quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O Mito dos Implantes Alienígenas: Somos Cobaias?

Na avidez da busca por informação, muitas vezes nos deparamos com relatos bizarros. 

No caso dessa postagem que encontrei, vou dizer que não acredito, entretanto tenho minhas dúvidas. 

Quem já não viu a entrevista em que a cantora Elba Ramalho afirma ter sido abduzida e ter recebido um implante alienígena? Quem não viu, acredite, ela já afirmou isso!

Pois é, mesmo não acreditando fica a dúvida... Estariam mesmo os alienígenas visitando o nosso Planeta e fazendo suas pesquisas ciêntíficas por aqui? Leia a postagem que transcrevo do blog Pistas do Caminho e tire suas próprias conclusões.

Pessoal, esse documentário que nós disponibilizamos é muito raro e recomendo que façam o download o mais rápido possível, nele são mostradas provas materiais, os chamados implantes alienígenas, extraídos cirurgicamente pelo Dr. Roger Leir.

Download do documentário AQUI!

Somos cobaias de um experimento alienígena? A resposta é sim e a prova está nesse documentário. Prova material. Implantes com uma composição metálica estranha para os padrões terrestres, envolvidos por uma membrana biologicamente desconhecida e que não produz rejeição, nem apresenta no corpo dos implantados qualquer marca cirúrgica. Tais implantados se dizem abduzidos e um exame radiográfico do corpo deles revelou tais objetos.

Não é menos verdade também que somos cobaias de um experimento humano. Basta ver a disseminação recente do vírus da gripe suína e de outros, por exemplo, o HIV. Basta lembrar o que o Estado Nazista e o antigo Estado Soviético fizeram em campos de concentração. Basta citar o Projeto MK Ultra norte-americano e o documentário sobre o mesmo que postamos aqui.


A seguir dois textos sobre o tema que extrai da internet:

OS PRIMEIROS EXAMES EM IMPLANTES ALIENÍGENAS

Análises em artefatos encontrados nos corpos de abduzidos surpreendem os investigadores


No dia 19 de agosto de 1995, o doutor Roger Leir removeu cirurgicamente dois objetos dos corpos de dois contatados supostamente abduzidos por Ets. 

Para tentar verificar a origem destes objetos, a National Institute for Discovery Science(NIDS) conduziu uma inspeção externa detalhada, com base no teste de espectroscopia extensiva de raios laser. 

Para aumentar o número de informações sobre esses objetos, o NIDS também decidiu suprir os recursos com mais exames metalúrgicos realizados no laboratório New México Tech, na cidade norte-americana de Socorro, Novo México. Nesse caso, Leir fez um excelente trabalho documentando a extração dos corpos estranhos. Similarmente. O cuidado foi tomado em cada passo da transferência dos materiais durante o teste e no retorno dos exemplares.

O objetivo do envolvimento do NIDS foi o de estabelecer alguns padrões para o exame do material. Um grande número de especialistas foi consultado para determinar quais análises não destrutivas seriam apropriadas neste etapa da investigação. 

A bateria de testes recomendada diz respeito à estrutura química, mecânica e eletromagnética, compreendendo a técnica de imersão de densidade em tolueno, determinação de dureza e módulo elástico, além do uso de um microscópio de varredura eletrônica. 

De acordo com o relatório dos testes de Paul A. Fuierer, professor assistente do Departamento de Engenharia de Materiais do New México Tech, apresentada no dia 19 de julho de 1996, os exemplares examinados continuam duas peças semelhantes a palitos ou agulhas, primariamente de cor preta acinzentada, com algumas partes de suas superfícies na cor branca amarronzada.

EXAMES LABORATORIAS

Descobriu-se que dois deles são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foi encontrada uma substâncias amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. 

A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. 

Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. 

Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura. Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens. 

Foram detectadas maiores quantidades de ferro, fósforo e cálcio, e alguns traços de cloro. O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.

DIFRAÇÃO DE RAIO-X

Todas as tentativas de se obter um padrão de difração de raio-x dos exemplares, utilizando-se um difratômetro Philips, foram fracassadas. A detecção de qualquer reflexo em exemplares pequenos requer instrumentação e condições especiais. Por conseguinte, os exemplares foram levados a um local especial para raios-x, equipado com um difratômetro Simens D - 5000. 

Numa tentativa de estudar mais sobre o ferro encontrado no centro desses exemplares, foi efetuada a metalografia tradicional com um microscópio óptico. Embora a microestrutura não revelasse a estrutura clássica da perlita, o sistema interpretado como supostamente de ferro-carbono com uma fase escura, poderia ser, talves, cemelita, uma substância obtida a partir do elemento químico ferro. Uma porcentagem de carbono finalmente disperso pode ser considerada a causa da alta dureza.

Após diversas análises, pudemos perceber que um dos exemplares pôde ser escrito como uma agulha, com um centro predominantemente de ferro não condutor e uma membrana envolvente cinza escura. 

Esta membrana, ou camada de material da superfície, tem como seus componentes ferro, cálcio, fósforo, cloro e muito possivelmente alguns elementos mais leves, como carbono e oxigênio. 

A análise de fase gasosa não foi totalmente conclusiva por causa do pequeno tamanho do exemplar. A microestrutura do centro do exemplar (polida e corroída), quando observada sob um microscópio óptico, lembra uma liga rica em ferro com grandes quantidades de carbono, provavelmente na forma de carbide de ferro. 

O composto é provavelmente ferroso, com um empacotamento de corpo do tipo centro-cúbico. Desde que os exemplares sejam magnetizados, sua dureza central torna-se muito alta, semelhante à dureza das ferramentas de metais carbonados.

O outro exemplar é uma mistura muito complexa de materiais. Enquanto que a parte interna é similar ao primeiro, a porção externa é feita de uma combinação de muitos elementos e fases diferentes, dependendo do local. Esse segundo exemplar apresenta uma substância flocosa, que pode ser um complexo mineral silicado.


IMPLANTES METEÓRICOS?

A hipótese de que as amostras teriam origens meteóricas foi levantada a partir do alto valor de dureza relativa obtido para o núcleo de ferro de uma delas, pois ligas de ferro muito duras podem ser encontradas em exemplares de meteoritos. De fato, características como a complexa combinação de diferentes elementos químicos, por exemplo, são similares a certos meteoritos.

As análises elementares feitas por espectroscopia energética dispersiva de raios-x indicaram ferro e fósforo como maiores componentes do material externo que envolvia o núcleo. 

Em adição, identificou-se um resíduo de fosfato de cálcio como possível fase dentro do material externo de ambos os exemplares. 

Curiosamente, a cloropatita está entre os minerais mais comuns dos meteoritos. Isso seria a justificativa para a presença de uma quantidade substancial de cálcio e menor quantidade de cloro detectada na amostra.

Contudo, nenhuma porção de níquel foi detectada na primeira amostra e somente uma quantidade mínima na segunda. Um pesquisador afirmou que "a maioria dos meteoritos contém entre 6 e 10% de níquel. Nenhum meteorito contém menos de 5% desse elemento". 

Uma explicação pode ser formulada com base no fato de que esses espécimes foram extraídos de um corpo, onde qualquer peça de ferro incrustada dentro de um tecido pode possivelmente causar uma reação de calcificação. 

Isso explicaria a presença de cálcio e fósforo na superfície dos exemplares. Não é surpreendente que as vítimas não tenham tido uma reação adversa ao objeto estranho. No entanto, devemos enfatizar que isso é apenas uma teorização sobre a origem dos espécimes baseada em dados e informações preliminares. Estudos mais aprofundados devem ser efetivados para provar qualquer tese.

ENDEREÇO:
Derrel Sims e Roger Leir podem ser contatados no endereço:
P. O. Box 60944, Houston, TX 77205, EUA.

Por Marcelo Zammarian, UPOANI - Adaptação de texto: Yolanda Hollaender

A Ufologia preocupava-se inicialmente apenas com a observação do fenômeno até a descoberta da síndrome da abdução ou sequestro. 

Durante mais de quarenta anos, uma das maneiras de um indivíduo ser considerado louco era afirmar ao seu psiquiatra que tinha estado em contato com seres estranhos que desceram de um óvni. Já durante a década de 50, os profissionais de saúde mental, especialmente nos Estados Unidos, mostravam-se inclinados a considerar essas pessoas como personalidades mal ajustadas à sociedade. 

O tratamento aplicado estava destinado a induzir a um comportamento coerente com as normas sociais. Esses terapeutas foram desencorajados a expressar publicamente seu interesse a respeito de tais temas, devido ao fato de a maioria não ter condições de manter discussões sérias sobre o fenômeno ovni.

Já nos anos 80 e 90 despertou o que há de mais profundo em termos de pesquisa das origens e intenções alienígenas. Os últimos acontecimentos pareciam indicar que a relação entre profissionais de saúde mental nos Estados Unidos e as vítimas de óvnis estava começando a mudar radicalmente. 

Muitos médicos e cientistas de saúde começaram a discutir publicamente os tipos de terapias a serem ministradas nas vítimas de traumas, resultantes de contatos imediatos com óvnis e a terapia com hipnose regressiva tornou-se um dos mais importantes métodos empregados.


Na América do Norte, o surgimento de uma série inédita de conferências sobre o tratamento e investigação de traumas anômalos (TREAT – Treatment of Anomalous Traumas), organizadas pela psiquiatra Rima Laibow, serviu como ponto inicial para chamar a atenção de profissionais de medicina, psicologia e psiquiatria para vítimas ufológicas. 

O primeiro evento do gênero, que teve lugar em Fairfield, Connecticut, em maio de 1989, recebeu o nome de “Conferência Sobre o Tratamento e Investigação das Experiências de Traumas Anômalos”. 

Posteriormente, mais dois encontros tiveram lugar, respectivamente em fevereiro de 1990, no Instituto Politécnico e na Universidade Estadual de Blacksburg, na Virgínia, e em março de 1992, na Universidade do Kansas, em Kansas City.

A partir daí, surge então, mais recentemente, o trabalho do psiquiatra de Harvard, Dr.John Mach, que corajosamente enfrentou a ira de seus conservadores colegas de profissão, que tentaram manchar sua reputação com calúnias e comentários depreciativos a seu respeito.

Em suas pesquisas com abduzidos, ele constatou que, com freqüência, as experiências de abdução seguem com uma família às vezes até por três gerações, e que a natureza imprevisível de sua recorrência é um dos aspectos mais angustiantes do fenômeno. 

Existem sintomas característicos manifestados pelas vítimas, diz ele, como por exemplo: sensação geral de vulnerabilidade, principalmente à noite; medo de escuro e de ficar sozinho à noite, dormir com a luz acesa (quando adulto), pesadelos e sonhos de estar em estranhas naves voadoras, ou enclausurado. Irritações na pele, cortes, furos ou outras lesões podem surgir da noite para o dia. 

Sangramentos nasais, queixas urológicas ou ginecológicas, além de dificuldade urinária durante a gravidez e sintomas gastro intestinais persistentes. Gravidez interrompida e implantes deixados nos corpos dos abduzidos ocorrem com intensidade, afirma John Mach.

Mas é o norte-americano Derrel Sims, chefe de investigação da “Found for Interactive Research and Space Technology”(FIRST), o mais conhecido pesquisador de implantes hoje em dia. Ex-funcionário da CIA e de outras agências de informação dos Estados Unidos, possui formação na área médica com especialização em hipnoterapia e hipnoanestesia.

Atualmente, Derrel coleciona um conjunto de artefatos alienígenas retirados de humanos e acredita que uma explicação completa para o fenômeno óvni tem que necessariamente passar pela pesquisa da abdução e dos implantes. Ele vem trabalhando em parceria com a equipe cirúrgica do Dr.Roger Leir, trabalho esse que recebeu recentemente enorme atenção da mídia após a remoção de vários objetos estranhos do corpo humano de pessoas abduzidas.

As peças de metal no organismo desses pacientes estavam envolvidas num denso labirinto membranoso e numa trama de proteínas e coágulos. 

Os cirurgiões nunca haviam visto nada parecido em muitos anos combinados de trabalho. Dr. Leir foi avisado, antes das cirurgias, que se os objetos fossem de natureza alienígena, não haveria células inflamatórias e deveria haver células nervosas do tipo errado presentes. 

Depois de prontos os relatórios, Doutor Leir fez descobertas incomuns: não havia reações inflamatórias e os preceptores nervosos estavam presentes; havia células erradas para aquela parte do corpo. Então, o “National Institute of Discovery Science” (NID) concordou em custear a pesquisa após uma rigorosa avaliação de 16 profissionais de altíssimo nível. 

Os objetos foram então transferidos para “Los Alamos” e, posteriormente, para o “Novo México Tech” para a realização de testes qualitativos e quantitativos, respectivamente. A conclusão, após meses de testes e grandes gastos, foi a de que as amostras eram de origem desconhecida. Ao que tudo indica, os objetos não são rejeitados pelo corpo humano, pois ficam “embrulhados” numa densa membrana fibrosa de material queratinoso própria da superfície cutânea.
O importante a considerar aqui é o quadro clínico das vítimas de implantes alienígenas como um todo. Os resultados dos testes físicos dos implantes não são suficientemente substanciais para resolverem o mistério, por mais que se procure não abordar a presença alienígena no nosso planeta. As reais experiências dos abduzidos mostram que é necessário parar e pensar a respeito. A resposta para o enigma se encontra em algum lugar entre a Ciência e a psique humana.

Fonte: Somos Cobaias?: http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/06/somos-cobaias.html



Se você quiser se aprofundar nesse assunto bizarro, posso te indicar a literatura apropriada, mas corra, a curiosidade sobre o tema é tanta que o livro se esgota rapidamente...

Implantes Alienígenas
Autor: Leir, Roger K.
Editora: Cbpdv
Categoria: Literatura Estrangeira / Ficção Cientifica
I.S.B.N.: 8587362119 - Edição : 1 / 2002 - 250 pág.


Os seres extraterrestres que nos visitam em suas fabulosas naves espaciais não vêm aqui a passeio. Estão desenvolvendo um programa de gradativa aproximação da Terra e da humanidade, como uma silenciosa invasão. 

Neste processo contínuo e milenar, raptam seres humanos de todas as etnias e idades, de todas as religiões e formas de vida, nos quatro cantos do planeta. 

Como se fossem cobaias, milhares dessas pessoas são submetidas a exames médicos a bordo de UFOs e recebem em seus corpos minúsculos e enigmáticos chips, conhecidos na Ufologia como implantes. Estes artefatos têm sido detectados nos corpos de abduzidos há anos, mas até então permaneciam intocáveis e, suas funções, desconhecidas.

2 comentários:

Anônimo disse...

Os cientistas estão fazendo papel de simples curiosos. Explico: Essas pessoas, ou vítimas, com implantes, à luz do bom raciocínio, foram escolhidas para uma futura abdução quando do fatídico 21/12/2012. Ora se esses seres têm uma infinita inteligência superior a nossa, esses implantes têm, com certeza, um objetivo para o bem dessas pessoas privilegiadas. Eu, se tivesse um implante desse, jamais tiraria porque é para meu bem.

BLOGSAP-Bi@ disse...

Olha, sei que essas aliens não querem fazer mal algum. o QUE FAZEMOS QUANDO ENCONTRAMOS UMA ESPÉCIE NOVA??nÓS A ESTUDAMOS, E SE PRECISO O PEGAMOS PARA ESTUDÁ-LO, MAS DEPOIS O DEVOLVEMOS PARA SEU LAR, PARA MIM É A MESMA COISA PRA ELES, ELES QUEREM SABER SOBRE NÓS, SÓ ISSO.

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