.

Esse sérvio nascido na Croácia, que emigrou para os Estados Unidos, chegou a pensar que poderia enviar energia para todo o planeta a partir de uma grande torre, mas na altura os poderes económicos e militares estavam mais interessados no envio de informação à distância e sem fios do que no envio de energia.

Curiosamente, é também um jovem físico sérvio da Croácia, Martin Soljacic, que está hoje a dar brado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) com protótipos capazes de enviar energia com algumas dezenas de mega-hertz de frequência, a distâncias visíveis, de alguns metros, através de grandes bobinas.

"O princípio é o mesmo de Tesla, ou seja, regular a indutância mútua e atingir uma ressonância entre duas partes do circuito", explicou à Lusa o investigador português de origem búlgara Stanimir Valtchev, do departamento de Engenharia Eletrotécnica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

As energias de mais alta frequência são mais direcionáveis e com uma antena é possível enviar energia a uma certa distância.

Nos anos 1960, na então União Soviética, foi possível enviar energia de entre 200 e 300 watts, com alta frequência, para um modelo de helicóptero não tripulado a uma distância de 200 metros, recordou este investigador.

Em comparação, um eletrodoméstico normalmente exige kilowatts.

"Quando pensamos que vamos enviar energia à distância temos de olhar para as pessoas que vivem no mesmo espaço, já que uma frequência muito elevada aquece todos os materiais orgânicos que têm alguma água", disse Valtchev.

Por outro lado, para baixas frequências é preciso um campo magnético também bastante forte, que todavia perde intensidade com a distância.

"Não se deve prometer grandes coisas, existem possibilidades, mas não assim são tão grandes", advertiu.

No MIT foi já possível acender uma lâmpada de 100 watts a dez metros de distância, mas para enviar a energia necessária são precisos meios bastante volumosos.

O problema é enviar a energia a essa distância com um rendimento razoável, segundo os investigadores.

Para Beatriz Borges, também investigadora do Instituto de Telecomunicações e docente no Instituto Superior Técnico, o problema é que a transmissão de energia sem contacto é ainda pouco eficiente e, por isso, o seu impacto industrial não é muito grande.

Fonte: TecMundo

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Acessórios para fotografar e filmar com o iPhone

O iPhone possuí uma boa camera, além do suporte de vários aplicativos para foto, som e imagem, que podem ser baixados e instalados através do iTunes. O que nem todo mundo sabe é que existe uma série de acessórios que podem fazer a diferença nas suas fotos. Selecionei na web alguns acessórios interessantes; que prometem melhorar ainda mais as fotos e vídeos que você faz com seu iPhone, são uns apetrechos bem legais, confira:

Fracton Quattro Cases

Os cases da Factron vão adicionar elegantes combinações de couro e metais ao seu iPhone. São capas elegantes que vão dar um look de máquina fotográfica antiga ao seu telefone celuar Apple. Os cases permitem ainda o encaixe de lentes, vendidas separadamente. Você pode adquirir 5 lentes diferentes, intercambiáveis, para dar efeitos interessantes e um toque profissional às suas fotos.

O case Quattro é confeccionado em duralumínio, (uma liga de alumínio), também usado na indústria aeroespacial. O case é fechado por um conjunto de quatro parafusos de aço inoxidável, um em cada canto. O revestimento, em couro legítimo, está disponível em 15 diferentes cores e texturas. Com o case instalado em seu iPhone você poderá usar o sistema de troca de lente. Você pode mudar a lente dependendo do efeito que deseja dar à sua fotografia. As lentes intercambiáveis estão disponíveis para venda separadamente. Confira direto no site da Fracton: http://www.factron.jp/product/26

iPhone Tripod Holder


Este suporte com tripé é uma das poucas opções disponíveis para iPhone, o preço é baixo (em torno de 10 dólares - nos Estados Unidos) e é ideal para qualquer um que deseja ter um tripé especial para iPhone. O produto promete resistência, montagem simples, durabilidade e fotos sem tremer. O modelo da imagem é para encaixe no iPhone 2G, 3G e 3GS, mas também já está disponível a versão especial para o iPhone 4. O tripé com encaixe para iPhone pode ser encontrado para compra pela internet em: http://www.iphone-tripodholder.com/

Lentes de efeitos especiais USBFever’s

Se você não pode se dar ao luxo de comprar o sistema Quattro - de case com lentes intercambiáveis da Factron - que tem o preço meio salgado e custa algo em torno de 220 dólares, uma opção legal e também mais em conta são as lentes USBFever. As lentes removíveis da USBFever, para telefones celulares, inclui: objetiva, olho de peixe, grande angular, macro e telescópicas. Estas lentes definitivamente não vão transformar seu iPhone em uma máquina digital profissional, entretanto, por algo em torno de 8 a 30 dólares você vai tirar fazer algumas experiências interessantes, se divertir e tirar fotos bem legais. As lentes USBFever podem ser encontradas em: http://usbfever.com/index_ecat.php?cPath=88_211

Owle Bubo

Apesar do preço um pouco salgado - em torno de 170 dólares para o iPhone 4 e 160 para o 3G/3GS - o Owle Bubo é um acessório bastante interessante. Ele transforma o iPhone em uma câmera de vídeo com boa qualidade. O acessório adiciona ao smartphone da Apple uma lente de 37 milímetros, microfone externo, quatro pontos de tripé e um encaixe integrado para adicionar luzes e coisas do gênero. O Owle Bubo têm um design ergonômico e peso adicional que ajuda a melhorar a estabilidade e o controle da câmera.

O Owle Bubo é feito a partir de um pedaço sólido de alumínio, tornando-o praticamente indestrutível. Segundo o fabricante o acessório para filmagem proporciona imagens fantásticas com um melhor contraste de cores, saturação e nitidez do que seria possível apenas com a câmera do iPhone. A lente grande angular de 49 milímetros possuí rosca e aceita diversos filtros, que são vendidos separadamente. Para saber mais sobre este produto acesse: http://www.wantowle.com/

Você também pode comprar seu iPhone, iPad ou acessórios originais através deste link. Não se arrisque comprando em sites que você não conhece, dê um click e confira agora mesmo !!!