No que poderia vir a ser um grande avanço no armazenamento de memória quântica e processamento da informação, pesquisadores alemães conseguiram congelar a coisa mais rápida do universo, a luz. E eles o fizeram por um minuto, um recorde.
Parece estranho, e é. A razão para querer manter a luz em seu lugar (além da pura grandiosidade dela) é para garantir que ela mantém suas propriedades de coerência quântica (ou seja, o seu estado de informação), tornando possível a construção de memória quântica à base de luz. E em quanto tempo a luz poderia ser mantida, no que diz respeito na medida em computação. Assim, ela poderia permitir comunicações quânticas mais seguras em longas distâncias.
É desnecessário dizer que, não é fácil prender a luz – você não pode simplesmente colocar no congelador. A luz é uma radiação eletromagnética que se move a 300 milhões de metros por segundo. Ao longo de um período de um minuto, ela pode viajar cerca de 11 milhões de milhas (18 milhões de quilômetros), ou 20 viagens de ida e volta para a lua. Então é um meio bastante astuto e escorregadio, para dizer o mínimo.
Para esta experiência particular, o pesquisador Georg Heinze e sua equipe, converteram a ligação de luz em ligações atômicas. Fizeram usando um efeito de interferência quântica que faz com um meio de opacidade – neste caso, um cristal – transparente sobre uma escala estreita dos espectros de luz (um processo chamado Electromagnetically Induced Transparency, em português, Transparência Induzida por Eletromagnetismo).
Os pesquisadores dispararam um laser através deste cristal (uma fonte de luz), que enviou seus átomos em uma superposição quântica de dois estados. Um segundo raio, em seguida, desligaram o primeiro laser e como consequência, a transparência. Assim, os pesquisadores reduziram a superposição – e prenderam o segundo feixe de laser no interior.
E eles provaram a realização do armazenamento – e em seguida, recuperando com êxito – a informação na forma de uma imagem de 100 micrômetros de comprimento, com três listras horizontais sobre ele.
“O resultado supera as manifestações anteriores em gases atômicos por aproximadamente seis ordens de magnitude e oferece excitantes possibilidades de memórias de armazenamento quânticos de longa data que são espacialmente multiplexados, ou seja, podem armazenar diferentes bits quânticos como pixels diferentes”, observa o físico Hugues de Riedmatten em um artigo de revisão de física associado.
No futuro, os pesquisadores tentarão usar diferentes substâncias para aumentar ainda mais a duração do armazenamento de informações.
Café pode ser mais perigoso que a maconha - 10 coisas que você provavelmente não sabia que podem ser letais
Das coisas perigosas da vida todos nós sabemos: cianeto e venenos em geral. Mas substâncias e combinações inusitadas também podem levar à morte.
Conheça 10 delas:
1) 70 copos de café possuem cafeína o suficiente para matar uma pessoa de 70kg. Tal quantidade da substância pode causar palpitações no coração que, por sua vez, levam a uma parada cardíaca.
2) 13 shots consecutivos de bebidas alcoólicas também podem ser letais. Como o álcool é um calmante, a parte do cérebro que controla funções básicas da vida, como respiração e batimentos cardíacos, pode desligar.
3) Se um indivíduo parar de beber água e começar a consumir muito sal, as células dele começarão a encolher, causando um transtorno no metabolismo chamado hipernatremia, que pode ser fatal.
4) Mas um excesso de líquido também pode ser problemático. Em 2007, uma mulher morreu na Califórnia, nos Estados Unidos, ao beber seis litros de água de uma vez só. Acontece que essa quantidade de H20 em um curto período faz com que as células do cérebro inchem, causando dor de cabeça, ataques epilépticos, comas e, eventualmente, a morte.
5) Ficar quatro minutos com a respiração presa com a cabeça na água é o suficiente para causar danos no cérebro. Mais dois minutos pode levar a pessoa à morte. A exceção fica por conta de mergulhadores, que são treinados para ficarem mais tempo sem respirar debaixo da água.
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6) A altura a partir de 8 mil metros acima do nível do mar é uma à qual o corpo não consegue mais se habituar. Ela é conhecida como a zona da morte. Ser alto demais também pode criar dificuldades para o corpo. Nos anos 30, um estadunidense chamado Robert Pershing Wadlow cresceu até os 2,7 metros de altura. Isso fez com que ele tivesse problemas no sistema circulatório e muita pressão em seus ossos. A dificuldade do corpo de Wadlow em se habituar ao tamanho dele fez com que morresse aos 22 anos.
7) Parece brincadeira, mas chocolate demais pode ser letal. Isso porque o doce possui uma substância chamada de teobromina que, em excesso, pode causar desidratação, problemas digestivos, ataques epilépticos e morte. Para um humano chegar a esse ponto, ele precisaria consumir 85 barras grandes de chocolate ao mesmo tempo.
8) Uma pessoa precisaria comer 22kg de maconha ou fumar 680kg da droga em 15 minutos para correr algum risco de morrer.
9) Escutar música alto demais, passando de 185 decibeis, causa pressão o suficiente para explodir seus pulmões.
10) Estudos mostram que o máximo que uma pessoa consegue ficar viva sem dormir são 11 dias.
“Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vivê-la como se os
milagres não existissem. A segunda é vivê-la como se tudo fosse
milagre.”
“Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.”
“Além das aptidões e das qualidades herdadas, é a tradição que faz de nós aquilo que somos.”
“Somos todos muito ignorantes, mas nem todos ignoramos as mesmas coisas.”
“Os grandes espíritos sempre encontrarão violenta oposição por parte dos
medíocres. Estes últimos não podem entender quando um homem não sucumbe
impensadamente a prejuízos hereditários senão quando, honestamente e
com coragem, usa sua inteligência.”
“É mais fácil destruir um átomo do que um prejuízo.”
“Dificuldades e obstáculos são fontes valiosas de saúde e força para qualquer sociedade.”
“Se vais sair à frente para descrever a verdade, deixa a elegância para o alfaiate.”
“Não penso no futuro, pois ele chegará em seu momento”
“O segredo da criatividade está em dormir bem e abrir a mente às possibilidades infinitas. O que é um homem sem sonhos?”
“Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor… Lembre-se. Se
escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor com ele você
conquistará o mundo.”
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”
“Estranha criatura o homem: não pede para nascer, não sabe viver e não quer morrer.”
“O dia está a minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma a este dia.”
“Lembre-se que as pessoas podem tirar tudo de você, menos o seu conhecimento.”
“O único lugar onde Sucesso vem antes de trabalho é no dicionário.”
“Basta de dizer a D’us o que Ele deve fazer.”
“Quando recebemos um ensinamento devemos receber como um valioso
presente, e não como uma dura tarefa. Eis aqui a diferença que
transcende.”
“Se minha Teoria da Relatividade resultar exitosa, a Alemanha me
reclamará como alemão, a Franca declarará que sou um cidadão do mundo.
Se minha teoria resultar equivocada, a França dirá que sou alemão e a
Alemanha, que sou judeu.”
Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 — Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão, posteriormente radicado nos Estados Unidos, que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna (ao lado da mecânica quântica).
Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia, E = mc2 (que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo"), foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por seus serviços à física teórica e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico". O efeito fotoelétrico foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. (wikipedia) Recomendado para você
Informe-se sobre a situação do mundo hoje, não feche seus olhos e ouvidos para as coisas que não se encaixam com o mundinho açucarado do consumismo agradável. O mundo real é similar ao que mostram para você em superproduções midiáticas, é assim para te confundir, mas a realidade pouco ou nada tem a ver com estes produtos. O monomito se repete desde a Grécia antiga...
Quando buscar entretenimento, busque interatividade, experimente ler um livro, um texto e formar você mesm@ as imagens em sua mente. Liberte-se dos padrões de consumo insustentável e de conteúdo que ao invés de te acrescentar alguma coisa apenas quer te vender algo. Para que viver em um mundo de sombras se tudo é luz?
Na questão da informação, editores simplesmente vetam conteúdo que não é de interesse comercial que seja divulgado, criando uma realidade clipada apenas com temas que considerem relevantes ao clima desejado. Quem se atém apenas ao clipes de notícia divulgados por veículos comerciais pode não perceber a repetição da notícia de pouca importância, enquanto assuntos de interesse público são descartados.
Torne-se bem informad@ sobre assuntos importantes, seja um recurso intelectual valioso para a sua família e para sua comunidade. Não rejeite informação apenas porque ela eventualmente pode fazer você se sentir desconfortável. Leia mais, estude, pesquise, fuce na internet atrás do conhecimento e dos fatos. Desafie seus próprios pensamentos, forme sua própria rede de informação, sua própria agencia de notícias, sua própria opinião.
O facebook é uma mídia social formidável, através deste site podemos formar grupos, fazer novas amizades, manter relacionamentos antigos sem nos preocupar com a distância ou com a resistência oferecida fora do ciberespaço. Causas importantes tem sido mantidas e ganham corpo através de ferramentas como esta, além de facebook e twitter temos as petições eletrônicas e as causas ciberativistas suportadas pelas revolucionárias redes sociais. O ciberativismo é a política 2.0.
Através da política 2.0, esta que começamos a fazer conectados, podemos mudar muita coisa. Nós podemos inclusive começar a formar núcleos políticos, dentro de partidos ainda não contaminados em larga escala, (como, por exemplo: PV, Partido Pirata, Partido Libertarista...) e nos blindar uns aos outros, contra a corrupção, a exploração de nossa imagem e produção intelectual por parte de terceiros. Como diz o Nacir Sales "no presente status institucional do Planeta, ser governado (ou governo) significa ser cooptado, partidarizado, emplastificado, transformado em avatar para consumo de todas as mídias e isto, não desejo para meu pior inimigo se inimigo houvesse a se opor a este nada que sou, que fui e que serei: uma nada que destila nutrientes em tudo!".
Esta plastificação, imposta pela sociedade, atrelada ao comando das mídias de massa, canais que apenas empurram a informação institucional e corporativista que lhes convém, sem se preocupar com os estragos que causam na sociedade e na cabeça das pessoas. Esta instituição eletromecânica, que ganhou corpo nos tempos da propaganda de guerra, nos anos de 1940, continua tentando manipular as massas com objetivos meramente crescimentistas, sem se preocupar com a sustentabilidade, apenas com vendas, números, transformando suas massas receptoras também em mero numerário. O que não podemos é continuar a assistir passivamente esta forma de programação mental, insusatentável.
O Planeta pede socorro! As políticas insustentáveis, alimentadas pelo capital corporativista, que usa a velha mídia como seu aliado mais poderoso, estão consumindo os recursos naturais de nosso Planeta ameaçando já as futuras gerações da raça humana. O aquecimento global, fenômeno provocado pelo homem, nada mais é que o alerta do Planeta contra o uso irracional e indiscriminado dos elementos que a Natureza nos oferece. Ora, a cabeça não é apenas para usar bonés, shampoo, servir de suporte para óculos ou ficar brilhosa com cremes, tintura e condicionadores capilares. A criação fez de nosso crânio a caixa forte do cérebro, que serve para pensar, para estabelecer comunicação, através dos sentidos, com o meio ambiente. Devemos retribuir a altura esta dádiva da natureza.
O ser humano tem uma responsabilidade imensa para com o meio no qual vive, pois tem o poder não só de interação, como principalmente o de interferência no mesmo. Hoje sabemos que tudo está ecologicamente interligado. O equilíbrio natural depende do uso racional dos recursos oferecidos, enquanto o equilíbrio social depende da distribuição igualitária destes recursos, a nós gratuitamente oferecidos pelo Planeta. Nesta mediação entre sociedade de consumo e bens naturais disponíveis entra a figura do político, candidato, legislador, governante, que deveria ser ligado ao poder através, única e exclusivamente, do livre-arbítrio popular.
Acontece que este livre-arbítrio popular vem, por mais de um século, sendo influenciado, mesmo que de maneira inconsciente e muitas vezes ingênua, pela mídia de massa que só visa audiência e lucro financeiro. Não haveria nada de errado nisto se esta mídia fosse realmente isenta, comprometida primeiramente com as causas sociais, como apregoa e como esperamos venha dentro em breve a se transformar. O problema reside dentro de outro mais antigo, o poder de domínio. Se temos o direito a escolher nossos governantes e depois o dever, de lhes dar governabilidade e o devido respeito. Também deveríamos ter o direito de governar juntos, afinal nossos governantes são, ou deveriam ser, nossos representantes, obedientes aqueles que os elegeram, defensores do interesse do público e não do hoje chamado interesse público. As ONGs tem tido um papel fundamental, em realizar através da iniciativa privada o trabalho que na verdade deveria ser feito pelos políticos, pelo governo. Também temos o poder de ler, assistir e ouvir aquilo que queremos, e não o que é veladamente imposto.
O interesse público gira hoje, na verdade, exclusivamente em torno do capitalismo, quando deveria criar um campo de força em torno daqueles que lhe deram o poder através do voto direto, para protegê-los. Neste sistema os assalariados, que não forem empreendedores, serão sempre usados como reles mão de obra, para alimentar grandes fortunas, muitas vezes em detrimento de sí próprios, pois estarão estagnados sempre nesta função. O capital humano é muito mais importante, é o maior, se não o único bem real que governantes e empresas de comunicação tem na verdade. Em sua fase atual, o capitalismo continua industrial e financeiro, mas sua característica principal é a importância do capital do conhecimento.
Se o conhecimento é o caminho, a sustentabilidade é a chave da felicidade, para todas as camadas sociais e esferas de poder. Separar o joio do trigo nesta questão, creio, seria condenar a informação plantada e manipulada através do lobby corruptor, do corporativismo meramente crescimentista. Nada contra o lucro, mas tudo contra o lucro abusivo. Que ser humano; digo aí humano não só como espécie mas também como entidade viva, com necessidades, sentimentos, como templo de um ser divino que habita a tudo e a todos, precisa de lucros extraordinários, ou melhor, pornográficos como os que acompanhamos hoje atônitos através do monitoramento de ganhos de capital, por sociedades corporativas, nas bolsas de valores?
Será que ser milionário não basta mais, hoje tem gente que quer ser e é bilionária, querendo ser trilionária. Quanto veludo, quanta energia, luxo e asfalto despendidos a troco do sofrimento e morte de milhões de pessoas. O que é viver bem? É ter carros esportivos, iates, jóias, aeronaves particulares, ora, penso que não, dentro da filosofia dos gadgets certamente podemos observar que nos bastam equipamentos com propósitos e funções específicas, práticas e úteis, sendo o luxo e o supérfluo totamente dispensáveis. Todo político populista prega isto a seus eleitores, chamando de sonho, pesando que todos estes ainda são meros consumidores, sem atentar ao fato de que esta ficura está se transformando em prossumidor, pois não só consome, também produz. Não precisamos de sonhos de consumo e sim de consumir o que é sustentável e disponível a todos.
“Os prossumidores não são nem consumidores, nem produtores, no sentido usual, mas um novo grupo de pessoas que começa a desempenhar para si mesmo serviços que antes eram desempenhados por profissionais”.
O prosumidor tem uma maior independência da economia de mercado, deixando de ser passivo, pois hoje estamos todos no processo . No livro "A Terceira Onda" (1980), de Alvin Toffler, o termo "prosumer" foi cunhado, quando ele previu que o papel dos produtores e consumidores começariam a diluir-se e mesclar-se, e esta previsão se confirma ao passo que o mercado está extremamente saturado pela a produção em massa de produtos padronizados básicos. O consumidor começou a criar exigências e, para continuar tendo crescimento dos lucros, as empresas iniciaram um processo de customização de massa, que é a produção em massa de produtos altamente personalizados.
Na política pode ser observado o mesmo processo, numa reedição do populismo surgido após a primeira guerra mundial. Entretanto a sociedade do conhecimento começa a repudiar este sistema no qual, não só poucos se beneficiam em detrimento de muitos, mas também o Planeta pede socorro, pois tem sido usado como se os recursos naturais fossem inesgotáveis, perenes. A verdade é outra, rompido o ciclo biológico a biodiversidade é prejudicada, e desta forma o Planeta fica também prejudicado em seu equilíbrio enquanto organismo macrossômico do qual somos todos células.
Lembrem-se que a culpa da situação ter chegado ao ponto no qual chegou é única e exclusiva do analfabetismo político que teima em reinar, que impera não só em nosso país, mas também em escala global. As pessoas ainda torcem por candidatos e partidos, sem nem conhecer suas ideologias e propostas direito, como se fossem times de futebol jogando em campo... Torcem por aquele que está ganhando, por uma imagem e não por um conteúdo adequado aos tempos. Entretanto na internet já podemos sentir o poder da mudança e, para isto migrar do espaço cibernético à matéria, é apenas um passo.
Acreditem irmãos e irmãs, eu acredito, juntos podemos mudar o mundo! Eliminando os desejos desenfreados do ego, inflado pela mídia, que por sua vez é alimentada pelo capital corporativista, pelo facismo, fantasma do século XX que temos a obrigação de exorcizar. Desinflando este ego coletivo, através do consciente coletivo criado pela sociedade conectada, poderemos tomar nossa próprias decisões com maior isonomia, que por sua vez nos deve ser garantida pela figura do ator político. Agente este que em sua versão 2.0 deve, obrigatoriamente, ter mais transparência e consciência para representar os interesses de um todo, que somos nós, são nossos irmãos e irmãs de jornada.
Vamos destilar o presente para fazer um futuro livre de imundices, sociais e ambientais. Hoje já sabemos que a biodiversidade do país vale mais que todo petróleo descoberto e as reservas que por ventura, ou desventura, venham a ser reveladas. Os tempos mudaram e é ingenuidade pensar que a história continua a se repetir, Chegamos a um ponto de ruptura, uma encruzilhada global, se houver outra crise como a de 2008 não haverá capital ou vontade política que salve a sociedade como ela tenta se manter, capenga. Se as bolsas quebrarem será seu fim derradeiro e isto não seria nada bom ou promissor.
Devemos escolher representantes conectados, e repudiar os que usam twitter apenas para se eleger, deixando depois seus perfis online como casas abandonadas, mal assombradas. Através da internet podemos não só acompanhar os gastos públicos, através das iniciativas de transparência; devemos ter um canal interativo, ligado direto com as esferas de poder, através do qual poderemos definir aplicação de recursos, através de painéis eletrônicos. A Lei Ficha Limpa prova o poder de controle e exercício da cidadania advindo da inversão da pirâmide social que ocorre neste exato momento.
Contra teclado afiado, amigo, amiga conectada, que venham os ignorantes, robôs da mídia, corruptos, e todo exército de zumbis capitalistas. Vamos vaciná-los, colocando saber e conhecimento dentro deles também. Novos tempos se anunciaram , vivemos uma Nova Era, na qual o sonho de consumo nada mais é que paz e luz para nossas almas, coisas, valores que nem todo dinheiro do mundo compra, benfeitorias que nenhuma empreiteira realiza, bem que nenhuma indústria produz, dádivas que já estão dentro de nós, apenas esperando para serem libertadas. Ao escolher nossos representantes nas próximas eleições, devemos observar em primeiro lugar uma só qualidade: Esta pessoa em que vou votar está blindada contra programação consumista? Sim, voto! Não? Escolho outra pessoa! Quem escolhe é você, quem manda é você, lembre-se sempre disto, deste mundo não levamos nada de material, mas deixaremos um legado para nossos filhos, filhas, netos, netas, quando nos formos gerações futuras tem o direito de continuar e o futuro delas depende de nós, do agora.
“É impossível mudar o passado, mas é possível construir novo futuro”
Como posso começar? É simples, transforme informação em ação, promova igualdade e justiça em rede. Crie um blog, perfil no facebook, youtube, twitter... o teclado do computador permite gerenciar tudo de seu computador, é poder na ponta dos dedos. Mantenha o foco! Transforme-se e transforme, suba mais um degrau na escala evolutiva e dê a mão a quem vêm logo atrás de você. União é o segredo, deixe a competição para as quadras direcionadas a pratica do desporto, e mesmo nelas mantenha o fair play. Inicie sua causa agora mesmo, acredite e não sabe como pode começar a dica é assistir a esta série de 6 vídeos, "10 táticas para transformar informação em ação", no YouTube (legendada em português), comece agora mesmo:
Precisamos também estar atentos, evitando e repudiando, em rede, todas as tentativas de censura à internet! Veja o vídeo abaixo, produzido pelo João Carlos Caribé, conhecido arquiteto da informação e ativador do meio ciberativista nacional. Aprenda também a dizer não! Não deixe que controlem a única ferramenta isenta que você tem a disposição para divulgar suas idéias, sua ideologia, de maneira ampla, livre e proativa.
Cibernética, conceituando tecnicamente, é um apanhado de estudos realizados no sentido de compreender a comunicação e o controle de máquinas, seres vivos e grupos sociais, através de analogias com as máquinas cibernéticas¹. Enquanto isso, no campo da filosofia, subentende-se ativismo como ação propagandista de uma determinada ideologia, destinada a quebrar paradigmas que representam atividades meramente especulativas. O engajamento nesta prática visa a militância, exercida através de ações efetivas e argumetativas, pautadas na transformação de uma realidade². Ciberativismo, ou ativismo digital, como também é conhecido, trata-se de nova forma de ação política; uma maneira de fazer política através de suportes cibernéticos; buscando a veiculação de um ideal através de uma mídia de grande alcance, é o ativismo contemporâneo praticado em rede, através da internet.
“Entende-se por ciberativismo a utilização da internet por movimentos politicamente motivados pelo intuito de alcançar certas metas ou lutar contra injustiças que ocorrem na própria rede” ³.
O ciberativista, conectado a rede mundial de computadores, é o usuário da internet com habilidade política, presente em todas as redes sociais, este usuário ativo das novas tecnologias busca na conexão o exercício pleno de sua liberdade de expressão. O foco geralmente é de ordem política, social ou ambiental, visando sensibilizar a opinião do internauta, público-alvo do ciberativista, ao transmitir sua mensagem. Para a tarefa, hoje, a melhor ferramenta é um PC conectado. Através do computador o ativista faz seus estudos, cria e edita textos, sons e imagens, difunde conteúdo, faz propaganda de sua ideologia, além de organizar mobilizações em rede, movimentos e passeatas. ‘Em termos filosóficos, a produção envolvida é a produção de subjetividade, a criação e a reprodução de novas subjetividades na sociedade’4.
1- Wiener, Norbert – Cibernética e sociedade: o uso humano de seres humanos - 1968.
2- The Activist's Handbook – Shaw, Randy – 1996.
3- Rigitano, Maria Eugênia Cavalcanti – Redes e ciberativismo – 2003. Disponível em http://www.bocc.ubi.pt/pag/rigitano-eugenia-redes-e-ciberativismo.pdf - Acessado em 27 de fevereiro de 2010.