Informe-se sobre a situação do mundo hoje, não feche seus olhos e ouvidos para as coisas que não se encaixam com o mundinho açucarado do consumismo agradável. O mundo real é similar ao que mostram para você em superproduções midiáticas, é assim para te confundir, mas a realidade pouco ou nada tem a ver com estes produtos. O monomito se repete desde a Grécia antiga...
Quando buscar entretenimento, busque interatividade, experimente ler um livro, um texto e formar você mesm@ as imagens em sua mente. Liberte-se dos padrões de consumo insustentável e de conteúdo que ao invés de te acrescentar alguma coisa apenas quer te vender algo. Para que viver em um mundo de sombras se tudo é luz?
Na questão da informação, editores simplesmente vetam conteúdo que não é de interesse comercial que seja divulgado, criando uma realidade clipada apenas com temas que considerem relevantes ao clima desejado. Quem se atém apenas ao clipes de notícia divulgados por veículos comerciais pode não perceber a repetição da notícia de pouca importância, enquanto assuntos de interesse público são descartados.
Torne-se bem informad@ sobre assuntos importantes, seja um recurso intelectual valioso para a sua família e para sua comunidade. Não rejeite informação apenas porque ela eventualmente pode fazer você se sentir desconfortável. Leia mais, estude, pesquise, fuce na internet atrás do conhecimento e dos fatos. Desafie seus próprios pensamentos, forme sua própria rede de informação, sua própria agencia de notícias, sua própria opinião.
Na foto, de Rodrigo Ajooz, o ativista Pedro Rios participa de bate-papo,
transmitido pela internet em live streaming, na noite 31/01/12,
quando superava suas primeiras 48 horas em Greve de Fome
Se o cineasta Pedro Rios Leão - hoje ativista - em greve de fome de fronte a maior central de jornalismo da maior emissora de TV do Brasil, fosse cubano, chinês ou monge tibetano, estaria na capa dos jornais de maior circulação do país. Quem sabe se não fosse um brasileiro, em greve de fome por injustiça social e violação de direitos humanos, ele seria chamado de mártir pela ‘grande mídia’. Seria matéria de destaque nos principais telejornais e provocaria lágrimas de solidariedade nos leitores de teleprompter. Talvez seu ato virasse até poesia na boca de apresentador de reality show e tema de documentários jornalísticos.
Mas não, em se tratando da transparência na mídia brasileira é muito circo. Falam em futebol direto, no jornal local, depois no noticiário esportivo e ainda mais na edição nacional. Entre uma partida e outra é samba, carnaval, festa e denúncias vazias, pra cativo ver. O cidadão incauto e que não busca informação por conta própria fica lá, cativo, no sofá, olhando sombras na parede e achando que aquilo é o mundo real.
Pra contrabalançar a amostragem de polêmicas em outros países - eles adoram mostrar como a grama do vizinho é mais verde e ficar fuxicando sobre a vida dele – nos empurram notícias internacionais que pouco ou nada nos interessam. Por exemplo, você se interessa por Mitt Romney? Enquanto isso o abuso de poder, de autoridade e a corrupção crescem a galope em nosso país; tanto dentro das esferas do poder público - formado por funcionários pagos com o dinheiro do povo – quanto nas grandes corporações - que dependem da economia popular para prosperar.
A inversão de valores está fora de controle! Ou nós, do povo, fazemos alguma coisa e nos fazemos ser ouvidos, ou não haverá um futuro para o futuro da raça humana. A gente pode até não viver mais que 80 anos, vai embora, morre, mas nossos filhos, netos, bisnetos vão precisar de um planeta habitável pra viver.
Pedro Rios está em greve de fome por ficar indignado com o que foi feito em Pinheirinho, isto foi realmente, pra ele e muitos mais brasileiros e brasileiras indignados, a gota d'água. É como disse o próprio, a uma mulher que o inquiriu sobre o efeito que ele esperava, dizendo que o sacrifício que ele está fazendo é inócuo no macro-social: ‘você sabe uma represa, uma barragem ou um dique? Começa a pingar uma gota, vira um fio d'água, aparecem as rachaduras e sem ninguém esperar se rompe e ninguém segura a inundação’.
O ativista escolheu este local para sua manifestação não declarando guerra a uma emissora específica e sim em nome da transparência em toda produção jornalística de todas elas. O Pedro escolheu a central de jornalismo da maior emissora do país porque foi uma afiliada desta mesma emissora que deixou de mostrar fatos, através reportagens pífias, seja por interesse obscuro - como pensa o Pedro - ou mesmo, quem sabe, por falta de interesse ou incompetência.
Pedro Rios escolheu fazer seu protesto, pacífico, de fronte a emissora que representa a mídia de massa brasileira. O que esta gigante faz geralmente cai na graça dos telespectadores e acaba sempre sendo imitado, copiado pelas outras. A audiência é mantida cativa porque acredita que aquelas sombras, projetadas na parede de sua caverna, é espelhamento do mundo real. Parte dos cativos chega ao ponto, absurdo, de confundir personagens de ficção com a realidade. Dopados pelo ópio midiático perseguem personagens de novela nas ruas confundindo-os com os seres fictícios da teledramaturgia.
Outro fator que faz notícias vindas do estrangeiro serem mais isentas, com matérias mais bem contextualizadas e esclarecedoras, creio ser o fato de que a equipe do jornalismo internacional, das principais emissoras de TV aberta do país, é muito superior ao nacional. O problema começa nas regiões mais longínquas, nas cidades pequenas, nas afiliadas que retransmitem o sinal das grandes. Estas retransmissoras também são geradoras de conteúdo, que em sua quase totalidade, se trata de conteúdo jornalístico, e já começam errando quando faturam bem e pagam péssimos salários aos seus profissionais. Ou você acha que um jornalista de São José dos Campos ganha o mesmo que um do Rio de Janeiro ou de São Paulo? Não bastasse a questão logística e de recursos humanos, as afiliadas das grandes produtoras de conteúdo e geradoras de sinal, estão muitas vezes sob o comando de grupos com interesses políticos, quando não nas mãos dos próprios políticos.
Enquanto isso os responsáveis pelo jornalismo internacional tem profissionais do mais alto gabarito, bem preparados e remunerados, sob um comando muito mais isento e autônomo. Apresentando assim, ao grande público, um conteúdo jornalístico de qualidade infinitamente superior. Em termos comerciais, o jornalismo bem feito, se vende por si só, não tem a necessidade do constante e replicante apelo emocional, que acaba infantilizando o telespectador, em busca de maior produtividade e retorno financeiro. O jornalismo local parece subestimar o perfil do telespectador mais antenado, conectado.
Enquanto os telejornais locais competem entre si, o jornalismo internacional não encontra concorrência. Todas as emissoras mantém uma mesma linha de atuação no exterior, pois estando em solo estrangeiro encontram a competitividade de gigantes como: CNN, BBC, AFP, Telesur, Al Jazeera...
Há um desequilíbrio. Percebe-se, sem muito esforço, que o telejornalismo nacional, produzido e divulgado em nosso país, ainda faz muita confusão de interesses. Mostra o que eles (editores) acham que é de interesse do público, pensando demasiadamente na parte comercial e de relações com o poder público, pecando e deixando em segundo plano o que é de interesse público.
O conteúdo produzido com base no que se pensa ser de interesse do público é aquele conteúdo empurrado aos telespectadores, usando como referência o que os editores acham que o público gostaria de ver, como, por exemplo: esportes violentos, crimes banais, sexo, crenças tolas e modismos. Este tipo de jornalismo, se é que se pode chamar isso de jornalismo, parece ter como escopo apenas audiência e lucro, naquela velha, perversa e insustentável crença de que existe acumulação eterna. Já o conteúdo produzido com foco no interesse público é aquele que mostra a verdade nua e crua, doa a quem doer. O conteúdo de interesse público, por vezes, pode até abranger fatos que - ao contrário do ainda teimam em ensinar nos cursos superiores de comunicação, baseados em modelos de gestão ultrapassados - o público supostamente não teria interesse em saber, e que poderia prejudicar a veiculação comercial que faz a TV aberta ser um negócio rentável.
Não sou daqueles radicais que acha que por ser a TV aberta uma concessão pública, eles não tem direito a lucrar com o negócio. Sim, eles têm o direito de lucrar, mas para tudo há limite. Não vejo vantagem alguma em se deixar a audiência na obscuridade do ignorantismo. Parece-me crueldade a exploração comercial dos sentimentos do telespectador. Se venda é emoção e se usam a emoção para vender, isto deveria ser considerado crime de estelionato sentimental.
Vão dizer: ‘e o cara que está lá em greve de fome, não está apelando para os sentimentos da população?’. Sim, realmente está, mas ele não está vendendo nada, não espera retorno financeiro com seu ato e sim espera que seja feita justiça. E se disserem: ‘á, mais o cara é louco de fazer isso!’. Pode até ser, mas aí um louco está lá fazendo o que os que se dizem sãos não fazem, e por todos nós. Aí é minha vez de perguntar: por que uma pessoa que está em greve de fome há 3 dias, protestando e fazendo graves denúncias à violação de direitos humanos na desocupação de Pinheirinho, é solenemente ignorada pela ‘grande mídia’?
Será que o jornalismo brasileiro está virando uma boutique, será que morreu? Alguém viu ou ouviu falar? Cadê aquele jornalismo do tempo anterior a ditadura militar, cadê aquele jornalismo do tempo anterior a ditadura Vargas? Não seria hora de remodelar este jornalismo nascido na queda da bastilha e adaptá-lo à Era da Informação e do Conhecimento? Jornalismo é notícia pura, é a vida em movimento, é tudo que faltou na cobertura de Pinheirinho e falta na cobertura da greve de fome de Pedro Rios Leão, mas não falta nas coberturas internacionais. Em minha ótica, não há jornalismo de verdade que sobreviva, quando se perde a noção de equilíbrio, entre o que é INTERESSE DO PÚBLICO e o que é de INTERESSE PÚBLICO. Cobertura participativa
Não tenho equipamento ou ilha de edição profissional - como as grandes emissoras-; mas usando uma simples câmera fotográfica digital e um programa de edição de vídeo amador, registrei a noite em que Pedro Rios iniciou sua greve de fome:
Greve de Fome em protesto à desocupação de #Pinheirinho
#Pinheirinho :: Greve de Fome :: 2ª Parte da entrevista com Pedro Rios
Os governantes sionistas já não têm mais do que reclamar. Depois da invasão e ocupação do Afeganistão, do Iraque e da Líbia pelos Estados Unidos, Israel deixou de ser o único detentor do título de último Estado colonialista do planeta.
Palestina, Iraque e Líbia, países semitas que, juntamente com o Afeganistão são de predominância religiosa islâmica, pagam o preço da ignorância e da campanha de difamação e racismo da mídia ocidental, que acusa o islamismo de intolerante, mas não informa que no Afeganistão existe há séculos, uma Mesquita de Maria, em homenagem à mãe de Jesus.
Alguém conhece alguma Igreja ou Sinagoga com o nome de (Muhammad) Maomé?
Quem é o intolerante?
No Marrocos, país árabe-islâmico, o judaísmo é a segunda religião. Alguém já ouviu falar em perseguição aos judeus?
No Egito, outro país árabe-islâmico, os cristãos ortodoxos coptas são a segunda religião, e o que dizer do Líbano, hoje país de maioria islâmica governado por um cristão?
Quem é intolerante?
Nos países árabes-islámicos quando o pai fica idoso, ele envelhece e não apodrece. Idoso em árabe é sinônimo de Sheikh, ou seja, pessoa sábia e depositária do saber. Ali, não existe a excrescência denominada “asilo de velhos” ou “casa de repouso”.O idoso fica com a família até o último suspiro.
Na Enciclopédia Judaica está escrito que a época de maior esplendor do judaísmo aconteceu sob os governantes árabes muçulmanos .
Quem é intolerante?
Os talibãs (estudantes), que chegaram ao poder no Afeganistão com o apoio dos Estados Unidos, foram mais tarde acusados de terroristas não por causa do atentado de 11 de setembro, já que os supostos autores do atentado em sua maioria eram da Arábia Saudita.
E aqui abro um parêntese para reafirmar pela enésima vez que considero uma afronta à inteligência sugerir que tenham sido muçulmanos os autores do atentado de 11 de setembro.
E alguém se importa?
Mas, voltando aos talibãs, a mídia ocidental passou a considerá-los inimigos a partir do momento em que eles se recusaram a liberar o plantio e a produção de ópio. Hoje, graças à democracia americana, o Afeganistão tornou-se o maior produtor de ópio do mundo.
Aliás, para aqueles que não consideram um insulto exercer o raciocínio, basta ver o que acontece na vizinha Colômbia que, ocupada pelas forças armadas dos Estados Unidos, não cessa de aumentar sua produção de cocaína.
Os soldados americanos não combatem pelas armas, mas pelo crime.
Droga, indústria bélica, especulação financeira e mídia pilantra são os Quatros Cavaleiros do Apocalipse que, irmanados, governam a humanidade hoje.
Num seminário recente, no Rio, ouvi o relato de um dos componentes da mesa sobre a reação de parte de crianças à ideia de o universo ter a idade aproximada de 14 bilhões de anos, informação que os jornais divulgam quase diariamente. Essas crianças, que frequentam determinado espaço dedicado à ciência – influenciadas pelo criacionismo e interpretações fundamentalistas religiosas do mundo – segundo o palestrante, sorriem com desdém sobre a científica idade do cosmos.
Isso significa que, antes de estarem criticamente maduras para uma apreciação sensível, inteligente e promissora da natureza, estão mentalmente dominadas pelo dogmatismo de fundo religioso que ameaça retroceder o pensamento a uma repugnante idade das trevas. E o mais desconcertante: o palestrante diz que “respeita esse tipo de interpretação”.
Isso não seria paradoxal se, um par de minutos depois, ele não exibisse uma arte das constelações zodiacais e, em seguida, fizesse provocativas críticas à astrologia. A questão aqui é a seguinte: se ele aceita ideias arcaicas e sem sentido, promessas despudoradamente falsas e “milagres” deslavadamente mentirosos que uma legião de “pastores” propaga diuturnamente em programas de rádio e TV, por que criar caso com a astrologia?
A resposta, a meu ver, é simples e direta: covardia e ausência de integridade científica. Não estou acusando uma pessoa em particular – isso não faria sentido. Estou me referindo a uma tendência, visível a olho nu, de se “respeitar” farsas que são verdadeiros casos de polícia, envolvendo estelionato, entre outros crimes, mas ao mesmo tempo não perdoar astrólogos.
Jornais continuarão publicando
Aqui uma rápida explicação: não estou defendendo nem atacando astrólogos e a astrologia. Estou fazendo uma comparação entre pastores e astrólogos, o que é muito diferente. Carl Sagan (1934-1996), astrônomo e divulgador científico talentoso, preveniu, em seu último livro, O mundo assombrado pelos demônios – a ciência como uma vela no escuro, sobre as consequências da impotência da ciência em sensibilizar a sociedade humana para uma perspectiva mais promissora. Se visse ou ouvisse qualquer um desses espetáculos grotescos na TV ou em inúmeras estações de rádio, envolvendo pregadores de diferentes igrejas – todas elas preocupadas com interesses mundanos –, Sagan teria descoberto que a tragédia que previu chegou mais cedo que havia pensado.
Quanto à covardia da posição a que me refiro e que não se restringe, evidentemente, a uma única pessoa, talvez possa ser entendida da seguinte maneira: criticar esses criminosos que manipulam a fé das pessoas – um valor sagrado, na acepção clássica desse termo –, hoje é literalmente como cutucar um vespeiro. Igrejas, cada vez mais concebidas como uma rentabilíssima atividade – à custa da miséria material e filosófica de boa parte da população – costumam reagir com a veemência típica de criminosos farsantes e abusadores da fé como forma de proteger seus negócios hediondos.
Já os astrólogos, para usar uma expressão cotidiana, estão “pouco se lixando” para o que dizem astrônomos e outros cientistas. Eles sabem que os jornais continuarão publicando o horóscopo diário. E possivelmente a maior parte dos leitores faça uma consulta diária a eles, mesmo sem confessar esse comportamento. E nem precisam. Esse é um direito individual elementar.
Oráculo rarefeito
E, além disso, convenhamos, a astrologia e os astrólogos não são nenhuma ameaça. Ao contrário do que ocorre com igrejas que costumam saquear financeiramente um número desconhecido de vítimas. Ou estimular ataques para a “conquista de almas”, como ocorreu no Iraque sob a obscurantista administração de Bush filho e que agora está se revelando um dos preços excessivamente caros para ser pago sem desequilíbrios estruturais.
Eventualmente, uma nota de canto de página nos jornais traz uma pequena referência a abusos dessa natureza. Curiosamente, jornais e revistas semanais, que tratam de polícia e de política, evitam esse campo minado por contradições. Pessoalmente, posso dizer que não tenho qualquer dificuldade em revelar que leio meu horóscopo diariamente, com um critério bem particular: se as previsões são boas, considero que está tudo bem. Se forem ruins, interpreto que tudo não passa de besteira e não ligo a mínima.
Talvez uma leitura possível das colunas de horóscopo publicada diariamente pelos jornais seja a de que são uma espécie de diluição homeopática do que um dia foi, por exemplo, o prestigioso Oráculo de Delfos. O horóscopo diário é o oráculo rarefeito do século 21, para atender a cultura de massas, do homem destituído de alma e de senso crítico, a que se referiram filósofos como o espanhol José Ortega y Gasset.
Ameaças à ciência
O horóscopo diário talvez seja uma espécie de bengala em que as pessoas se apoiam para enfrentar a insegurança crescente do dia-a-dia: o ônibus perfurado de balas, não por bandidos, mas pela polícia, no Rio de Janeiro. As garotinhas assaltantes e ameaçadoras, de 11 e 12 anos de idade, que atuam impunemente na Vila Mariana, em São Paulo. Os edifícios incendiados por protestos em Londres, que no passado recente já foi uma Inglaterra bem mais cool. O atirador inesperado que dispara, sem razão aparente, numa escola americana ou numa ilha paradisíaca, na Noruega.
O horóscopo, certamente, é o remanescente da idade mágica que vivenciamos na pré-história e não completamente superado, ao contrário do que se costuma crer. A astrologia e os astrólogos não são incentivadores de guerras, ao contrário do que ocorreu e continua ocorrendo com o fanatismo religioso.
E a manipulação da religiosidade de cada um talvez seja a culminância do abuso e desrespeito profundos, camuflados sob uma pretensa liberdade religiosa que, na realidade, acoberta, entre outras coisas, uma negociata política, nefasta à sociedade como um todo. Não tenho qualquer pretensão de colocar ponto final numa questão que se arrasta pelo tempo e talvez venha a ser ainda pior no futuro imediato. Ao menos se as coisas continuarem assim. Toco no assunto porque essa é uma questão profundamente afeita à ciência e à produção do conhecimento científico com base na ética, na estética e na história.
Talvez esteja na hora de se refletir um pouco mais sobre quais são, neste momento, as verdadeiras ameaças à ciência e à humanidade, seguindo as pistas deixadas por Sagan em O mundo assombrado pelos demônios.
Em linguagem clara e acessível, o jornalista Ulisses Capozzoli conta a história da radioastronomia e do impacto das descobertas nessa área, entre elas a detecção do eco da explosão que criou o Universo, segundo a teoria do Big Bang. Alem do desenvolvimento da radioastronomia internacional, o autor registra também o percurso desta área científica no Brasil. Recomendado para você