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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado

Em ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’, os jornalistas destrincham o WikiLeaks e exploram as peças de um quebra-cabeça nas manchetes mundiais. Eles examinam a cultura da internet que tornou possível a revelação de informações sigilosas e os hackers fanáticos que formaram a base do WikiLeaks. Exploram os eventos secretos que o site divulgou, da revelação de execuções de civis no Quênia em 2008 à avalanche de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos em 2010. 

Os autores ainda analisam as implicações das revelações do WikiLeaks e desvelam a natureza contraditória de Julian Assange - um homem elogiado pela Anistia Internacional em 2009, mas que, menos de um ano depois, seria acusado pela polícia sueca de crimes sexuais.

"Com direitos já vendidos para oito países, ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’ é o primeiro relato detalhado sobre o fenômeno WikiLeaks. Do lançamento do site, em 2006, até os mais recentes acontecimentos neste drama que define uma era, o livro conta a verdadeira história por trás das manchetes, em um registro cativante e revelador que traz o leitor até o momento presente. 

Os autores, jornalistas do The Guardian liderados por David Leigh, editor investigativo, e Luke Harding, correspondente em Moscou, estiveram no centro da cobertura do maior vazamento de informações secretas da história. Trabalhando com o correspondente do Guardian em Nova York, EdPilkington, eles tiveram acesso sem precedentes aos personagens principais dessa história, de diplomatas e políticos ao ex-porta-voz do WikiLeaks,Daniel Domscheit-Berg, e o próprio Julian Assange. 

Em ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’, os jornalistas destrincham o fenômeno WikiLeaks e exploram as muitas peças de um quebra-cabeça que continua a dominar as manchetes mundiais. Eles examinam a cultura da internet que tornou possível a revelação de informações sigilosas e os hackers fanáticos que formaram a base do WikiLeaks. 

Exploram os eventos secretos que o site divulgou, da revelação de execuções de civis no Quênia em 2008 à avalanche de telegramas diplomáticos dos Estados Unidos em 2010. Os autores ainda analisam as implicações das mais recentes revelações do WikiLeaks e desvelam a natureza estranha e contraditória de Julian Assange – um homem elogiado pela Anistia Internacional em 2009, mas que, menos de um ano depois, seria acusado pela polícia sueca de crimes sexuais. 

Até agora, a história do WikiLeaks foi revelada de maneira fragmentada. O livro ‘WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado’ apresenta o quadro completo...

...Quem quiser saber mais detalhes do vazamento o livro é super indicado: http://acesse.vc/v2/c0223de0. Garanto que não vão se arrepender, principalmente quem gosta de investigação e espionagem. Vale muito a pena ser lido para ver quanta besteira os governantes estão fazendo por ai. Detalhe: Os relatórios secretos citados no decorrer do livro, estão em anexo no final dele."

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Assange: Temer trocou segredos por apoio ao golpe



Assange: Temer trocou segredos do Brasil por apoio dos Estados Unidos


Em entrevista exclusiva ao escritor Fernando Morais, editor do Nocaute, o fundador do Wikileaks, Julian Assange  afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016.

“Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada dos Estados Unidos e forneceu informações políticas às quais muitos não tinham acesso. Não digo que ele tenha sido um espião pago. Falo de outra coisa: de trocar informação por apoio político”, afirma.

A administração de Barack Obama, que tem John Kerry como secretário de Estado, apoiou três golpes recentes na América Latina: os de Honduras, Paraguai e Brasil. Isso explica por que Temer e seu chanceler José Serra torceram tanto por Hillary Clinton na disputa eleitoral norte-americana em 2016.

Com informações do Brasil 247


Veja um trecho da entrevista de Julian Assange:


sábado, 18 de outubro de 2014

CITIZENFOUR :: Edward Snowden .Doc




Edward Snowden (You Tube)
Texto reproduzido do Observatório da Imprensa

Quando vazou documentos que revelavam um gigante programa de espionagem do governo americano, o ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA Edward Snowden deixou claro que não queria se tornar, ele próprio, protagonista da história. Não foi possível. A curiosidade e o interesse sobre o homem de 29 anos que largou uma vida estável no Havaí para revelar segredos de Estado e se tornar um fugitivo só aumentaram ao longo do último ano.

Snowden acabou conseguindo asilo temporário na Rússia e sua rotina virou alvo de especulação – onde ele vive, se passeia na rua como um cidadão qualquer, se mora sozinho etc. Há alguns meses, o americano concedeu entrevistas a emissoras de TV – uma delas à Rede Globo.

Agora, Snowden tornou-se estrela de um documentário de Laura Poitras, a cineasta que ajudou o jornalista Glenn Greenwald a lidar com o vazamento dos documentos do governo americano. Exibido no Festival de Cinema de Nova York em 10/10, Citizenfour tem estreia prevista para 24/10 nos EUA.

Vida feliz

O filme traz diversas revelações, como a de que existiria um “outro Snowden”, ou seja, outro informante na inteligência dos EUA – este teria um posto mais alto que o de Snowden. Também é revelado que 1,2 milhão de americanos estão em uma lista de vigilância do governo americano – Laura Poitras é uma destas pessoas.

O documentário mostra, ainda, que a namorada de Snowden agora vive com ele em Moscou. “O fato de que ele hoje vive feliz em casa, com a namorada de longa data, a quem ele ama, deveria sepultar a campanha absurda para caracterizar sua vida como horrível e desagradável. Snowden não apenas mudou o modo como o mundo pensa sobre questões políticas profundamente importantes ao desafiar seu mais poderoso governo, como foi capaz de construir uma vida feliz, saudável e plena para si próprio. E se ele pode fazer isso, também podem outros informantes, e é exatamente por isso que foi feito tanto esforço para mostrá-lo de maneira falsa”, escreveu Glenn Greenwald no site The Intercept – fundado por ele e por Laura.



domingo, 9 de março de 2014

SXSW :: Julian Assange alerta sobre a espionagem militar na Internet




(Reuters/EFE) - O fundador do WikiLeaks, Julian Assange   denunciou hoje (via Skype) em Austin (EUA),a "ocupação militar" da Internet a milhares de representantes de uma comunidade tecnológica cada vez mais preocupados com a proteção da privacidade na web.

O jornalista e programador da Austrália falou ao vivo via teleconferência no festival anual de tecnologia , música e conhecido como South By Southwest (SXSW), realizada em Austin, até o final do filme na próxima semana.

Assange, que permanece escondido na embaixada do Equador em Londres, desde 2012, para evitar a extradição para a Suécia, sob alegações de estupro e assédio sexual, se comunicava com o público via Skype.

Dois telões mostraram -lo em primeiro plano, com o logotipo da WikiLeaks na parte inferior, em uma conversa que durou mais de uma hora repetidamente interrompida por problemas técnicos.

"Levante a mão se você me ouvir", Assange disse aos participantes , após o som é cortado pelo moderador, que teve que dar perguntas escritas.

Durante a palestra , o fundador do WikiLeaks disse que os jornalistas que cobrem as questões de segurança nacional são "um novo tipo de refugiado" e observou que testemunhar "a forma mais agressiva de vigilância que o mundo já viu."

Também denunciou que chamou de "ocupação militar da internet" , o que mostra , segundo ele, o enorme poder das agências de inteligência e os empreiteiros militares dos EUA

Estas agências de inteligência , encabeçadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA), e não o presidente Barack Obama, estão "vestindo as calças", segundo Assange, que criticou a "campanha da Casa Branca contra o ex-analista de a CIA, Edward Snowden, e os jornalistas que o ajudaram a divulgar milhares de documentos sobre a massiva espionagem NSA."

Ele mencionou que isso levou muitos dos jornalistas envolvidos a buscar refúgio em outros países para garantir sua segurança e liberdade.



Ele citou o jornalista Glenn Greenwald, EUA, que confiava em Snowden como fonte à divulgação de documentos confidenciais da NSA e que agora vive no Brasil, "um dos países mais preocupados com a NSA e espionagem global."

Ele citou outros jornalistas, como a estadunidense Laura Poitras, que também vive "no exílio", em Berlim, como o repórter britânico Sarah Harrison, que ajudou Snowden a sair de Hong Kong e procurar asilo em Moscou.

Ele disse , ainda, que seu confinamento na embaixada do Equador em Londres é "difícil" , mas se mantem "trabalhando mais" e vive em uma área onde "não há policiais, nem intimações."

"É, em certa medida, um território de ninguém", disse ele.

Lembrou, por outro lado, que a filtragem feita Snowden ajudou a limpar um pouco da "névoa" e a entender melhor o mundo em que vivemos.

Os participantes da conferência, incluindo Mark Trumpbour, da empresa de publicidade Spring Studios, de Nova York, destacaram a preocupação da comunidade tecnologica com a privacidade na web.

"Eu tenho estado muito preocupado com a vigilância do estado em que vivemos, e, meu papel como um tecnólogo no fenômeno", disse ele à Efe, Trumpbour, disse que esta "desapontado" com o fato de que o público em geral não parece muito preocupado.

Trumpbour, que usa a tecnologia para criptografar suas conversas, especialmente com outros países, disse que a filtragem de Snowden o levou a ter "consciencia" dos canais utilizados para se comunicar.

Andy Schwenemann, um relações publicas de Detroit, lamentou que Assange não aproveite para compartilhar seu discurso com "orientações" sobre a forma de proteger a privacidade.

"O monitoramento existe e não podemos escapar. Eu teria gostado que Assange tivesse aproveitado esta oportunidade para dizer-nos como nos proteger do parte mais diabólica dessa vigilância", declarou Schwenemann à EFE.

Meredith Rees, da editora Random House, disse que acredita que Assange está fazendo um trabalho importante e é "lamentável" ele ser considerado "um vilão".

O SXSW; famoso festival de tecnologia, música e cinema de Austin nasceu em 1986, quando Roland Swenson, um jovem de 31 anos que trabalhava como corretor em uma revista semanal alternativa, convenceu seus patrões a criar um festival de música local.

Aquele pequeno evento, que atraiu cerca de 700 pessoas, tornou-se uma das conferências mais maciças e influentes do planeta, injetando a cada ano mais de 200 milhões de dólares na economia local. 




terça-feira, 5 de julho de 2011

Viral do site WikiLeaks - Existem coisas que não tem preço...

Uma paródia do fato de que empresas de cartão de crédito, e empresas de pagamento on-line, tem retidos mais de 15 milhões de dólares em doações para o site WikiLeaks.

Mais sobre Julian Assange...



Apoie o WikiLeaks: http://wikileaks.org/support.html

Via: The Daily Conversation: Follow them on Twitter: http://www.twitter.com/thedailyconvo

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Transparência: Por dentro do Wikileaks

por Natália Viana* (Opera Mundi)

Julian Assange
O responsável pelo site Wikileaks
Fui convidada por Julian Assange (foto) e sua equipe para trazer ao público brasileiro os documentos que interessam ao nosso país. Para esse fim, o Wikileaks decidiu elaborar conteúdo próprio também em português, com matérias fresquinhas sobre os documentos da embaixada e consulados norte-americanos no Brasil.

Por trás dessa nova experiência está a vontade de democratizar ainda mais o acesso à informação. O Wikileaks quer ter um canal direto de comunicação com os internautas brasileiros, um dos maiores grupos do mundo, e com os ativistas no Brasil que lutam pela liberdade de imprensa e de informação. Nada mais apropriado para um ano em que a liberdade de informação dominou boa parte da pauta da campanha eleitoral.

Buscando jornalistas independentes, Assange busca furar o cerco de imprensa internacional e da maneira como ela acabada dominando a interpretação que o público vai dar aos documentos. Por isso, além dos cinco grandes jornais estrangeiros, somou-se ao projeto um grupo de jornalistas independentes. Numa próxima etapa, o Wikileaks vai começar a distribuir os documentos para veículos de imprensa e mídia nas mais diversas partes do mundo.

Assange e seu grupo perceberam que a maneira concentrada como as notícias são geradas – no nosso caso, a maior parte das vezes, apenas traduzindo o que as grandes agências escrevem – leva um determinado ângulo a ser reproduzido ao infinito. Não é assim que esses documentos merecem ser tratados: “São a coisa mais importante que eu já vi”, disse ele.

Não foi fácil. O Wikileaks já é conhecido por misturar técnicas de hackers para manter o anonimato das fontes, preservar a segurança das informações e se defender dos inevitáveis ataques virtuais de agências de segurança do mundo todo.

Assange e sua equipe precisam usar mensagens criptografadas e fazer ligações redirecionados para diferentes países que evitam o rastreamento. Os documentos são tão preciosos que qualquer um que tem acesso a eles tem de passar por um rígido controle de segurança. Além disso, Assange está sendo investigado por dois governos e tem um mandado de segurança internacional contra si por crimes sexuais na Suécia. Isso significou que Assange e sua equipe precisam ficar isolados enquanto lidam com o material. Uma verdadeira operação secreta.

Documentos sobre Brasil

No caso brasileiro, os documentos são riquíssimos. São 2.855 no total, sendo 1.947 da embaixada em Brasília, 12 do Consulado em Recife, 119 no Rio de Janeiro e 777 em São Paulo.

Nas próximas semanas, eles vão mostrar ao público brasileiro histórias pouco conhecidas de negociações do governo por debaixo do pano, informantes que costumam visitar a embaixada norte-americana, propostas de acordo contra vizinhos, o trabalho de lobby na venda dos caças para a Força Aérea Brasileira e de empresas de segurança e petróleo.

O Wikileaks vai publicar muitas dessas histórias a partir do seu próprio julgamento editorial. Também vai se aliar a veículos nacionais para conseguir seu objetivo – espalhar ao máximo essa informação. Assim, o público brasileiro vai ter uma oportunidade única: vai poder ver ao mesmo tempo como a mesma história exclusiva é relatada por um grande jornal e pelo Wikileaks. Além disso, todos os dias os documentos serão liberados no site do Wikileaks. Isso significa que todos os outros veículos e os próprios internautas, bloggers, jornalistas independentes vão poder fazer suas próprias reportagens. Democracia radical – também no jornalismo.

Impressões

A reação desesperada da Casa Branca ao vazamento mostra que os Estados Unidos erraram na sua política mundial – e sabem disso. Hillary Clinton ligou pessoalmente para diversos governos, inclusive o chinês, para pedir desculpas antecipadamente pelo que viria. Para muitos, não explicou direto do que se tratava, para outros narrou as histórias mais cabeludas que podiam constar nos 251 mil telegramas de embaixadas.

Ainda assim, não conseguiu frear o impacto do vazamento. O conteúdo dos telegramas é tão importante que nem o gerenciamento de crise de Washington nem a condenação do lançamento por regimes em todo o mundo – da Austrália ao Irã – vai conseguir reduzir o choque.

Como disse um internauta, Wikileaks é o que acontece quando a superpotência mundial é obrigada a passar por uma revista completa dessas de aeroporto. O que mais surpreende é que se trata de material de rotina, corriqueiro, do leva-e-traz da diplomacia dos EUA. Como diz Assange, eles mostram “como o mundo funciona”.

O Wikileaks tem causado tanto furor porque defende uma ideia simples: toda informação relevante deve ser distribuída. Talvez por isso os governos e poderes atuais não saibam direito como lidar com ele. Assange já foi taxado de espião, terrorista, criminoso. Outro dia, foi chamado até de pedófilo.

Wikileaks e o grupo e colaboradores que se reuniu para essa empreitada acreditam que injustiça em qualquer lugar é injustiça em todo lugar. E que, com a ajuda da internet, é possível levar a democracia a um patamar nunca imaginado, em que todo e qualquer poder tem de estar preparado para prestar contas sobre seus atos.

O que Assange traz de novo é a defesa radical da transparência. O raciocínio do grupo de jornalistas investigativos que se reúne em torno do projeto é que, se algum governo ou poder fez algo de que deveria se envergonhar, então o público deve saber. Não cabe aos governos, às assessorias de imprensa ou aos jornalistas esconder essa ou aquela informação por considerar que ela “pode gerar insegurança” ou “atrapalhar o andamento das coisas”. A imprensa simplesmente não tem esse direito.

É por isso que, enquanto o Wikileaks é chamado de “irresponsável”, “ativista”, “antiamericano” e Assange é perseguido, os cinco principais jornais do mundo que se associaram ao lançamento do Cablegate continuam sendo vistos como exemplos de bom jornalismo – objetivo, equilibrado, responsável e imparcial. Uma ironia e tanto.

*Natália Viana é jornalista e colaboradora do Opera Mundi

Fonte: Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/internacional/por-dentro-do-wikileaks

Fique por dentro do WikiLeaks com a nossa dica de leitura:


Autor: Pilkington, Ed.; Harding, Luke; Leigh, David
Editora: Best Seller Ltda
Categoria: Literatura Estrangeira / Biografias e Memórias

Em "WikiLeaks: a guerra de Julian Assange contra os segredos de Estado", os jornalistas destrincham o fenômeno WikiLeaks e exploram as muitas peças de um quebra-cabeça que continua a dominar as manchetes mundiais. Eles examinam a cultura da internet que tornou possível a revelação de informações sigilosas e os hackers fanáticos que...