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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Forme opinião, seja você a sua própria mídia




Informe-se sobre a situação do mundo hoje, não feche seus olhos e ouvidos para as coisas que não se encaixam com o mundinho açucarado do consumismo agradável. O mundo real é similar ao que mostram para você em superproduções midiáticas, é assim para te confundir, mas a realidade pouco ou nada tem a ver com estes produtos. O monomito se repete desde a Grécia antiga...

Quando buscar entretenimento, busque interatividade, experimente ler um livro, um texto e formar você mesm@ as imagens em sua mente. Liberte-se dos padrões de consumo insustentável e de conteúdo que ao invés de te acrescentar alguma coisa apenas quer te vender algo. Para que viver em um mundo de sombras se tudo é luz?

Saia da caverna, a luz está brilhado lá fora!

Na questão da informação, editores simplesmente vetam conteúdo que não é de interesse comercial que seja divulgado, criando uma realidade clipada apenas com temas que considerem relevantes ao clima desejado. Quem se atém apenas ao clipes de notícia divulgados por veículos comerciais pode não perceber a repetição da notícia de pouca importância, enquanto assuntos de interesse público são descartados.

Torne-se bem informad@ sobre assuntos importantes, seja um recurso intelectual valioso para a sua família e para sua comunidade. Não rejeite informação apenas porque ela eventualmente pode fazer você se sentir desconfortável. Leia mais, estude, pesquise, fuce na internet atrás do conhecimento e dos fatos. Desafie seus próprios pensamentos, forme sua própria rede de informação, sua própria agencia de notícias, sua própria opinião.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Conexões entre o corpo humano e as mídias digitais




Pierre Lévy e suas visões do futuro
Pierre Lévy (Foto: Damião Francisco/Wikimedia Commons)

Cibernética

Em conferência na USP, o filósofo de origem francesa fala sobre a linguagem que desenvolve atualmente – a IEML – e prevê o máximo desenvolvimento das conexões entre o corpo humano e as mídias digitais

Paulo Hebmüller

Se um habitante do século 21 voltasse ao tempo do Antigo Egito ou do Império Romano e tentasse falar sobre computadores, internet ou aviões, seria impossível aos cidadãos daquelas eras compreender a existência dessas coisas. Para o filósofo Pierre Lévy, também a nossa geração é incapaz de conceber aonde o desenvolvimento das mídias digitais e suas conexões com o corpo humano vai chegar. “Estamos falando de algo que não podemos imaginar. Penso num novo tipo de linguagem, capaz de explorar todas as capacidades da computação, inclusive usar o seu poder para manipular símbolos”, disse Lévy a uma plateia que lotou o Anfiteatro Camargo Guarnieri, na Cidade Universitária, no último dia 18.

Na conferência “Horizontes do conhecimento na era digital”, promovida dentro do Ciclo USP 2.0 – organizado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) e pelo Centro de Pesquisa Atopos, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP –, o filósofo apresentou o projeto no qual vem trabalhando: a Information Economy Metalanguage (IEML), uma linguagem que tem a capacidade expressiva de uma língua natural e também, por ser computacional, é uma linguagem de programação. A IEML permitirá, por exemplo, a tradução automática entre duas línguas naturais e facilitará a navegação e a filtragem de informações, buscas e diversas operações que poderiam ser feitas automaticamente.

Não são conceitos de fácil apreensão, como o próprio Lévy, usando de bom humor, chamou a atenção várias vezes ao longo da conferência. Eles envolvem, por exemplo, novas conexões entre o córtex biológico e o futuro hipercórtex digital (no site www.ieml.org, em francês, podem ser lidos artigos do próprio filósofo da informação a respeito da IEML). De origem francesa, nascido na Tunísia em 1956, Pierre Lévy leciona no Departamento de Comunicação da Universidade de Ottawa, no Canadá, escreveu livros como As tecnologias da inteligência, O que é o virtual? e Cibercultura e foi um dos primeiros pensadores a refletir sobre a revolução digital.

Dois reinos – Na primeira parte da conferência, Lévy lembrou que “não há inteligência coletiva sem a inteligência pessoal”. Numa era em que todos estão sempre on-line e conectados às mídias sociais, utilizar esses meios para aprender requer, em primeiro lugar, o “gerenciamento da atenção”. Ou seja, é preciso definir interesses, prioridades e áreas de expertise – as que temos e as que queremos ter. Em outras palavras, onde estamos e para onde queremos ir.

“É importante ter disciplina, não se distrair. Você é o centro e o senhor do ambiente, e não deve ficar flutuando”, ensinou. Também é necessário ter em mente o contexto e o quadro maior. Quem fica exageradamente num único foco corre o risco de não conseguir acompanhar o que ocorre ao redor. Levy também salientou que as conexões devem ser feitas com pessoas, grupos e instituições. São elas as fontes, e não se deve confundi-las com os canais – como o Twitter e o Facebook. “Temos que explorar as ferramentas para melhorar as maneiras pelas quais aprendemos e ensinamos”, defendeu.

Nesse momento Lévy iniciou a segunda metade da conferência, advertindo a plateia, novamente com bom humor, que alguns poderiam se perguntar: “Do que afinal ele está falando?”. “Esse é o risco da filosofia”, disse. A síntese da explanação poderia ser dada pelos dois slides fundamentais que Lévy projetou no início e no final dessa parte, mostrando os grandes esquemas nos quais o centro, hoje, é a presença, mas no futuro poderá ser a IEML.


No primeiro, a presença é envolvida por dois “reinos” – o natural e o virtual. No natural estão as relações de nosso corpo com o que nos cerca (prédios, veículos, ferramentas etc.), em que se obedece às leis da física e da mecânica. Nessa dimensão, o tempo material é sequencial, ou seja, não se pode voltar ao passado, não se pode avançar no futuro. Porém, a presença também se expressa em categorias simbólicas, que têm a ver com ideias, imagens, identidade etc. “O mecanismo simbólico é abstrato e define a espécie humana, a habilita a manipular símbolos”, define. No tempo da memória, por exemplo, se pode ir ao passado, enquanto no sequencial, não. “O que acontece agora modifica a ideia que você tem do futuro e transforma sua ideia de passado.”

O meio – medium – é exatamente o que está entre o material e o virtual, definiu Lévy, e que promove comunicações e reflexos nas duas esferas: projetamos imagens da mente no reino físico e do físico na mente. Não é preciso buscar um exemplo digital: basta lembrar que, quando lemos um livro (objeto físico), criamos imagens em nossa mente a respeito do que decodificamos de suas páginas.

Como a aventura da espécie humana é maior do que nossa história ou aventura pessoal, muitas mídias foram usadas para receber e transmitir o conhecimento de uma geração a outra, desde pedras e pergaminhos até o papel e os meios eletrônicos. “As mídias contemporâneas são as digitais. Elas vieram para ficar. Não as desinventaremos, assim como não desinventamos a escrita”, disse Lévy. “O que não vai ficar estável é o poder dessas mídias, que vai crescer e crescer de forma que ainda não podemos imaginar.”

Capacidade máxima – Esse crescimento se dará na capacidade computacional de manipular símbolos, de ampliar a largura das bandas e de ubiquidade – ou seja, será possível acessar máquinas e redes de qualquer lugar. “Haverá novas interfaces entre nosso corpo e as mídias digitais. O problema filosófico, e a filosofia trata de construir problemas, não de dar respostas, é qual será o meio simbólico capaz de dar conta das duas dimensões: a exploração máxima da técnica a serviço do máximo empoderamento da recepção e transmissão”, afirmou Lévy.

A proposta da IEML é justamente a de criar um novo tipo de linguagem capaz de explorar todas as capacidades da computação, a fim de manipular também símbolos e ideias. Atualmente, de acordo com o filósofo, a lógica está formalizada e é possível verificar a veracidade ou falsidade de uma proposição – mas não o seu sentido, o seu significado, porque o campo da semântica é muito mais complexo e envolve inúmeras interações, sinônimos, irregularidades etc. “Minha ideia é construir uma linguagem, um sistema científico de notação para o sentido, que poderia ser manipulado automaticamente pelos computadores. Ou seja, não explorar apenas a veracidade ou falsidade de uma proposição, mas o seu sentido.”

Se hoje os dados já existem e estão localizados em endereços (as URLs da web), a nova linguagem seria um sistema metadados que fizesse transferências de significados para as línguas naturais, mas também entre máquinas. A IEML – que, recorde-se, ainda está em desenvolvimento e, portanto, é daquelas coisas difíceis de imaginar, como advertiu Lévy – é uma espécie de “grande labirinto de unidades de sentido”, sobre o qual seria possível “voar” e fazer inúmeras conexões textuais e hipertextuais. Um mapa conceitual e semântico desenhado automaticamente que a atual internet não provê.

No grande esquema em que a IEML ocupa o centro – que no diagrama anterior cabia à presença –, as duas dimensões em analogia aos reinos material e virtual são a das ressonâncias externas (significados virtuais) e a das ressonâncias internas (significados reais). “Imagine o que será aprender e ensinar quando tivermos esse sistema? Essa é a visão”, ressaltou Pierre Lévy. É de visionarismo, de fato, que se trata.

Os vídeos com a íntegra da conferência de Pierre Lévy e os debates que se seguiram estão disponíveis no site da IPTV da USP: http://video.usp.br/portal/home.jsp

Fonte: https://twitter.com/#!/plevy/status/162567683550871553 | Transcrito de: http://espaber.uspnet.usp.br/jorusp/?p=17571

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SOPA :: O primeiro navio a afundar é o do mais avarento

SOPA e PIPA - siglas de “Stop Online Piracy Act” e “Protect Intellectual Property Act”, pretendem estabelecer o uso, em território Americano, de mecanismos de censura sobre a Internet, semelhantes aos utilizados em países como a China, Irã e Síria. O motivo seria o de coibir a pirataria online, mas na verdade pretendem combater práticas sociais que utilizamos historicamente para ter acesso alternativo a qualquer obra cultural, como: trocar, compartilhar, emprestar... tal qual acontece e sempre aconteceu nas Bibliotecas.

O SOPA, caso aprovado pelos congressistas norte-americanos, não afetaria apenas os EUA, pois o país alem de concentrar a maior parte da infra-estrutura da rede, concentra quase todos os serviços e sites que utilizamos diariamente. A maioria dos sites da internet são hospedados nos EUA (.com, .net, .org), estando assim sob a legislação Americana.

No Brasil lutamos há anos contra o PL 84/99 (Lei Azeredo) e a favor do Marco Civil da Internet (PL 2126). Toda esta luta poderia ser vã, caso o SOPA fosse aprovado, pois junto com a lei Sinde na Espanha e Hadopi na França, ele pode ser um terrível instrumento de pressão para que os demais países, incluindo aí o Brasil, adotem legislações semelhantes.

É importante lembrar que a Lei Sinde foi aprovada logo no inicio do novo mandato espanhol, sob grande pressão americana, e que o PL 84/99, que fora congelado em 2008, voltou à tona no inicio deste ano com grande pressão à aprovação. Todo este esforço da indústria dos direitos autorais nada mais é que uma tentativa para que sejam criados mecanismos de censura corporativos, no intuito de controlar a internet e conseguir lucros ainda maiores.

Aprovar o SOPA seria o mesmo que aprovar uma lei que proibisse o uso de bibliotecas, estabelecendo que para ler um livro numa biblioteca pública tivéssemos que pagar por isto; seria o mesmo que proibir as pessoas de ouvirem músicas juntas ou verem um filme juntos, em suas casas.

Os estúdios de cinema já faturam bilhões com a exibição de seu produto nas salas de exibição. Bandas e orquestras faturam alto com shows, turnês, venda de CDs, DVDs e faixas em mp3 pela internet. Rádio e TV, concessões públicas, já faturam o suficiente com veiculações comerciais durante a programação. Impressos, contrariando previsões passadas, nunca venderam tanto...

Até onde vai a ganância e a cobiça humana? Quem é na realidade o pirata? Por que esta falta de generosidade no compartilhamento de obras resguardadas por direitos autorais?

São perguntas que muitas vezes ficam sem resposta lógica, que não seja a lógica do lucro, da acumulação eterna. O certo é que quando vem a tempestade, o primeiro navio a afundar é o do mais avarento, seja ele pirata o uma nau capitânia, a serviço da coroa. A história dos naufrágios conta que a embarcação que tem mais tesouros e pilhagens, em seus porões, é a que vai a pique primeiro. Mar não é prato de sopa e não há vela ou pipa que resista a tempestade.

Leia também meu artigo: 'SOPA & PIPA: O primeiro navio a afundar é o do mais avarento', publicado em 24/01/2012, na edição 678 do Observatório da Imprensa.

domingo, 4 de setembro de 2011

Fronteiras do Pensamento 2011: Zygmunt Bauman




O sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, nasceu na Posnânia em 1925, escapou dos horrores do Holocausto que aguardavam os judeus poloneses na 2ª Grande Guerra, quando fugir com sua família para a Rússia em 1939. De lá voltou depois que a guerra acabou, filiou-se então ao Partido Comunista, estudou na Universidade de Varsóvia e conheceu Janina, com quem está casado há 55 anos e com quem teve três filhas. Conhecido mundialmente por seu conceito de Modernidade líquida; em que as ideias de emancipação, individualidade, tempo/espaço, trabalho e comunidade estão propensas a mudar com rapidez e de forma imprevisível.

Autor prdutivo e conhecido mundialmente, sua fama e imersão nos temas que aborda aumentaram após sua aposentadoria, em 1990. 16 de seus 25 livros foram publicados após essa data e cinco obras dedicadas ao estudo de seu pensamento foram escritas nos últimos anos. Descrito certa vez como "profeta da pós-modernidade" - título com o qual Zygmunt não concorda -, por suas reflexões sobre as condições do mundo da "modernidade líquida", os temas abordados por Bauman tendem a ser amplos, variados e focalizados na vida cotidiana dos homens e mulheres comuns.

Globalização, política, sociedade de consumo, comunidade, individualidade e segurança são algumas das questões abordadas pelo sociólogo, sempre focando a dimensão ética e humanitária que deve nortear tudo o que diz respeito à condição humana. Zygmunt Bauman é uma das vozes a permanentemente questionar a ação dos governos neoliberais que dão amplo apoio às forças do mercado ao passo em que abdicam da responsabilidade de promover justiça social.

Atualmente Bauman é o chefe do departamento de sociologia da Universidade de Leeds, na Inglaterra, onde reside hoje com sua família. Ele esteve no Brasil em julho deste ano, convidado pelo Fronteiras do Pensamento 2011. Assista abaixo a entrevista com Zygmunt Bauman, para o Fronteiras do Pensamento, apresentada na ocasião do encontro com o pensador francês Edgar Morin.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Diga não ao AI-5 Digital!




via Avaaz

Caros amigos de todo o Brasil,
Na semana que vem, o Congresso poderá votar um projeto de lei que restringiria radicalmente a liberdade da internet no Brasil, criminalizando atividades on-line cotidianas tais como compartilhar músicas e restringir práticas essenciais para blogs. Temos apenas seis dias para barrar a votação.

A pressão da opinião pública derrotou um ataque contra a liberdade da internet em 2009 e nós podemos fazer isso de novo! O projeto de lei tramita neste momento em três comissões da Câmara dos Deputados e esses políticos estão observando atentamente a reação da opinião pública nos dias que antecedem à grande votação. Agora é nossa chance de lançar um protesto nacional e forçá-los a proteger as liberdades da internet.

O Brasil tem mais de 75 milhões de internautas e se nos unirmos nossas vozes poderão ser ensurdecedoras. Envie uma mensagem agora mesmo às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e depois divulgue a campanha entre seus amigos e familiares em todo o Brasil:


O projeto de lei do deputado Azeredo sobre a internet supostamente teria o objetivo de nos proteger contra fraudadores e hackers. Porém, como alguém que faz uma cirurgia com uma motosserra, as normas excessivamente cautelosas impostas pelo projeto de lei trariam altíssimos custos sem de fato cumprir seu objetivo. Em vez de capturar os verdadeiros criminosos, elas penalizariam todos nós. Por esse motivo, até mesmo o importante site anti-pedofilia, o SaferNet é contra o PL Azeredo.

Se esse projeto de lei for aprovado, nossa privacidade e liberdade de expressão, criação e acesso on-line ficarão gravemente limitadas. Pior que isso, os provedores de internet que mantêm informações detalhadas sobre nosso histórico de navegação na internet passarão a ser “policiais virtuais” monitorando os usuários a todo momento.

O projeto de lei tem circulado em Brasília por mais de uma década, e a pressão da opinião pública já o derrotou antes. Em 2009, uma consulta pública sobre o “Marco Civil da Internet” barrou o andamento do projeto. Mas alguns meses atrás, o deputado Azeredo tentou apressar a aprovação no Congresso, usando os ataques de crackers aos sites do governo como desculpa. Um novo Congresso e uma maior conscientização sobre as amplas implicações do projeto de lei significam que nossas vozes poderão fazer a diferença. Envie agora mesmo uma mensagem às lideranças na Câmara:


Infelizmente, o PL Azeredo não é a única lei desse tipo. Em todo o mundo, na Índia, Turquia, Estados Unidos e outros países, a liberdade da internet está sob ataque promovido por iniciativas similares. Mas os membros da Avaaz nesses países estão se mobilizando. Vamos fazer a nossa parte neste movimento popular global em defesa da web barrando o PL Azeredo.

Com esperança,

Emma, David, Ricken, Maria Paz, Giulia, Rewan e a equipe da Avaaz

FONTES:

Petição do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, instituição parceira da Avaaz:

Liberdade de internautas no Brasil pode estar com os dias contados (Portal Imprensa):

Entenda o que é o marco civil da internet (UOL):

'AI-5 digital' volta a circular no Congresso (Rede Brasil Atual):

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eli Pariser, na TED 2011, alerta sobre os "filtros-bolha"

Eli Pariser faz o alerta durante a TED 2011, precisamos ficar atentos aos "filtros-bolha" online. A medida em que empresas da Web se esforçam para fornecer serviços sob medida para nossos gostos pessoais (incluindo notícias e resultados de pesquisa), acontece uma perigosa e não intencional consequencia: Caímos na cilada dos "filtros-bolha" e não somos expostos à informações que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo. Eli Pariser argumenta vigorosamente que isto, definitivamente, mostrar-se-á ruim para nós e para a democracia.


Fonte: http://www.ted.com/talks/lang/por_br/eli_pariser_beware_online_filter_bubbles.html