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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Tristão da Cunha, o arquipélago habitado mais remoto do mundo





Tristão da Cunha é o nome de um grupo remoto de ilhas vulcânicas situado no Atlântico Sul e o nome da ilha principal do grupo. É considerado o arquipélago habitado mais remoto do mundo.

O lugar mais próximo de Tristão da Cunha que pode soar um sino é provavelmente Cape Town da África do Sul. Viajar para lá de avião não é uma opção, pois não há aeroporto na ilha; chegar a Tristão só é possível de barco, o que em si pode demorar quase uma semana.

Se perguntando aonde é Tristão da Cunha?
No globo você pode ver o ponto no Atlântico Sul,
 indicando o local exato do remoto arquipélago inglês.
O arquipélago está situado a 2.000km de distância da terra habitada mais próxima, que é Santa Helena e 2.800km do solo continental mais próximo, que é a África do Sul. A América do Sul fica a cerca de 3.200km de Tristão na direção oposta.

As ilhas fazem parte do território ultramarino britânico de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha, como é o seu nome oficial. 

O primeiro relatório sobre o arquipélago remoto ocorreu em 1506, pelo explorador português Tristão da Cunha. Além da descoberta dessas ilhas, da Cunha é conhecida por seu serviço ao Rei Manuel I de Portugal e como embaixador do Papa Leão X em Roma, bem como pela apresentação notável das novas conquistas de Portugal ao Papa. 

Em 1506, Tristão não conseguiu desembarcar nas ilhas devido a mares severamente furiosos, mas ele recebeu as honras e teve a ilha nomeada com seu próprio nome, Ilha de Tristão da Cunha, sendo o nome posteriormente anglicanizado.

Tristão da Cunha, 1575
De acordo com os registros, foi novamente um português que primeiro conseguiu chegar ao arquipélago, alegadamente em 1520, quando um navio capitaneado por Ruy Vaz Pereira parou em Tristão e teria lá desembarcado para buscar água. 

Entretanto, o primeiro desembarque que podemos ter certeza de que ocorreu, aconteceu em 7 de fevereiro de 1643, pela tripulação do navio holandês Heemstede da Companhia das Índias Orientais.

No próximo quarto de século, os holandeses fizeram escala muitas vezes na ilha e, em 1656, produziram os primeiros mapas topográficos da região. A exploração completa foi feita pelos franceses em 1767, quando a tripulação de uma corveta francesa conhecida como Heure du Berger ficou na ilha por três dias. A ilha, porém, permaneceu desabitada até o século XIX.

A Bandeira de Tristão da Cunha
Jonathan Lambert foi o nome do primeiro colonizador da ilha que veio de Massachusetts. Chegou a Tristão da Cunha em dezembro de 1810, acompanhado por outros dois homens. Naquele momento, Lambert declarou publicamente as ilhas em sua propriedade e as chamou de "Ilhas do Refresco". Em 1812, apenas um homem dos três colonos originais havia sobrevivido na ilha; seu nome era Thomas Currie, ele vivia como fazendeiro em Tristão.

No entanto, Tristão da Cunha foi anexado pelo Reino Unido em 1816 e governado da Colônia do Cabo, na África do Sul. Alegadamente, esta foi uma precaução para garantir que os franceses não pudessem usar as ilhas como base para realizar operações de resgate e libertar Napoleão Bonaparte de sua prisão em "nas proximidades" de Santa Helena.

O único assentamento do arquipélago é chamado de Edinburgh of the Seven Seas. Localizado no norte da ilha, a vila foi estabelecida no século XIX.

A majestade do arquipélago habitado mais remoto do mundo se estende pelo oceano.
Crédito da foto Brian Gratwicke CC BY 2.0 

As ilhas têm vulcões ativos, e no passado, eles entraram em erupção. Além daqueles momentos em que os vulcões irrompem, Tristão da Cunha é geralmente um lugar pacífico para viver. Em 1961, quando ocorreram erupções mais severas, seguidas por deslizamentos de terra e terremotos, toda a população abandonou a ilha e partiu para a Inglaterra. Alegadamente, a maioria deles estava tão acostumada com a vida na cidadezinha e o clima selvagem, que eles voltaram para a ilha assim que os geólogos confirmaram ser seguro para eles voltar a morar lá.

Foto do único assentamento do arquipélago hoje:
Edimburgo dos Sete Mares,
Foto: Michael Clarke - CC BY-SA 2.0
Tristão da Cunha pode não ser o destino mais típico para se passar férias, nem é prático. Os visitantes não irão tropeçar em nenhum restaurante ou hotel. O que pode ser o diferencial da ilha em relação a outros lugares, é "o isolamento mais extremo".

Em janeiro de 2017, a população total de residentes permanentes na ilha principal era de 262 habitantes. As outras ilhas permanecem desabitadas, exceto pelo pessoal que trabalha em uma das ilhas com uma estação meteorológica. Pode ser que em 5 de dezembro de 2048 o arquipélago finalmente tenha algo mais, apesar de ser extremamente isolado, para oferecer aos visitantes. Calcula-se que neste dia, um eclipse solar total poderá ser observado da ilha por quase três minutos e meio. Isso é muito legal e deve atrair visitantes para Tristão da Cunha, o arquipélago habitado mais isolado do mundo.

Fonte: The Vintage News - Tristan da Cunha is the most remote inhabited archipelago in the world - tradução livre

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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Encontrada a Lendária cidade perdida de Atlantida?



No fundo do oceano, na área do Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas Canadenses descobriu uma cidade perdida. 

A noroeste da costa de Cuba, a 700 metros de profundidade, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objecto parecido com uma esfinge.

Especialistas sugerem que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central. A antiga cidade podia ser habitada por uma civilização semelhante aos habitantes de Teotihuacán (cidade fantasma de cerca de 2000 anos, localizada a 50 km da cidade do México).

Quem gosta de pesquisar sobre mistérios da humanidade e enigmas do planeta Terra, sabe que o Triângulo das Bermudas até hoje fascina pelas suas ocorrências inexplicáveis.

São fenómenos popularizados em documentários da TV, em livros e revistas, e portanto dificilmente haja quem nunca tenha ouvido falar da região onde aviões e navios desaparecem silenciosa e misteriosamente.

Mas parece que o Triângulo jamais pára de nos surpreender.

Quem são os responsáveis pela construcção de tais monumentos? Como foram eles parar quase intactos no fundo do mar?

É aqui que mais uma vez a ciência oficial entra em conflito com os pesquisadores alternativos.

Apesar de ainda ser cedo, os cientistas afirmam que as ruínas pertencem a uma antiga civilização da América Central do período pré-clássico; já os pesquisadores independentes afirmam que as ruínas provavelmente são de Atlântida, o lendário continente desaparecido mencionado pela primeira vez pelo filósofo Platão.

Independentemente das suas origens, o achado é revolucionário, uma das maiores descobertas arqueológicas dos últimos tempos.

Descobertas ruínas de uma cidade sob o mar próximo a Cuba

Na costa da península de Guanahacabibes, província de Pinar de Del Rio – Cuba, a uma profundidade entre 60 ou 750 metros, Pauline Zalitzky (engenheira naval de nacionalidade russa) e o seu marido Paul Weinzweig, proprietários da empresa canadense Advanced Digital Communications, trabalhando para o governo cubano descobriram um complexo de ruínas submarinas. É uma cidade que se estende numa área de 2 km².

Os primeiros indícios, revelados por imagens obtidas por um sonar instalado a bordo do navio de pesquisa Ulises apareceram em 2000. Em Julho de 2001 com a divulgação das fotografias extraídas das imagens de vídeo feitas por um robô anfíbio, foram publicadas as primeiras notícias sobre as descobertas.

A localização das ruínas submarinas

Em 2002, Weinzweig declarou aos jornais: Não sabemos ao certo o que é mas, no México (pré-hispânico), a tradição oral fala de uma civilização avançada de pessoas altas, de pele branca que vieram do Oriente, provenientes de uma ilha que afundou num grande desastre natural. Ali, a palavra Atlanticu significa “nosso bom pai” ou “lugar onde descansa nosso bom pai”.

Na época, a descoberta esteve cercada de incredulidade. O editor senior da revista National Geographic, John Echave, que foi a Cuba estudar as imagens do sonar, comentou: São anomalias interessantes mas isso é tudo que se pode dizer agora. Echave lembrou que é difícil explicar formações geológicas submarinas a exemplo das que foram encontradas em outras partes do mundo, como Japão e Bahamas.

O geólogo da Marinha cubana Manuel Iturral pediu mais amostras antes de tirar conclusões sobre o local, dizendo: Nós temos alguns números que são extremamente incomuns, mas a natureza é muito mais rica do que pensamos. Estimando que teria levado 50.000 anos para tais estruturas terem-se afundado à profundidade em que foram encontradas, ele disse que há 50 mil anos atrás não havia a capacidade de arquitetura em nenhuma das culturas que conhecemos para construir edifícios complexos.

Mais recentemente (em 2012), o assunto voltou à mídia. Durante este pouco mais de dez anos os descobridores tiveram dificuldades para encontrar financiamento da tecnologia capaz de chegar perto das formações.

Finalmente, conseguiram um robô submarino equipado com câmeras e poderosos dispositivos de iluminação que confirmaram a natureza antropológica das estruturas: de facto, são ruínas de uma cidade gigante que repousam no fundo das águas.

As ruínas incluem pelo menos quatro pirâmides, sendo que uma delas é de cristal além de outras estruturas, como magníficas esfinges e registros de uma escrita desconhecida gravada em blocos de pedra que pesam centenas de toneladas. Todo o complexo está localizado no perímetro do Triângulo das Bermudas.

Ocultamento deliberado

Depois de uma década de descrença e especulação, com a divulgação das imagens nítidas obtidas pelo robô, surgem rumores de que estas ruínas eram conhecidas há muito tempo pelo governo dos Estados Unidos, que descobriu o lugar no auge da crise política com Cuba. O lugar passou a ser imediatamente monitorizado e dificultado para civis mas os norte-americanos exploraram o achado e terão recolhido numerosos objectos.


Pirâmide de Cristal

Entre as construções submarinas descobertas no Triângulo das Bermudas as mais impressionantes são duas pirâmides gigantescas, maiores que a pirâmide de Quéops do Egito.

Uma delas tem dimensões avaliadas em 300 m de base por 200 metros de altura. Ambas foram aparentemente edificadas com um material semelhante ao vidro grosso, com paredes lisas e translúcidas. No topo da pirâmide existem dois orifícios grandes.

Por eles, a água passa em grande velocidade provocando uma movimentação intensa do líquido, criando um vórtice, uma espiral, redemoinho que produz ondas e névoa na superfície do mar. Os cientistas especulam se esta não seria a causa da misteriosa desorientação e/ou desaparecimentos de embarcações e aeronaves que transitam na área.

Alguns místicos especulam que a “pirâmide de cristal”, como tem sido chamada, é um local sagrado que, ainda hoje é protegido por entidades atlantes e por isso, navios e aviões que passam no local podem ser considerados como invasores ou profanadores de um santuário sendo, por isso, exterminados.

Outros, cogitam que as pirâmides são receptores de raios cósmicos; ou, ainda, que formam campos de energia de natureza quântica, criando um vácuo ou passagem capaz de puxar aqueles veículos que desapareceram ali ao longo da história.

Arqueólogos postulam que as construções foram, originalmente, edificadas em terra firme e posteriormente submergiram em virtude de uma catástrofe natural.

Essa hipótese implica, necessariamente, admitir a existência de uma vasta porção de terra continental ou insular no meio do Atlântico numa época geológica recuada, ideia que reforça a crença numa Atlântida histórica que transcende a dimensão da narrativa mitológica conferindo credibilidade ao texto de Platão, um dos mais antigos registros da realidade dessa civilização desaparecida.

Uma vez Faetonte, filho de Hélio (o Sol), preparou a biga de seu pai [e a pôs em movimento] mas, incapaz de dirigi-la pela rota tomada por seu pai, provocou a incineração de tudo que existia sobre a Terra, sendo ele próprio destruído por um raio – essa história, tal como é relatada, apresenta o perfil de um mito.

Entretanto, a verdade nela encerrada aponta para um desvio dos corpos celestes que giram em torno da Terra, causando a destruição do que há sobre a Terra através de incêndios recorrentes a longos intervalos.

Nessas ocasiões todos os habitantes das montanhas e das regiões elevadas perecem mais do que os que habitam nas proximidades dos rios e do mar. Por outro lado, na ocasião em que os deuses purificam a Terra mediante um dilúvio, todos os pastores que se encontram nas montanhas são salvos, ao passo que aqueles que vivem nas cidades… são colhidos pelos rios e lançados ao mar.

Timeu de Platão e o Vortex

Na pirâmide submersa existe um dispositivo que captura forças telúricas e cósmicas. Esse dispositivo armazenava e gerava toda a energia necessária utilizada da civilização atlante.

Esse captor ainda funciona e, eventualmente, em virtude de variações das potências atmosféricas, solares e planetárias, o gerador da pirâmide cria um vortex que, na superfície do oceano, manifesta-se como um redemoinho mortal para os navios e aviões que estejam de passagem no local. No mundo, existem ao menos dois lugares que também possuem pirâmides dotadas desse mecanismo: a Grande Pirâmide de Gizé e o Mar do Diabo, no Japão. (ROYER, 2012).

O Cristalito

A base dessa tecnologia é o material do qual, em si mesma, é feita a pirâmide: um mineral chamado cristalito, encontrado, actualmente, em lugares como as praias de Gibraltar.
O cristalito, assim como os cristais em geral, além de ser muito resistente, a exemplo de seu parente, o diamante, tem a capacidade de atrair e absorver intensamente energia cósmica que os atlantes podiam, então, converter em outras formas de energia, como a eléctrica, que pode gerar forças de naturezas diferentes, da mecânica à luminosa; é capaz de mover um autocarro ou produzir um raio laser terapêutico, por exemplo.

Edgar Cayce, Atlântida; A Pedra Tuaoi

Quando se fala de Atlântida, além da inevitável referência a Platão, existe ainda outro nome que não pode ser esquecido: Edgar Evans Cayce (1877-1945), o clarividente norte-americano que entre muitos temas, nos seus momentos de transe, falava sobre essa misteriosa civilização.

Nos seus relatos, Cayce fala de um instrumento da tecnologia Atlante que ele chamava de Pedra Tuaoi ou Fire Stone. Descreveu esse objecto como um cristal grande, cilíndrico e prismático – na forma de um hexaedro (possuía seis lados).

Encapsulado num domo, no alto de um edifício, era exposto à luz do Sol, da Lua e das estrelas conforme a necessidade. A Pedra Tuaoi era usada para capturar energia e distribuir essa energia em toda a extensão de um território. O seu poder de captação podia armazenar não somente energias telúricas e cósmicas mas, também, forças elementares: espectros de luz infravermelha e ultravioleta, raios gama, radiação, energia etérica e electromagnética.

Essa energia foi utilizada para diversos fins. No começo, o cristal era uma ferramenta essencialmente espiritual manipulada somente por Iniciados (sacerdotes). À medida em que a Raça Atlante se desenvolvia fisicamente, tornando-se mais materializada, começaram a usar a Fire Stone para rejuvenescer os seus corpos, o quê lhes permitia viver (em um mesmo corpo) centenas de anos.

Com o tempo, outras utilizações foram surgindo. As correntes de energia eram emitidas por todo o reino, transpondo qualquer obstáculo de distância, ao modo de ondas de rádio propulsionando o funcionamento de máquinas, desde as industriais aos veículos de transporte, fornecendo luz e calor. Além disso, também serviu à comunicação podendo transmitir mensagens de imagens e sons.

Consulte as fontes para ter acesso a vários links.

Fonte:

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O nível do mar está subindo mais rápido na Antártica

Pesquisadores, da Universidade britânica de Southampton, realizaram um estudo com base no acompanhamento de mais de um milhão de quilômetros quadrados de território antártico e, concluiram que o nível do mar está 2 centímetros mais alto na Antártida do que a média de 6 centímetros observados no resto o planeta.

O estudo foi publicado pela revista "Nature Geoscience"

via EL UNIVERSAL (reprodução sin permisso)
segunda-feira 1 de setembro de 2014 10:06


PARIS: A observação da Antártica nas últimas duas décadas, revela que as geleiras causaram um aumento do nível do mar, nas costas do Continente Gelado, 2 centímetros mais alto do que no resto do planeta, de acordo com um estudo divulgado pela AFP.

Pesquisadores da Universidade britânica de Southampton conduziram o estudo, publicado domingo pela "Nature Geoscience", baseado no monitoramento de mais de um milhão de quilômetros quadrados de território antártico, a partir de satélites de observação da Terra, nos últimos 19 anos.

Os cientistas advertiram que o aumento do nível do mar é 2 centímetros mais alto na Antártida do que a média de 6 centímetros observada no resto do planeta.

A pesquisa foi conduzida em estreita colaboração com pesquisadores do Centro Nacional de Oceanográfico, e Observatório Antártico Britânico.

O derretimento da camada de gelo da Antártida, e do gelo flutuante, ajudou a formar um excesso de 350 gigatoneladas de água doce nos oceanos adjacentes. Isto levou a uma redução da salinidade, verificada nas medições de navios que navegam na região.

"A água doce é menos densa que a salgada e, portanto, em regiões onde há um excesso de água doce é esperado um aumento no nível do mar", disse Craig Rye, que lidera a equipe de pesquisa, em um comunicado.

Além das observações de satélites, os cientistas realizaram simulações de computador sobre o efeito do derretimento de geleiras no Oceano Antártico.

Os resultados da simulação refletem com precisão o que é observado em imagens reais fornecidas por satélites.

"O modelo de computador confirma a nossa teoria, de que o nível do mar que observamos nos dados coletados pelo satélite, são quase inteiramente resultado de uma dessalinização, resultante da fusão do gelo", disse Craig.

De acordo com o especialista, "a interação entre o ar, mar e gelo, nestes mares, é um fator determinante para a estabilidade da casca polar antártica de gelo, e, do nível do mar, bem como outros processos ambientais, tais como a geração de águas profundas da Antártida, que esfriam e renovam uma boa parte das profundezas oceânicas do planeta".