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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Fenômeno provocará mega furacões ao longo do século




A península da Flórida, nos EUA, e os países do Golfo Pérsico poderão sofrer com a chegada de poderosos furacões, causando um raro fenômeno que foi chamado de “ciclones do cisne cinza”. 

O termo se deve à teoria do cisne negro, que, por sua vez, vem da pesquisa de eventos imprevisíveis e de grande impacto. Dessa forma, os megaciclones “cisne cinza” representam um fenômeno meteorológico difícil de prever e que, ao longo do século XXI, causará tempestades nunca antes vistas no litoral dos EUA, Emirados Árabes e Austrália, entre outros países, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Princeton e pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). 

O estudo foi realizado graças a um modelo computadorizado baseado em tempestades ocorridas no passado e em cálculos feitos em cima de mudanças climáticas. Os resultados são categóricos: nos próximos 85 anos, a baía de Tampa, na Flórida, e o Golfo do México sofrerão megafuracões muito mais poderosos que o famoso Katrina. 

Além disso, a região do Golfo Pérsico, que, até agora, desconhecia a força devastadora das tempestades tropicais, poderá ter “cisnes cinza” com ventos de até 413 km/h, afetando cidades muito populosas, como Dubai. 

Imagem: NASA

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ciência :: América Latina pode passar por dilúvio em 35 anos



Ciência afirma: América Latina passará por grande dilúvio em menos de 35 anos


Dentro dos próximos 35 anos, os territórios mais povoados do mundo poderão acabar inundados pelo aumento do nível do mar, segundo advertem cientistas russos. O vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica do Ártico e da Antártida, Alexánder Danílov, afirma que o problema mais grave é determinado pela mudança drástica da temperatura mundial. 

“Os cálculos sugerem que a temperatura se estabilizará rapidamente, mas que o nível do oceano mundial continuará crescendo por vários séculos”, acrescenta Danílov. 

Os territórios afetados serão a América Latina, Europa, Estados Unidos e Canadá, onde vive a maior parte da população mundial, mobilizando cerca de 150 milhões de pessoas em busca de refúgio. 

Até 2050, o nível dos oceanos poderá aumentar cinco metros, trazendo consequências catastróficas. “Esses cinco metros de crescimento do oceano são um sinal muito sério. Na realidade, os grandes territórios baixos, onde vive a maior parte da população do planeta, estarão em zonas de inundação”, afirma Natalia Riazánova, a responsável pelo Laboratório de Geoecologia do Instituto Estadual de Relações Internacionais de Moscou. 

Enquanto isso, o último relatório da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA afirma que o ano de 2014 registrou recordes de temperaturas na superfície terrestre. Em pelo menos 20 países, foi o ano mais quente da história já registrado, chegando às mais altas concentrações de gases do efeito estufa. 

Fonte: RT   |  Crédito da foto: Nomad_Soul/Shutterstock  |  Reprodução de: History

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Por quê a vida na Terra pode acabar em 100 anos?



Muita atenção! Em 100 anos a Terra pode se tornar um local inóspito ao ser humano.


Em um artigo publicado pela agência Reuters, o escritor David Auerbach resgatou uma teoria do microbiólogo australiano Frank Fenner (ganhador do Prêmio Mundial de Ciências Albert Einstein e da Medalha da Organização Mundial da Saúde por seu trabalho na erradicação da varíola). Ele afirmou que o nosso planeta se tornará absolutamente inóspito para muitas espécies (entre elas, a humana) em menos de um século e entrará em colapso no ano de 2100.

As causas? A superpopulação, a destruição do meio ambiente e as mudanças climáticas.

De acordo com o cientista, o mal já foi feito e é irreversível, já que não haverá nenhuma transformação radical ou estratégia que permita reverter o rumo de destruição do planeta provocado pela industrialização. A partir de sua perspectiva fatalista, o momento atual mostraria os primeiros efeitos do aquecimento global; em poucas décadas, eles causariam o esgotamento dos recursos naturais, o que, somado a um crescimento demográfico esmagador, desencadearia em guerras por alimentos que acabariam com a nossa espécie.

Fontes: Reuters,  MSN Noticias
Crédito da Imagem: Jackal Yu/Shutterstock.com

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Mensagem do Papa aos Líderes Mundiais



O programa Natureza Viva repercute a encílica verde, documento lançado na última quinta-feira (18) pelo Papa Francisco, que condena o atual modelo de mercado no mundial e propõe novos modos de vida. O professor Roberto Villar Belmonte fez uma análise desse documento, e segundo ele "o Papa agora é também o signatário de um documento revolucionário que começa circular o mundo".


"Pelo pouco que tive acesso ao texto, que começa a circular, dá para perceber que o Papa foi muito além do se esperava. Ele faz um afronta direta ao capitalismo, ao livre mercado. No mundo ambiental, nós temos correntes alinhadas à direita, que são aquelas ONGs e empresários que acham que pelo livre mercado, resolveremos os problemas ambientais, que eles entedem que são apenas uma falha de mercado; no outro extremo, temos os ecologistas mais ligados ao anarquismo, mais ligados aos movimentos sociais, que dizem que o capitalismo não é capaz de superar problema ambiental algum. 

É preciso superar o capitalismo e passarmos para um novo modo de produção, que não seja ligada ao lucro. E temos ao centro uma outra linha chamada de economia ecológica que, de certo ponto não rompe tanto com o capitalismo, ela dialoga com os dois extremos, e diz que é preciso regular o mercado; não é possível o mercado sozinho regular as questões ambientais. É nesta linha de economia ecológica que o Papa Francisco lança a carta encíclica. É esse o viés ideológico em que se enquadra essa encílica", explica Belmonte.


Entre outros pontos, o Papa condena nesta carta qualquer proposta de internacionalização da Amazônia porque isso só serveria aos interesses das multinacionais, lembrou a apresentadora Mara Régia.

Leia o artigo na íntegra, e ouça o áudio, acessando o site da EBC

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O segundo Sol - Nassim Haramein




Em 2003 existiam mais manchas solares no sol como nunca houve antes!!! Registaram-se mais de 200 manchas solares. Nunca houve tantas no sol! Desde Galileu, que não vimos nada assim. O Sol não está a acalmar. O último ciclo solar foi em 2001, e mais 11 anos quer dizer que, o próximo ciclo solar será em 2012. O FIM do Calendário Maia!!!! Que nos diz que estamos a chegar ao tempo em que nos vamos mudar para o 6º Sol.

Lembrem-se das dinâmicas que falámos no início: buracos negros, que geram buracos negros mais pequenos que são partículas subatómicas, que fazem dinâmicas de plasma ao seu redor; que quando acumula muito plasma começa a abrandar, torna-se instável e cospe algum desse plasma e começa a rodar outra vez. Eu acho que nos estamos a aproximar à altura de cuspir fora! Também acho que o Sol já passou por isto antes.

Para além disto, o Sol começou a Pulsar. Começou uma enorme emissão de pulsos electromagnéticos. Observei a quantidade de iões negativos produzidos pelo Sol, e estão a atingir o pico. Quando estes pulsos electromagnéticos ocorrem, a produção de iões negativos aumenta. O normal é, numa escala de 1 a 9,  estarem entre 2 a 3. Mas, recentemente, estavam no 9.

Um objecto do tamanho do Sol, assim de repente, mudar a sua quantidade de radiação, quase dobrar a quantidade de Raios X...estamos a falar de muita energia. Ao ver as imagens da Sonda SOHO, parece que está sempre a disparar flashes. Impressionante. Isto não é normal, porque nunca aconteceu antes.

A forma como o percebemos aqui na Terra? O mundo nunca viu um calor como este!!!! A China atingiu os 52º ISTO NÃO É O RESULTADO DO AQUECIMENTO GLOBAL O aquecimento global não acontece assim tão rapidamente. Isto é o resultado de algo muito mais dramático. O Sol está a chegar ao limite.

Ouviram falar este ano das Auroras Boreais? Essas cores que vemos no céu são os iões que foram atirados fora pelo Sol. O plasma expelido pelo Sol, a ser apanhado pelo Campo Electromagnético da Terra, o que faz um funil no Pólo Norte e Sul da Terra. E quando entram na atmosfera da Terra, criam estas radiações a que chamamos de Auroras Boreais.

Bem, isto também acontece nos outros planetas. Não é normal que, Júpiter tenha neste momento tanta atividade vinda do Sol. Neste momento na Terra, as auroras Boreais estão a estender-se até ao Equador! Têm visto auroras Boreais no México. E no Pólo Norte, as Auroras Boreais que normalmente duram semanas, agora duram meses e não desaparecem. Há tanta actividade solar, que o Sol está a atirar fora tanta coisa, e por isso há tantos iões na atmosfera.

Mas em Júpiter, neste momento estão a detectar zonas extremamente quentes do tamanho da Terra, no Pólo Norte de Júpiter. Há tanta actividade solar, que todos estes iões quentes a entrar em Júpiter, está a fazer com que a sua superfície esteja a começar a inflamar-se. Júpiter tem exactamente a mesma composição que o Sol. No Sexto Sol das tradições Maias, Incas e muitos outros, falam sobre a Próxima Evolução.

ONDE HAVERÁ 2 SÓIS? E, destas tradições, qual é o nome desse Sol? Arthur C. Clarke fez um filme em 2010, onde a atmosfera de Júpiter se inflama e se transforma num novo sol. É o nascimento de um novo Sol. Achei isto interessante.



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quarta-feira, 17 de junho de 2009

ONU pede ‘revolução energética’ para enfrentar o aquecimento global




Criar agenda mundial que permita transformação é o objetivo dos 500 especialistas que se reúnem em Viena

Mais de 1,6 bilhão de pessoas não têm acesso à eletricidade e o planeta enfrenta uma mudança climática por causa do uso excessivo dos combustíveis fósseis, uma dupla realidade que a ONU pediu nesta segunda-feira, 22, que seja enfrentada através de uma “revolução energética” para abrir o mundo às energias limpas.

Criar uma agenda mundial que permita essa transformação é o objetivo dos 500 especialistas que se reúnem até quarta-feira, 24, em Viena para tentar desenhar um futuro com menos emissões poluentes e com mais “justiça energética”. Matéria da Agência EFE.

O pedido foi feito por Kandeh Yumkella, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi), na abertura do encontro.

Ao falar sobre as medidas adotadas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, o diplomata leonês citou o Brasil como um exemplo de aplicação das atuais tecnologias para reduzir o problema.

Por outro lado, ele destacou o “vínculo entre baixa renda e pobreza energética” e assegurou que o acesso à energia é o “objetivo perdido” dentro dos Objetivos do Milênio da ONU, com os quais a organização quer combater a pobreza e o subdesenvolvimento antes de 2015.

Yumkella afirmou que “acesso à energia e mudança climática são duas faces de uma mesma moeda.”

Ele destacou ainda a necessidade de uma “revolução energética” que dê aos habitantes dos países em desenvolvimento acesso à energia, enquanto são potencializadas fontes alternativas, incluindo a nuclear.

Nesse sentido, afirmou que entre as tarefas da Onudi está evitar que os países em desenvolvimento cometam os mesmos erros que as nações ricas durante seu processo de industrialização.

Já o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) da ONU, Rajendra Pachauri, afirmou que a revolução deve ser “dramática e acontecer muito em breve.”

Essa transição terá que ser feita rapidamente, já que, segundo este especialista, “se a intenção é estabilizar o aumento de temperatura (do planeta) em dois graus Celsius”, o crescimento das emissões de gases do efeito estufa deve se reduzir antes de 2015.

Além disso, lembrou, hoje em dia já há muitos países em desenvolvimento que não podem arcar com os preços do petróleo.

Os especialistas reconheceram que nesta mudança a atual crise econômica terá um impacto grande e que já foi possível notar uma redução, em alguns casos de até 40%, nos investimentos em energias limpas.


Este é um dado preocupante, já que o diretor da Onudi afirmou que as quedas de investimento industrial podem demorar até cinco anos para ser recuperadas.

“Por isso, dizemos que o amanhã é hoje. Temos que começar agora”, advertiu Yumkella, que inclusive viu na crise econômica uma oportunidade para essa “revolução da energia verde”.

Por sua parte, Pachauri, que em 2007 recebeu o Prêmio Nobel da Paz em nome do IPCC, lembrou que, se continuarem a ser ignorados “os sinais do que está acontecendo, vai haver crise em diversas zonas do mundo”.

Além disso, os dois representantes das Nações Unidas insistiram em que o investimento em energias renováveis é uma fonte de negócio e de emprego que pode ajudar a acelerar a recuperação econômica.

Pachauri calculou em US$ 50 bilhões ao ano o investimento necessário para desenvolver novas formas de acesso energético, um valor que vários presentes à conferência consideraram pequeno, em comparação com os pacotes de resgate de empresas e bancos aprovados pelos Governos de países ocidentais.

O economista ressaltou que os países desenvolvidos devem estabelecer suas “prioridades” e advertiu que o mundo “terá que enfrentar situações muito piores” se não forem adotadas medidas para combater o problema.

“Não podemos seguir fingindo que nosso estilo de vida é sustentável”, ressaltou.

Nesse processo, Yumkella expressou esperanças de que a conferência da ONU que será realizada em dezembro em Copenhague acabe com um acordo internacional para limitar as emissões de gases do efeito estufa.

*Matéria da Agência EFE, no Estadao.com.br.
Fonte: http://www.ecodebate.com.br/2009/06/24/onu-pede-revolucao-energetica-para-enfrentar-o-aquecimento-global/