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sexta-feira, 3 de março de 2017

A Internet é capaz de distorcer a percepção de tempo



Você abre o Facebook só para dar uma espiadinha e, quando se dá conta, está ali há horas. 

Como isso aconteceu?

Psicólogos da Universidade de Kent, no Reino Unido, fizeram uma pesquisa e descobriram que, quando pessoas navegam na internet ou usam a rede social, elas têm uma “percepção prejudicada do tempo”. E mais: a criação de Mark Zuckerberg é quem mais causa isso.

No estudo, intitulado de Internet and Facebook Related Images Affect the Perception of Time, cientistas tentaram entender como a “atenção” e a “excitação”, sentimentos que permanecem em primeiro plano durante os períodos em que estamos conectados, influenciam a nossa percepção das horas.

A conclusão foi que o Facebook faz com que as pessoas percam a noção do tempo – muito mais do que o resto da internet. Mas ambos são capazes de distorcer o tempo.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores monitoraram 44 pessoas. Elas foram expostas a 20 imagens: cinco fotos eram associadas ao Facebook (como imagens do dia a dia de alguém, de casamentos, de viagens etc), outras cinco eram de coisas genéricas da internet (como sites de interesse específico) e as demais eram neutras. Os participantes tinham que auto-avaliar o tempo que passaram olhando para cada uma das fotos.

Fonte: Fãs da Psicanálise

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Está com alguém? Cuidado com as redes sociais!




Quando foi a última vez que você ficou frustrado quando viu seu namorado disponível no WhatsApp e ele não te respondeu? A tecnologia tem sido definitivamente um benefício para o casal, principalmente para aqueles que namoram à distância, mas muitas vezes acaba complicando ainda mais...

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Segurança online :: Golpes no Facebook



As 10 principais iscas para golpes no Facebook
via Olhar Digital - em 27/08/2014 às 10h10

A empresa de segurança Bitdefender emitiu hoje um alerta sobre as 10 principais iscas para golpes de cibercriminosos no Facebook. "Em redes com grande número de usuários, estas postagens aparentemente ingênuas acabam contaminando todo o ambiente", analisa o diretor Eduardo D´Antona.

Confira abaixo as ameaças listadas pela empresa e evite dar atenção a elas:

1 - O falso livro de visitas - Um dos principais posts virais, que já ronda as redes sociais há muito tempo, é o famoso aplicativo para ver quem visitou o seu perfil, em muitos casos prometendo até estatísticas de perfis divididos por sexo. Diferentemente do quase extinto Orkut, o Facebook não oferece esse recurso, portanto, o melhor é não ceder à tentação de baixar aplicativos maliciosos no computador.

2- Não tente mudar a cor de sua página - Outro golpe já bastante conhecido é o que promete a mudança da cor do Facebook por meio de um aplicativo. Na melhor das hipóteses, essa falsa promessa levará o usuário a baixar vários "add-nos" no computador, fazendo com que este passe a enxergar a sua página com outra cor ou estilo. No entanto, como não provém de fontes confiáveis, a atitude mais sensata é resistir à aparente mudança.

3 - O fim do Facebook? - Uma popularíssima circular alerta os usuários para o fim do Facebook ou início das cobranças para a utilização da rede social. Mas é apenas outra isca bastante utilizada pelos cibercriminosos. Tal como o fim do mundo, também é impossível prever quando será o fim do Facebook. E sobre as supostas cobranças, a resposta está no próprio termo na página da rede social. Com essa informação em mente, a orientação é que o usuário simplesmente ignore qualquer mensagem do gênero.

4- Botão "Descurtir" só para desfazer a ação de clicar em "curtir" - A adição de novos botões, tais como os tão esperados "descurtir" (como alternativa ao botão curtir, e não de desfazer a respectiva ação) ou "love", definitivamente, são capazes de despertar a curiosidade dos usuários. Mas, infelizmente, a tradição do facebook parece agradar a maioria dos seguidores, basta lembrar-se das decepções que sucederam a mudança da aparência da timeline. Então, o mais provável é que qualquer notícia sobre tais funções não tenha procedência lícita. Em todo caso, uma breve pesquisa no google pode dirimir a dúvida.



5 - Recuse "presentes" do eBay - Vale-presentes ou brindes legais gratuitos para os primeiros 10 mil participantes realmente parecem irresistíveis, mas dar 10 mil cartões, a US$200 cada, totalizando US$ 2 milhões, não parece uma atitude muito verossímil da parte do e-Bay. Se tal iniciativa fosse real, seria merecedora de ao menos uma manchete nos principais meios de comunicação. Como tal manchete não existiu, então com certeza é uma farsa.

6 - Fuja das mutilações em público - Curtir e compartilhar vídeos com imagens atrozes de animais mutilados e sofrimento de crianças infelizmente são ações comuns no facebook e demais redes sociais. Movimentos sociais e sensibilização de causas são instrumentos poderosos nas mãos de cibercriminosos que conseguem despertar falsas ideias de solidariedade ao disseminarem imagens desse tipo. Felizmente, uma rápida pesquisa online acerca do conteúdo proposto, facilmente poderá ajudar o usuário a distinguir o verdadeiro do falso.

7 - Não tente assistir ao que ninguém consegue - Aquela máxima de que "quanto menos pessoas viram, mais interessante se torna" também é levada em conta para a criação de mensagens maliciosas. Vídeos com a chamada "X porcento de pessoas não conseguiram assistir a esse vídeo por mais de xx segundos" continuam fazendo muito sucesso na rede social. Geralmente, vêm acompanhados de uma imagem pornográfica para atiçar o interesse da vítima. O ideal é manter-se longe dessas pegadinhas.

8 - O perigo mora com as estrelas - Não é de hoje que as celebridades servem de pano de fundo para a disseminação de diversos tipos de campanhas, sejam elas lícitas ou ilícitas. E quando esses nomes vêm atrelados a temas como sexo ou morte, tornam-se ainda mais poderosos. Curiosidade, nesse caso, é o nome da praga que pode fazer com que o usuário coloque sua rede em risco. É melhor dizer NÃO.

9 - Esqueça vídeos íntimos das celebridades - A mesma reposta vale para os vídeos de sexo e imagens nuas dessas mesmas celebridades. Na maioria das vezes, elas vêm acompanhadas de uma solicitação para instalar um arquivo ou uma extensão a fim de que você tenha acesso a arquivos inéditos e não divulgados. Também não é necessário dizer que esses arquivos são apenas truques que comprometerão a segurança dos seus dados.

10 - Atualizações arriscadas - E, por fim, as velhas e falsas atualizações de Java, Flashplayer, navegadores, e afins não acabam até que o usuário instale algo, de preferência algo não autorizado, ou simplesmente um phishing. Se o estrago já estiver feito, basta desinstalar as falsas extensões do navegador. Para ver o passo a passo do Firefox, acesse a página. Ou aqui, no caso do Chrome.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/43768/43768

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Quanto mais você usa o Facebook, mais infeliz você fica




Redes Sociais e você

Este é o resultado de uma pesquisa inédita, que traz também uma boa notícia: os voluntários que tiveram mais contato real (e não virtual) com outras pessoas, foram mais felizes

por Lino Bocchini — publicado 27/09/2013 14:38, última modificação 27/09/2013 21:21 - reprodução de http://bit.ly/188WKGi - Carta Capital

Sim, é isso mesmo. Quanto mais você usa o Facebook, mais você fica infeliz. Pior: fica também mais solitário(a). E isso não é papo de boteco ou conclusão da cabeça do autor deste texto. Trata-se do resultado de uma pesquisa de fôlego recente conduzida pelo Laboratório de Estudos de Emoção e Autocontrole da Escola de Psicologia da Universidade de Michigan.

O resultado foi publicado pela Public Library of Science agora na segunda quinzena de agosto e é um dos destaques da reportagem "Brucutus da Timeline", dos repórteres Edu Graça e Rodrigo Martins, de CartaCapital. O material da dupla traz também outros estudos, e está na capa da edição que começou a chegar às bancas e tablets nesta sexta-feira 27.

O levantamento que chegou à conclusão dolorosa do título deste artigo foi conduzido pelo professor Ethan Kross, do Instituto de Pesquisas Sociais da Universidade de Michigan, em parceria com Phillipe Verduyn, da Universidade de Leuven, na Bélgica. Destacou-se por ser o primeiro a acompanhar com um método claro a rotina de dezenas de usuários da rede social.



Foram recrutados 82 jovens com menos de 30 anos para o experimento, e as perguntas foram enviadas diariamente 5 vezes, das 10 da manhã à meia noite, por meio de sms (mensagem de texto por celular). "Com isso fomos capazes de mostrar como o ânimo dos usuários mudava de acordo com o uso que cada um fazia do Facebook", explica Kross.

Independentemente da quantidade de amigos, das condições psicológicas dos pesquisados e da motivação para o uso da internet, a cada passagem pelo Facebook  aumentavam a preocupação e a sensação de isolamento e infelicidade dos jovens. "Em princípio, o Facebook parece oferecer recursos inestimáveis para satisfazer a necessidade humana de conexão social. Em vez de incrementar a sensação de bem estar, nossa pesquisa sugere, no entanto, que o Facebook diminui a percepção de felicidade do usuário", analisa o acadêmico.

Os 82 voluntários foram também instados a dar uma nota de satisfação obtida consigo mesmo no começo e no fim da pesquisa. A exposição ao Facebook apareceu diretamente ligada à sensação de infelicidade: quem passava mais tempo no site, mais infeliz havia ficado duas semanas depois. Por outro lado, quanto maior o contato social direto, com amigos de carne e osso, sem mediação digital, maior a sensação de felicidade.

O cientista levanta uma possibilidade para este fato: o Facebook ativaria um poderoso processo de comparação social. "Os indivíduos tendem a postar informação, fotos e anúncios que fazem com que suas vidas pareçam sensacionais. Exposição frequente a esse tipo de informação pode levar o outro a sentir que sua vida é, em comparação, pior. Essa é uma das possíveis explicações. Outro fator pode ser a falta de interação direta com outras pessoas."

Vale a reflexão.


segunda-feira, 25 de março de 2013

INFOGRÁFICO ::100 Surpreendentes Estatísticas de Mídias Sociais, fatos e números



Você sabia que existem mais dispositivos conectados à Internet do que pessoas em todo o planeta?

Este pipeline global de dados mantém o mundo conectado, e em nenhum lugar a presença das TICs é sentida mais fortemente do que em mídias sociais. 

A cada minuto do dia, milhares de fotos são compartilhadas no Instagram, são trocados dezenas de milhares de tweets no Twitter, horas e mais horas de vídeo são carregados no YouTube e centenas de milhares de fragmentos de conteúdo são postados no Facebook.

E estamos apenas tocando a superfície!

Por exemplo, indo mais a fundo, você sabia que:
  • Um em cada sete minutos online é gasto no Facebook
  • 340 milhões tweets são enviados a cada dia
  • A Pinterest é a rede social que abarganha fortemente a maioria dos usuários do sexo feminino, enquanto a Google+ é predominantemente utilizada por homens
  • 300 milhões de imagens são enviadas todos os dias, via Instagram, para o Facebook
  • 61% dos usuários do LinkedIn usam-no como seu principal site na área profissional
Estas e outras incríveis estatísticas, fatos e dados, a respeito das mídias sociais, podem ser encontradas no infográfico abaixo:



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como as pessoas usam seu tempo online



Trinta por cento da população mundial usa a internet, ou seja: 2.095.006.005 pessoas. A população conectada gasta 35 bilhões de horas online todo mês. Essas horas somadas equivalem a 3.995.444 anos!

A maioria passa o tempo em redes sociais (22%), em sites de busca (21%), consumindo conteúdo (20%) e no email (19%). Nenhum site é mais visitado que o Google. Mas o Facebook é como um vício, pois é o que toma mais tempo dos internautas. 

Estatísticas

- Os brasileiros são os que, em média, têm mais 'amigos' nas redes sociais: 481

- As pessoas fazem mais de 1 bilhão de consultas por dia ao Google

- O Reino Unido tem a maior população online: 85% da população. Os EUA estão no quinto lugar (79%). O Brasil tem 40,6%

- Mais de 56% usam redes sociais para espionar pessoas próximas a elas (fique atent@ a esse tipo de internauta, são fofoqueiros digitais: seja no amor, na família, no círculo de amizades ou no trabalho). Foque, não fofoque!

- São postados diariamente mais de 250 milhões de tweets

- Facebook: mais de 800 milhões de atualizações por dia

How People Spend Their Time Online


Infographic by- GO-Gulf.com Dubai Web Design Company

Recomendado para você

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Isaac Asimov, em 1988, já previa o impacto da Internet





Isaac Asimov mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc.


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O poder de comunicação das redes sociais




DA SEÇÃO MÍDIA DIGITAL :: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Valério Cruz Brittos e Marta Reckziegel em 13/12/2011 na edição 672

Com a crescente explosão de redes sociais, verificada nos últimos anos, a mudança de comportamento dos indivíduos e das organizações para com a mídia passou por uma (esperada) mudança. Em muitos casos, as relações, tanto entre amigos quanto entre vendedor e cliente, tiveram que ser readaptadas e estruturadas para o uso das tecnologias digitais. Através da internet surgiram novas formas de comunicação, capazes de mudar essa dinâmica, obrigando empresas a se reinventarem e atrair públicos interessados em programas originalmente destinados ao entretenimento. As ações de propaganda e marketing através dos meios tradicionais perderam espaço, gerando novas formas de comunicação mercadológica.

Isso é claramente visto em ações de mídia no Facebook e Twitter, para citar dois casos, líderes em usuários nas redes sociais. Constituídos principalmente pelo público jovem, antenado a todas as novidades, esses sites fazem parte do modo atual de comunicação, marcada pela criatividade e capacidade de prender a atenção dos usuários multimídias. Como se destacar em um universo de 140 caracteres, por exemplo, é o que diferencia as empresas ligadas aos novos consumidores das que não ingressaram nesse novo mercado tecnológico. Outra dificuldade é a de construir marcas capazes de atrair “fãs” em seu perfil, fazendo com que o internauta se interesse em conhecer um pouco mais sobre determinado produto.

Consequentemente, empresas que já utilizam essas novas ferramentas conseguem aliar sua marca ao crescimento tecnológico, fato muito apreciado entre usuários, que se sentem interligados ao processo de criação e venda dos produtos e, assim, parte ativa do mundo globalizado. Algumas, inclusive, criam projetos de merchandising ao possibilitar votações para elaborar ou definir o próximo lançamento, estabelecendo vínculos com o cliente antes mesmo do produto ser lançado. O principal desafio para os especialistas é fazer com que o consumo publicitário se torne uma experiência que mobilize o usuário, levando-o a dedicar parte de seu tempo na interação e colaborar na construção de produtos.



Faceta comercial

De certo modo, essa nova forma de comunicar, surgida a partir das redes sociais, possibilita que o relacionamento entre as partes de criação e consumo final se torne mais aberta, com a opinião ativa do público. Isso faz com que a produção seja acompanhada e recebida com muito mais interesse, devido à maneira espontânea com que as pessoas interagem nesses ambientes virtuais, até mesmo divulgando a marca para conhecidos, sem ao menos ter consciência da propaganda, somente por afinidade ou gosto. Para os objetivos empresariais, isso é o ideal, de forma que o consumidor incorpora o produto e até trabalha para organizações empresariais na expectativa de sentir-se incluído no mundo em que vive.

Nesse sentido, também o jornalismo sofre uma mudança significativa. Contrariando as velhas fórmulas de se chamar a atenção do leitor recorrendo a chamadas e leads, agora o impacto está visivelmente restrito aos títulos (o que antes era mais um componente), já que o espaço para transmitir a notícia também diminui nas redes sociais. Convidar o leitor a se interessar por notícias, ao invés de perder horas do seu dia navegando em atualizações de amigos e publicando posts para que outros gostem de suas ideias ainda é uma tarefa difícil. Historicamente envolvido no mito da missão de informar, com forte conotação social, o jornalismo assume, assim, sua faceta mais comercial, de conquista do consumidor.

Novas possibilidades

Essa mudança que ocorreu e ainda perdura traz novos rumos para a comunicação. Descobrir o segredo para falar, divulgar, atrair e fidelizar seguidores em um lugar tão diverso, com programas de multimídia e acesso aberto, ainda é uma tarefa difícil. Fica clara a importância de se infiltrar nesses meios, adequando-se às novas exigências, reposicionando-se como comunicador. A própria formação desses profissionais deve estar mais aberta aos novos tempos. De um lado, há necessidade de avanço em conhecimentos tecnológicos. De outro, é fundamental o investimento no conhecimento teórico ligado às ciências sociais e humanas como forma de compreender o mundo e poder ser agente de transformação.

Do mesmo modo, não há como prever até quando as redes sociais de hoje irão ter sucesso ou quando serão substituídas por outras que exijam técnicas diferentes de aproximação. O que se nota é que o mundo comunicacional está em constante mudança e o profissional precisa estar preparado para se adequar às transformações permanentes, se possível transformando as novidades em benefícios. Num mundo de obsolescência forçada, em breve surgirão novas redes a hegemonizarem e inovações tecnológicas substitutas que gerem a aparência de constante mutação, forçando novos consumos, novas possibilidades e a manutenção do sistema. Cabe ao comunicador e cidadão se adaptar a essas novidades, visando não só ao seu próprio benefício, mas a uma integração entre seus interesses e a evolução comunicacional.

***

[Valério Cruz Brittos e Marta Reckziegel são, respectivamente, professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos e graduanda em Comunicação Social – Jornalismo na mesma instituição]

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Agentes de Mudança Corporativa: Poder Social



O Poder Social e o advento da Revolução Corporativa ¹
por David Kirkpatrick ²

Civilizações se chocaram de maneira inesperada neste ano, pessoas comuns usando Facebook e Twitter derrubaram ditadores na Tunísia, Egito e Líbia, e estão ameaçando o autoritarismo na Síria. Um chamado em meio a primavera árabe trouxe ondas de libertação para uma região longamente oprimida. Alguma coisa semelhante está acontecendo nos países mais democráticos. Na Espanha multidões de jovens, conhecidos como "os indignados," ocuparam praças públicas em todo o país, protestando contra o desemprego e a política de exclusão. Em Israel, cidadãos comuns tanto de direita quanto de esquerda se unem em manifestações maciças contra a alta dos preços da habitação. E na Índia, a campanha de um homem contra a corrupção se tornou viral, levando milhares de às ruas em apoio.

Estes sociais podem agora estar se movendo em direção a sua empresa. Entramos na era de indivíduos habilitados, que utilizam novas e potentes tecnologias, aproveitando a mídia social para se organizar. Alguns se juntaram a causa com o WikiLeaks e seus enteados terríveis, devassando os corredores uma vez seguros do Pentágono e do Departamento de Estado dos EUA. Mas a maioria são pessoas comuns, com novas ferramentas para forçá-lo a ouvir com o que eles se preocupam e exigir respeito.

Tanto os seus clientes quanto os seus funcionários já começaram a marchar nesta crescente multidão das mídias sociais, e é melhor você sair do caminho deles ou aprender a abraçá-los. As instituições das modernas sociedades desenvolvidas, quer sejam governos ou empresas, não estão preparados para esse novo poder social. As pessoas estão mudando mais rápido do que as empresas.

“Eu não acho que é loucura perguntar se o seu CEO é o próximo Mubarak”, diz Gary Hamel, um dos mais eminentes teóricos da administração. “As elites ou gestores das empresas, já não controlam mais a conversação. É assim que as insurreições começam” diz Marc Benioff, CEO da Salesforce.com: “Isto não é apenas a respeito da primavera árabe. Isto é sobre a primavera corporativa.”

Neste novo mundo dos negócios, as empresas e os líderes terão de mostrar autenticidade, transparência, equidade e boa fé. Se não o fizerem, clientes e funcionários podem vir a desconfiar deles, com efeito potencialmente desastroso. Clientes que não gostam de um produto pode rapidamente difundir sua desaprovação. Futuros funcionários não precisam aceitar sua palavra de como é a vida em sua empresa, eles podem descobrir a partir de pessoas que já trabalham lá. E empregados leais há muito tempo agora têm mais opções para lançar sua própria, com arranques mais velozes, poderiam se tornar seus mais ferozes concorrentes no futuro. "Empresas que tem em torno de cinco anos ou mais estão passando por tempos difíceis, porque isto é bem diferente daquilo que eles sabem” é a observação chocante de Doreen Lorenzo, presidente da Frog, empresa de design e consultoria.

Mas no geral essas mudanças sugerem um futuro brilhante para as empresas e a sociedade global. O mundo está se tornando mais democrático e reflexivo da vontade das pessoas comuns. E pragmaticamente, o poder social pode ajudar a manter sua empresa vital. Consumidores recém-armados e empregados ativistas podem se tornar a fonte de criatividade, inovação e novas idéias para levar sua empresa avante. Um crescente número de executivos e empresas estão convertidos a este ponto de vista. Isto exige humildade de uma classe e a maioria dos líderes empresariais não estão acostumados. “A confiança é construída pela vulnerabilidade compartilhada”, diz John Hagel, um antigo autor e consultor, que co-preside o Deloitte’s Center for the Edge. “Quanto mais você expor e compartilhar seus problemas, o mais bem sucedido você se torna. Não é sobre um alto executivo ditando o que precisa ser feito e quando, é sobre o fornecimento de indivíduos com o poder de conectar-se.”

Benioff reconta sua própria epifania sobre a humildade e transparência no Salesforce, que vende software on-line para pessoal de vendas. “Em 2005 nós tivemos problemas de confiabilidade com um de nossos servidores. Nós não estávamos falando sobre isto, e os clientes ficaram chateados. Se transformou em um problema. E meu líder de marketing, Bruce Francis, chegou e disse, 'Marc, você precisa expor tudo. Você precisa ter um site que esteja diretamente ligado aos computadores. Se eles estão funcionando, o site deve ser verde, e quando não estão ele deve ser vermelho. ' Eu tive que abrir.” Tal sistema está em vigor desde então. “O sucesso social é muito baseado na confiança”, opina Benioff. “Se você não tem transparência você será eliminado pelo sistema em torno de você.” Ele agora está escrevendo um livro, argumentando que toda empresa deve se tornar o que ele chama de “empresa social”.

As manchetes estão repletas de exemplos da dinâmica precária na mudança. Empresas que mostram cobiça ou insensibilidade, para com os trabalhadores ou clientes, rapidamente se encontram na defensiva. A Hershey olhou para a Scrooge como nora, em agosto, quando 400 estudantes universitários contratados através de um programa patrocinado pelo Departamento de Estado de câmbio revoltaram-se, caminhando para fora de seus postos de trabalho. Eles não gostavam de seu trabalho estressante em uma fábrica de embalagem de doces, às vezes, em todos os turnos e de noite. Esses garotos da China, Nigéria, Turquia e Ucrânia, são dóceis comunicadores digitais e, usando YouTube, Facebook e outras ferramentas, chamam a atenção para sua situação.

Recentemente a Adidas se viu sob ataque na Nova Zelândia, quando os fãs da popular equipe nacional de rúgbi ficaram indignados ao saber que as camisas da equipe Adidas estavam sendo vendidas muito mais lá do que em outras partes do mundo. Fãs ficaram online para a pesquisa comparativa dos preços dos produtos na Nova Zelândia e nos EUA, para depois organizar outros fãs em protesto. Logo os noticiários foram focando o protesto e a resposta da Adidas. As pessoas começaram a devolver roupas para as lojas, em repúdio, e os funcionários se sentiram tão ameaçados que retiraram logo seus veículos da empresa, informou o New York Times.

Os executivos não puderam se esconder da indignação. Na Holanda, no início deste ano, aconteceu uma campanha de mídia social contra os bônus dos banqueiros, focada na sede de Amsterdam do banco ING. As pessoas começaram a ameaçar uma retirada de depósitos em massa. O CEO Jan Hommen renunciou voluntariamente ao seu bônus de 1,8 milhões dólares futuros, e ordenou que todos os diretores da empresa fizessem o mesmo. O primeiro-ministro britânico David Cameron recentemente propôs fechar mídias sociais durante revoltas, como as que recentemente trouxeram o caos para o Reino Unido. Mas o presidente do Google, Eric Schmidt, respondeu a esta idéia, em entrevista ao The Guardian, com o conselho que se aplica igualmente aos CEOs: “É um erro olhar para o espelho e tentar quebrar o espelho. Seja qual for o problema [que causou as revoltas] a Internet é um reflexo desse problema. Se você tem um problema, use a internet para entender o que é o problema.”

Se há um culpado principal para este novo contexto, é o Facebook. A rede social, de sucesso surpreendente, em menos de oito anos angariou mais de 750 milhões de usuários ativos em cada país do mundo, se tornou o mais movimentado website do mundo e a mais popular ferramenta para fomentar a insurreição ao redor do mundo. Por quê? Porque o Facebook dá a todos os seus usuários uma plataforma de divulgação pessoal. No passado somente um seleto grupo tinha tal poder, Walter Cronkite, por exemplo, ou aqueles na BBC. As pessoas no Facebook, por outro lado, geralmente difundem apenas aos amigos, o que parece pouco impactante em primeira instância. No entanto, uma nova e peculiar dinâmica, chamada de consenso viral, pode se desenvolver. Digamos que você posta uma atualização de status, foto ou vídeo que expressa uma visão com a qual seus amigos concordam com, ou responder a, esta mensagem pode se espalhar como gripe. Amigos clicam no “like,” ou comentam na atualização, dizendo, por exemplo, “Sim, acho que Mubarak tem que ir, também!” ou “Estou jogando fora todas as minhas coisas da Adidas!” Isso retransmite para seus amigos. O “meme,” ou idéia, pode se tornar viral e se espalhar quase que instantaneamente para um grande número, se isto acontece se desperta um sentimento, como um sinal dos tempos.

O LinkedIn é uma outra ferramenta central para a capacitação de todos os executivos, devem ponderar e não só porque já mantém um perfil lá (juntamente com mais de 115 milhões de outras pessoas). No seu coração, o LinkedIn é uma forma de manter permanentemente público um currículo de trabalho. Muitos dos mais valiosos funcionários da sua empresa têm agora CVs fora, na rua, em tempo integral e pesquisável por milhões de pessoas, incluindo os recrutadores do seu concorrente. Você quer ter uma chance, maltratar ou ignorar essas pessoas?

A abundância de outras ferramentas de software social está agora nas mãos de pessoas comuns também. Eles vivem em telefones celulares que são realmente poderosos terminais de computador para difusão, capazes de vomitar opinião ou informação à vontade, bem como recebê-la. O YouTube, por exemplo, oferece infinitas horas de entretenimento fácil - ou pode ser usado por qualquer pessoa a qualquer momento para transmissão de vídeo. Em 2009 apareceu um mostrando um trabalhador da Domino's Pizza colocando queijo no nariz enquanto fazia um sanduíche, entre outras abominações. Suas ações caíram 10% em pouco tempo. o mau julgamento de um funcionário danificou a reputação de uma empresa inteira. O Twitter é uma potente ferramenta de difusão para qualquer pessoa com um seguidor; o FourSquare, uma maneira de coordenar no mundo físico; o GroupMe, vendido ao Skype, lhe permite enviar um único texto ou fazer um telefonema para um grupo de até 25. Todos estes serviços são basicamente livres.

Novas encarnações do poder social surgem quase diariamente, a partir de uma legião de empresários em todo o mundo que vêem a rapidez com que o sucesso pode vir em um denso mundo em rede. Que a facilidade de criação de empresas é outro exemplo de fortalecimento individual. Os dois fundadores do GroupMe, com 24 e 29m anos de idade, venderam sua empresa em agosto por cerca de 50 milhões de dólares, apenas um ano após sua estréia.

Bo Fishback criou o seu instrumento de poder social com velocidade impressionante. Ele é CEO da Zaarly, um site baseado em localização de mercado para compradores e vendedores, ambos de produtos e serviços; os compradores postam o que eles querem, e as pessoas que procuram ganhar dinheiro fazendo ofertas para se tornarem fornecedoras. A empresa nasceu em fevereiro, quando Fishback - um empreendedor perpétuo - participou do “Startup Weekend” em Los Angeles. 


Ele lançou a idéia sexta-feira, trabalhou em um protótipo que tinha no domingo e diz que na terça-feira fechou 1 milhão de dólares em financiamento. (Ele já sabia que tinha investidores veteranos garantidos) Duas semanas depois o Zaarly foi lançado em beta pelo Southwest Interactive, em Austin, Texas, e fez transações no valor de 10.000 dólares. O serviço estreou no final de maio em várias cidades e no final de agosto haviam sido solicitados 3,4 milhões de dólares em transações e 50 mil pessoas haviam se registrado.

A vida inteira do Fishback é como um homem de negócios centralizador na rede, presumindo poder social. “Indivíduos empoderados são o que impulsionam o Zaarly, em ambos os lados do nosso mercado,” diz ele. “No lado do comprador isto transcende a típica dinâmica de mercado onde você só pode comprar o que outra pessoa já está vendendo. Sobre o lado do realizador [ou vendedor] esta demanda-orientação de mercado dá às pessoas uma nova forma de trabalhar para si próprios.”

Se você quiser que sua empresa explore o poder social, uma gama de produtos de software emergentes podem ajudá-lo a fazer isso. Alguns visam fazer isso mais fácil para conduzir um diálogo permanente com os clientes. Mas uma próspera indústria também está construindo ferramentas para aproveitar o poder de um empregado dentro da empresa. Quatro empresas de destaque oferecem sua versão de um híbrido do Twitter/Facebook para funcionários: Salesforce.com com seu produto Chatter, a IBM com seu software Connections, bem como as iniciantes Yammer e Jive, que acabam de anunciar sua intenção de ir a público. O objetivo é aproveitar a energia social interna de uma empresa para acelerar a colaboração e a inovação. Craig Herkert, CEO da SuperValu, que detém ou suprimentos mais de 4.000 supermercados dos EUA, é um convertido ao Yammer. “Como da velha forma, todas as informações fluem via e-mail. Agora os gerentes de loja e equipes de apoio, em todo o país, podem postar no Yammer o que estão fazendo, do que eles estão orgulhosos, ou dizer: 'Ei, eu tenho um problema. Alguém sabe como corrigi-lo? ' Tenho o Yammer no meu desktop, em meu laptop, celular e iPad. Eu posso ver o que todo mundo está fazendo - que é a transparência radical.”

Um pequeno iniciante de Toronto, chamado Rypple, aplica o pensamento social em uma forma diferente - para gestão interna de empregados. Sua ferramenta de avaliação social permite que todos em uma empresa avaliem todos os outros, e dê às pessoas um feedback contínuo, em tempo real. São tomadas de pressão social e de pares para fazer a avaliação do trabalho mais eficaz na condução do desempenho futuro. O produto foi largamente desenvolvido em uma instalação beta no próprio Facebook, cuja organização interna se esforça para ser plana e sem burocracia. (No Facebook, engenheiros de produto recém-contratados passam por algumas semanas de treinamento técnico e em seguida, escolhem uma equipe para trabalhar.) Anne Bento é a vice-presidente sênior de Talentos Globais, na MediaBrands, que começou a tirar para fora do Rypple as suas 6.500 pessoas.“Os funcionários de maior valor são introspectivos o suficiente para querer feedback sobre si mesmos,” explica ela. “A Mediabrands é uma agência de mídia, de modo que a tecnologia é perfeita para nós, porque ela promove o uso de redes sociais, nós pregamos aos nossos clientes.”

A humildade e autenticidade, que o poder social demanda de você, pode produzir inúmeros benefícios com clientes e funcionários. Nadira Hira, 30, está escrevendo um livro a ser publicado no próximo ano, sobre as atitudes em relação ao trabalho em sua geração, aqueles que estão hoje com cerca de 16 a 32 anos. “O que muitas empresas fazem errado, quando se pensa em 'social' é que eles pensam nisso como uma jogada de marketing, ao invés de apenas uma maneira de estender o que você já é realmente como uma empresa ou uma marca,” diz ela. “Se você se preocupa com seus funcionários e seus com clientes, você pode mostrar isso e ampliar seu alcance.” Tony Hsieh, CEO da Zappos, usou o Twitter e seu blog pessoal, no final de 2008, para anunciar e gerenciar demissões inesperadas. Ele falou bastante sobre o que estava acontecendo e como o processo foi doloroso para ele e outras pessoas na empresa. As demissões foram surpreendentemente bem, especialmente depois que ele respondeu aos comentários, por exemplo, estendendo um desconto aos empregados até depois das férias.

Quando confrontar o poder social, você pode pular com os dois pés, porque simplesmente você não pode se esconder. “Um erro comum da velha escola das empresas é a proibição de mídia social em toda a empresa,” diz Clara Shih, CEO da HearsaySocial, cujo software ajuda os negócios, principalmente as marcas de consumo, a gerir seus meios de comunicação social. “Mas pelo menos na América, nosso trabalho é uma parte muito importante da nossa identidade e a maioria das pessoas quer falar sobre isso. Funcionários entusiasmados vão falar sobre a marca e a companhia no Facebook, Twitter e LinkedIn.” Quando seus clientes defendem políticas de bloqueio contra meios de comunicação social, alegando que eles conseguiram manter os empregados off-line, eles desencadeiam boatos de “descobridores de páginas desonestas.” Para uma grande empresa, recentemente apareceram 60 mil páginas diferentes de mídia social onde empregados mencionaram ou discutiram assuntos da empresa. (Sem mencionar os milhares de perfis de funcionários no LinkedIn.) Ferramentas de boatos presumem algo elementar em um mundo de poder social: a de que a capacitação dos funcionários está diretamente ligada à capacitação de clientes, porque, inevitavelmente, acabam trabalhando, talvez até mesmo conspirando, juntos.

Pessoas comuns muitas vezes parecem melhores em gerenciar e acessar informações do que as gigantescas corporações em que trabalham ou compram. “As empresas, literalmente, não sabem o que está sendo dito sobre elas”, diz o ditado milenar. “Eles nem sequer se buscam no Google! Mas essa é a primeira coisa que alguém vai fazer se estiver pensando em ir trabalhar nessa empresa.” Esta é uma mudança fundamental no poder. “Nos velhos tempos, os gerentes estavam entre telefonemas e instruções. Eles tinham a informação,” diz Chris Cox, que supervisiona produtos no Facebook. “Os subalternos apenas trabalhavam distantes. Mas com a tecnologia, que torna mais fácil compartilhar e organizar as coisas, que o desequilíbrio desapareça.” Adiciona David Sacks, CEO do Yammer: “'Informação é poder' usado para dar significado de que a informação acumulada lhe deu força. Agora estamos vendo que o compartilhamento de informações é poder. Quanto mais você puder compartilhar mais você pode ajudar as outras pessoas, e mais se torna evidente que você é um especialista e um empregado valioso.”

Muito antes de a maioria de nós ver chegando, Ray Ozzie, um dos mais famosos fabricantes de ferramentas da indústria de software de comunicações, concentrou sua carreira de desenvolvimento de produto em uma mudança na direção do poder social. Mas ele ainda não pensa em empresas para obtê-lo. Ozzie substituiu Bill Gates, como arquiteto chefe de software da Microsoft, depois que a empresa comprou a Groove Networks, que ele fundou. Ele deixou a Microsoft no ano passado. “Os indivíduos estão exultantes com esses novos recursos, mas as empresas estão tão avessas ao risco como sempre estiveram. Muitas empresas estão hesitantes em criar uma cultura que permite a auto-capacitação porque têm medo do que pode acontecer se as pessoas fizerem as coisas por si próprias.” A criação de Ozzie do Lotus Notes, no final dos anos 80, foi destinada a armar os empregados com melhor informação e lhes permitir colaborar em equipes.

Mas apesar de ter sido um sucesso comercial, o potencial do Notes para promover a capacitação não foi aproveitado totalmente. Desde então, porém, poderosos softwares de colaboração, não apenas o notório Facebook, mas também Skype, LinkedIn e outras ferramentas, penetraram nas corporações pela rede e em bolsas e bolsos, transportados por funcionários, trazendo softwares de consumo superiores para o local de trabalho.

As empresas ainda estão lutando para recuperar o atraso, e a maioria delas provavelmente nunca conseguirá. A tecnologia para o consumidor continuará a ser melhor e mais barata do que a que é feita para os negócios. Quanto maior for o tamanho do mercado consumidor maior será a atração de investimento e inovação, e economias de escala empurram os preços da unidade para baixo - uma fórmula no coração do relativo poder do indivíduo sobre a empresa. David Stein, Co-CEO da Rypple, diz que para os empregados comuns “a expectativa agora é de que as ferramentas que as pessoas usam no trabalho são tão fáceis e divertidas como os que utilizam em sua vida pessoal. Se você usar sistemas de gerenciamento baseados nos anos 50, os funcionários vão se revoltar. Eles não querem se sentir como 'o cara' é só dizer a eles para fazer as coisas.” No Skype, o CEO Tony Bates não está incomodando em colocar na meta o mercado de negócios, porque, como ele diz, “as pessoas estão trazendo-a em negócios próprios. Em muitas empresas o Skype é o meio de comunicação número.”

Shoshana Zuboff descreveu esta mudança fundamental para os indivíduos e o poder social desde 2002. Quando a antiga professora da Harvard Business School, historiadora e co-autora de 'The Support Economy: Why Corporations are Failing Individuals' e de 'Next Episode of Capitalism', disse que o choque entre as pessoas com poderes e instituições hierárquicas foi posto em marcha nos anos 50. “A economia de produção em massa providenciou a segurança existencial para muitas, muitas pessoas,” diz ela. “Isso, por sua vez, produziu uma nova mentalidade humana - de um indivíduo auto-determinante. Esta mentalidade já foi o único recinto da elite: os ricos, artistas, poetas, filósofos. E tornou-se a mentalidade de todos.”

Ela agora defende um urgente repensamento da forma como todos os negócios são conduzidos. “Estamos falando de uma mudança fundamental, distanciada de um modelo de produção em massa", diz ela. “O valor tem sido entendido como algo que as empresas criam: Como faço para fazer o que eu tenho e vendê-lo para você? Mas neste mundo novo valor não é criado dentro da organização. Apóia-se nas necessidades não satisfeitas e os desejos do indivíduo. Agora eu tenho que ir até você e dizer: 'Quem é você? Conte-me sobre você. Como você quer viver? '” Ela diz que a indústria da música falhou notoriamente nesta última década. “Ela antecipou o valor que tinha criado o CD. E quando você não o quis, como eles reagiram? Bem, sobre como eles vão te caçar e te colocar na cadeia?”

Um número crescente de empresas iluminadas tem o objetivo de transformar o poder social para sua própria vantagem, colocando os clientes não na cadeia, mas em um pedestal. Tornam-se saudavelmente obcecadas com o que é dito sobre elas online. O Gatorade agora opera, em tempo integral, um centro de comando de mídia social onde não só monitora o que é dito sobre ele no Facebook, Twitter, blogs e outros lugares, mas também intervém quando necessário para esclarecer ou oferecer assistência. A Domino’s Pizza respondeu de forma brilhante o vídeo dos flagrantes de empregado em 2009, com uma mídia social singela e campanha publicitária que não fingia que o incidente não tivesse acontecido. Em meados de 2010, tinha recuperado a quota de mercado, que aumentou de forma dramática sua reputação on-line e vendas por comércio eletrônico. A Farmers Insurance usa o software da Hearsay Social para ajudar a 15.000 agentes em todo o país a manter suas próprias páginas no Facebook. Ela mesma começou um marketing em si, bastante adequado, no jogo Farmville pessoas jogam dentro do Facebook.

A Ford pega pistas de jovens, imersos em meios de comunicação social, para aviar os projetos de seus carros e como eles devem se comunicar. “O sufrágio digital está sobre nós,” proclama, em um e-mail, Venkatash Prasad, o líder da Ford para produtos e aplicações de redes sociais. “Todo mundo tem direito a um byte de ação, e temos que abraçar este poder do byte dentro de Ford, através do uso de redes sociais internas e externas.” Prasad se gaba do fato recente da Ford ter dirigido um carro através da América, tuitando: “Não um humano em um carro, um carro” Adiciona em outro e-mail, Sheryl Connelly, gerente de tendências de consumo da Ford: “Se você quer chegar aos mil anos, você tem que ir onde eles vivem, e isso significa online. Mil anos exigem mais do que engajamento. Eles querem que as suas contribuições sejam significativas.”

Aceitar o poder social como inevitável pode mudar significativamente o tipo de design de seus produtos. A Coca-Cola está instalando máquinas em restaurantes fast-food que permitem aos clientes formular suas próprias bebidas. Não para escolher apenas uma Coca-Cola ou Sprite. Agora você pode ir acima, com combinações de sabores novos e outras personalizações que o seu recém empoderado coração desejar.

Se você ignorar essas forças, você provavelmente irá falhar. Diz o consultor e autor Gary Hamel: “Os princípios subjacentes à Web, da hierarquia natural, colaboração, transparência e todo o resto, estas características vão ter de invadir a gestão. A idéia de uma hierarquia que, fundamentalmente, dá poder a poucos enquanto retira o poder de muitos está mais ou menos morta.” Para demonstrar que é possível este novo mundo, Hamel ajudou a liderar um fórum online, para idéias web, de influência na gestão: http://www.managementexchange.com/.

Não pense que as tendências em tecnologia, e o poder social resultante, nunca vão lhe dar uma trégua a partir das marés de mudança. O veterano da Lotus e da Microsoft, Ozzie, diz que: “Tudo isso se tornou impossível de parar a partir do momento em que alguém instalou a primeira rede - esta marcha é constante no sentido de reduzir o atrito e os custos das transações encaradas pelos indivíduos. E você ainda não viu nada.”

Reportagem adicional de Adam Ludwig.

Para mais informações sobre a conferência Techonomy 2011 (13-15 novembro), visite http://www.techonomy.com/ . Você pode também acompanhar a Techonomy no Twitter e no Facebook.

1- Fonte: Forbes: Social Power and the Coming Corporate Revolution:

2- David Kirkpatrick é um escritor, jornalista e autor do livro "The Facebook Effect". Saiba mais em: http://www.facebook.com/thefacebookeffect

TRADUÇÃO LIVRE DE RONALD SANSON STRESSER JUNIOR ~ SIN PERMISSO


DICA DE LEITURA


Autor: Kirkpatrick, David T.
Editora: Intrinseca
Categoria: Administração / Administração Geral

David Kirkpatrick contou com total cooperação dos principais executivos do Facebook para essa pesquisa com o objetivo de produzir esta fascinante narrativa sobre a história da empresa e seu impacto em nossas vidas. O autor narra os sucessos e equívocos dessa rede social e dá aos leitores o mais completo perfil disponível de Mark Zuckerberg - o fundador, o CEO e o principal responsável pela notável ascensão da empresa. Esta é a história do Facebook que não pode ser encontrada em nenhum outro lugar. Clique aqui e saiba mais...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Twicionário - O Dicionário do Twitter



O Twitter vem se firmando como a mais importante rede de social do Planeta, a cada dia são milhares de novos usuários. Tanto pra quem é navegante de primeira viagem, ou mesmo pra quem é surfista fissurado, é importante a familiarização com os termos usados pra falar através do microblog.

A cada dia surge uma nova palavra, um novo pio do passarinho azul, pra designar alguma coisa ou alguém no Twitter. O legal disso é que estas palavras, criadas no ambinete do microblog, acabam por vezes se internacionalizando, enquanto outras vão se abrasileirando, formando uma linguagem divertida, na qual a maioria das palavras começa com T.

Estas palavras, seguidas cada qual de sua definição, ainda não completam nem um livrinho de catequese e, ao que parece, vai demorar pra surgir um twicionário definitivo... Bom, o negócio é que resolvi fazer uma pesquisa e começar a digitar aqui, no blog do pulsoeletromagnético, um glossário com termos e palavras usadas no Twitter.

Espero que você, que está acessando agora o twicionário, contribua, atualizando constantemente esta postagem. Com certeza esta lista de palavras não terá fim... todo dia surge mais uma na twittosfera. Por isso este dicionário estará em permanente construção, sendo atualizado constantemente, e...

Assim surge o:

1º DICIONÁRIO (NÃO OFICIAL) DO TWITTER
para palavras e locuções em português, inglês e abrasileirados

API = Application Programming Interface, uma série de funções que o Twitter disponibiliza para que qualquer pessoa acesse os recursos do sistema. Existem algumas limitações para este acesso, mas apenas por questão de segurança.

Avatar = A foto exibida pelo usuário em seu perfil.

Block = Bloquear uma pessoa no Twitter. Bloqueando outo usuário você será excluido da lista de seguidos desta pessoa, excluirá seus tweets da home da pessoa e impedirá que a pessoa bloqueada possa seguir você.

DM = Direct Messages, são mensagens diretas que você envia para uma determinada pessoa, de forma privada. Você só pode enviar DMs para as pessoas que seguem você.

Dweet = Um tweet enviado por alguém sob efeito de álcool.

Emoticon = Forma de comunicação paralinguística, um emoticon, palavra derivada da junção dos seguintes termos em inglês: emotion (emoção) + icon (ícone), também conhecido por smiley : ). É uma seqüência de caracteres tipográficos, tais como, por exemplo: \o/  \o\  /o/ que representam mais alegria, com as barras representando bracinhos para cima e para os lados

Favorite = Favoritos, são os tweets que você marca com uma estrela amarela, armazenado-os assim em uma página de Favoritos para que você possa encontrar a informação depois com mais facilidade.

Follower = Seguidor. Pessoa que segue outra no Twitter.

Following = Grupo de pessoas seguidas por um usuário do Twitter.

Follow Friday = Um meme do Twitter, no qual, às sextas-feiras, as pessoas indicam pessoas interessantes para seus leitores também seguirem. O meme é identificado pelas tags #FF ou #FollowFriday, dentre outras variações.

Listed = Listado. Os usuários do Twitter podem listar outros usuários; classificando-os em listas, que podem receber o nome que o usuário, criador da lista, desejar. Ver Twitter List.

LOL (lol) = Acrônimo para "laugh out loud", que em português significa "muitas risadas" ou, "laughing out loud", algo como "rindo muito alto".

Meme = Palavra chave.  ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme

Microblogging = Forma de de blog na qual os usuários fazem atualizações breves de texto, no caso do Twitter com até 140 caracteres, publicando-as para que sejam vistas publicamente ou apenas por um grupo escolhido pelo usuário.

Retweet = O retweet é uma função do Twitter que permite replicar uma mensagem de um usuário para sua lista de seguidores, dando crédito a seu autor original. Na página de início do site existe um botão chamado retwittear, que faz o envio automático da mensagem para todos seguidores da pessoa. O retwwet também pode ser feito de forma manual, digitando um RT a frente do @nick de quem escreveu.

Trending Topics (TTs) = Lista em tempo real dos nomes mais postados no Twitter em todo mundo. Valem para essa lista as tagtemas (# - palavras iniciadas com cerquilha) e nomes próprios.

Tweople = Conjunto de todos os usuários do Twitter. Povo do Twitter.

Tweterrer = Um usuário do Twitter.

Tweet = Uma mensagem postada no Twitter.

Tweetaholism = Vício, adição ao Twitter.

Tweets = Várias mensagens postadas no Twitter.

Twitter = (tuíter) Rede social servidora para microblogging na qual os usuários enviem e recebam atualizações pessoais de outros contatos, em textos de até 140 caracteres, conhecidos como tweets.

Twitterati = Twitteres famosos, glamurosos, aqueles que todo mundo segue.

Twitterzine = Uma revista publiada no Twitter.

Twitter List = Recurso disponível no Twitter que permite ao usuário criar listas compartilháveis de usuários. Dinamizando a leitura dos tweets já que acessando uma lista podemos ler o conteúdo postado por um determinado grupo de seguidores.

Twoosh = Uma mensagem cheia, com exatos 140 caracteres.

Tweetln = Um encontro no Twitter.

Twitteres = Usuários do Twitter.

Twitteiro = Tuiteiro, usuário do Twitter.

Twittosfera (Twittosphere) = Ambiente virtual no qual os usuários do twitter compartilham informação.

URL abreviada = Através de sites específicos (bit.ly - ow.ly - blip.fm - dentre outros) podemos abreviar endereços de internet para que ocupe pouco espaço no tweet.

imagem: http://media.photobucket.com/image/twitter%20bird%20book/marianarrpp/twitter_bird2-298x300.jpg


Twitter Message Commands

@username = Reply to
D @username = Direct message
DM @username = Direct Message
PRT = Partial Retweet or Please Retweet
RT = Retweet
#followfriday = A list of recommended users to follow on Fridays.

Top Twitter Acronymns, Twitter Abbreviations

1 = one, won
2 = to, too, two
4ward = forward
4 = for, four
abt = about
ab = about
b/c because
b4 = before
BFN = bye for enow
bgd = background
BTW sort { |a, b| }By The Way
CelebrityTweet = A tweet by a Celebrity.
chk = check
cld = could
clk = click
da = the
deets = details
Drunktwittering = Tweet while drunk
Dweet = Tweet while drunk
Eml = email
Em = email
fab = fabulous
fave = favorite
fav = favorite
FB Facebook
Followers = Twitter members that follow your updates.
FTF = Face to Face
FTL For the Loss or For the Lose
FTW For the Win
fwd = forward
FYI = for your information
Geotwitter = The geographical location of the most recent tweets.
GR8 = great
Hashtag = Adding categorical metadata to your tweets by using the # tag such as #sports.
IC = I see
IMHO In My Humble Opinion
IM = Instant Message
IOW = In Other Words
IRL In Real Life
itz = it is
JK j/k = just kidding
JSYK = just so you know
JV = Joint Venture
kewl = cool
K = okay
L8er = later
L8 = late
LMAO = Laughing My Ass Off
LMAO = Laughing my ass off
lmk = let me know
LMK Let Me Know
LOL = laught out loud
mil = million
mistweet = A tweet that was sent in error or that one later regrets.
njoy = enjoy
Nudge + user name = A Twitter command used to remind a Friend to update their Twitter status or be active on Twitter.
OH = overheard
OMG = oh my god or oh my gosh
OMW = on my way
peeps = people
plz = please
pple = people
PPL = People
props = proper respect
PWN = Own
ROFL = rolling on the floor laughing
RU? = are you?
R = are
shld = should
thx tx = thanks
TIA = thanks in advance
TIA = thanks in advance
ttyl = talk to you later
ttys = talk to you soon
Twadd = To add someone as a friend.
Twaffic = Twitter traffic
Twaggle = A gaggle of followers.
Twaiglist = To sell something on Twitter like Craigslist.
Twaiting = Twittering while waiting.
Twardware = Twitter hardware.
Twashdot = News for Twitter similar to Slashdot.org.
Twaunt = To taunt someone over Twitter.
Twead = To read a tweet.
Twebay = To sell something on Twitter like Ebay.
Tweekend = Spending your weekend reading and posting on Twitter.
Tweepish = Feeling sheepish or regretful about something you tweeted.
Tweeple = Twitter people, Twitter members, Twitter users.
tweeps = People on Twitter.
Tweeps = Twitter updates
Tweeps = Twitterites that follow each other from one social network to another.
Tweet Pushers = Bloggers whose ideas are featured on The Wall Tweet Journal.
Tweet-back = Referencing a previous Twitter conversation.
Tweet-dropping = Eavesdropping on another member’s Home page in With Friends mode.
Tweetaholism = The uncontrolled use of Twitter similar to an addiction.
Tweetard = A Twitter retard.
Tweeter = A user of Twitter.
Tweetheart = A Twitter sweetheart.
Tweeting = The act of posting on Twitter.
Tweetin = When a group of Twitter users agree to get together at a set time to twitter.
Tweetsulted = insulted
Tweetsult = insult
Tweets = Posts on Twitter by Twitter members.
Tweet = Twitter updates
Twerminology = Twitter terminology
Twexplanation = Sending a nebulous tweet and having to explain it while offline on Twitter.
Twhepherd = The Twitter employee that finds and restores lost followers to your twaggle.
Twhiner = A twitterer who only ever posts whiney, negative tweets.
Twideo-cronicity = When you’re watching someone’s videos and they are simultaneously leaving a comment or tweet for, at or about you.
Twiends = Twitter + Friends
Twike = To ride a bike with Twitter.
TWinkedin = Inviting friends made on Twitter to connect with you on Linkedin.
Twistcuffs = Fighting with a fellow twitterer over twitter.
Twistory = Any history of Twitter
Twis = To dis a fellow twitterer.
Twitcrush
Twitosphere = Community of Twitterers.
Twittastic = Fantastic, wonderful, superb, coined by the folks at Twitterholic when referring to their robots.
Twittcrastination = Twittering in the form of procrastination.
Twittduit = If you need to tweet a friend that does not follow you, post a Twittduit asking your followers to pass a message.
Twittectomy = unfollowing friends.
Twitter-ku = Those who either post on both Twitter and Jaiku.
Twitter-Light Zone = When you are when you return to Twitter after any time away and feel disoriented and lost.
Twitterati = The elite members or A-list members of Twitter that everyone wants to follow and be followed by.
Twitterbate = To masturbate to another user’s tweets.
Twittercal mass = A community that has achieved a critical mass of twitterers.
Twitterer = A user of Twitter.
Twitterfly = A social butterfly on Twitter as evidenced by the extreme use of @ signs.
Twitterholic = A person who is addicted to using Twitter.
Twitterific = A really good Twitter thing. It’s also a third party application for Twitter.
Twittering = To send a Twitter message.
Twitterish = Erractic behavior with short outbursts.
Twitteritas = Women who play with their twitters.
Twitterject = Interject your tweet into an existing tweet stream of conversation.
Twitterlooing = Twitting from the bathroom.
Twitterloop = to be caught up with your friend’s tweets and upon the conversation.
Twittermob = An unruly and ragtag horde of people who descend on an ill-prepared location after a provocative Twitter message.
Twitterories = Clusters of twitterers that follow and friend each other with little overlap with other clusters.
Twitterpated =To be overwhelmed by Twitter messages.
Twitterphoria = The elation you feel when the person you’ve added as a friend adds you back.
Twitterpreneur = An entrepreneur on Twitter
Twitterrhea = The act of sending too man Twitter messages.
Twitterstream = The Twitter timeline (public or friends).
Twittertude = Bad Twitter attitude. Or a state of being, like solitude only with other people present.
Twitterverse = The Whole Community of Twitter
Twittfeinated, Twigged Out, Twired = To be so hyped up on twittering that you cannot sleep.
Twittfessional = A confession made on Twitter.
Twitticisms = Witty tweets.
Twittilate = To arouse with tweets.
Twittish = Too skittish to twitter.
Twittonary = dictionary of twitter terminology.
Twittsomnia = Twittering due to inability to sleep, thus compounding inability to sleep.
Twittworking = Networking with Twitterites using Twitter.
Twit = Twitter updates
Twixt and tween = Can’t decide who or what to tweet.
Twode = to hack on the Twitter API.
Twofor = Replying to two unrelated Twitter messages with a single tweet.
TwoingTwoing = To twitter about wonderful things.
Twollower = Twitter + Follower
Twoogle = Twitter as the human Google. Pose a question, get near-instantaneous results.
Twoops = When you accidently send a private sms to Twitter.
Twoosh = A full 140 character twitter.
Twopsies = When you drop things because you are twittering.
Tword = Words forms by appending TW to the original word.
Twouche = Someone acting like a big fat jerk via Twitter.
Twurvey = A survey sent out over Twitter.
Twype = To type on Twitter.
TYT = Take your time.
TYVM = Thank you very much.
TY = Thanks
u’ve = for you have
ur = your
U = you.
V2V = voice to voice (chatting on the phone)
W or w/ =with
wazzup? or whatddup? = what’s up
wld = would
wOOt! = an expression of joy or excitement.
woz = was
wtf = what the f***
wth = what the heck
YMMV = Your Mileage May Vary
yr = your
YVW = you’re very welcome
YW = you’re welcome

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