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sábado, 15 de setembro de 2018

Pirâmide gigantesca é descoberta na China




Cidade ancestral chinesa contém pirâmide gigantesca, que agora está sendo escavada e estudada por arqueólogos - Vintage News*

Província de Shaanxi, China. (Foto de Till Niermann/CC BY SA 3.0)

Notícias recentes da China nos falam da descoberta de uma enorme pirâmide escalonada. Ele teria ao menos 230 metros de altura e media 59 acres em sua base.

A imponente estrutura da pirâmide situava-se no coração de uma cidade há muito tempo perdida, que abrangia uma área de 988 acres, tornando-a uma das maiores do mundo em sua época.

Segundo a Antiquity, revista que divulgou a notícia em agosto de 2018, a cidade e a pirâmide eram evidentemente um importante centro de poder na época - cerca de 4.000 anos atrás.

Olhos e símbolos antropomórficos que adornam a pirâmide foram interpretados como algo que poderia ter designado o status especial da estrutura em termos religiosos e econômicos. Remanescentes de extensos muros de pedra e muralhas atestam que a cidade era capaz de se defender.

Esses relatos vêm depois de vários anos de escavações nas ruínas de Shimao, localizadas na província de Shaanxi, no norte da China. Os arqueólogos estão cientes do local desde a sua descoberta em meados da década de 1970, cujo nome original é desconhecido e até agora se tinha pouca ideia de sua importância.

Anteriormente, supunha-se que os remanescentes de pedra neolítica eram o que restava de uma pequena cidade ligada à Grande Muralha da China. Mas a cidade de Shimao é anterior à Grande Muralha, construída num período entre 2.700 à 4.000 anos atrás.

Outro aspecto estranho é a localização da cidade, que tem sido tradicionalmente considerada como estando na periferia da antiga civilização chinesa. Por que houve um centro tão próspero nas planícies centrais da China em uma época tão antiga?

Segundo a equipe de arqueologia, a cidade teria florescido por cerca de cinco séculos, com a vida centrada em torno da pirâmide. Tendo em mente o vasto território ocupado por Shimao, a cidade também teria alcançado uma alta classificação na lista dos maiores assentamentos da antiguidade.

A pirâmide é composta de 11 degraus apoiados em pedra. Quem governou a cidade teve o privilégio de viver na parte mais alta dela - uma grande praça onde foram encontrados restos de um palácio.



A figura acima mostra imagens da pirâmide de degraus. a) parte dos contrafortes de pedra do segundo e terceiro
degraus da pirâmide; b) símbolos dos olhos que decoram a pirâmide c) uma vista dos contrafortes sob a escavação;
d) uma visão geral da pirâmide antes da escavação. (Crédito: Zhouyong Sun e Jing Shao)

Pesquisadores descreveram o palácio do estudo como sendo feito de terra batida, pilares de madeira, com um telhado coberto de telhas. Mais ruínas incluem os de um reservatório colossal de água e sobras da antiga vida cotidiana.

Enquanto a pirâmide abrigava as elites de Shimao, escreveram os pesquisadores, parte de seu espaço era reservado também para a produção de artes e ofícios.

As teorias de que os ocupantes de Shimao podem ter reinado sobre suas adjacências também são discutidas. Arqueólogos localizaram “seis poços contendo cabeças humanas decapitadas” ao redor do complexo. A origem dos restos humanos foi atribuída a Zhukaigou, outro sítio arqueológico localizado ao norte de Shimao.

O estudo sugere que o povo de Zhukaigou poderia ter sido capturado em épocas em que Shimao se expandiu, de acordo com a análise morfológica realizada no âmbito da pesquisa, conforme relatado pela Live Science.

Quais achados e aspectos mais intrigantes nos falam do poder e prestígio desta cidade antiga? 

Artefatos de jade esculpidos foram encontrados em vazios entre blocos de pedra que compõem as numerosas estruturas ao redor de Shimao. Também foi encontrada uma muralha, que agora está no jogo para receber o título de mais antiga da China, com cerca de 4.000 anos de idade.

Sem mencionar como a pirâmide estava segura com toda a sua proteção de muros de pedra, parapeitos e baluartes refinados perto da entrada do portão principal. O tráfego através das entradas deve ter sido fortemente controlado. Tudo sobre o design da pirâmide implica que as regras para entrar eram rígidas. Nem todo mundo teria sido convidado para participar de qualquer um dos rituais importantes ou encontros políticos realizados na área da praça no topo.

A própria altura da pirâmide é imponente o suficiente. Até as pessoas que ocupavam as residências mais remotas da região poderiam vê-la.

Como os pesquisadores observam, antigamente a pirâmide "poderia muito bem ter fornecido uma lembrança constante e esmagadora, para a população de Shimao, do poder das elites dominantes que residem em cima dela - um exemplo concreto da 'pirâmide social'".

Então, de repente, tudo o que sabíamos sobre a antiga civilização chinesa parece minado. Quais eram seus “centros” e quais eram suas “periferias”? Qual era o nome real de Shimao e quem eram as pessoas que levaram a cidade a prosperar? Somos levados a pensar por algum tempo.
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Fonte:  *por Stefan Andrews, um escritor freelancer e colaborador regular do The Vintage News. Ele é graduado em Literatura. Ele também administra o blog This City Knows - checagem de fontes/edição, por pem (tradução livre) - Imagens:  Till Niermann/Wikimedia Commons - Zhouyong Sun e Jing Shao (divulgação)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Mistério desvendado: Como foi construida a Grande Pirâmide



Papiro de 4500 anos descreve construção da Grande Pirâmide do Egito - O documento foi escrito por uma testemunha da época - e explica como os imensos pedaços de granito chegavam ao monumento
por Guilherme Eler - SUPER INTERESSANTE

A mais velha das sete maravilhas do mundo Antigo conta com toda uma aura de mistério. Tudo graças a seu enigmático processo de construção, iniciado há pelo menos 2,5 mil anos a.C. A forma como os egípcios colocaram a Grande Pirâmide de pé de fato impressiona: foram 20 anos de obras, nos quais cerca de 100 mil homens trabalharam no monumento de 139 metros de altura.

Além de tudo ter de ser feito ‘na raça’, sem a ajuda de ferramentas mais complexas, a matéria-prima utilizada costumava vir de longe. Enquanto o calcário era produzido em Tura, a quase 13 quilômetros de Gizé, o granito viajava ainda mais – pelo menos 800 km, trazido de cidades do sul do Egito, como Aswan e Luxor.

Este último tópico, aliás, sempre botou uma pulga atrás da orelha de arqueólogos e especialistas. Quem teria ajudado os egípcios no translado dessas peças gigantes de pedra, com pelo menos 2.5 toneladas cada uma? Sem considerar “ajuda alienígena” como uma resposta razoável, arqueólogos acreditam que a chave para a questão esteja em um papiro antigo – e que as águas do Nilo tenham, mais uma vez, sua parcela de responsabilidade na história.

O manuscrito de 4,5 mil anos de idade é considerado o mais antigo da história egípcia. Ele foi encontrado nos arredores das pirâmides de Gizé em 2013 – mais precisamente no antigo porto de Wadi al-Jarf, no Mar Vermelho. Desde então, ele embasa o trabalho de um grupo internacional de pesquisadores. 


Suas conclusões mais recentes vieram ao mundo na última semana, no documentário Grande Pirâmide do Egito: A Nova Evidência, produzido pelo Canal 4, da TV britânica. Segundo o grupo, o nascimento da Grande Pirâmide – onde está sepultado o idealizador da obra, Faraó Khufu – só foi possível por conta de um complexo sistema de canais.

Acredita-se que o autor do papiro, conhecido como Merer, era um oficial envolvido na construção da Grande Pirâmide e responsável por liderar um grupo de 40 marinheiros. Em seu diário, ele detalha como a operação funcionava. Pelas águas do Nilo, as pedras cumpriam o percurso em barcos de madeira

Graças a canais escavados até o pé da pirâmide em construção, as embarcações podiam chegar o mais próximo possível da obra. Assim, os barcos eram puxados pelos milhares de trabalhadores com a ajuda de cordas. Cerca de 170 mil toneladas de calcário – e pelo menos 2.3 milhões de blocos de pedra – teriam chegado até Gizé dessa forma. Haja força no braço.

Fonte: Compartilhado do site da Revista SUPER INTERESSANTE

Gostou? Leia também: Desmistificando a construção das piramides do Egito

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Teria a Grande Esfinge ligação com Atlântida?


Nova teoria liga mistério da Grande Esfinge à cidade perdida de Atlântida


Grandes enigmas surgiram em torno da Grande Esfinge de Gizé ao longo da história. Esse extraordinário monumento, de 20 metros de altura e 57 de comprimento, localizado na margem oeste do rio Nilo, não possui nenhuma inscrição que permita identificar seu construtor. 

Não se sabe também quantas pessoas trabalharam em sua edificação nem o tempo que elas levaram para isso, e, muito menos, a aparência que tinha seu rosto original e o motivo de ter perdido seu nariz. 

Uma teoria, que não foi proposta por arqueólogos nem por pesquisadores, mas por um vidente americano chamado Edgar Cayce, afirma que a criação da Grande Esfinge de Gizé remonta há 15 mil anos e está diretamente ligada à história de Atlântida. Uma das visões de Cayce lhe permitiu afirmar que, dentro da monumental escultura, existe uma biblioteca que contém informações valiosas sobre o continente perdido, o que aconteceu ali nos tempos da construção da Esfinge e os relatos sobre a destruição do continente. 

Apesar de essa teoria nunca ter sido provada, foram feitas descobertas que apontam em sua direção – por exemplo, a Estela do Inventário, uma lista dos monumentos de Gizé, encontrada em 1850. Uma das várias interpretações desse texto controverso permitiria deduzir que a Esfinge é muito mais antiga que Quéfren e Quéops, grandes faraós da quarta dinastia, contradizendo a versão proposta pela egiptologia oficial. 

Fonte: La Gran Época

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mito ou Verdade? A ciência comprova, ou não...



A troca de informações entre viajantes pelo mundo permitiu a proliferação de um grande número de lendas e curiosidades durante séculos. Algumas histórias são relatos pseudocientíficos que quase todos nós já escutamos alguma vez. Algumas crenças foram confirmadas ou negadas pela ciência posteriormente. Saiba o que é verdade ou mito sobre as pirâmides egípcias, a muralha da China, o sentido da água das descargas e outros assuntos. 


A Grande Muralha China é a única construção visível do espaço 

A partir da órbita terrestre baixa, a 400 km de altura, onde está, por exemplo, a Estação Espacial Internacional, muitas estruturas são visíveis. Mas, do espaço sideral, isso muda: o mito da muralha foi derrubado em 2003, quando o primeiro astronauta chinês, Yang Liwei, confessou que não conseguia vê-la de onde estava. 

A água da descarga gira em sentidos opostos nos dois hemisférios 

Diz-se que, quando é acionada a descarga do vaso sanitário, a água gira em sentido horário no hemisfério sul e no sentido anti-horário no norte. E isso é verdade: deve-se à chamada força de Coriolis, uma consequência da rotação da Terra, que é oposta nos hemisférios. O mesmo acontece com os tornados, que giram em diferentes sentidos no norte e no sul. 

É impossível que as pirâmides do Egito tenham sido construídas por seres humanos 

Afirma-se que a construção das pirâmides, mobilizando blocos de pedra de mais de uma tonelada por quase mil quilômetros, é uma tarefa impossível com a tecnologia de 4.500 anos atrás. Entretanto, em abril do ano passado, pesquisadores da Universidade de Amsterdã demonstraram que é possível mover esses blocos em trenós sobre a areia, desde que estejam úmidos. 

Alguns japoneses sofrem uma doença mental ao visitar Paris 

Em 2004, uma revista francesa de psiquiatria compilou 63 casos de turistas japoneses que deram entrada no Hospital Sainte-Anne desde 1988, sofrendo do que o psiquiatra japonês Hiroaki Ota chamou de Síndrome de Paris, uma forma grave de choque cultural. Os sintomas incluem ansiedade, alucinações, paranoia ou psicose, acompanhados de palpitações, tontura e dificuldades respiratórias. Aproximadamente 10 turistas japoneses são enviados, anualmente, de volta ao seu país, e a Embaixada Japonesa em Paris oferece uma linha telefônica disponível 24h por dia. 

Crédito da foto: Yuri Yavnik/Shutterstock

sábado, 3 de maio de 2014

Desmistificando a construção das piramides do Egito




As Pirâmides do Egito, além de serem uma das obras mais belas e magníficas de todos os tempos, também guardam seus mistérios. O maior de todos eles é: Como elas foram construídas?





pg0Algumas pessoas acham que extraterrestres ajudaram os Egípcios a construir as pirâmides, outros pensam que eles tinham um tipo de conhecimento avançado ou que eles dominavam alguma magia negra, mas a verdade é menos interessante do que isso.

A Necrópole de Gizé é aquela famosa construção com três Pirâmides e a Esfinge. 

A mais chamativa de todas é a Pirâmide de Quéops, a maior das três. Ela tem 146 metros de altura, com uma base medindo 230 metros de cada lado. Durante milhares de anos, ela foi a maior construção humana já feita.

Uma construção tão grande, feita em um tempo tão antigo, realmente desperta certas dúvidas, mas quando os números são colocados no papel, as coisas parecem fazer mais sentido, ainda mais com as novas descobertas feitas por lá.


Os números da construção

pyramid_buildingA grande pirâmide foi construída com algo em torno de 2 milhões de blocos, cada um pesando em média 2,5 toneladas. 

A maior parte desses blocos veio de pedreiras próximas as pirâmides, apenas as pedras que compõem a câmara do Faraó e o revestimento externo são diferentes. Essas foram trazidas através do Nilo.

Como ninguém sabe quantas pessoas trabalharam nas obras das pirâmides, alguns cálculos feitos por matemáticos e engenheiros revelaram o possível número de trabalhadores. 

Segundo o estudo feito pela empresa de construção Daniel, Mann, Johnson, e Mendenhall seriam necessários 15 mil homens na construção, com um pico de 40 mil em alguns momentos. A obra completa levaria dez anos para ser terminada, com um expediente diário de dez horas. Nesse ritmo, 180 pedras seriam colocadas por hora, mas o número de horas trabalhadas em um dia pode aumentar, assim como o tempo de construção. 

Normalmente o Faraó começava a construção da pirâmide logo que tomava o trono para si, por isso a Grande Pirâmide pode ter sido construída em um período bem longo de tempo, algo em torno de 20 anos.


Água e areia

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Algo que faz muitas pessoas pensarem ser impossível que as Pirâmides tenham sido feitas por mãos humanas é o peso dos blocos, mas esse problema é facilmente resolvido. Uma nova descoberta revelou que areia molhada pode ter sido uma das grandes armas usadas pelos egípcios. 

Estudantes da Universidade de Amsterdã descobriram que areia molhada na quantidade certa faz com que o material sendo arrastado por ela tenha “metade do peso”. Ou seja, a força de tração necessária cai pela metade. 

thesetupinthO estudo conduzido pelos pesquisadores mostrou que a areia molhada não se acumula na frente do trenó, criando uma pista lisa, que facilita o movimento de maneira extraordinária. Usando essa técnica, o trabalho feito pelos egípcios cairia pela metade.

Como já foi provado em testes, apenas 20 pessoas são o bastante para arrastar um bloco de 2,5 toneladas pela areia, com a ajuda da água esse número cai pela metade. Ou seja, para que 180 pedras fossem levadas para a Pirâmide por hora, seriam necessário apenas 1800 homens as puxando.

O mais interessante é que uma das pinturas em uma das Pirâmides mostra uma cena bem clara, onde diversos homens puxam um estátua enorme em cima de um espécie de trenó de areia. Na frente de todos esses trabalhadores, é possível ver um homem jogando um líquido no chão (imagem acima)… Talvez o grande segredo da construção das Pirâmides não tenha sido alguma ajuda de fora da Terra, mas apenas um pouco de água.

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Clique aqui e veja também um artigo que explica como os blocos de pedra foram transportados até o local da obra, pelos antigos egípcios, segundo as mais recentes descobertas.

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