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domingo, 3 de dezembro de 2017

Estranho portal conecta Terra ao Sol




por Jeanna Bryner , LiveScience*

Como gigantes calhas magnéticas entre a Terra e o Sol, os portais magnéticos se abrem aproximadamente a cada oito minutos  conectando nosso planeta com sua estrela hospedeira.  Quando os portais de abrem, partículas altamente carregadas de energia podem viajar 150 milhões de km através da passagem, dizem os cientistas espaciais.

O fenômeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (Flux Transfer Event). Ele é real e acontece com o dobro da freqüência do que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico David Sibeck, do Goddard Space Flight Center, em Maryland, EUA.

Este conceito artístico mostra um portal magnético conectando o campo magnético da Terra ao Sol.
A sonda espacial no caminho mede as partículas e os campos de alta energia que fluem pelo portal.
Crédito: NASA

Explosões dinâmicas

Os pesquisadores sabem há muito tempo que a Terra e o Sol devem estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem constantemente sobre a Terra, por causa do vento solar, e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a Terra. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem a magnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.

Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.

Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da ESA (Agência Espacial Européia) e da NASA, que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. 

Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).

O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação de computador com estes dados e concluiu que os portais FTEs cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.

Sibeck acha que estes eventos ocorrem duas vezes mais do que antes se pensava, propondo dois tipos de eventos de transferência de fluxo. Ativo e passivo. 

Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra, enquanto os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para a passagem das partículas. Sibeck calculou as propriedades dos FTEs passivos e espera que ele e seus colegas possam buscar por sinais deles nos dados coletados com as sondas THEMIS e Cluster.

Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos em seu interior se torcem e enrolam. 

Fonte: *SPACE.com | "Strange Portal Connects Earth to Sun" by Jeanna Bryner (tradução livre)

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sábado, 1 de abril de 2017

A viagem no tempo de Tesla



“Eu podia ver o passado, o presente e o futuro ao mesmo tempo”
Em 1895, durante a pesquisa com seu transformador, Nikola Tesla teve suas primeiras indicações de que o tempo e o espaço poderiam ser influenciados através do uso de campos magnéticos altamente carregados.

Parte desta revelação veio do seu experimento com frequências de rádio e a transmissão da energia elétrica através da atmosfera.

Anos mais tarde, a simples descoberta de Tesla levaria ao famoso experimento Philadelphia e os projetos de tempo Montauk..  Mas mesmo antes destes programas militares ultra-secretos vierem, Tesla fez algumas descobertas fascinantes sobre a natureza do tempo e as reais possibilidades da viagem nele.

A suposta máquina do tempo de Nikola Tesla
Com estes experimentos em alta voltagem e campos magnéticos, o inventor descobriu que o tempo e o espaço poderiam ser violados, ou deformados, criando uma “porta” que poderia levar a outros tempos. 

Mas com esta descoberta monumental, Tesla também descobriu, através de experiências pessoais, os reais perigos inerentes da viagem no tempo.

A primeira experiência de Nikola com a viagem no tempo foi em março de 1895. Um repórter do New York Herald, escreveu em 13 de março ter se encontrado com o inventor num pequeno ‘café’, e este parecia abalado após ter sido atingido por 3,5 milhões de volts. 

Tesla disse:
"Eu acho que eu não vou ser uma companhia agradável esta noite. O fato é que eu quase morri hoje. A faísca saiu um metro pelo ar e me pegou aqui no ombro direito. Se ele (o assistente) não tivesse desligado a corrente instantaneamente, poderia ter sido o meu fim."
Em contato com a ressonância da carga eletromagnética, ele se deslocou de sua referência de espaço/tempo.  Ele reportou que pôde ver o passado, o presente e o futuro, tudo ao mesmo tempo. Mas ficou paralisado dentro do campo eletromagnético, incapaz de se ajudar. Seu assistente, desligando a força, salvou Tesla antes de que um dano permanente fosse feito. 

A repetição deste incidente ocorreria anos mais tarde, durante o suposto Experimento Filadélfia. Infelizmente, os marinheiros que estariam envolvidos no experimento foram deixados para fora de suas janelas de referência de espaço/tempo por muito tempo, com resultados desastrosos.

Os experimentos secretos de viagem no tempo de Tesla continuaram nas mãos de outros que não estavam tão preocupados com a humanidade quanto Tesla.

Fonte: Compartilhado de "Universo Cético"