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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Lâmpadas LED vs. Lâmpadas Halógenas




A lâmpada halógena

As lâmpadas dicroicas halógenas possuem filamento de tungstênio, normalmente envolvido por quartzo — diferentemente das lâmpadas comuns, em que o filamento fica livre. Isso significa que o seu processo de iluminação é diferenciado e mais eficiente em comparação a esse tipo de lâmpada.

Quanto às lâmpadas de LED, por sua vez, a diferença reside no fato de que a lâmpada halógena possui uma potência superior e, portanto, gera mais calor. Parte desse calor é jogada para o ambiente, levando a um aumento localizado da temperatura.

Apesar disso, a lâmpada dicroica halógena possui uma iluminação que se assemelha à iluminação natural. Assim, há uma fidelidade muito maior das cores, sendo ideal para quem busca o máximo de representação fiel dos tons.

Esse tipo de lâmpada também tende a ser mais barata e é encontrada mais facilmente, aumentando as possibilidades para o seu uso.



A lâmpada de LED


LED é a sigla para Lightning Emmited Diodes, e essa lâmpada e tem o funcionamento baseado em uma conversão de energia elétrica em energia luminosa através de pequenos chips. Nesse caso, as lâmpadas dicroicas de LED, possuem uma tecnologia mais avançada do que qualquer outra – inclusive as halógenas.

Tanta tecnologia faz com que a lâmpada de LED tenha menor potência mas, também, mais eficiência — ela emite uma quantidade satisfatória de iluminação sem consumir tanta energia elétrica. Como resultado, o uso dessas lâmpadas ajuda a reduzir a conta de luz.

Menos consumo também significa menos calor, e a lâmpada de LED não aumenta a temperatura do ambiente. Por outro lado, a fidelidade das cores é consideravelmente menor em relação às halógenas, já que a iluminação emitida pela LED é bastante esbranquiçada.

Em relação à lâmpada halógena, a lâmpada dicroica LED também possui maior vida útil. Com isso, ela sai ainda mais barata, porque consome menos energia e precisa ser trocada com menor frequência — sendo também, portanto, mais ecológica.




Qual das duas escolher?

Com características muito diferentes entre si, a escolha entre a lâmpada dicroica halógena ou de LED depende da avaliação de alguns fatores. 

Se a cor dos objetos — como quadros e outros itens de arte — for mais importante, a lâmpada halógena é a escolha correta.

Mas se a intenção for reduzir o consumo e a necessidade de trocas, a LED deve ser eleita para seu projeto. Da mesma forma, se a produção de calor for um problema, a LED também deve ser escolhida para evitar que o ambiente fique aquecido devido à iluminação.

No caso de haver a necessidade de uma iluminação indireta e mais natural, a halógena configura-se como a melhor opção.

Quando falamos de lâmpadas dicroicas, as lâmpadas halógenas e de LED aparecem como as duas principais opções. Com diferenças na intensidade da luminosidade, na duração e no consumo, é necessário avaliar o objetivo de cada iluminação para que a escolha correta seja feita, já que a halógena oferece fidelidade de cores e a LED, mais eficiência e economia.


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Lâmpadas LED vs. lâmpadas fluorescentes




Veja qual é melhor

Você já ficou em dúvida Na hora de comprar lâmpadas para sua casa? 

Quais seriam as mais apropriadas? 

Depois da extinção das lâmpadas incandescentes no mercado, seu lugar foi tomado pelas queridinhas fluorescentes. Agora uma nova tecnologia surge com as lâmpadas de LED.

Neste artigo vamos te ensinar a diferenciar uma da outra, a comparar os gastos, durabilidade, média de preço e capacidade de iluminação. Assim você poderá escolher qual das duas atende mais sua necessidade.



Lâmpadas Fluorescentes
  • Vantagens:
A maior vantagem das lâmpadas fluorescentes é que a energia consumida por elas não emite calor, ou seja, não esquenta. Sendo assim, quase toda energia é revertida em luz. As fluorescentes geram em torno de 80 lúmens por Watt que consomem, e assim gastam bem menos energia.

A vida útil desse tipo de lâmpada é bem maior do que as antigas incandescentes, podendo durar até 6 vezes mais, totalizando 8 mil horas, com um custo aproximado de 10 reais. Além do que, elas tendem a consumir menos ainda se o uso for contínuo. Também não queimam facilmente ao serem ligadas ou desligadas.

Mais uma importante vantagem está na redução do gás carbônico no meio ambiente. Apenas uma lâmpada irá reduzir cerca de meia tonelada de CO2 na atmosfera durante sua vida útil.

As lâmpadas fluorescentes podem, ainda, ser usadas em qualquer tipo de ambiente, seus vários formatos e tamanhos permitem que elas sejam usadas no teto em luminárias, candeeiros de mesa, e até iluminação de pista.
  • Desvantagens:
A maior desvantagem está no interior da lâmpada fluorescente. Ela é composta de mercúrio, o que faz com que seja difícil descartá-la adequadamente.

Outra desvantagem é que a primeira instalação às vezes terá de ser feita por um profissional eletricista, já que essas lâmpadas possuem conexões elétricas mais complexas.

A iluminação da lâmpada fluorescente poderá tremer visivelmente, bem como, produzir uma luz desigual que poderá incomodar alguns usuários.



Lâmpadas de LED
  • Vantagens:
As lâmpadas de LED têm uma vida longa. Sua duração varia entre 25 e 50 mil horas. Se estiver ligada ininterruptamente, 8 horas por dia, ela pode durar até 17 anos, com um custo de aproximadamente 50 reais.

As lâmpadas de LED exigem um custo mínimo de manutenção, o que é extremamente positivo pois a troca não é constante, muito pelo contrário, raramente é feita. Por isso, é indicado colocar esse tipo de lâmpada em lugares de difícil acesso como pontes e lugares de altas estruturas.

Essa lâmpada também pode ser usada em lugares de alta umidade como saunas, e até dentro de piscinas, pois não possuem risco de contato direto.

Outro ponto positivo das lâmpadas de Led é que elas possuem uma emissão de calor baixíssima e não emitem raios infravermelhos e ultravioletas, podendo ser usadas em museus e lugares onde há vegetação sem risco algum.
  • Desvantagens:
Por ser uma nova tecnologia, o custo dessa lâmpada é consideravelmente mais caro.

Outro ponto que pode se tornar negativo é a instalação de uma lâmpada de LED. Dependendo do local a ser instalada, será necessária a contratação de mão de obra especializada, portanto mais difícil de encontrar e com o valor mais alto.

Havendo picos de alta ou baixa tensão, por causa de alterações no sistema da rede elétrica, você deverá indispensavelmente investir em segurança, utilizando aparelhos específicos para que não haja prejuízos na iluminação.

Depois de conhecer um pouco mais sobre a lâmpada de LED e a lâmpada fluorescente será mais fácil, na hora de escolher, optar pela que melhor se encaixa ao local de utilização e a que terá o melhor custo benefício.




Já escolheu qual lâmpada é mais adequada para você? Ainda tem alguma dúvida? Compartilhe conosco nos comentários!

Fonte: Eletro Energia

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Lâmpadas fluorescentes vs. lâmpadas incandescentes

O Diário Oficial da União de 6 de janeiro publicou as portarias interministeriais 1.007 e 1.008, envolvendo os ministérios de Minas e Energia (MME), Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, determinando o ano de 2016 como prazo limite para a utilização de lâmpadas incandescentes no País, exceto para algumas poucas aplicações específicas.

Assim, as lâmpadas incandescentes poderão juntar-se a uma lista de produtos que o corporativismo deseja restringir a produção e uso em nome do lucro, por motivos meramente políticos, que na realidade nada tem a ver com fatos científicos.

Dois casos emblemáticos foram o DDT, ainda hoje o mais barato e eficiente pesticida conhecido, e os clorofluorcarbonos (CFCs), que abriram ao mundo os benefícios da refrigeração em massa. Em ambos os casos, por se tratar de produtos de custo de produção extremamente baixo e cujas patentes já eram de domínio público para introduzir no mercado novos produtos substitutos, devidamente protegidos por patentes e muito mais caros.

Uma história semelhante parece repetir-se com as lâmpadas criadas por Thomas A. Edison há 130 anos. Na origem da campanha contra as incandescentes, está uma aliança de oportunidade entre 'ambientalistas' de colarinho branco e a indústria de lâmpadas, como revelou o jornalista holandês Syp Wynia, na edição de 8 de agosto de 2009 da revista semanal Elsevier. Vide: http://www.elsevier.nl/

Segundo Wynia, uma grande empresa do setor está engajada em desenvolver o mercado de lâmpadas fluorescentes e LEDs. Como as incandescentes têm custos de fabricação extremamente baixos, a multinacional holandesa considera muito mais interessante comercialmente promover as lâmpadas fluorescentes e as LEDs, que podem custar até dez vezes mais.

Estes lobistas; que usam como massa de manobra pessoas bem intencionadas, que desejam preservar o meio-ambiente mas na verdade pouco entendem ou nada sabem cientificamente, utilizam um discurso catastrofista sobre as mudanças climáticas, argumentando uma suposta ineficiência energética das lâmpadas incandescentes – que, ao consumir mais energia que as fluorescentes e LEDs, estariam promovendo um maior consumo de combustíveis fósseis e contribuindo decisivamente para as emissões de gases de efeito estufa.

Assim o loby da indústria de lâmpadas vai manipulando ONGs a deflagrarem uma vultosa campanha internacional contra as lâmpadas incandescentes. Até o Greenpeace aderiu, iniciando uma campanha intitulada “Salvem a Terra, proíbam as incandescentes”. Esta campanha já resultou na aprovação de uma lei pelo Parlamento holandês, que determina a retirada das lâmpadas incandescentes do mercado daquele país até 2012.

Aprovado o banimento na Holanda, a então ministra do Meio Ambiente do país, Jacqueline Cramer, passou a fazer um ativo lobby junto aos seus pares da União Européia, no sentido de estender a medida ao bloco. A tarefa foi facilitada pela grande repercussão obtida pela divulgação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e pelo documentário premiado de Al Gore - que está bilionário graças ao ativismo verde - "Uma Verdade Inconveniente". Em menos de um ano, a UE determinou o banimento de lâmpadas incandescentes de 100 ou mais watts, a partir de 2009, e um banimento completo até setembro de 2012.


Ainda segundo Wynia, a Philips financiou ativamente a campanha ambientalista contra as incandescentes, proporcionando generosas verbas a ONGs como o Greenpeace e outras. A multinacional também patrocinou palestras de Al Gore na Holanda, para “conscientizar” a população local da necessidade de se abolir as incandescentes.

Por outro lado, o banimento das incandescentes pode acarretar uma série de problemas para os consumidores dos países que adotarem a medida. Para começar, as fluorescentes e LEDs são bem mais caras. Na loja online da rede Pão de Açúcar, uma incandescente Philips de 100 W custa R$ 2,85, enquanto uma fluorescente de 20 W (equivalente a uma fluorescente de 75 W) da mesma marca custa R$ 14,73.

Além disso, ao contrário do que comumente se afirma, as fluorescentes não representam uma grande economia de energia e durabilidade, exceto nos casos de uso continuado por longos períodos, típicos de instalações comerciais e industriais, repartições públicas, escolas, etc. Se submetidas a constantes operações liga-desliga, comuns nas residências, a sua vida útil pode reduzir-se quase à das incandescentes.

Some-se a isso o fato de que as fluorescentes registram um maior consumo de energia quando são ligadas do que ao longo do seu funcionamento, de modo que operações liga-desliga constantes podem resultar num consumo de energia equivalente ou maior que o das incandescentes.

Ademais, as CFL (da sigla em inglês para Lâmpada Fluorescente Compacta) possuem metais tóxicos em sua composição, como o mercúrio, que podem ser liberados no ambiente em casos de quebra ou disposição inadequada após o seu descarte. Igualmente, como a sua luz é emitida em pulsos, ao contrário das incandescentes, elas podem afetar pessoas sensíveis a constantes variações de iluminação, podendo inclusive desencadear convulsões em portadores de epilepsia.

Portanto, assim como ocorreu com o DDT e os CFCs, não há quaisquer motivos para se promover tal substituição de padrão tecnológico, exceto os mencionados anteriormente. Felizmente, o banimento das incandescentes tem suscitado um intenso debate em países europeus, onde a população tem mostrado uma grande resistência à mudança. Na própria Holanda, até mesmo alguns dos políticos que apoiaram a abolição mudaram de posição, como a porta-voz para assuntos ambientais do Partido Democrata Cristão (CDA), Liesbeth Spies. Para ela, a economia de energia resultante da substituição das incandescentes pelas fluorescentes é muito relativa, e que o banimento é uma proposta absurda.

O caso mais interessante de resistência ao banimento é o da Nova Zelândia. O país, que chegou a se comprometer em abolir as incandescentes em 2007, foi o único caso no mundo até o momento a voltar atrás de tal medida. A decisão de declinar de tal compromisso foi tomada em dezembro de 2008, após as eleições que elegeram o novo primeiro-ministro John Key. São oportunas as palavras do atual ministro de Desenvolvimento Econômico, Energia e Recursos Naturais do país, Gerry Brownlee, que, perguntado sobre porque havia declinado de banir as incandescentes, afirmou: "Há um grande número de excelentes razões pelas quais não nos mobilizaremos para banir as lâmpadas incandescentes.

A primeira é que o governo acredita que essa que a escolha não é compulsória, que a capacidade dos indivíduos de tomar as suas próprias decisões sobre que tipo de vida desejam ter, e que contribuição queremos dar com relação às mudanças climáticas, é muito melhor do que um pequeno Estado ditando o que devem ou não fazer." Vide: http://www.parliament.nz/

Oxalá, os legisladores e cidadãos brasileiros em geral demonstrem uma lucidez semelhante e se mobilizem para impedir mais essa tramóia disfarçada de "verde". Além de prejudicar a iluminação esteticamente, a luz-fria traz embutida venenos altamente nocivos à saúde humana. Se o problema é energético deve-se primeiro pensar em fontes de energia limpa para produção de eletricidade e não na substituição compulsória das lâmpadas incandescentes. Thomas A. Edison deve estar se revirando na sepultura com tamanho disparate.

Faça suas pesquisas na internet, estude, reúna material e reflita. Se você concluir que o conteúdo desta carta, que vem sendo amplamente divulgada na web é verdadeiro, passe este alerta adiante ou submeta-se a ter que colocar um tubo de veneno de luz fria e pulsante no teto da sua sala. Quando as lâmpadas forem para o lixo vão liberar metais pesados como o mercúrio no meio-ambiente causando mais danos que a queima de combustível fóssil. Outro fator a ser pensado e analisado é que lâmpadas fluorescentes atraem muito mais insetos que lâmpadas incandescentes e em tempos de dengue ninguém quer uma nuvem de mosquitos dentro da sala. Xô sanguessugas!

Referência bibliográfica: internet: texto editado a partir de artigo de autoria de Leandro Batista para o Jornal do MSIA - Movimento de Solidariedade Ibero-Americana - 1a. quinzena de janeiro de 2011 - Vol XVII, no. 15.