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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O poder de comunicação das redes sociais




DA SEÇÃO MÍDIA DIGITAL :: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Valério Cruz Brittos e Marta Reckziegel em 13/12/2011 na edição 672

Com a crescente explosão de redes sociais, verificada nos últimos anos, a mudança de comportamento dos indivíduos e das organizações para com a mídia passou por uma (esperada) mudança. Em muitos casos, as relações, tanto entre amigos quanto entre vendedor e cliente, tiveram que ser readaptadas e estruturadas para o uso das tecnologias digitais. Através da internet surgiram novas formas de comunicação, capazes de mudar essa dinâmica, obrigando empresas a se reinventarem e atrair públicos interessados em programas originalmente destinados ao entretenimento. As ações de propaganda e marketing através dos meios tradicionais perderam espaço, gerando novas formas de comunicação mercadológica.

Isso é claramente visto em ações de mídia no Facebook e Twitter, para citar dois casos, líderes em usuários nas redes sociais. Constituídos principalmente pelo público jovem, antenado a todas as novidades, esses sites fazem parte do modo atual de comunicação, marcada pela criatividade e capacidade de prender a atenção dos usuários multimídias. Como se destacar em um universo de 140 caracteres, por exemplo, é o que diferencia as empresas ligadas aos novos consumidores das que não ingressaram nesse novo mercado tecnológico. Outra dificuldade é a de construir marcas capazes de atrair “fãs” em seu perfil, fazendo com que o internauta se interesse em conhecer um pouco mais sobre determinado produto.

Consequentemente, empresas que já utilizam essas novas ferramentas conseguem aliar sua marca ao crescimento tecnológico, fato muito apreciado entre usuários, que se sentem interligados ao processo de criação e venda dos produtos e, assim, parte ativa do mundo globalizado. Algumas, inclusive, criam projetos de merchandising ao possibilitar votações para elaborar ou definir o próximo lançamento, estabelecendo vínculos com o cliente antes mesmo do produto ser lançado. O principal desafio para os especialistas é fazer com que o consumo publicitário se torne uma experiência que mobilize o usuário, levando-o a dedicar parte de seu tempo na interação e colaborar na construção de produtos.



Faceta comercial

De certo modo, essa nova forma de comunicar, surgida a partir das redes sociais, possibilita que o relacionamento entre as partes de criação e consumo final se torne mais aberta, com a opinião ativa do público. Isso faz com que a produção seja acompanhada e recebida com muito mais interesse, devido à maneira espontânea com que as pessoas interagem nesses ambientes virtuais, até mesmo divulgando a marca para conhecidos, sem ao menos ter consciência da propaganda, somente por afinidade ou gosto. Para os objetivos empresariais, isso é o ideal, de forma que o consumidor incorpora o produto e até trabalha para organizações empresariais na expectativa de sentir-se incluído no mundo em que vive.

Nesse sentido, também o jornalismo sofre uma mudança significativa. Contrariando as velhas fórmulas de se chamar a atenção do leitor recorrendo a chamadas e leads, agora o impacto está visivelmente restrito aos títulos (o que antes era mais um componente), já que o espaço para transmitir a notícia também diminui nas redes sociais. Convidar o leitor a se interessar por notícias, ao invés de perder horas do seu dia navegando em atualizações de amigos e publicando posts para que outros gostem de suas ideias ainda é uma tarefa difícil. Historicamente envolvido no mito da missão de informar, com forte conotação social, o jornalismo assume, assim, sua faceta mais comercial, de conquista do consumidor.

Novas possibilidades

Essa mudança que ocorreu e ainda perdura traz novos rumos para a comunicação. Descobrir o segredo para falar, divulgar, atrair e fidelizar seguidores em um lugar tão diverso, com programas de multimídia e acesso aberto, ainda é uma tarefa difícil. Fica clara a importância de se infiltrar nesses meios, adequando-se às novas exigências, reposicionando-se como comunicador. A própria formação desses profissionais deve estar mais aberta aos novos tempos. De um lado, há necessidade de avanço em conhecimentos tecnológicos. De outro, é fundamental o investimento no conhecimento teórico ligado às ciências sociais e humanas como forma de compreender o mundo e poder ser agente de transformação.

Do mesmo modo, não há como prever até quando as redes sociais de hoje irão ter sucesso ou quando serão substituídas por outras que exijam técnicas diferentes de aproximação. O que se nota é que o mundo comunicacional está em constante mudança e o profissional precisa estar preparado para se adequar às transformações permanentes, se possível transformando as novidades em benefícios. Num mundo de obsolescência forçada, em breve surgirão novas redes a hegemonizarem e inovações tecnológicas substitutas que gerem a aparência de constante mutação, forçando novos consumos, novas possibilidades e a manutenção do sistema. Cabe ao comunicador e cidadão se adaptar a essas novidades, visando não só ao seu próprio benefício, mas a uma integração entre seus interesses e a evolução comunicacional.

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[Valério Cruz Brittos e Marta Reckziegel são, respectivamente, professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos e graduanda em Comunicação Social – Jornalismo na mesma instituição]

A informação como arma revolucionária




DA SEÇÃO MÍDIA & TECNOLOGIA :: OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Marcelo Pimenta e Silva em 13/12/2011 na edição 672

Numa sociedade em que o indivíduo passa a ser um híbrido entre homem e máquina, apresenta-se um cenário em que as redes sociais redefinem as relações dos atores sociais com a política. 

As revoluções que explodem em sequência, seja em territórios dominados por regimes totalitários ou em países em crise econômica, trazem em comum como elemento propulsor a união pela reivindicação divulgada via internet.

Esse questionamento é deflagrado por movimentos oriundos da internet numa revitalização contracultural do ativismo dos anos 1960 e 70. Neste último exemplo, o que temos é a utilização das ferramentas tecnológicas de comunicação que, a partir do ciberespaço, como entendem alguns teóricos, produz uma nova concepção de sociedade, a sociedade midiatizada do século 21.

Tecnologias de comunicação desenvolvidas da convergência entre as telecomunicações e a informática originária nos anos 1970. Porém, esse novo formato de sociedade não é apenas um desenho de sociedade com base apenas na informática, mas o exemplo da relação entre as novas formas sociais surgidas na década de 1960 (a sociedade pós-moderna) e as novas tecnologias digitais.

Tecnologia como intermediária

Com isso, a sociedade global se caracteriza nas manifestações de ruptura social empregada no que ficou conhecido como contracultura. Um período em que a própria concepção de fazer política foi reformada pelos interesses individuais, ou seja, pela política partidária e ideológica, sofrendo um grave declínio, foram pautadas a partir de movimentos urbanos, novas políticas que produziam novas reivindicações como a questão ambiental, de gênero, racial e étnica.

Na consolidação dessa sociedade dita pós-industrial e plenamente midiatizada, temos um retrato fragmentado em múltiplos universos representativos do que seria uma “sociedade global” conectada no espaço virtual da internet. Um campo libertário e democrático para ideias, discursos e mensagens, que pode resultar numa força propulsora para redefinições políticas na sociedade “real”.

O psicólogo e pesquisador Rafael Brignol, que desenvolve estudos de psicologia social na observação dos meios de comunicação, compreende as redes sociais como uma “saída” por onde escapam pensamentos e onde ideias são articuladas na relação homem-máquina-homem porque a tecnologia atua como intermediária entre as pessoas, daí a identificação dos atores sociais em um determinado grupo ou “tribo”, como apontava Maffessoli em seus textos teóricos.


Redes sociais contra a censura

A possibilidade de não haverem barreiras para ações que visem a objetivos de comunidades e grupos próprios, fechados em interesses comuns, torna a internet um espaço plural de vozes e ideias sem limites geográficos ou obstáculos, como a censura e a repressão. Neste 2011, a queda de governos ditatoriais no mundo árabe foi um exemplo do alcance das mobilizações sociais que nascem no campo virtual e se transmutam em reivindicações na esfera pública tradicional. 

Portanto, esse instrumento, sem o vínculo com os poderes público e econômico e os padroões tradicionais de edição e transmissão, como os outros meios de comunicação, faz com que a informação possa estar ao alcance de qualquer pessoa, metamorfoseando o antigo “receptor” em agente na produção de informação, um poder que foi “revolucionário” neste ano.

Um poder que reage a qualquer forma de opressão e que, com o uso doméstico da tecnologia, proporciona a mais pessoas a possibilidade de produzir informação, distante dos “aspectos formais” mas de alto impacto funcional, ao denunciarem e exporem uma realidade antes mediada conforme os padrões de uma sociedade regida por governos ditatoriais.

O exemplo dessa revolução pela informação começou na Tunísia, onde o governo de Ben Ali tentou, como fazia há mais de vinte anos, usar da censura para silenciar as reivindicações do povo. A dominação do governo aos jornais e emissoras de rádio e TV ocorre em muitos países, árabes ou não. Contudo, a internet, e principalmente as redes sociais, fizeram com que mais pessoas compartilhassem a revolta pela situação em que viviam.

Dessa forma, vivendo na “era da informação”, o homem produz uma cultura modificada e global em que seu corpo está atrelado à máquina e suas manifestações políticas já não já não são dependentes apenas de uma voz em espaços locais, mas compartilhadas em redes que tornam todo o mundo num só espaço midiatizado.

O poder ditatorial utilizou da velha arma da censura para tentar manter a “ordem”. Quando a censura chegou à internet, com o bloqueio de sites como o YouTube, a revolta já tinha saído do campo virtual e ido para o campo “real”. O Facebook permaneceu acessível na rede mundial e foi através do compartilhamento de imagens que se espalharam pelo mundo que se conheceu a repressão policial, que deixou 60 mortos e centenas de feridos e a revolução ganhou ainda mais respaldo. 

Logo, num efeito dominó, típico da velocidade de informação atual, outros países aderiram aos protestos motivados pela internet e a propagada “primavera árabe” – referência da mídia à primavera de 1968, quando inúmeros movimentos sociais eclodiram no mundo – floresceu em mudanças políticas e sociais na região, influenciando, atualmente, revoltas de outros povos.

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[Marcelo Pimenta e Silva é jornalista e pesquisador]

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Manifesto Hacker: de Anonymous para OTAN

Foi publicado no jornal Estadão, edição de 13 de junho de 2011, a íntegra da carta que o grupo hacker Anonymous escreveu em resposta ao texto da Organização do Tratado do Atlântico Norte, em que a OTAN fala sobre como “A revolução de informação atualmente em curso apresenta uma série de desafios políticos, culturais, econômicos e de até de segurança nacional”.

No texto, a Organização declara abertamente os hackerativistas do Anonymous como uma ameaça – pois o grupo “está cada vez mais sofisticado e poderia invadir arquivos delicados do governo, de militares e de empresas” – e cita casos em que o coletivo hacker provou sua força: a derrubada dos sistemas de empresas como Visa, Mastercard, PayPal e Amazon, que de alguma forma prejudicaram o site WikiLeaks quando pressionados, e a invasão dos servidores da empresa de tecnologia de segurança HBGary, que vende produtos para o governo norte-americano

Na sexta-feira, 10, mesmo dia em que a polícia espanhola afirmou que ter desarticulado a cúpula do grupo após uma série de prisões, o Anonymous respondeu à OTAN com uma carta aberta:

'Saudações membros da OTAN. Nós somos Anonymous'

Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.

O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer. A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.

Seu próprio relatório cita um perfeito exemplo disso, o ataque do Anonymous à HBGary (empresa de tecnologia ligada ao governo norte-americano). Se a HBGary estava agindo em nome da segurança ou do ganho militar é irrelevante – suas ações foram ilegais e moralmente repreensíveis. O Anonymous não aceita que o governo e/ou os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas.

Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar em quem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?

Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas

Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.

Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação.

Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.

O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos.

Muitos comentários do governo e das empresas estão sendo dedicados a “como eles podem evitar tais vazamentos no futuro”. Tais recomendações vão desde melhorar a segurança, até baixar os níveis de autorização de acesso a informações; desde de penas mais duras para os denunciantes, até a censura à imprensa.

Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.

Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.

Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.

Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós por pura raiva de vocês atropelarem que se coloca contra vocês.

Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.

Somos o Anonymous.
Somos uma legião.
Não perdoamos.
Não esquecemos.
Esperem por nós…

Meu comentário:

Agora entendo porque até o Vaticano está na defesa dos hackers, eles são a voz do povo e a voz do povo é a voz de Deus. As pessoas se assustam porque fazem na cabeça delas uma confusão, proposital penso, entre hackers, crackers, estelionatários digitais, redes de pedófilos, etc. Na verdade os hackers são apenas populares, com conhecimentos avançados de tecnologia, que usam a rede para fazer o que dizem em seu manifesto.

A sociedade conectada está invertendo a pirâmide e hoje quem manda somos nós, cidadãos e cidadãs da aldeia global, todos conectados em rede. O povo manda! Vivemos uma revolução (social) dentro da revolução (tecnológica) e se a Revolução Industrial escravizou, a Revolução Tecnológica está libertando.

Vivemos na Era da Informação e do Conhecimento, as mudanças estão acontecendo e não há como adiar, o momento é agora. Está na hora de esquecermos estruturas de poder falidas, sistemas financeiros injustos e qualquer forma de poder obscura que não traga em sí o verdadeiro espírito da democracia e da liberdade. Vamos esquecer preconceitos, romper com velhos paradigmas e promover a mudança, de dentro para fora, partindo de cada um para todos e de todos para um.

Particularmente acho que o ciberativismo é mais eficiente que o hackerativismo, pois o primeiro é uma forma legítima de manifestação democrática da liberdade de expressão, enquanto o segundo usa métodos pouco ortodóxos, parecidos até com os mesmos usados pelo alvo de suas ações. Acredito na política e no poder de reforma e renovação através do voto. Apenas precisamos dedicar, regularmente, um pouco de nosso tempo para compartilhar informação, idéias, propostas, fazer debates em rede para promover mudanças.

Devemos aprender juntos como usar a tecnologia para promover as mudanças que queremos e precisamos, sem agressão, usando o conhecimento, a informação, a resistência não violenta, a transparência e a verdade como ferramentas. A Internet é apenas o nosso meio.

É tempo de evoluir! Junte-se aos bons!

"Quem não pode fazer grande coisa, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa." ~Santo Antonio de Pádua

"Satyagraha - a força do espírito - não depende do número; depende do grau de firmeza." ~Mahatma Gandhi

"Se você quiser ser um buscador da verdade real, é necessário que pelo menos uma vez na sua vida você duvide, na medida do possível, de todas as coisas." ~René Descartes

"O fracasso quebra as almas pequenas e engrandece as grandes, assim como o vento apaga a vela e atiça o fogo da floresta." ~Benjamim Franklin