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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Inscrições de 15.000 anos encontradas no Egito



Uma equipe de arqueólogos do Ministério de Antiguidades do Egito localizou representações pré-históricas no sítio de Wadi Abu Subeira, localizado na zona de deserto oriental (a aproximadamente 15Km de Asuan). Segundo afirma um comunicado do ministério calcula-se que a descoberta tenha perto de 15.000 anos de idade.



O Dr. Mustafá Waziri, Secretário Geral do Conselho Supremo de Antiguidades, anunciou que as representações estão gravadas em rocha de arenito e mostram uma grande diversidade de animais selvagens, como: hipopótamos, toros selvagens, girafas, burros, gazelas, etc. Também foram localizados indícios de talhas destinadas à produção de ferramentas e instrumentos de pedra.

Nasr Salam, responsável pelo Ministério de Antiguidadades de Asuan e Nubia, explica que os recém descobertos escritos são raros no Egito. Podem ser encontrados em sítios como Al-Qarta e Abu Tanqura, ao norte da zona de Kom Ombo, o que ajuda na datação das inscrições descobertas em Wadi Abu Suberia.

Além desta última descoberta, em Wadi Abu Suberia já foram localizados outros 10 locais com representações pré-históricas. As investigações na localidade estão distantes de ser concluídas e acredita-se que é factível de se encontrarem muitas outras surpresas.

Fonte: egiptologia.com

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Teria a Grande Esfinge ligação com Atlântida?


Nova teoria liga mistério da Grande Esfinge à cidade perdida de Atlântida


Grandes enigmas surgiram em torno da Grande Esfinge de Gizé ao longo da história. Esse extraordinário monumento, de 20 metros de altura e 57 de comprimento, localizado na margem oeste do rio Nilo, não possui nenhuma inscrição que permita identificar seu construtor. 

Não se sabe também quantas pessoas trabalharam em sua edificação nem o tempo que elas levaram para isso, e, muito menos, a aparência que tinha seu rosto original e o motivo de ter perdido seu nariz. 

Uma teoria, que não foi proposta por arqueólogos nem por pesquisadores, mas por um vidente americano chamado Edgar Cayce, afirma que a criação da Grande Esfinge de Gizé remonta há 15 mil anos e está diretamente ligada à história de Atlântida. Uma das visões de Cayce lhe permitiu afirmar que, dentro da monumental escultura, existe uma biblioteca que contém informações valiosas sobre o continente perdido, o que aconteceu ali nos tempos da construção da Esfinge e os relatos sobre a destruição do continente. 

Apesar de essa teoria nunca ter sido provada, foram feitas descobertas que apontam em sua direção – por exemplo, a Estela do Inventário, uma lista dos monumentos de Gizé, encontrada em 1850. Uma das várias interpretações desse texto controverso permitiria deduzir que a Esfinge é muito mais antiga que Quéfren e Quéops, grandes faraós da quarta dinastia, contradizendo a versão proposta pela egiptologia oficial. 

Fonte: La Gran Época