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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Occupy Wall Street renasce no 1º de maio e ataca símbolos do consumo em NY


via operamundi / Efe

Com o fim do rigoroso inverno norte-americano, movimento voltou a ocupar ruas da maior metrópole dos EUA


Apesar de ser o berço do Dia do Trabalho, os Estados Unidos não têm a tradição de baixar as portas do comércio, nem fechar fábricas e escolas, como ocorre em quase todo o mundo. Ontem, porém, os manifestantes do movimento Occupy Wall Street mudaram este cenário, confiantes no lema que disseminam desde o ano passado: “Nós somos os 99% e podemos mudar o mundo”.

Após uma pausa devido ao rigoroso inverno no hemisfério norte, o movimento que protesta contra o sistema financeiro internacional e se espalhou pelo globo em 2011 voltou à ativa neste 1º de maio, com uma manifestação sem precedentes em Nova York.

O recado já havia sido dado, como noticiado no Opera Mundi: não ao consumo, ao trabalho, à escola. E eles cumpriram o que prometeram. Jovens, famílias inteiras com bebês de colo, idosos, mendigos, hipsters e engravatados ocuparam as ruas de Manhattan pacificamente, com guitarras, violões, bandeiras, cartazes, discursos, canções e gritos de protesto no simbólico ‘feriado’.

O movimento, que foi alvo de uma articulada repressão por parte da polícia norte-americana – que evacuou todos os ocupantes de suas bases, proibindo-os de ali voltarem a acampar – renasceu. A iniciativa começou cedo, com a ocupação do Bryan Park, na rua 42 com a 6a Avenida. O Occupy ainda realizou ações pontuais em alguns pontos de comércio e bancos (os vilões da crise americana de 2008, ajudados por Barack Obama para não quebrarem). Cartões-postais, como a ponte de Williamsburg, também foram ocupados.

Por volta das 14h (15h no horário de Brasília), centenas saíram em direção à Union Square, tomando a 5a Avenida, o símbolo-mor do consumismo nova-iorquino. Sempre acompanhados pela polícia, eles respeitaram até a rua 33 o cercadinho humano que os impossibilitava de tomar – literalmente – a avenida. Dado instante, porém, a multidão ficou irrefreável. A polícia perdeu o controle da situação – e a 5a Avenida foi, literalmente, ocupada. A liberdade, contudo, durou pouco, segundos. Centenas de policiais voltaram a cercar alguns manifestantes e prende-los.


Grande parcela dos ‘ocupadores’, entretanto, deu continuidade à caminhada e, por volta das 15h, já dominavam a Union Square, monitorada pelos homens da NYPD (o departamento de polícia de Nova York). “Loucura, era disso que eu estava falando”, dizia uma das manifestantes à amiga que empunhava a bandeira da anarquia, correndo em direção à praça. Lá, os discursos – e reivindicações – se misturavam, chamando atenção para os mais distintos assuntos: aborto, imigração, drogas, direitos de GLBT, cadeirantes. Todos, no fim, desembocavam no mesmo grito: o fim do capitalismo e dos privilégios ao 1% mais rico da população.

Encontro de classes

A professora Suzane, de 65 anos, que se recusou a dar o sobrenome por medo de retaliação, exaltou o Occupy como a “única salvação” para o sistema atual. “O dia de hoje é crucial para a história dos Estados Unidos. A única salvação para todo o mundo é a ocupação em Wall Street. Você tem aqui ricos, pobres, jovens e idosos, fora um monte de gente que não está aqui por medo de perderem seus trabalhos: gente da minha família inclusive. Em 65 anos nunca vi nada igual”, declarou Suzane.

Para a professora, o movimento é, sobretudo, “apolítico”. “Democratas ou republicanos, nós já vimos que nada acontece. A mídia, que deveria dar atenção a isso, é controlada pelo [Rupert] Murdoch, nada é noticiado. Por isso estamos aqui”. O jovem William, de 29 anos, que trabalha como operário em construção (e também se recusou a dar seu sobrenome), atendeu ao clamor do lema do “May Day” e “enforcou” o dia de trabalho para se juntar ao Occupy. Ele ressaltou a importância dos jovens – e da união com as diversas faixas etárias, raças e classes sociais.

William, entretanto, lembrou o medo de um grande número de trabalhadores que poderiam se juntar à causa e não o fazem por preverem represálias. “Eu acredito no Occupy, mas só não sei se ele consegue ser efetivo com esse número que temos aqui manifestando”, disse. A tese de represália – “num mundo cruelmente corporativista”, como pontuou Suzane – faz sentido. Diversos policiais empunhavam câmeras durante o manifesto – e, claro, que com intenções outras que a mera curiosidade ou o puro registro. Se negavam, no entanto, a explicar o uso da máquina.

Rumo ao coração financeiro

efe
Por volta das 16h30, um chamado do palco convocou as milhares de pessoas que ocupavam a Union Square e seus arredores para seguir em marcha ao Zucotti Park, em Wall Street, onde tudo começou. Os manifestantes passaram pela Broadway, interditando uma das principais avenidas de Manhattan, em meio às diversas grifes que pipocam pelo miolo do sofisticado bairro do SoHo. Moradores, turistas e comerciantes, em sua maioria, fotogravam, comentavam, aplaudiam. Outros, fechavam as portas, como uma loja da rede Starbucks.

A nova-iorquina Margie, 61 anos, dava de ombros ao cerco policial e sorria em meio à multidão, já a caminho do coração financeiro da cidade. Dizia-se feliz por participar e interagir com o ato “histórico”. “O que está acontecendo aqui é muito importante. E essa união, especialmente, pode mudar muita coisa. Eu espero que mude”.

Entretanto, nem tudo foram flores. Ainda no caminho, um policial questionado sobre como reagiriam quando os manifestantes chegassem a Wall Street, alterara: “Isso certamente não vai acabar bem”.

A exemplo de outras iniciativas do Occupy, como a caminhada na Ponte do Brooklyn e a marcha do Occupy Times Square, dezenas de manifestantes foram presos. A reportagem presenciou duas detenções, com direito a algemas e camburão. Uma das manifestantes presas, perguntada por alguém da imprensa porque estava sendo detida, limitou-se a responder, quase em silêncio, “porque eu sou contra”.

Próxima parada: Europa (e América do Sul)

Cidades como Paris também fizeram seu grito de resistência no 1o de Maio, mas foi apenas um ‘esquenta’ para a grande rede que irá se propagar em toda a Europa entre 12 a 15 de maio, quando eles prometem reativar a ‘revolução espanhola’ (que dominou as ruas e o Twitter com o hashtag #spanishrevolution no mesmo período do ano passado e que também está nas redes sociais sul-americanas com tags como: #OcupaRio, #12M e #15M, dentre outras...). O Occupy Wall Street, aliás (como o movimento dos ocupas aqui no Brasil), foi inspirado nos “indignados” espanhóis, que agregava o mesmo caldeirão de pessoas para se voltar contra o sistema.

Com o agravante da situação econômica na Europa – ainda pior que nos Estados Unidos –, a Espanha promete ser outra vez o epicentro do movimento. O país, onde uma em cada quatro pessoas está desempregada, vai fazer barulho. “O ‘May Day’ foi histórico e voltou para ficar. Mas a Europa vai queimar”, aposta o médico brasileiro Alexandre Carvalho, um dos idealizadores do Occupy.

sexta-feira, 27 de abril de 2012


Em 25 de Janeiro de 2011, os egípcios foram as ruas, tomaram a Praça Tahrir, e o ditador teve que deixar o poder. Em 15 de Maio, os espanhóis decidiram permanecer na Puerta del Sol, em Madri, depois da enorme manifestação que ganhou as ruas naquele dia. Estes acampamentos expandiram-se em poucos dias a toda a Espanha e, pouco depois, a outras cidades de continentes diferentes.

No dia 27 de Setembro, o Occupy Wall Street se instalou no coração financeiro do mundo, abalou as estruturas políticas dos EUA e inspirou milhares a ocuparem as praças de outra dezenas de cidades ao redor do mundo.

No dia 15 de outubro, milhões de pessoas saíram às ruas em mais de 1000 cidades em todo o planeta, sob o lema "Unidos Por Uma Mudança Global". No Brasil, algumas cidades se mobilizaram e praças públicas foram ocupadas em: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, dentre outras. Em todas elas, os acampamentos permaneceram por muitas semanas e meses, como espaços políticos de aprendizado, criatividade pulsante, e local privilegiado para experiências únicas de convívio humano.

O 12 de Maio (#12M) será um Dia Internacional de Mobilização, pessoas de todo o mundo tomarão as ruas para gritar contra o sistema capitalista e sua estruturação política que serve única e exclusivamente à manutenção dos interesses dos poderosos. Mais do que isso, mostraremos também que, perante esse sistema que não nos representa, construíremos outro, que contemple nossos sonhos, nossas lutas e nossas aspirações de futuro.

Junte-se a nós! Somos mulheres e homens cansadxs da exploração, da desumanização e da opressão que retira um pedaço de nossa alma e de nossa carne, todos os dias. Já chega!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Decisões coletivas: reunião Ocupa Rio 14.04.12 no MAM




1- Organizou-se um pequeno comitê para manter os canais de informação Ocupa Rio melhor atualizados com as agendas das diferentes iniciativas políticas apartidárias pelas cidades do Rio de janeiro e grande Rio. 

A intenção é enfatizar e promover o entendimento de que o Ocupa Rio não é um grupo, nem um coletivo, mas um espaço de ativismo político independente de partidos, e que se dá no encontro produtivo de movimentos, coletivos e ativistas independentes. 

Pedimos a todos ativistas e artivistas organizados em movimentos ou independentes que também que ajudem a divulgar suas iniciativas, encontros e reuniões, enviando a info sempre ao email ocupario@gmail.com e também como mensagem privada na página http://www.facebook.com/OcupaRio

2- Sobre o chamado Global 12M (12 de Maio) Local, debate, shows e publicação coletiva:

2.1- o local escolhido para as atividades do 12M foi o Largo da Carioca. 

2.2- os presentes se propuseram a organizar um debate Ocupa Rio e shows. 

O tema proposto é sobre o contexto da economia global e de iniciativas de autonomia local (cooperativas ecológicas, cooperativas de consumidores etc) e propostas de cooperação global independente de governos. Alguns nomes, instituições e movimentos foram sugeridos e serão contactados. 

Os interessados em ajudar com indicação e contato de nomes, por favor, enviar a info sempre ao email ocupario@gmail.com e também como mensagem privada na página http://www.facebook.com/OcupaRio

2.3- no 12 de Maio, será lançada publicação coletiva de formato e tamanho livres, de acordo com a colaboração recebida até o sábado dia 28 de abril pelo email ocupario@gmail.com. A publicação será aberta a todos os interessados. 

Favor enviar textos, poesias, quadrinhos e charges (tudo preferencialmente em Preto e Branco) com temas afins ao ativismo político apartidário de nível local ou global. 

Como ativismo político, entenda-se não apenas protestos e queixas sobre governos, mas também todo tipo de iniciativa colaborativa e de estímulo à autonomia das populações, por exemplo, na área de ecologia, educação, de identidade (movimento negro, LGBT, feministas, indígenas, quilombolas, etc), lutas urbanas e rurais por moradia, questões de direitos autorais, questões de patentes de sementes e remédios etc.

Lembre-se: enviar texto, poesia, charge, ou quadrinhos até dia 28 de abril para o email ocupario@gmail.com 

Para chegar ao público que não tem acesso ou costume de ler via computador, a intenção é lançar também em versão impressa no 12M, sem exagero de cópias para evitar o desperdício. Formas para financiamento colaborativo e cooperação com gráfica/impressoras estão sendo levantados. Os interessados em contribuir com impressão, materiais recicláveis e outras colaborações, favor se comunicar pelos canais indicados acima. 

2.4- Foi reforçado que o 12M é de livre participação, e que é desejável que todo tipo de coletivos, movimentos e associações de ativismo político produzam atividades independentes para o 12M e que será fortuito a convergência para o Largo da Carioca. 

Para viabilizar ou facilitar a iniciativa, os que quiserem colaboração e parceria com participantes do comitê de mobilização formado no encontro Ocupa Rio, por favor, contactar via email ocupario@gmail.com e por mensagem privada na página http://www.facebook.com/OcupaRio 

3- Segundo Ciclo de debates Ocupa Teoria: foi feito ata sobre este tema em separado e já está publicada no blog do GT Teoria: http://ocupateoria.wordpress.com/

Fonte: https://www.facebook.com/groups/274554705966670/permalink/281199471968860/ ~acessado em 18/04/2012 as 18h00.

Decisões coletivas: reunião Ocupa Rio 14.04.2012 no vão livre do MAM

Por favor divulguem em suas páginas, grupos e blogues !!!

domingo, 6 de novembro de 2011

11.11.11 :: Ocupe as Ruas :: Ocupe o Mundo

A luta por uma democracia real apenas começou. Dia 11/11/11 manifestações ocorrerão no mundo todo, em apoio aos cidadãos da Espanha, dos Estados Unidos, da Grécia, da Itália, do Chile e de todos os países que já começaram a se levantar contra a hegemonia de uma minoria em detrimento da maioria.

Também será uma oportunidade de mostrar solidariedade às ocupações que se iniciaram desde 15 de outubro pelo Brasil: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Foz do Iguaçú, Natal e Rio de Janeiro, dentre outras cidades.

No mundo, hoje, mais de 2490 cidades já aderiram à mobilização e têm acampamentos de ocupação popular permanente. Veja aqui.

Somos contra toda e qualquer tirania, opressão, exploração e abuso de poder. Basta de sermos tratados como mercadoria. A corrupção, a injustiça e desigualdade social chegaram a um ponto insustentável!

Estamos cansados de esperar uma atitude de nossos representantes.

Vamos ocupar as ruas e nos juntar ao movimento revolucionário que está acontecendo agora mesmo. Vamos nos unir e resistir. E então dar início a uma nova realidade, melhor para todos nós.

#DemocraciaReal #111111 #SomosTodosUm #11N #OcupeOMundo #OcupandoJuntos

ATENÇÃO: Procure por sua cidade na lista de eventos confirmados. Caso ainda não haja um, crie e publique o link no mural. Estamos juntos, somos 99%!

\o/

Belo Horizonte/MG

Brasília/DF

Curitiba/PR

Goiânia/GO

Natal/RN

Nova Friburgo/RJ

Porto Alegre/RS

Rio de Janeiro/RJ

São Carlos/SP

São Paulo/SP

Vitória/ES

Evento mundial

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

BRAZIL: "Occupy" Movement Rolls to Rio - IPS ipsnews.net


"Occupy Rio" protesters camping out in Cinelândia square. By Fabíola Ortiz to IPS

RIO DE JANEIRO, Nov 3, 2011 (IPS) - Inspired by the movement for real democracy and people's power that has spread to hundreds of cities around the world, young Brazilians in Rio de Janeiro have created their own version of "Occupy Wall Street", dubbed "Occupy Rio".

Following in the footsteps of Spain's "Indignados" (outraged people), about 200 young people are carrying out a peaceful protest in one of the main squares in Rio's city centre, where thousands of people pass by every day.

Around 125 tents have been pitched in the Cinelândia square, where the city council, the municipal theatre and the national library are situated. The square has become the focal point of demonstrations criticising consumerism, social inequality and the financial system.

Dozens of placards, reading "You are free", "Come out of your living-room-prison, your life is worth much more than a soap opera episode," or "Transform arms into art", express the sense of peaceful protest and freedom that has inundated the plaza since Saturday Oct. 22.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

29 de outubro - Marcha Global de #RobinHood



Uma proposta para as assembléias gerais do movimento occupy, originada dos companheiros que ocupam a Wall St, em Nova Iorque.

Há pouco mais de oito anos atrás, em 15 de fevereiro de 2003, mais de 15 milhões de pessoas em sessenta países marcharam juntos para tentar impedir o então presidente dos EUA, George Bush, de invadir o Iraque. Uma parcela enorme da humanidade se uniu por um dia, sem temer qualquer represália, e vislumbrou o poder que um movimento - no qual o povo está unido - tem.

Agora temos a oportunidade de repetir esse desempenho em uma escala ainda maior.

Em 29 de outubro, às vésperas da Cúpula de Líderes do G20 na França, vamos nos levantar. Vamos nos unir às pessoas do mundo inteiro e exigir que nossos líderes, que vão participar do G20, façam como o personagem mítico #RobinHood e imponham imediatamente um imposto maior em todas as transações financeiras e negócios cambiais de 1% da população, que são os detentores da maioria dos recursos financeiros do Planeta.

É perfeitamente justo tirar mais dos ricos e distribuir entre os pobres. O que não podemos é permitir que continuem a tirar dos pobres para distribuir entre os ricos, tornando-os ainda mais ricos. As grandes fortunas devem ser taxadas sem dó nem piedade, pois para serem formadas seus detentores não mostraram qualquer compaixão ou respeito para com seus semelhantes.

Vamos enviara nossos líderes uma mensagem clara:

Nós queremos que vocês desacelerem um pouco o giro desse dinheiro - cerca de $ 1,3 trilhões de dólares fáceis - que circula todos os dias na panelinha do cassino glogal dos multimilhonários. Esse dinheiro que gira diariamente na especulação financeira - na crença ingenua e cruel da acumulação infinita - é dinheiro suficiente para financiar todos os programas sociais e iniciativas ambientais que existe ao redor do mundo. Basta de hipocrisia. Com estes recursos, que são verdadeiramente fartos, pode ser proporcionado um padrão de vida digno para todos na Terra.

Vamos levar essa idéia para cada célula do movimento Occupy e nos mobilizar junto com nossos companheiros, nas ruas, em 29 de outubro.

Não conseguimos impedir o Bush de fazer a guerra no Iraque e hoje americanos e iraquianos, dentre outros tantos, pagam um preço enorme pela burrice e pela ganância de seus líderes de então. Só quem ganha com as guerra é a indústria armamentista, que fatura trilhões com o derramamento do sangue de milhões de inocentes.

O argumento é um só:

Se nós elegemos nossos líderes eles devem trabalhar para nós e não para os que financiaram suas campanhas, pagando a conta de seus programas de TV, adesivos, broches, comitês de campanha e etc... afinal não é o dinheiro e sim o voto que lhes deu o poder. 

Se estes que pagam a conta dos políticos se unissem para votar, não elegem nem um síndico de prédio. É um absurdo, uma afrota, os políticos darem hoje mais valor ao dineiro de seus mecenas que ao voto de seus eleitores.

Basta de colocarem champagne, caviar, mansões, iates e jatinhos de luxo na nossa conta. Nós somos 99% e vamos juntos ocupar!

rssj