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terça-feira, 6 de junho de 2017

A realidade não existe sem um observador




Fantástico novo experimento confirma que a realidade não existe se não estivermos olhando

Conforme uma famosa teoria da física quântica, o comportamento de uma partícula altera-se dependendo se há ou não um observador. 

Basicamente, ela sugere que a realidade é um tipo de ilusão que só existe quando estamos olhando. Inúmeros experimentos quânticos foram realizados no passado e mostraram que de fato é bem isso que acontece.

Recentemente, físicos da Universidade Nacional da Austrália descobriram mais provas da natureza ilusória da realidade. Eles recriaram o Experimento da Escolha Retardada de John Wheeler e confirmaram que a realidade não existe até que seja mensurada, pelo menos em uma escala atômica.

Descobertas intrigantes

Algumas partículas, como os fótons e ou elétrons, podem se comportar tanto como partículas quanto como ondas. Aqui cabe o questionamento sobre o que exatamente leva um fóton ou um elétron a agir como uma partícula ou como uma onda. É isso que o experimento de Wheeler pergunta: em que momento que o objeto “decide”?

Os resultados do experimento dos cientistas australianos, que foram publicados na Revista Nature Physics, mostraram que a escolha é determinada pela maneira que o objeto é mensurado, o que está de acordo com o que prevê a teoria quântica.

“Isso prova que a mensuração é tudo. No nível quântico, a realidade não existe se você não está olhando”, afirmou o pesquisador-chefe Dr. Andrew Truscott, em nota à imprensa.



O experimento

A versão original do experimento que John Wheeler propôs em 1978 envolvia feixes de luz sendo refletidos por espelhos. Contudo, era difícil implementá-lo e conseguir quaisquer resultados conclusivos devido ao nível do progresso tecnológico da época. Hoje, tornou-se possível recriar o experimento com sucesso usando átomos de hélio lançados por raios laser.

A equipe do Dr. Truscott forçou cem átomos de hélio a entrarem em um estado da matéria chamado condensado de Bose-Einstein. Depois disso, eles ejetaram todos os átomos até que restasse apenas um.

Em seguida, os pesquisadores usaram um par de raios laser para lançar os átomos através de duas fendas estreitas para criar um padrão de grades verticais do outro lado, assim como a luz projetada por entre duas fendas verticais estreitas emite feixes de luz em formato de barras. Logo, o átomo ou iria agir como partícula e passar por uma das fendas, ou agir como onda e passar por entre as duas fendas.

Graças a um gerador de números aleatórios, uma segunda placa com fendas era então adicionada aleatoriamente para recombinar os percursos dos átomos. Isso era feito somente depois do átomo já ter passado pela primeira fenda.

Como resultado, acrescentar a segunda placa causou interferência na mensuração, mostrando que o átomo tinha viajado por dois caminhos, logo, comportando-se como uma onda. Ao mesmo tempo, quando a segunda placa com fendas não era acrescentada, não havia interferência e o átomo parecia ter viajado por apenas um caminho.

Os resultados e a interpretação deles

Como a segunda placa com fendas foi adicionada somente depois de o átomo ter passado pela primeira placa, seria razoável supor que o átomo não tinha “decidido” ainda se ele era uma partícula ou uma onda antes da segunda mensuração.

De acordo com o Dr. Truscott, pode haver duas interpretações possíveis para esses resultados. Ou o átomo “decidiu” como se comportar com base na mensuração ou a mensuração posterior afetou o passado do fóton.

“Os átomos não viajaram de A até B. Foi só quando houve uma mensuração ao final do percurso que o comportamento de onda ou o comportamento de partícula foi trazido à existência”, disse ele.

Portanto, esse experimento corrobora a validade da teoria quântica e fornece novas evidências para a ideia de que a realidade não existe sem um observador. Talvez mais pesquisas no campo da física quântica e mais evidências como essa possam um dia mudar completamente nosso entendimento da realidade.

“Se você não está profundamente chocado com a mecânica quântica, você ainda não a entendeu”. 
~ Niels Bohr




sexta-feira, 2 de junho de 2017

Paul Otlet, o homem que queria classificar o mundo

O filme apresenta-nos a história do Belga Paul Otlet (1868-1944). Ele é considerado pelos historiadores como um dos percursores da Internet.

Durante toda a sua vida este homem cultivou uma estranha obsessão: classificar, codificar e unificar todo o género de livros e documentos publicados no mundo. 

O seu sistema de classificação é visto hoje como similar ao hipertexto, que nos permite navegar através da internet.

Esta é a dica do blog para o dia, uma história que todos devem conhecer. Vale visitar a página da wikipédia dedicada a ele e conhecer a vida deste grande homem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Otlet





De acordo com um novo intitulado “Cataloguing the World” (Catalogando o mundo, em tradução livre, de Alex Wright), Paul Otlet previu a world wide web muito antes de os computadores (e a própria world wide web) serem inventados.

Em 1895, Otlet imaginou uma biblioteca universal de informações que poderia ser acessada remotamente, de acordo com o livro. Como a internet de hoje, a visão de Otlet envolvia depositar o conhecimento do mundo em um sistema centralizado e interconectado.


Otlet passou as próximas quatro décadas refinando o conceito com seu parceiro, Henri La Fontaine. Juntos, eles previram camadas de dados, projetadas para fora a partir de uma base central de informações:



Otlet e Fontaine imaginaram criar uma rede de dados interligada, que eles batizaram de “Mundaneum”, usando “telescópios eletrônicos”. 

O Mundaneum, esperavam eles, ajudaria a resolver alguns dos maiores problemas do mundo, promoveria um renascimento do conhecimento e conectaria pessoas e ideias além dos limites geográficos.

Veja abaixo um rascunho do “telescópio eletrônico” refletindo informações para a massa:



Com o tempo, esperava Otlet, o Mundaneum poderia introduzir um período “pós-nacional” de paz e luz. 

“No fim das contas, Otlet imaginou que esse ambiente permitiria que as fronteiras nacionais se dissolvessem, eliminaria as causas das guerras e levaria a humanidade a dar um salto adiante rumo a um estado mais harmonioso e iluminado”, explica Wright no site do seu livro.

Como um sistema de cartões de uma biblioteca, o Mundaneum permitiria que indivíduos buscassem pedaços específicos de informações, “conectando governos, universidades, livrarias e outras instituições em uma rede colaborativa utópica”:



Apesar de a internet de hoje não ter transformado em realidade a visão utópica de Otlet, algumas de suas previsões estavam sinistramente corretas. 

Ele acreditava que bibliotecas inteiras de textos e imagens estariam disponíveis para a massa por meio de projeções em telas individuais. 

Também acreditava que esse sistema ajudaria as pessoas a afiar seus conhecimentos em suas áreas de interesse. Esse rascunho mostra como funcionaria esse processo:




Abaixo um trailer do filme, em francês com legendas em português:



fonte: http://floresemcasa.blogspot.com.br/2010/04/paul-otlet-o-homem-que-queria.html | 
http://www.huffpostbrasil.com/2014/06/29/paul-otlet-empresario-belga-imaginou-a-internet-em-1895_a_21674666/


domingo, 28 de maio de 2017

Richard Davidson, PhD: "A base de um cérebro saudável é a bondade"



“A base de um cérebro saudável é a bondade, e pode-se treinar isso”
Por Ima Sanchís | 27 de março de 2017*

Richard Davidson, PhD em neuropsicologia e pesquisador na área de neurociência afetiva:

O Dr. Davidson estudando um monge
Nasci em Nova Iorque e moro em Madison, Wisconsin (EUA), onde sou professor de psicologia e psiquiatria na universidade. 

A política deve basear-se naquilo que nos une. Só assim poderemos reduzir o sofrimento no mundo. 

Acredito na gentileza, na ternura e na bondade, mas temos que nos treinar nisso.

Eu estava investigando os mecanismos cerebrais ligados à depressão e à ansiedade.

…E acabou fundando o Centro de Investigação de Mentes Saudáveis

Quando eu estava no meu segundo ano na Universidade de Harvard, a meditação cruzou o meu caminho e fui para a Índia investigar como treinar a minha mente. Obviamente, meus professores disseram que eu estava ficando louco, mas aquela viagem marcou meu futuro.

…E assim que começam as grandes histórias

Descobri que uma mente calma pode produzir bem-estar em qualquer tipo de situação. E quando me dediquei a investigar, por meio da neurociência, quais são as bases para as emoções, fiquei surpreso de ver como as estruturas do cérebro podem mudar em tão somente duas horas.



Em duas horas!

Hoje podemos medir com precisão. Levamos meditadores ao laboratório; e antes e depois da meditação, tiramos uma amostra de sangue deles para analisar a expressão dos genes.

E a expressão dos genes muda?

Sim. E vemos como as zonas com inflamação ou com tendência à inflamação tinham uma abrupta redução disso. Foram descobertas muito úteis para tratar a depressão. Contudo, em 1992, conheci o Dalai Lama e minha vida mudou.

Um homem muito encorajador

“Admiro seu trabalho – ele me disse -, mas acho que você está muito centrado no estresse, na ansiedade e na depressão. Nunca pensou em focar suas pesquisas neurocientíficas na gentileza, na ternura e na compaixão?”

Um enfoque sutil e radicalmente distinto

Fiz a promessa ao Dalai Lama de que faria todo o possível para que a gentileza, a ternura e a compaixão estivessem no centro da pesquisa. Palavras jamais citadas em um estudo científico.

O que você descobriu?

Que há uma diferença substancial entre empatia e compaixão. A empatia é a capacidade de sentir o que sentem os demais. A compaixão é um estado superior. É ter o compromisso e as ferramentas para aliviar o sofrimento.

E o que isso tem a ver com o cérebro?

Os circuitos neurológicos que levam à empatia ou à compaixão são diferentes.

E a ternura?

Forma uma parte do circuito da compaixão. Umas das coisas mais importantes que descobri sobre a gentileza e a ternura é que se pode treiná-las em qualquer idade. Os estudos nos dizem que estimular a ternura em crianças e adolescentes, melhora os resultados acadêmicos, o bem-estar emocional e a saúde deles.

E como se treina isso?

Primeiro, levando a mente deles até uma pessoa próxima, que eles amam. Depois, pedimos que revivam um momento em que essa pessoa estava sofrendo e que cultivem o desejo de livrar essa pessoa do sofrimento. Logo, ampliamos o foco para pessoas não tão importantes e, por fim, para aquelas que os irritam. Estes exercícios reduzem substancialmente o bullying nas escolas.

Da meditação à ação há uma distância

Umas das coisas mais interessantes que tenho visto nos circuitos neurais da compaixão é que a área motora do cérebro é ativada: a compaixão te capacita para agir, para aliviar o sofrimento.

Agora você pretende implementar no mundo o programa Healthy Minds (mentes saudáveis)

Esse foi outro desafio que o Dalai Lama me deu, e temos elaborado uma plataforma mundial para disseminá-lo. O programa tem quatro pilares: a atenção; o cuidado e a conexão com os outros; o contentamento de ser uma pessoa saudável (fechar-se nos próprios sentimentos e pensamentos é uma das causas da depressão)…

…É preciso estar aberto e exposto

Sim. E, por último, ter um propósito na vida. Que é algo que está intrinsecamente relacionado ao bem-estar. Tenho visto que a base para um cérebro saudável é a bondade. E treinamos a bondade em um ambiente científico, algo que nunca tinha sido feito antes.


Como podemos aplicar esse treinamento em nível global?

Por meio de vários setores: educação, saúde, governo, empresas internacionais…

Por meio desses que têm potencializado este mundo de opressão em que vivemos?

Tem razão. Por isso, sou membro do conselho do Foro Econômico Mundial de Davos. Para convencer os líderes de que é preciso levar às pessoas o que a ciência sabe sobre o bem-estar.

E como convencê-los?

Por meio de provas científicas. Tenho mostrado a eles, por exemplo, o resultado de uma pesquisa que temos realizado em diversas culturas diferentes: se interagirmos com um bebê de seis meses usando fantoches, sendo que um deles se comporta de forma egoísta e o outro de forma amável e generosa, 99% dos bebês prefere o boneco que coopera.

Cooperação e amabilidade são inatas

Sim, mas são frágeis. Se não são cultivadas, se perdem. Por isso, eu, que viajo muitíssimo (o que é uma fonte de estresse), aproveito os aeroportos para enviar mentalmente bons desejos a todos com quem cruzo no caminho, e isso muda a qualidade da experiência. O cérebro do outro percebe isso.

Em apensa um segundo, seguem o seu exemplo

A vida é só uma sequência de momentos. Se encadearmos essas sequências, a vida muda.

Hoje, mindfulness (atenção plena) tornou-se um negócio

Cultivar a gentileza é muito mais efetivo do que se centrar em si mesmo. São circuitos cerebrais distintos. A meditação em si não interessa para mim. O que me importa é como acessar os circuitos neurais para mudar o seu dia-a-dia, e sabemos como fazer isso.

Ciência e Gentileza

A pesquisa de Richard Davidson está centrada nas bases neuronais da emoção e nos métodos para promover, por meio da ciência, o florescimento humano, incluindo a meditação e as práticas contemplativas. Ele fundou e preside o Centro de Investigação de Mentes Saudáveis na Universidade de Wisconsin-Madison, onde são realizadas pesquisas interdisciplinares com rigor científico sobre as qualidades positivas da mente, como a gentileza e a compaixão. 

Richard Davidson já acumula prêmios importantes e é considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista Time. É autor de uma quantidade imensa de pesquisas e tem vários livros publicados. Ele conduziu um seminário para estudos contemplativos em Barcelona.

*Traduzido de entrevista publicada no site do La Vanguardia 
Compartilhado de: Tibet House Brasil


terça-feira, 23 de maio de 2017

Como acelerar sua Internet - Lista de Servidores DNS no Brasil





Um dos principais fatores para deixar a Internet mais rápida é a configuração do provedor de DNS. O DNS significa Domain Name System, o que nada mais é que um serviço gratuito que converte nomes (www.algumsite.com.br para um endereço IP, por exemplo 72.163.4.161).

O objetivo do DNS é simplificar a vida das pessoas, de forma que elas tenham que lembrar-se dos nomes dos sites e não dos endereços IP.

Na Internet existem 13 servidores raíz (Root Name Servers), sendo 10 nos EUA, 2 na Europa e 1 na Asia, que são responsáveis por replicar todas essas tabelas de nomes de sites para o resto do mundo. Quando um endereço é atualizado, ele é enviado a um dos servidores Raíz e este replica para os demais no resto do mundo.

Agora vamos para a prática, o que isso tem a ver com minha conexão de Internet ? Muito simples, se o servidor de DNS que você está utilizando não é tão rápido para resolver os nomes, ou seja, transformar um www.algumsite.com.br em um endereço IP, sua Internet consequentemente será mais lenta. (Esse não é o único fator de lentidão, mas em grande parte dos casos tem grande influência).

Vamos deixar aqui então alguns dos principais servidores de DNS no Brasil para deixar sua Internet mais rápida:




UOL
200.221.11.101
200.221.11.100

GigaDNS
189.38.95.95
189.38.95.96

Level3
4.2.2.2
4.2.2.4

Google
8.8.8.8
8.8.4.4

OpenDNS
208.67.220.220
208.67.222.222



* Uma dica é utilizar um software fornecido pelo Google chamado Namebench [Download Aqui]. Basta abrir o software e clicar em iniciar o teste. Ao término ele irá avaliar sua conexão e informá-lo qual DNS mais rápido será o mais adequado para você utilizar. Em testes práticos, para clientes da NET Virtua, o mais rápido foi o do UOL.

Se você quiser uma lista completa dos Servidores de DNS do Brasil, um dos locais mais indicados é a lista da Abusar.

Para configurar o DNS no Windows, basta entrar no Painel de Controle, ir ao campo de pesquisa no canto superior direito e pesquisar por ‘conexões’. Você verá algumas conexões, mas somente uma provavelmente estará ativa, normalmente é o ‘Wi-Fi ou ‘Conexão Local’.

Clique sobre esse adaptador com o botão direito / Propriedades / Role a tela e clique 2x sobre Protocolo TCP/IP Versão 4 (TCP/IPv4).

Na próxima tela selecione somente ‘Usar os seguintes endereços de servidor DNS’: E insira um DNS informado na lista acima. Ao término dê OK para confirmar em cada uma das telas e teste sua conexão.

Fonte: Compartilhado de Paschoal Tecnologia

domingo, 21 de maio de 2017

Os seres humanos tem poderes sobrenaturais?



Manuscrito oculto por 2 mil anos, pelo Vaticano, revela: ''Os seres humanos tem poderes sobrenaturais'' - A Matriz Divina é a rede de energia que conecta o nosso Universo, constituída por uma rede de filamentos muito semelhantes àqueles presentes no nosso cérebro.


Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chocou o mundo quando disse que existe um lugar que é pura energia, onde todas as coisas têm início e que simplesmente “É”. 

Segundo o pesquisador Gregg Braden, que há mais de 20 anos se dedica a estes estudos, recentes descobertas destacam a evidência de que existe realmente essa matriz de Planck e é a Matriz Divina. Planck afirmava que esta “Matrix” é a origem das estrelas, das rochas, do DNA, da vida e de tudo o que existe.
 
Microscopicamente, não há nada natural, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos em um universo de vibrações e nossos corpos são constituídos de vibrações de energia que nós emanamos constantemente. 

A ciência já provou, através da física quântica, que estamos todos conectados através de nossa vibração. Experimentações científicas demonstraram que nosso DNA muda com as frequências produzidas pelos nossos sentimentos e emoções, ou seja, vibrações.

Isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta poderosa energia, parece ser uma Rede Estreitamente Tecida que conecta TODA a matéria e, ao mesmo tempo, podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES. 

Os experimentos comprovaram, também, que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só emnosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Isto tem um profundo significa: possuímos muito mais poder do que imaginamos.
 
Todos nós já ouvimos falar desse “poder” que possuímos, principalmente através da Bíblia, mas essa afirmação quase nunca passou de citações que entusiasmavam, mas não convenciam.

Que poder é esse e por que só agora chegou ao nosso conhecimento?

Tudo começou com a descoberta de um antigo manuscrito, o Grande Código Isaías, e outros textos essênios, nas Cavernas de Qnram, no Mar Morto, em 1946. Atribuído ao profeta Isaías, parece ter sido escrito há mais de 2000 anos, e descreve tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente.

Cada um desses futuros encontra-se em estado de repouso, esperando ser despertado com as nossas decisões feitas no presente. O Código Isaías descreve com precisão essas possibilidades, numa linguagem que só agora começamos a entender. Isaías descreve a ciência que nos ensina como escolher o tipo de futuro que queremos experimentar. 

A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Greg Braden nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.

É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente com o nome de “Oração”. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Mas claro! Quem não sabe disso? A maioria, podes crer! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.


Um modelo "perdido" de oração que é quântico!

Os manuscritos achados no Mar Morto, é de uma importância considerável para a humanidade dormente, que até os dias de hoje, muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesma. 

Nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explica como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade.

Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere como o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura no mundo e, até mesmo, prevenir as grandes tragédias climáticas que a humanidade poderia enfrentar.

Em que consiste essa tecnologia da oração e em que bases se apoia para que seja eficiente?

Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis já existentes, reside em nossa habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e está já acontecendo.

Vendo a oração deste modo, como «sentimento», nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho. A partir desta perspectiva, nossa oração, baseada nos sentimentos, deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado. Com as palavras de seu tempo, os Essênios – os primeiros suspeitados de serem os responsáveis da conservação do conhecimento originário – nos lembram que toda oração já foi atendida. 

Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um Dessa forma, o futuro não é deterministicamente estabelecido, mas pode ser, também, alterado. Os essênios tinham uma visão holística da vida e, justamente por isso, consideravam os desequilíbrios da terra como um espelho dos desequilíbrios do corpo físico do homem. Mesmo as catástrofes naturais, as mudanças climáticas, são espelhos de grandes mudanças que estão ocorrendo na consciência humana. 

Hugh Everett III, um físico da Universidade de Princeton, estudou a possibilidade de universos paralelos, chamando de “ponto de escolha”, o momento em que se pode sobrepor um efeito sobre outro no decorrer de um evento.

O ponto de escolha é a possibilidade da abertura de um vácuo, de uma ponte que permite mudar o caminho, passando para um outro resultado que se encontra em outro caminho paralelo: em síntese, é algo que nos permite dar um salto quântico de uma sequência de efeitos já experimentada a uma nova sequência com um êxito diferente. 

É como se a mesma história fosse escrita, prevendo finais diferentes: em um certo ponto, nos encontramos em uma bifurcação que nos permite obter um resultado ao invés de um outro. Por exemplo, se eu passo por um corredor, posso escolher de entrar nas salas que estão à direita ou à esquerda, mas só no final do corredor, posso sair e mudar de rumo, encontrar uma encruzilhada.

A nova física, admite que a experiência, ou mesmo a mera observação do cientista modifica a realidade; isso nos leva a crer que, se hoje, em nosso presente, formos capazes de introduzir uma pequena alteração, podemos então, escapar do efeito das profecias negativas, como já aconteceu, como resultado de uma concentração da energia do pensamento coletivo. 

Usando o pensamento, sentimento e emoção unidos em nossa oração, podemos atrair os pontos de escolha e mudar os resultados previstos. Tudo isso, no fundo, nos leva à conclusão de que há uma profunda ligação entre nossos pensamentos coletivos, nossos sentimentos e nossas expectativas e a realidade externa.

Esta forma de pensar era inerente à visão da vida dos essênios, como se revela nos escritos dos essênios de 2.500 anos atrás, os quais refletem a ideia de que os eventos externos são o reflexo de nossas mais profundas crenças internas. 

Se pensamento, sentimento e emoção não estão alinhados, não há união. Portanto: se cada padrão se move em uma direção diferente, o resultado é uma dispersão da energia. Pensamento, emoção e sentimento são a chave da tecnologia da oração e no interior de nós mesmos, devemos experimentar e sentir o que queremos realizar no exterior, precisamos sentir isto no corpo, nos pensamentos e sentimentos.

Podemos dar o que temos, podemos expandir para fora de nós o que somos. Aquilo que desejamos, deve realizar-se contemporaneamente no pensamento, no sentimento e no corpo humano.

O pensamento e emoção, devem primeiro ser considerados separadamente e depois em conjunto, porque o pensamento deve ser o sistema de orientação que direciona nossas emoções.



Como se realiza:

O pensamento, mesmo sob a forma de imaginação, determina para onde direcionar a atenção e a emoção. EMOÇÃO é a energia que nos faz ir na direção desejada, é a “fonte de poder”. Para Braden, nos extremos existem apenas duas emoções: o amor e a sua falta, muitas vezes identificada como medo. Logo, se você não está no Amor, você está no medo. E o medo atrai sempre aquilo que se teme. Sentimento é a união de pensamento e emoção, de fato, para experimentar um sentimento, precisamos ter uma ideia e uma emoção. Então, o sentimento “é a chave da oração, porque a criação responde ao mundo do sentimento humano.”

Então, primeiro é importante entender e estar ciente dos pensamentos e emoções representados por nossos sentimentos, porque às vezes expressamos pensamentos que fundamentam emoções diferentes do que afirmamos, e assim, acabamos por realizar efeitos indesejáveis, ou fazemos de formas que a nossa Oração não funcione. 

Os pensamentos, em si mesmos, podem transportar certas expectativas, permanecendo potenciais desejos, mas são inertes se não forem acompanhados pelo poder da emoção. Muitas vezes, porém, a emoção que acompanha um desejo, caminha na direção oposta ao nosso desejo, mas não somos conscientes.

Se, por exemplo, desejo uma melhor saúde, sob o pensamento de melhora está introduzido o medo da doença, da pouca saúde que se tem, e essa emoção capacita exatamente o que se teme: a doença. Mesmo ao nível do pensamento, dizendo, “melhora”, implicitamente me focalizo em “não suficiente”, e se pensamos de não haver o suficiente, inconscientemente nos sentimos infelizes, ansiosos. 

Lembremo-nos das palavras do Evangelho: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á.” Isso pode significar que, qualquer um que tenta se defender daquilo que pode prejudicar a sua vida, acaba focando a atenção justamente sobre o que se quer evitar, atraindo-o.

Braden diz que “nós mergulhamos na possibilidade da criação, um sentimento em forma de imagem, que é a parte da energia suficiente para desenvolver uma nova possibilidade. A chave deste sistema, no entanto, é que a criação restitui exatamente o que nossa imagem mostrou”. 

A imagem mostra a sopa de criação, onde colocamos a nossa atenção. A emoção que ligamos à imagem, atrai a possibilidade da manifestação desta imagem. Quando “nós não queremos algo – uma emoção baseada no medo. Nosso medo, na verdade, alimenta o que nós dizemos de não querer”.

Por que só agora tomamos conhecimento desse poder?

Até a Bíblia parece dizer que temos um poder desconhecido, e talvez, não por acaso, essa chave de leitura foi descoberta só em 1995, em um momento em que poderia haver uma consciência suficientemente alta entre as massas, que permite usar este poder. 

A humanidade desenvolveu uma nova consciência planetária, graças à força da tecnologia de oração em massa.

Diz Gregg Braden que Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria.

Vimos que, geneticamente, nosso DNA muda com as frequências que produzem nossos sentimentos, e que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA mas em todo o ambiente.

Quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em em nossas vidas. E podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível.


terça-feira, 16 de maio de 2017

Radiação de supernova pode destruir o Planeta?



Novo estudo revela a distância necessária para uma supernova nos matar

Se você olhasse para o céu cerca de 2 milhões de anos atrás, você teria visto uma estrela morrer em um evento impressionante.

Há muito tempo se discute se essa explosão de supernova teria sido suficientemente próxima para impactar a vida na Terra, e agora os físicos mostraram que, embora provavelmente não teria desencadeado extinções em massa, teria sido um dia muito ruim para os terráqueos.

O estudo também atualiza a distância em que uma supernova pode ser mortal para a vida na Terra – anteriormente se pensava que uma supernova deveria estar a cerca de 25 anos-luz de distância para desencadear extinções em massa, mas o novo artigo sugere que até mesmo uma supernova estando a 50 anos-luz pode ser mortal.

Em 2016, cientistas anunciaram ter descoberto traços do isótopo ferro-60 em sedimentos oceânicos antigos e no solo lunar, confirmando uma série de supernovas que iluminaram o céu entre 3,2 e 1,7 milhões de anos atrás. Essas estimativas aproximam as supernovas em cerca de 100 parsecs, ou cerca de 330 anos-luz de distância, sugerindo que elas teriam sido visíveis durante o dia e eram tão brilhantes quanto a Lua.


Mas desde então, os novos estudos de acompanhamento quase cortaram essa distância pela metade, colocando as estrelas moribundas a cerca de 60 parsecs, ou 195 anos-luz de distância na época.

Supernovas ocorrem quando estrelas maciças ficam sem combustível e colapsam, resultando em uma onda de energia que explode em uma onda de choque de radiação e partículas através do espaço interestelar.

O espaço é muito grande, então o nosso Sistema Solar raramente se aproxima o suficiente de tais eventos estelares impressionantes para que um banho de radiação de alta velocidade seja um problema para a bioquímica delicada na superfície do nosso planeta.

“As pessoas estimaram em 2003 que a distância necessária para uma supernova nos matar era de cerca de 25 anos-luz da Terra”, disse Adrian Melott, pesquisador da Universidade do Kansas. “Agora pensamos que talvez seja um pouco maior do que isso”, concluiu ele.

Melott e seus colegas agora acreditam que uma supernova precisa estar a distância de 40 ou 50 anos-luz de distância para causar algo sério a nós. [ScienceAlert]

Fonte: Mistérios do Espaço | Science Alert

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domingo, 14 de maio de 2017

"Mãe Desnecessária", Dalai Lama





"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.

Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha.

Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso.

Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro-me logo da frase, hoje absolutamente clara.

Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explicarei o que significa isso:

Ser "desnecessária" é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes, prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros... também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical.

A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.

Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.

Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.

O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado e o conforto nas horas difíceis.

Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.

Ao aprendermos a ser "desnecessários", nos transformamos em um porto seguro para quando eles decidirem atracar.

"Dê a quem você ama,

- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... "

Dalai Lama