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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Aloha Spirit

Aloha é uma palavra da língua havaianausada como forma de saudação ou despedida, que significa "olá" ou "tchau".

Originalmente a palavra era usada exclusivamente como uma demonstração de afeto, paz, misericórdia, e compaixão. Posteriormente, perto do século XIX, começou a ser usada para cumprimentar ou se despedir de alguém. 

A palavra aloha está imbuída com algumas características do povo havaiano, como a amizade, hospitalidade e cordialidade.

Aloha Spirit

Aloha Spirit, ou em português, Espírito Aloha, é muito mais do que uma palavra, é um estilo de vida e uma técnica que pode ser aplicada em qualquer vida. Esta técnica é caracterizada por uma regra: abençoar tudo e todos que representam aquilo que um indivíduo quer.

O aloha spirit indica que a palavra aloha tem um significado bem mais profundo do que simplesmente "amor", "olá" ou "tchau". É uma mentalidade constante de aceitação, um caminho que possibilita solucionar qualquer problema e alcançar qualquer objetivo.

O espírito aloha está cheio de uma energia positiva que está relacionada com um Poder Universal conhecido como Mana. A utilização desse recurso permite alcançar verdadeira felicidade, saúde e prosperidade.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Memória



"Memória é coisa recente. 
Até ontem, quem lembrava?
A coisa veio antes, ou antes, veio a palavra?
Ao perder a lembrança, grande coisa não se perde.
Nuvens são sempre brancas.
O mar? Continua verde."                                                    

– Paulo Leminski



Imagem: A Persistência da Memória
Artista: Salvador Dalí
Dimensões: 0 ft 9 in x 1 ft 1 in
Material: Tinta a óleo sobre tela
Localização: Museu de Arte Moderna (desde 1934)
Criação: 1931
Período: Surrealismo

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

6 falsas premissas que impulsionam a desigualdade



Oxfam: 6 falsas premissas que impulsionam a desigualdade - Relatório aponta os discursos disseminados por corporações e super-ricos para influenciar políticas que os favoreçam

Divulgado na segunda 16, o último relatório da Oxfam revelou que só oito indivíduos (todos homens) detêm a mesma riqueza que os 3,6 bilhões que fazem parte da metade mais empobrecida do planeta.

Além disso, o abismo entre ricos e pobres está aumentando em uma velocidade muito maior do que se esperava, em parte devido às estratégias do topo da pirâmide econômica, habitado por grandes corporações e os "super-ricos", utilizadas para influenciar políticas e garantir regras que os favoreçam, mesmo que em detrimento do restante da sociedade.

"A atual economia do 1% baseia-se em uma série de falsas premissas que fundamentam muitas das políticas, investimentos e atividades de governos, empresas e indivíduos ricos, e que não satisfazem as necessidades de pessoas em situação de pobreza e da sociedade de uma maneira geral", afirma o estudo da Oxfam. 

O documento produzido pela ONG inglesa, que busca combater o aumento da desigualdade, elenca as falsas seis premissas que acabam por acirrar o fosso entre ricos e pobres: 

1 - O mercado está sempre certo e o papel dos governos deve ser minimizado

A crença inabalável no poder do mercado, aliada a uma visão negativa do papel do Estado na economia, é o alicerce do neoliberalismo. Na verdade, diz o relatório, não existe confirmação de que o mercado seja o melhor meio de organização para a vida em sociedade. Ao contrário. Para a Oxfam, os mercados precisam ser cuidadosamente geridos, a fim de proteger os interesses das pessoas.

"Vimos como a corrupção, o favorecimento ou o nepotismo distorcem os mercados em detrimento de pessoas comuns e como o crescimento excessivo do setor financeiro exacerba a desigualdade", diz o estudo, lembrando da crise financeira de 2008.

Além disso, existem exemplos práticos de como a privatização de serviços considerados essenciais, como a saúde, a educação ou o abastecimento de água, acaba por prejudicar os mais pobres, em especial, as mulheres. 

2 - Nas empresas, o lucro e o retorno para os acionistas deve estar acima de tudo 

A minimização de custos fiscais e trabalhistas e a maximização da receita são consideradas a fórmula para melhorar a rentabilidade das empresas e torná-las mais "eficientes".

No entanto, a busca pelo lucro acima de tudo e pelos maiores retornos possíveis aos acionistas acaba por aumentar, de maneira desproporcional, a renda dos que já são ricos, ao mesmo tempo em que pressiona negativamente trabalhadores, fornecedores, comunidades e o meio ambiente.

O estudo pede que as empresas busquem um "capitalismo sustentável", com geração de lucros razoável e uma remuneração mais justa para os trabalhadores. 

3 - A riqueza individual extrema é sinal de sucesso

O estudo defende que a concentração de renda nas mãos de poucos indivíduos é "economicamente ineficiente, politicamente corrosiva e prejudicial para o nosso progresso coletivo". Embora existam evidências contrárias, afirma a Oxfam, muitos ainda acreditam que chega-se ao topo da pirâmide trabalhando duro e contando com uma boa dose de talento. Outra falsa premissa é que os super-ricos contribuem para o crescimento econômico.

Dados do FMI citados pelo estudo revelam, porém, que países menos desiguais crescem mais e por mais tempo. Por outro lado, países com muitos bilionários crescem mais lentamente. 

4 - O crescimento do PIB deve ser o principal objetivo econômico 

Considerada a ferramenta padrão para se dimensionar a economia de um país, a soma de todos os bens e serviços produzidos por empresas, governos e indivíduos, isto é, o Produto Interno Bruto (PIB) foi classificado pela revista The Economist como um "indicador de prosperidade problemático".



Por ser uma média, o índice não leva em consideração a desigualdade e, além disso, não computa o trabalho doméstico não-remunerado realizado por uma enorme quantidade de mulheres no mundo todo. O estudo cita a Zâmbia, cujo PIB está crescendo a taxas elevadas, justamente quando o número de pessoas em situação de pobreza aumentou. 

5 - Nosso modelo econômico é neutro em relação ao gênero

Outra premissa falsa é a de que não existem diferenças de classe, raça e gênero dentro do modelo econômico vigente. Dentro desta lógica, os resultados alcançados por indivíduos são determinados exclusivamente por suas habilidades e esforços. Essa linha de pensamento, afirma a Oxfam, leva, entre outros, à perpetuação das distorções e das desigualdades de gênero. 

"Modelos econômicos neoliberais não somente ignoram essas barreiras, mas também prosperam graças às normas sociais que enfraquecem as mulheres. Países com grandes setores orientados para a exportação são particularmente beneficiados por uma grande força de trabalho pouco qualificada e sem voz. Muitos desses trabalhos são reservados às mulheres devido à sua “desvantagem competitiva”, afirma o estudo. 

Além de tradicionalmente ocuparem cargos e funções com remuneração mais baixa, as mulheres recebem, em média, salários 23% menores do que os dos homens na mesma função e são massivamente responsáveis pelo trabalho doméstico não-remunerado - "que não é contabilizado no PIB, mas sem o qual as economias não funcionariam".

Segundo a ActionAid, as mulheres que vivem nos países em desenvolvimento poderiam somar 9 trilhões de dólares a suas rendas caso seu salário e acesso a trabalho remunerado fossem iguais aos dos homens

Além disso, cortes nos serviços públicos, na segurança no emprego e em direitos trabalhistas costumam afetar a força de trabalho feminina de maneira desproporiconal. 

6 - Os recursos do nosso planeta são ilimitados

As consequências negativas do modelo econômico atual não atinge apenas a raça humana. Tal modelo, baseado na exploração sem limites do meio ambiente, parte da premissa de que os recursos naturais são ilimitados e devem ser explorados ao bel-prazer de empresas e governos. No entanto, esse modelo "colabora intensamente" para a ocorrência de mudanças climáticas descontroladas.

"A ênfase cada vez maior na maximização dos lucros e retornos de curto prazo agrava a cegueira ambiental das nossas economias, uma vez que qualquer perspectiva de longo prazo é suprimida", diz o relatório. 

Segundo estimativas da Oxfam, os 10% mais ricos da população mundial são responsáveis por metade de todas as emissões globais de gases que agravam o aquecimento global. No entanto, as consequências mais graves das mudanças climáticas (como eventos extremos) serão sentidas pelas comunidades mais pobres. 

Confira o relatório da Oxfam na íntegra: 


via CartaCapital 

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Impactos de asteroide na Terra nas últimas três décadas

Perigo real e imediato: Estudo da Nasa revela impactos de asteroide na Terra nas últimas três décadas




De 1988 a 2016, 17 asteroides atingiram a Terra com energia comparável a bomba atômica.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Lista de DNS - 2017 - para otimizar sua conexão

O que é um servidor de DNS?

DNS é uma sigla que quer dizer Domain Name System, a principal função de um servidor de DNS é resolver nomes, ou seja, quando eu digito na barra do meu navegador o site http://pulsoeletromagnetico.blogspot.com.br ele vai automaticamente localizar em questões de segundos o IP deste site sem que você perceba, são segundos, mas que fazem toda uma diferença.

Existem servidores que estão sendo utilizado por muitas pessoas e que ficam lento e as vezes até ficam fora do ar, claro, isso acontece geralmente com provedores locais.

Mas, existem grande empresas como Google que fornecem o serviço do DNS e que raramente ouvimos reclamações dele, existem outras empresas que você vai poder conferir logo abaixo, recomendamos testar e depois você escolhe o que melhor lhe aprouver.

O teste pode ser feito vendo sites, vídeos e tantas outras coisas na internet, quanto menor o tempo de resposta ao resolver um endereço de site, melhor será a sua experiência de navegação.

Sempre recomendamos utilizar os DNS diretamente no seu roteador, porque desta forma todos os computadores e dispositivos que fizerem conexão com a internet através dele serão beneficiados pelo DNS, ou se preferir usar só no dispositivo/computador, somente ele sera beneficiado.

DNS Google

Para utilizar – IPv4

Servidor primário: 8.8.8.8
Servidor secundário: 8.8.4.4

Para utilizar – IPv6

Servidor primário: 2001:4860:4860::8888
Servidor secundário: 2001:4860:4860::8844



DNS Watch

Para utilizar – IPv4

Servidor primário: 84.200.69.80
Servidor secundário: 84.200.70.40

Para utilizar – IPv6

Servidor primário: 2001:1608:10:25::1c04:b12f
Servidor secundário: 2001:1608:10:25::9249:d69b

Norton ConnectSafe

Nota: No caso do Norton, eles oferecem três classes de DNS, escolha a proteção que você deseja:

Proteção para: Segurança (malware, phishing sites e sites fraudulentos)

Servidor primário: 199.85.126.10
Servidor secundário: 199.85.127.10

Proteção para: Security + Pornografia

Servidor primário: 199.85.126.20
Servidor secundário: 199.85.127.20

Proteção para: Security + Pornografia + Outros

Servidor primário: 199.85.126.30
Servidor secundário: 199.85.127.30

OpenDNS

Para utilizar - IPv4

Servidor primário: 208.67.222.222
Servidor secundário: 208.67.220.220

Para utilizar - IPv6


Giga DNS

Para utilizar - IPv4

Servidor primário: 189.38.95.95
Servidor secundário: 189.38.95.96

Para utilizar - IPv6

Servidor primário: 2804:10:10::10
Servidor secundário: 2804:10:10::20


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Qual o tamanho do Rover Curiosity?



O rover Curiosity, é um veículo do tamanho aproximado de um carro médio destinado a explorar a superfície de Marte como parte da missão Mars Science Laboratory.

A missão contendo o rover Curiosity teve início com o lançamento, efetuado em 26 de novembro de 2011 a partir da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, tendo pousado com sucesso em Marte, mais precisamente em Aeolis Palus na cratera Gale em 6 de agosto de 2012.

Esse ponto de pouso, batizado como Bradbury Landing estava a apenas 1,5 milhas (2,4 quilômetros) do ponto de pouso originalmente previsto, depois de uma jornada de 350.000.000 milhas (560.000.000 quilômetros).


  • Velocidade máxima: 90 m/h 
  • Massa: 899 kg 
  • Altura: 2,2 m 
  • Largura: 2,7 m 
  • Comprimento: 3.0 m



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Assange: Temer trocou segredos por apoio ao golpe



Assange: Temer trocou segredos do Brasil por apoio dos Estados Unidos


Em entrevista exclusiva ao escritor Fernando Morais, editor do Nocaute, o fundador do Wikileaks, Julian Assange  afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016.

“Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada dos Estados Unidos e forneceu informações políticas às quais muitos não tinham acesso. Não digo que ele tenha sido um espião pago. Falo de outra coisa: de trocar informação por apoio político”, afirma.

A administração de Barack Obama, que tem John Kerry como secretário de Estado, apoiou três golpes recentes na América Latina: os de Honduras, Paraguai e Brasil. Isso explica por que Temer e seu chanceler José Serra torceram tanto por Hillary Clinton na disputa eleitoral norte-americana em 2016.

Com informações do Brasil 247


Veja um trecho da entrevista de Julian Assange: