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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O fim programado da democracia



Posted: 06 Dec 2011 06:37 AM PST ¹

O poder já mudou de mãos

Os verdadeiros donos do mundo já não são os governos, mas sim os donos dos grupos das multinacionais financeiras e industriais, e das instituições internacionais opacas (FMI, Banco Mundial, OCDE, OMC, bancos centrais). No entanto, esses líderes não são eleitos, apesar do impacto das suas decisões sobre a vida das populações.

O poder destas organizações é exercido com um dimensão global, enquanto que o poder dos estados está limitado a uma dimensão nacional.

Além disso, o peso das multinacionais no fluxo financeiro há muito que superou o dos estados.

Dada a sua dimensão transnacional, mais ricos que os estados, mas também as principais fontes de financiamento dos partidos políticos qualquer que seja a tendência e qualquer que sejam os países, estas organizações estão, de facto, acima das leis e do poder político, acima da democracia.

A General Motors, por exemplo, com um volume de negócios de 178 mil milhões de dólares, está acima do PIB da Dinamarca, que é de 161 mil milhões de dólares, bem acima do PIB de Portugal, de 97 mil milhões de dólares, e o que dizer de um pequeno pequeno país como a Nigéria com um PIB de 30 mil milhões de dólares.

A ilusão democrática

A democracia já deixou de ser uma realidade.

Os responsáveis das organizações que exercem o poder real não são eleitos e o público não é informado das suas decisões.

A margem de acção dos estados está cada vez mais limitada por acordos económicos internacionais para os quais os cidadãos não foram consultados nem informados.

Todos esses tratados elaborados nos últimos cinco anos (GATT, OMC, AMI, NTM, NAFTA) têm um único propósito: a transferência do poder dos estados para organizações não-eleitas, através de um processo chamado "globalização".

Se uma suspensão da democracia tivesse sido declarada, isso teria provocado uma revolução. Por isso, foi decidido manter uma democracia de fachada e de deslocar o verdadeiro poder para novos centros.

Os cidadãos continuam de votar, mas o seu voto foi esvaziado de conteúdo. Votam para líderes que não têm qualquer poder real.

É por essa razão, não haver nada para decidir, que os programas políticos de "esquerda" ou de "direita" passaram a assemelhar-se em todos os países ocidentais.

Resumindo, não podemos escolher o prato, mas podemos escolher o molho. O prato chama-se "nova escravidão" com molho picante de direita ou molho agridoce de esquerda.

Desaparecimento da informação

Desde o início dos anos 90, que a informação desapareceu dos media destinados ao grande público.

Como para as eleições, os jornais televisivos continuam de existir, mas foram esvaziados do seu conteúdo.

Um jornal noticioso contém no máximo 2 ou 3 minutos de verdadeira informação. O resto é constituído por assuntos de "revista", reportagens anedóticas, "faits divers" e reality-shows sobre a vida diária.

A análise feita por jornalistas especializados, assim como os programas de informação foram quase totalmente eliminados.

A informação está agora reduzida à imprensa escrita, lida por uma minoria de pessoas.

O desaparecimento da informação é um sinal claro de que a natureza do nosso sistema político já mudou.

2000 anos de história. Durante os dois últimos milénios, a civilização passou por quatro eras sucessivas marcando quatro formas de poder político:

1 - A era das tribos Exercida sobretudo pela força, como nos grupos de animais em que o poder é assumido pelo "macho dominante".

2 - A era dos impérios e reinos
Poder hereditário. Nascimento da noção de estado.

3 - A era dos Estados-nação
Era aberta pela monarquia parlamentar na Grã-Bretanha em 1689, pela revolução francesa em 1789 e pela fundação dos Estados Unidos. Aqui, o poder não é hereditário, mas exercido por líderes supostamente representantes do povo e designados por eleições (estado-nação democrático) ou por um sistema de cooptação no seio de um partido único (estado-nação totalitário).

4 - A era dos conglomerados económicos
Iniciada em 1954, posta em pratica nos anos 70 e 80 e plenamente operacional a partir dos anos 90. Aqui o poder já não é do tipo representativo ou eletivo e deixou de ser geograficamente localizado. É exercido diectamente pelos que controlam o sistema financeiro e a produção de bens. Os instrumentos desse poder são o controle da tecnologia, da energia, do dinheiro e da informação. este poder é global, planetário.

1- Tradução de Octopus de parte de um texto de: http://www.syti.net/Topics2.html via: Carta 'O Berro'

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Alfabetização Política no Ocupa Rio



por João Sauer (via Ocupa Rio - Grupo de Discussão)

Cresci num meio onde fui deseducado e aprendi com essa deseducação a nãogostar de política e achar quem gosta um chato. Mas aos poucos fui percebendo que havia alguma coisa errada, comecei a perceber a política em cada evento da minha vida, cada ação, cada frase, cada momento por mais único que fosse tinha certa dose de política embutida.

Pensei então, como pode ser assim? Porque vivo num mundo onde as pessoas, em sua grande maioria, pensam como eu e não gostam de política? Mas ao mesmo tempo nos deixamos ser representados por pessoas que NÃO NOS REPRESENTAM?

Comecei a me interessar mais sobre o assunto, passei a ler e a discutir política mais intensamente para que ao menos conseguisse ter uma visão um pouco melhor da realidade em que vivo e não me deixasse ser levado tão facilmente por opiniões dos outros... Passei a julgar muito importante ter uma visão própria das coisas, com fundamentos e base para minhas ideologias. Mas por outro lado, quanto mais eu lia e aprendia sobre política mais me envergonhava de fazer parte desse sistema de poder e dessa forma de se fazer política.

Como diz meu recente amigo Bruno Cava, "a política hoje em dia é feita quase que com vergonha." Passei a perceber também que isso não é um problema da minha cidade, estado ou país e sim um problema global. Numa sociedade de consumo, aonde modas, tendências, ideologias e informação vêm todas de uma mesma caixinha com antenas passei a entender o quanto somos levados a propagar o ócio mental... o quanto somos levados a não pensar, não opinar, não questionar e aceitar.

Hoje tenho opiniões diferentes das que tinha antigamente, vejo como um problema gravíssimo que pessoas se mantenham nesse estado de torpor acéfalo e mantenham da sua rotina essa vida de prostração. Pior ainda é ver que muitas pessoas que conheço têm consciência desse problema, mas continuam apenas seguindo o fluxo, indo com a maré, garantindo o seu e vendo no que dá. 


Se colocar no lugar dos outros realmente é muito difícil, mais fácil é olhar para o umbigo, para o prato cheio na mesa e para a televisão ligada na sala e pensar: "comigo tá tudo bem graças a deus... não faço parte dos que se fodem". (sic)

Olhar para o umbigo é fácil e cômodo, quase uma osmose... talvez porque ao nos colocar na pele dos outros, seja muito mais fácil enxergar nossos próprios monstros e o medo de lidar com eles nos faz recuar. Nada melhor do que uma televisão depois do trabalho para tirar todo o stress do dia e esvaziar a cabeça dos problemas. O que muitos não percebem é que esvaziar a cabeça é fugir e que os problemas continuarão existindo enquanto nossa atitude for essa.

É difícil sair da rotina, é cansativo lutar pelos seus ideais, é exaustivo correr atrás das coisas, mas é vergonhoso olhar para os problemas, virar a cara e tentar esquecê-los. É vergonhoso continuar sentado na frente do computador ou da televisão enquanto lá fora está tudo errado. Fazer e discutir política não é necessariamente tomar um partido, nem mesmo criar um partido ou se afiliar a um. Fazer política é se relacionar é trocar idéias, pensar e agir.

Praticamente todos vêem aonde o nosso modo de fazer política atual está nos levando, mas por que tão poucos se levantam pra falar e agir? Por que tantas pessoas se conformam com a posição de espectador e deixam os outros escreverem a sua história? Essa é uma pergunta que eu não acredito que haja uma resposta, acredito que sejam muitas, uma para cada um de nossos monstros. Por isso escolhi lidar com os meus.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Concentração é mesmo o X da questão?




Hoje estive lendo um artigo do Sérgio Rodrigues na edição online da revista Veja: 'Concentração dividirá o mundo entre senhores e escravos'. Lá ele afirma que o poder de concentração é que vai definir quem serão os senhores e quem serão os escravos digitais. 

Escrevi meu comentário mas não sei por que não foi aceito, deu erro de postagem através do Facebook - #VejaFail + #FacebookFail - após tentar algumas vezes acabei optando por deixar meu comentário aqui, em forma de postagem, afinal hoje o site da Veja, o seu site, ou o meu, o blog deste ou daquele, todos concorrem em pé de igualdade.

Se em um passado não muito distante a informação valia mais que dinheiro, acredito que hoje vale a mesma coisa. O que vale sim é o capital do conhecimento, este valorizou muito. Desde a Grécia antiga até os dias atuais, assistimos à oscilação da ciência caracterizada por momentos de estabilização e de rupturas. Participamos dessas mudanças quando discorremos sobre questões do racionalismo versus empirismo versus construtivismo ou quando confrontamos ciência antiga com a ciência moderna.

Sinto muito por ainda haver este conceito de hierarquia social, na qual necessariamente precisa haver os que mandam e os que obedecem. Acredito muito mais no trabalho em equipe, onde pode haver alguém pra organizar, mas hierarquicamente falando, todos estão na mesma posição. Não há ninguém melhor ou pior, não há senhores ou escravos.

Acredito sim que a capacidade de concentração é relevante, entretanto, tal qual os suportes de acesso à rede devemos ser multitarefa. Existem estudos que relacionam a hiperatividade com o sucesso online. Se há 10 anos crianças hiperativas eram consideradas problemáticas, hoje se sabe que estas pessoas têm melhor desempenho na internet e na lida com as tecnologias da informação.

Não vejo vantagem em mergulhar na primeira página de um livro e continuar imerso nele até terminar. Vejo sim um diferencial nas pessoas capazes de ler 10 livros ao mesmo tempo, de forma dinâmica. Assimilar conhecimento sem perder tempo e sem ‘criar gordura’. Nossa capacidade de concentração, quando conectados, exige estarmos ligados em vários temas distintos ao mesmo tempo, a várias plataformas e aplicativos simultaneamente.

O escravo digital é o mesmo escravo de sempre, apenas a caverna foi ganhando novas tecnologias, entretanto os cativos continuam os mesmos, desde que Platão os definiu. Qualquer um que fica olhando para uma parede o dia inteiro não pode produzir nada de valor indispensável à humanidade, pode sim produzir para outros cativos, como ele.

Olhar pela janela da vida real e saber processar as informações é tão importante quanto quando falamos da janela virtual, do universo digital. Como a informação está ao alcance de quase todos, precisamos saber usá-la fora do ciberespaço, a informação e o conhecimento tem grande poder de transformação. Estou desde 1995 na Internet e vejo claramente as mudanças que o virtual já provocou no material. A rede mundial está transformando a sociedade em uma velocidade jamais antes registrada. Viramos uma aldeia global.

Hoje todos somos prossumidores, consumimos, mas também produzimos. Se a revolução industrial escravizou, a revolução tecnológica está libertando as pessoas. Vivemos uma revolução (social) dentro de outra revolução (tecnológica), e tudo isto está transformando o mundo e a forma como o vemos.

A verdade, penso, é que nos dias de hoje só é ou se torna escravo quem quer. Ingressamos em uma era na qual, dentro em breve, não mais irão existir senhores nem escravos. Na Era da Informação e do Conhecimento, a tendência é equalização. 

Conectar é ligar e não separar. A sociedade conectada caminha para a consciência coletiva e quem quiser continuar sendo 'senhor de escravos' arrisca ficar no caminho, ser isolado, deixado para trás. Lembre-se que todo input gera um output.

Havendo senhores e escravos o fluxo de informação não flui de maneira natural, não há interatividade plena, isto é lógica. Se é tempo de evoluir, passa da hora de despertar! Na aldeia global não há mais lugar para caciques autoritários, o poder está nas mãos dos índios e de alguns pajés que desejam libertar seus semelhantes da subserviencia e da escravidão mental. 

No mundo conectado em rede o que vale é o conceito de interatividade, um todos e todos um. É UMA aldeia, não várias. Quanto a informação, ela parte de você, do seu vizinho, dos seus contatos nas redes sociais. As barreiras culturais, religiosas e linguísticas estão caindo. Se existe mesmo um Deus, acredito que sim, Ele é o mesmo para todos, independente da religião somos todos irmãos e irmãs, e com certeza foi Ele quem permitiu ao homem criar a internet.

Concordo que concentração é deveras importante, mas precisamos nos concentrar de forma multitarefa, sem perder o foco. O foco você encontra através do conhecimento, e este sim é indispensável. Concentre-se nisso, na busca do conhecimento, coloque no seu alvo o que lhe for útil, que for útil aos que estão próximos de você e estes por sua vez hão de seguir o exemplo.

Crie e não seja egoísta, compartilhe, divulgue. Esta coisa de senhores e escravos, esqueça, deixa para os anos de trevas que a humanidade viveu nos séculos passados. A lógica deve ser usada para o bem pensar direcionado ao que é comum, não para satisfazer desejos de uns poucos. 

O Planeta, e os recursos que ele nos oferece, pertence de forma igual a todos. Deixe os velhos conceitos de poder para os poderosos; que hoje estão tentando se equilibrar numa corda bamba, esticada sobre o abismo da coletividade, isto não é problema nosso e sim deles. 

É hora de romper com paradigmas ultrapassados, preconceitos, tabús e qualquer forma de pensamento reacionário. Desprograme-se, liberte sua mente! Conectados somos UM, juntos podemos tudo, sim, se eles podem nós também podemos!

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Kymatica - Full Movie



As perguntas que ficaram sem resposta adequada, ao longo do tempo foram se evaporando com o transcorrer da história. As respostas às questões mais importantes, pelas quais sempre procuramos naturalmente, foram deixadas à própria sorte. Não foram apenas as mensagens deixadas nas Escrituras, nos vestígios arqueológicos, nas tradições xamânicas, filosofia, arte, poesia e música...

Conforme nos aproximamos de um ápice de informação tecnológica e intelectual, através de uma sociedade conectada em rede, parece algumas vezes que nos encontramos cada vez mais longe de sentir qualquer conforto ou a totalidade dentro de nossos corações e almas.

Entretanto o conceito de espiritualidade poderia ter sido pulverizado há muito tempo, mas agora, estamos vendo um despertar entre as pessoas e um crescente desejo pela verdade. Os que procuram, e não desistem de procurar, a verdade, começam a ouvir, perceber as respostas vindas não da internet, mas dentro de seu próprio ser.

Pela primeira vez na história estamos percebendo que não existem salvadores ou profetas para nos guiar, mas sim uma raça inteira acordando de um sono que outrora trouxe este mundo à beira da destruição. Em um mundo onde as catástrofes apocalípticas parecem inevitáveis, temos de olhar para as soluções de uma forma totalmente nova.

Como a mecânica quântica e a metafísica estão apenas, neste momento, sendo descobertas, pode parecer que não estamos avançando, mas o que acontece realmente é o retorno a uma consciência una, que os antigos xamãs, místicos e sábios deixaram para nós no transcorrer de muitos séculos.

É uma nova era. Uma idade direcionada à redescoberta responsável, através da auto-administração e auto-conhecimento, do consciente coletivo que existe comumente dentro de todos nós. E quando começamos a procurar estas respostas no mundo interior, o mundo se reflete em nossa consciencia. Nesta nova era, estamos descobrindo que somos todos uma só mente, um organismo e um só espírito. Nós somos o salvador do qual temos estado à espera por tanto tempo.


quarta-feira, 9 de março de 2011

O Efeito Sombra :: Trailer [Leg PT-BR]

Neste filme, Deepak Chopra, Marianne Williamson e Debbie Ford, entre outros, descrevem os detalhes do que é O Efeito Sombra, seus perigos e a importância em conhecer nossos comportamentos destrutivos.



Site Oficial: http://www.oefeitosombra-ofilme.com.br

O que é a Sombra? Bem, a Sombra é tudo aquilo que não queremos ser, mas somos. É aquele sentimento escondido de todos, e aquele desvio de comportamento que uma pessoa considerada boazinha possui. É o desejo de se entregar ao vício, de explodir, de brigar. É toda a energia que tentamos não ter. Porém a Sombra é parte nossa, é algo bom. Escondida, pode transformar-se em maus pensamentos. Mas descoberta e compreendida, a Sombra nos levará ao caminho da plenitude! Sairemos da ilusão de que nossa obscuridade nos dominará e, em vez disso, veremos o mundo sob uma nova luz. A empatia que descobrimos por nós mesmos dará ignição para nossa confiança e coragem à medida que abrirmos nosso coração a todos ao nosso redor. O poder que desencavamos nos ajudará a confrontar o medo que esteve nos segurando e nos incitará a seguir adiante, rumo ao nosso mais alto potencial. Longe de ser assustador, abraçar a sombra nos concede uma inteireza, permite que sejamos reais, reassumindo nosso poder, libertando nossa paixão e realizando nossos sonhos.

Os três autores – Deepak Chopra, Marianne Williamson e Debbie Ford são os que mais venderam livros de auto-ajuda nos últimos 3 anos nos EUA, com exceção do Segredo. São nomes de poder na área, e contam com outros autores do mesmo segmento para testemunharem a grandeza deste livro.
A Sombra é um dos mais famosos ensinamentos de Carl Jung, e também é um assunto que continua em estudo em todas as áreas de auto-ajuda. Este é o primeiro livro de ensinamento popular e compreensível sobre como o efeito Sombra age em nossas vidas e no mundo ao redor. Através da experiente ajuda de Deepak, Marianne, e Debbie, finalmente a jornada em busca de quem realmente somos e da totalidade de ser está acessível. Podemos acessar forças escondidas em nós mesmos, desenvolver a coragem, acreditar nos insights e iluminar nosso caminho para a felicidade.


AUTOR: Deepak Chopra, Debbie Ford E Marianne Williamson
GÊNERO: Ficção
TRADUÇÃO: Alice Klesck
ANO DE LANÇAMENTO: 2010
Nº DE PÁGINAS: 248
EDITORA: Lua de Papel
ISBN: 8563066137