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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Chip Quântico de Silício promete revolução




A pesquisa da computação quântica deu oficialmente outro grande salto adiante. Pesquisadores anunciaram projeto para chip de computador quântico, de silício, que remove muitos dos obstáculos na computação quântica.

O Dr. Menno Veldhorst e o Prof. Andrew Dzurak
no Centro de Excelência para Computação Quântica
e Tecnologia de Comunicação. Crédito: UNSW
- via Futurism.com*

Pesquisadores de todo o mundo têm trabalhado incessantemente integrando interações quânticas em chips de computador operacionais.

Após mais de três décadas de pesquisa podemos estar prestes a tornar a computação quântica possível.

Recentemente, engenheiros da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW) utilizaram silício para projetar novos chips de computação quântica.

O novo design de chip, publicado na revista Nature Communications, transforma os microprocessadores de silício em sua arquitetura tradicional. Este design usa componentes de semicondutores, que são a base para a maioria dos chips modernos, conhecidos como CMOS (semicondutores de metal-óxido complementar) para realizar cálculos quânticos.

O design foi criado por Andrew Dzurak, diretor da National National Fabrication Facility da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW), e o principal autor do documento, Dr. Menno Veldhorst, pesquisador da UNSW quando o trabalho conceitual foi concluído.

"Muitas vezes pensamos em pousar na Lua como a maior maravilha tecnológica da humanidade", disse Dzurak em um comunicado à imprensa. "Mas criando um chip de microprocessador com um bilhão de dispositivos operacionais, integrados para funcionar como uma sinfonia - que você pode carregar no seu bolso! - é uma conquista técnica surpreendente, e uma que revolucionou a vida moderna ".

Quando se trata do futuro e do potencial da computação quântica, continuou Dzurak, "estamos à beira de outro salto tecnológico que pode ser tão profundo e transformador. Mas um projeto de engenharia completo para compreender isso, em um único chip, foi elusivo. Eu acho que o que desenvolvemos na UNSW agora torna isso possível ".



Mais importante ainda, a equipe da UNSW acredita que seu novo projeto de chips quânticos poderia ser manufaturado em uma fábrica de semicondutores moderna - isso significa que não seria necessária uma nova infra-estrutura para criá-los e implementá-los amplamente.

À beira da descoberta

Um dos obstáculos persistentes na computação quântica tem sido a capacidade dos chips de computador. Para um computador quântico funcional, é necessário compactar esses chips com milhões de qubits - bits que operam com o mesmo conceito que os bits binários que executa seu computador, sinalizando 0 ou 1, exceto que um qubit (bit-quântico) pode existir como 0, 1, ou como ambos os estados potenciais ao mesmo tempo. No entanto, até agora foi difícil colocar mais do que algumas dúzias de qubits em um chip.

Este novo design visa superar isso, incorporando elementos tradicionais com design inovador para realizar o que não foi realizado anteriormente.

A equipe usou switches convencionais de transistores de silício, que "ativam" qubits em uma plataforma bidimensional. Eles também usaram um protocolo de seleção grid-based "word" e "bit", que é semelhante ao modo como os bits são selecionados em um sistema tradicional. Mas, Dzurak acrescentou no comunicado à imprensa, "Nosso chip blueprint incorpora um novo tipo de código de correção de erros projetado especificamente para spin qubits e envolve um sofisticado protocolo de operações em milhões de qubits".

Isso marca a primeira tentativa de colocar, em um único chip, todos os circuitos de silício convencionais necessários para ler os milhões de qubits envolvidos na computação quântica.

Então, oficialmente  nós conseguimos a computação quântica? Não exatamente. Este ainda é um projeto novo e os autores reconhecem que provavelmente haverá mais modificações nele, mesmo antes da produção inicial.

Apesar do trabalho que tem de ser feito, este projeto já é uma grande conquista na jornada para a criação de computação quântica acessível. Quando a computação quântica puder ser alcançada e, em seguida, disponibilizada em uma escala maior, publica e comercialmente acessível, a vida como a conhecemos terá potencial para mudar. A computação quântica promete responder algumas das questões hoje impossíveis mais aparentes sobre o nosso universo, ao mesmo tempo em que tornará, ​​através de depuração poderosa, infinitamente mais confiáveis os dispositivos que usamos.

Este projeto é apenas um passo, mas é um passo importante para um futuro quântico.

Referencias: Phys, Nature | Fonte: Futurism (tradução livre)

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Verdade e mito por trás do número 666



O número 666 é perigoso?

Descubra o que está por trás do famoso "número da Besta" e a verdade sobre a implantação do microchip em seres humanos


Muitos cristãos, inclusive católicos, estão apavorados com a possibilidade de que, em breve, os governos de todo o mundo obriguem os cidadãos a usar microchips sob a pele. Protestantes neopentecostais, sempre “ungidos” com aquele "pudê" de correta interpretação da Bíblia (aham…) estão garantindo que os chips implantados sob a pele são a concretização dessa profecia do Apocalipse:
"Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome.
Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis." (Apo 13,16-18)
Vejam a matéria que a TV da Igreja Universal do Reino de Deus preparou sobre o assunto (filme B de terror perde):



Depois dessa dose cavalar e quase suicida de exegese bíblica destrambelhada – ou melhor, de exeJEGUE bíblica –, vamos aos fatos. É possível que, no futuro, todos os cidadãos tenham que usar microchips sob a pele? Sim, é possível. Será algo bom? Será algo ruim? Não sabemos. Por enquanto, como disse Dom Estêvão Bettencourt,do ponto de vista religioso só podemos dizer que o uso dessa tecnologia é algo neutro. 
(Fonte: Revista P&R, Nº 486 – Ano 2002 – p. 496).

Os profetas histéricos anti-chip argumentam que essa tecnologia seria usada por um governo mundial para controlar a vida das pessoas. Isso é bem provável, mas… Meninos, vocês estavam onde quando estourou o escândalo WikiLeaks? Em Marte? Os governos e empresas já têm amplo acesso a cada passo de seus cidadãos e consumidores, pois quase tudo o que fazemos é registrado em nossos computadores pessoais (PCs, smatphones, tablets etc.) e ligações telefônicas. Isso sem falar nas câmeras espalhadas em quase todos os ambientes que frequentamos.

O chip sob a pele, se for implantado em uma escala global, vai somente intensificar uma realidade já bastante ampla: temos muito pouca privacidade e nossos passos são quase todos monitorados e registrados por governos e empresas. Isso é bizarro e preocupante? Sim. Poderá trazer muitos males? Talvez, o tempo dirá. E a Igreja certamente nos alertará, caso necessário.

Mas que fique claro: ninguém será condenado por aderir a um sistema de identificação eletrônico. Podemos ser condenados, isso sim, por aderir a valores e ideologias anticristãs. Isso sim é a verdadeira Marca da Besta, a marca da mundanidade.


A marca da besta dos tempos de João

Os estudiosos do Apocalipse concordam que o número 666 se refere a Nero César, imperador que iniciou uma terrível perseguição contra os cristãos. Sua maldade era tamanha que os cristãos começaram a chama-lo de “besta”. Essa explicação é bastante plausível, pois São João deixa claro que o número da besta é “número de um homem”.

Escrevendo o nome de Nero em letras hebraicas, temos:

N       R      W      N             Q      S      R

50    200     6      50            100   60    200   =  666

Nos tempos do Apóstolo João, os cristãos iam ao mercado, e era constrangedor – e até mesmo perigoso – não ofertar algumas pedras de incenso a alguma das muitas esculturas de deuses pagãos. Se um comerciante cristão tinha uma venda, as pessoas estranhavam o fato de não haver nenhuma imagem de ídolo ali. Tais esculturas estavam presentes em toda a parte, e os cristãos despertavam desconfiança e hostilidades por não prestarem culto a elas.

Portanto, como diz o Apocalipse, as atividades de compra e venda dos cristãos ficavam comprometidas por sua fidelidade ao Evangelho.

Com a desculpa de proteger suas famílias, muitos cristãos começaram a fingir que adoravam os falsos deuses, para evitar problemas. Alguns eram funcionários públicos, e não queriam perder seus cargos e seu prestígio. Muito provavelmente, pensavam consigo mesmos: “Não adoro esses falsos deuses, mas tenho que ceder em algo, para poder sobreviver. Mas em meu coração continuo adorando só a Jesus”. Porém, seu testemunho de idolatria e traição estava dado diante do mundo.

Se o 666 é o número de um homem – representante de um grande poder (no caso, o Império Romano) – receber a marca da besta significa se curvar à idolatria imposta por esse homem, traindo, assim, os valores de sua fé.

Receber a marca da besta, portanto, é adotar os pensamentos da Besta, a sua ideologia (marca na fronte) e praticar as obras que a besta mandar (marca na mão). Não tem nada a ver com fazer tatuagem na mão ou na testa, ou implantar ali um chip.


A marca da besta nos dias de hoje

O Apocalipse, bem diferente do que muitos pensam, não é um livro que fala unicamente sobre o Fim dos Tempos: ele comunica uma mensagem que é sempre atual, pois traz à tona a realidade de perseguição e sofrimento vivida pelos cristãos em todas as épocas.

Tal perseguição se intensifica e se mostra mais feroz de tempos em tempos. Todo poder e tirania que se levanta para tentar aniquilar o povo cristão é uma nova Besta do Apocalipse, assim como Nero o foi.

Em países dominados por ditaduras comunistas e em muitos países de maioria muçulmana vemos correr o sangue dos mártires, sem cessar. No Ocidente a perseguição também é duríssima, mas não fere nem mata o corpo, é pior: ataca e mata a alma. Pela imposição ideológica que se infiltra na nossa cultura, na mídia e nas instituições educacionais, os cristãos sofrem grande pressão para negar Jesus Cristo, pela aceitação dos valores que Jesus e Sua Igreja condenam.

Também a ONU tem feito o seu papel de Anticristo: promove a sexualização infantil, o aborto, a anticoncepção, a aceitação social do casamento gay e a ideologia de gênero. Uma ex-funcionária da ONU, Amparo Medina, já veio a público denunciar que seu trabalho era minar a fé católica e implantar a cultura de anticoncepção e o aborto em todos os países. Ora, quem concorda ou colabora com essa agenda anticristã nada mais faz do que receber em si a Marca da Besta.

Assim age, nos dias de hoje, uma multidão de cristãos: frequentam a Igreja, praticam suas devoções, mas no mundo agem como os pagãos. É o tipo de gente que tem medo de perder o emprego, de ser excluído pelos amigos ou sofrer algum prejuízo por causa de sua fé. E abraçam as ideias do mundo, o espírito do mundo, achando que pode se salvar caminhando em cima do muro. Iludidos! Adoradores da Besta!

A oposição à ideia da implantação universal de microchips sob a pele é bastante válida e razoável. O que não dá é pra cair em delírio protestante e dizer que o chip é a marca da besta.

Fiquem atentos, pois esse alarmismo todo só serve para nos distrair e nos desviar do que deve ser o nosso foco: a nossa conversão diária, a nossa luta contra os nossos pecados, dia após dia. As famílias estão se desfazendo, a castidade é rara, a heresia invade nossos templos, o relativismo impera, a fé cristã esmorece na Europa, o martírio ceifa os cristãos do Oriente… E o povo ainda acha que a ameaça à nossa salvação é um chip?

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