quarta-feira, 24 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
O Lucro ou as pessoas de Noam Chomsky – Livro

Introdução: O neoliberalismo é o paradigma econômico e político que define o nosso tempo. Ele consiste em um conjunto de políticas e processos que permitem a um número relativamente pequeno de interesses particulares controlar a maior parte possível da vida social com o objetivo de maximizar seus benefícios individuais.
Inicialmente associado a Reagan e Thatcher, o neoliberalismo é a principal tendência da política e da economia globais nas últimas duas décadas, seguida, além da direita, por partidos políticos de centro e por boa parte da esquerda tradicional. Esses partidos e suas políticas representam os interesses imediatos de investidores extremamente ricos e de menos de mil grandes empresas.
Baixe o livro: http://www.anarquista.net/o-lucro-ou-as-pessoas-de-noam-chomsky-livro/
Inicialmente associado a Reagan e Thatcher, o neoliberalismo é a principal tendência da política e da economia globais nas últimas duas décadas, seguida, além da direita, por partidos políticos de centro e por boa parte da esquerda tradicional. Esses partidos e suas políticas representam os interesses imediatos de investidores extremamente ricos e de menos de mil grandes empresas.
Baixe o livro: http://www.anarquista.net/o-lucro-ou-as-pessoas-de-noam-chomsky-livro/
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Se usa quem quer, quem não quer não usa
Vinicius Sassine, para O Globo (sin permisso)
BRASÍLIA — Em meio à saraivada de críticas de diferentes partidos e de setores do governo federal, o projeto de lei que amplia as internações involuntárias de dependentes de drogas deverá sofrer alterações, numa tentativa de garantir a votação da proposta no plenário da Câmara.
O relator do projeto, deputado federal Givaldo Carimbão (PSB-AL), disse ao GLOBO que excluirá do texto final dois pontos entre os mais polêmicos e controversos, atacados em notas técnicas de três ministérios: a criação de um cadastro nacional de usuários de drogas e o fichamento de alunos — função que ficaria a cargo de professores e diretores — usuários ou sob suspeita de uso de substâncias ilícitas.
A chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, reuniu-se nesta quinta-feira por quase duas horas com Carimbão e com o autor do projeto, deputado Osmar Terra (PMDB-RS). Ela pediu mais prazo para discutir o projeto e fazer sugestões.
O governo conseguiu ganhar tempo: reuniões interministeriais devem ser feitas na segunda-feira e na terça e, para o dia 25, uma nova reunião está agendada na Casa Civil com o autor e o relator. Até lá, o mais provável é que a proposta não entre na pauta de votação da Câmara.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Pesquisa reconstrói história da TV no Paraná
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| Prof. Osmani Ferreira da Costa |
Osmani Costa: “A falta de bibliografia na área nos levou a recorrer a jornais e muitas entrevistas com diretores e ex-diretores de televisão”
Reconstituir e interpretar, historicamente, as relações políticas estabelecidas entre empresários de comunicação social e o Executivo Federal que resultaram em concessões para a implantação e o funcionamento de 12 emissoras e de três redes regionais de televisão no Paraná, de 1954 a 1985, foi o tema da tese de doutorado do professor do curso de Jornalismo (CECA), Osmani Ferreira da Costa, apresentada à UNESP de Assis, sob orientação do professor Áureo Busetto.
Uma das conclusões de sua pesquisa foi que “apenas as duas concessões de Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo – considerado o pai da televisão brasileira, um dos personagens mais influentes do Brasil nos anos 1940 e 50, presidindo o extinto império das comunicações Diários e Emissoras Associados – não dependeram, no Paraná, de apoio político do Palácio Iguaçu para sua implantação”.
Para Osmani Costa, o ano de 1954 marca o início das primeiras experiências televisivas no Paraná, em Curitiba. E, 1985, o marco cronológico final – registra a inauguração da terceira e última emissora do primeiro e maior grupo paranaense beneficiado por concessões do regime militar (1964-1985), o do ex-governador Paulo Pimentel. “O fato fecha o ciclo original relacionado aos dois principais problemas que nortearam meu estudo: a política de concessões de canais e a regionalização da TV no Paraná”, explica.
Em sua pesquisa “A televisão e o palácio: concessões e desenvolvimento das emissoras e redes televisivas no Paraná”, o professor reforça que a efetiva instalação da TV no Paraná coincidiu com o fim dos anos dourados da agricultura paranaense na década de 1960. E também com o início do processo de urbanização, industrialização e implantação da rede prestadora de serviços nas médias e grandes cidades paranaenses, nas décadas de 1970 e 1980. “A esta situação soma-se o fato de que, na mesma época, o país conviveu com o regime militar por 21 anos. Nos anos de 1960, os mais movimentados na história do setor televisivo paranaense, cinco emissoras entraram em operação. Das 12 TVs inauguradas no período de 25 anos, quatro foram instaladas em Curitiba e duas em Londrina, e as demais seis emissoras em: Apucarana, Ponta Grossa, Maringá, Cascavel, Cornélio Procópio e Foz do Iguaçu”, destaca Osmani Costa.
RÁDIO - O professor ressalta a importância do rádio no processo de implantação da televisão, não só no estado como em todo o país: “O sistema de radiodifusão contribuiu com os recursos humanos especializados necessários à implantação e ao funcionamento da TV, oferecendo técnicos de som, programadores, redatores, radioatores, radioatrizes, locutores-apresentadores e outros profissionais”. Ele cita também a importância do papel político dos jornais nas negociações que levaram os grupos paranaenses de comunicação a conquistarem as suas concessões de TV.
Osmani Costa lamenta que, apesar de a TV ocupar o lugar de principal fonte de entretenimento, lazer e de informação para a maior parte da população brasileira, no Paraná não passam de meia dúzia os livros que registram a trajetória da televisão, sendo que dois deles foram produzidos por historiadores. Então, para elaborar sua tese de doutorado, ele recorreu aos três jornais diários – Folha de Londrina, Gazeta do Povo e O Estado do Paraná –, fez nove entrevistas com diretores e ex-diretores de emissoras televisivas e de jornais. Entre eles, Ronald Sanson Stresser, o ex-governador Paulo Pimentel, Oscar Martinez, o ex-arcebispo de Maringá, D. Jaime Luiz Coelho e o ex-diretor da Folha de Londrina, Walmor Macarini. O professor também pesquisou documentos da legislação a respeito do sistema de concessão de canais, baseada no Código Brasileiro de Telecomunicações a partir de 1962.
Ele destaca em sua tese o pioneirismo do Paraná no setor de Telecomunicações: “Em 1963 ganhamos a segunda televisão do interior do País e a primeira do interior do estado: a TV Coroados, de Londrina. Ela nasceu ligada à Rede Tupi, de Assis Chateaubriand, e foi concedida por decreto assinado pelo então presidente Jânio Quadros, em 1961. Mais tarde passou para o comando do grupo liderado pelo empresário curitibano Adherbal Stresser, posteriormente, foi para as mãos do ex-governador Paulo Pimentel, depois para Oscar Martinez e, finalmente, para o Grupo RPC-TV. Em sua dissertação de mestrado, o professor pesquisou a história do Rádio em Londrina, que virou livro lançado pela Eduel. Com essas duas pesquisas, Osmani Costa traz uma grande contribuição à história da imprensa do Paraná.
É na madrugada que está a melhor hora para o sexo
Dicas para melhorar sua vida sexual
Prestar atenção aos picos de libido alimenta o desejo sexual
por Arlete Gavranic
É comum as pessoas perguntarem qual a melhor hora para se
fazer sexo e se a mesma favorece a performance sexual. Uns reclamam de
incompatibilidade com o parceiro em relação ao melhor horário.
É comum as pessoas perguntarem qual é a melhor hora para se
fazer sexo e se o mesma favorece a performance sexual. Uns reclamam de
incompatibilidade com o parceiro em relação ao melhor horário.
Um estudo encomendado por uma empresa norte-americana que
vende produtos eróticos mostra que a maioria dos adultos daquele país prefere
ter relações sexuais à noite, embora as tenham durante a madrugada.
A pesquisa, intitulada Great American Sex Survey, indica que
a maioria (52%) dos adultos prefere ter relações sexuais à noite, 47% optam por
altas horas da noite e 33% citam a manhã como o melhor horário para manter
relações sexuais. O período da tarde foi o eleito por 21% das mais de mil
pessoas entrevistadas. Acredita-se que essa diferença ocorra devido à quantidade
maior ou menor de hormônios no organismo em certos horários: masculino
(testosterona) e feminino (progesterona).
É interessante essa pesquisa, pois nos faz refletir o quanto
não prestamos atenção aos nossos desejos. Embora muitos percebam desejo durante
o dia e, se prestarmos atenção em nosso relógio biológico e hormonal, veremos
que a maior excitação ocorre pela manhã, principalmente nos homens, e à tarde
tanto para homens quanto para mulheres ou começo da noite - principalmente para
mulheres.
A grande maioria das pessoas só se permite viver o desejo e
o sexo no período noturno e na madrugada.
Fatores culturais contribuíram para essa associação, a
repressão ao sexo que devia ser feito às escondidas. Daí o período noturno ter
sido tão condicionado durante muito tempo.
Hoje há uma associação entre agenda, trabalho e estudo que
acaba sendo priorizada e o sexo fica para quando sobra tempo (e energia!) e não
quando nosso corpo deseja.
Para confirmar isso, é só perceber que a maioria das pessoas
muda seu ritmo e a percepção do seu desejo sexual quando está de férias ou até
mesmo nos finais de semana.
Parar e prestar atenção ao desejo, à libido é um passo
importante para estimular ideias que alimentem o desejo sexual. Muitas pessoas
não se dão conta dos picos de libido – tesão durante o dia, e acabam reclamando
no final do dia, com estresse e cansaço de trabalho acumulado, que o desejo
está fraco.
Preste atenção ao seu corpo, nos momentos de libido que
possam surgir durante o dia... mesmo que você não tenha como parar sua agenda,
alimente esse desejo e as ideias relacionadas a sexo e suas fantasias. Isso
poderá ajudar a não se sentir disfuncional e até auxiliar a resgatar esse tesão
num momento oportuno.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Brasil, o País do Futuro: "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
Quem não sabe dar valor ao seu país e cita outros como
modelo; como se existisse modelo de país a outros seguirem, sendo que cada um
vive de acordo com suas próprias limitações e qualidades que sempre são e
sempre serão relativas, se mude, vá morar em outro lugar.
Vivemos em um país livre, no qual todos tem o direito a
manifestar opinião, a se expressar livremente, de acordo com a lei, sendo
vetado apenas o anonimato.
Quer ajudar a nação brasileira, então ajude, seguindo sempre
- é claro - os princípios de ética e moral, a Constituição Federal, as
particularidades de cada um e a diversidade particular a cada cidadão,
municipalidade, estado e região que forma a República Federativa do Brasil.
Estamos no maior país da América Latina, o Futuro já chegou e se o Brasil era o
país do futuro, agora é!
Ficar apenas reclamando na Internet não ajuda, atrapalha
Cresce a cada dia o número de pessoas que se manifesta em
rede social dizendo estar insatisfeita com a atual conjuntura política,
econômica e com os rumos que toma nossa pátria. Sempre me pergunto porque esse
povo não se mobiliza e realmente faz acontecer ao invés de ficar apenas na
apatia.
As pessoas tem o direito a se manifestar nos espaços
públicos, a criar agremiação, partido político, votar, protestar, se fazer
ouvir. Pra quem não consegue amplificar a voz reunindo pessoas há alternativa,
uma cartolina e uma caneta piloto tem valor irrisório, um megafone de pilha
pode ser adquirido por 50 reais, começar um abaixo assinado não custa nada.
É muito confortável criticar usando o computador conectado a
Internet como escudo, como esconderijo, mas é ineficaz ao passo que apesar da
abrangência e alcance ignora o corpo-a-corpo, o olho-no-olho, o fator humano em
pessoa, presencial.
Movimentos populares
Ser membro de movimento popular também é caminho às pessoas
que desejam mudança, que realmente desejam promover revoluções ao invés de
apenas fazer barulho. Vejam, por exemplo; o MST, o movimento indígena, os
sindicatos, o movimento gay ou o movimento feminista, as seitas
neopentecostais, associações de bairro, pelos direitos dos animais, dentre
tantas centenas de outras agremiações, se conseguem fazer ser ouvidas mas não
se valem apenas da internet como veículo de comunicação.
Gosto de citar as Ocupas; movimento mundial que surgiu em
2011 para criticar o atual modelo econômico, ainda baseado em modelos de gestão
do século passado, pedir o fim do cassino global, leia-se bolsa de valores, e a
democracia representativa, pedindo democracia direta. O Ocupa Wall Street
vingou lá fora, menos sucesso não teve o 12M e 15M na Espanha, a Primavera
Árabe e outros ao redor do Planeta. No Brasil não é diferente, surgiu no mesmo
ano o Ocupa Rio, Ocupa Sampa, Acampa Sampa, Ocupa Salvador e muitas outras
iniciativas semelhantes, em prol dos objetivos comuns acima citados.
O Ocupa Rio conta hoje com mais de 3000 participantes no
Facebook e mais de 2000 no Twitter. Realiza atos públicos, protestos,
manifestações, mobilizando seus integrantes; seja para defender o objetivo
principal de materializar modelo econômico mais solidário e calcado em valores
e modelos atualizados, bem como a democracia direta, ou apoiando causas
populares como os Índios despejados da Aldeia Maracanã, no Rio de Janeiro, os Índios
Guarani-Kaiowá, os moradores do Quilombo Rio dos Macacos na Bahia, comunidades
carentes do Rio de Janeiro e até de São Paulo, como no caso do Pinheirinho.
Ativistas de boutique
Quem manifesta opinião, protestando apenas em rede social acaba, ao invés de ajudar efetivamente, apenas banalizando causas nobres. Nesses cidadão e cidadãs podemos notar uma real intenção de ajudar e participar, como no caso dos Guarani-Kaiowá, muita gente colocou em seu sobrenome ou apelido em rede social sobrenome indígena.
Não creio que seja atestado de indigência mental, entretanto é óbvio até à mais modesta inteligência ativista que rede social é fruto da civilização ocidental, capitalista. Os povos da floresta, em sua maioria, não sabem o que é iPhone ou Macintosh. Mas tudo bem, acredito que o ridículo é uma das vertentes confluentes e afluentes dos atuais modelos econômico, democrático e social.
Joseph Brodsky, conhecido poeta russo, nos escreve em um de seus ensaios, "Discurso Inaugural", que os maus sentimentos são os mais comuns na humanidade; portanto, quando a humanidade se aglutina em pequenos grupos, a tendência é a de que os maus sentimentos nos sufoquem a todos. O espaço virtual não traz solução prática, apenas serve como aglutinador, amplificador, no sentido de ter poder para fazer surgirem ideias e mobilização em torno das mesmas.
Falta de ação real
Durante a Rio+20 ficou constatado que alguns países continuam pobres e miseráveis enquanto outros conseguem grandes negócios com europeus, chineses, japoneses e estadunidenses, nações que me arrisco a acusar de que no fundo o querem é meter a mão na Amazônia, que é nossa.
Enquanto a grande maioria acompanhou a conferencia das Nações Unidas apenas pela TV; que é pior que Rede Social, pois é via de mão única, beneficiando apenas o transmissor e seus associados, enquanto o espectador apenas assiste, outros acompanharam e deram seus pitacos pela Internet, principalmente pelas redes sociais.
Tudo bem, melhor poder opinar que ficar apenas passivo ao produto midiático televisivo, mas quem fez a diferença foi o pessoal integrado a Cúpula dos Povos, evento paralelo a Rio+20. Aconteceram várias manifestações populares durante o evento multinacional e os povos se fizeram ouvir. A Cúpula dos Povos culminou em uma passeata com mais de 50 mil manifestantes se fazendo ouvir em um acontecimento que repercutiu amplamente na mídia local e internacional.
Para o país do presente só existe futuro com o povo presente nas ruas
Para obter resultados práticos temos que acreditar no momento dourado pelo qual passa o Brasil. Se o Brasil era o país do futuro essas palavras foram ditas no passado. Vivemos o Brasil do Futuro! Agora, ou nós, do povo, fazemos alguma coisa e nos fazemos ouvir, ou não haverá um futuro para o futuro.
Devemos usufruir plenamente o direito de manifestação e de reunião que nos garante a Constituição Federal, em seu atigo 5º:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;
XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;
E sem medo, pois:
Lei 4.898/65 - Abuso de autoridade: é crime de abuso de autoridade o atentado à liberdade de locomoção (artigo 3º, "a"); ao direito de reunião (artigo 3º, "h"); à incolumidade física do indivíduo (artigo 3º, "i").
Em publicação no Diário do Grande ABC, em 11/08/02, encontrei um resumo perfeito do direito garantido a todos nós brasileiros e brasileiras:
...A Constituição garante que todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente, tratando-se, pois, de direito individual o coligar-se com outras pessoas, para fim lícito.
O direito de reunião é uma manifestação coletiva da liberdade de expressão, exercitada por meio de uma associação transitória de pessoas e tendo por finalidade o intercâmbio de ideias, a defesa de interesses, a publicidade de problemas e de determinadas reivindicações.
O direito de reunião apresenta-se, ao mesmo tempo, como um direito individual em relação a cada um de seus participantes e um direito coletivo no tocante a seu exercício conjunto.
O direito de reunião, – que incluiu o direito de passeata –, configura-se como um dos princípios basilares de um Estado Democrático, sendo de grande abrangência, pois não se compreenderia a liberdade de reuniões sem que os participantes pudessem discutir, tendo que limitar-se apenas ao direito de ouvir, quando se sabe que o direito de reunião compreende não só o direito de organizá-la e convocá-la, como também o de total participação ativa.
Importante, porém, ressaltar, que os direitos de greve e reunião são relativos, assim como os demais direitos fundamentais, que não podem ser utilizados como verdadeiro escudo protetivo da prática de atividades ilícitas, nem tampouco como argumento para afastamento ou diminuição da responsabilidade civil ou penal por atos ilícitos, sob pena de total consagração ao desrespeito a um verdadeiro Estado de Direito... o exercício razoável dos direitos de greve, reunião e passeata, em respeito aos demais direitos fundamentais consiste em exigência democrática e necessária evolução da Educação de Cidadania, caráter básico, como salientado por Montesquieu, de qualquer Governo Republicano.”
Como cantou Geraldo Vandré
Unindo ativismo virtual e presencial em prol das mudanças que queremos e desejamos. O Brasil está na berlinda! A maioria também é feita pela soma das minorias. Dentro dos modelos de gestão atuais é a colaboração que faz acontecer; enquanto a competição, que outrora podia até ser saudável, hoje divide, gera mal estar, causa rachas, separa a sociedade em times que jogam uns contra os outros para ser vencedor num campeonato que só existe na cartilha dos hipócritas, egoístas, egocêntricos e toda espécie de ralé que se acha melhor que os demais.
A colaboração é a união do povo em torno do objetivo comum que é o de ver o progresso da nação de que fazem parte ativamente, queiram ou não. Todos pagamos impostos, obedecemos leis e somos afetados pelos rumos tomados por nosso país.
Se no passado a sociedade sempre tomou rumo por contágio, contaminação e assimilação entre opiniões, grupos e classes diversas; e, muitas das vezes divergentes, agora creio que apenas pessoas equivocadas, das mais diversas maneiras, afirmam o contrário como modo de afetação ética, é na colaboração, na cooperação que está a força, seja ela individual ou coletiva. A Na Era da Informação o conhecimento é o capital mais valioso, e, este só traz benefício real quando é compartilhado.
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”!
terça-feira, 2 de abril de 2013
PL 3722/2012 :: Projeto de Lei que garante ao cidadão e cidadã reaver o direito de adquirir e portar arma de fogo
O Projeto de Lei 3722, de 2012, visa criar o Sistema
Nacional de Armas e também possibilita o fornecimento de porte de arma à
população.
O Sistema Nacional de Armas (SINARM) será gerido pelo
Departamento de Polícia Federal e será o responsável por registrar e controlar
o registro de armas e porte de arma, fiscalizar e definir as armas que podem
ser utilizadas pela população e também controlar a posse.
O PL também define que todas as armas devem ser registradas
no SINARM, excetuando-se as armas obsoletas (fabricadas há mais de cem anos e
sem produção industrial de munição).
O indivíduo que possuir o Registro de Arma de Fogo de uso
permitido, poderá portar ou manter sua arma exclusivamente no interior de sua
residência, propriedade rural ou dependência destas, ou, ainda, no seu local de
trabalho, desde que seja ele o titular ou o responsável legal pelo
estabelecimento ou empresa.
A arma também pode ser portada no trajeto entre os locais
mencionados acima, desde que sem munição e, quando possível, desmontada.
Para poder ter o Registro de Arma de Fogo, o indivíduo
deverá:
- Apresentar sua documentação pessoal;
- Não possuir antecedentes criminais (crime culposo não inviabiliza o registro);
- Não estar sendo investigado em inquérito policial por crime doloso, coercivo ou violento;
- Ter participado e documentado curso de tiro; e
- Comprovar estar mentalmente habilitado para tal fim.
Para ler o inteiro teor do Projeto, clique aqui.
Caso queira acompanhar a tramitação, clique aqui.
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