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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Anomalia Eletromagnética sobre o Brasil cresce e se intensifica



A região onde o campo eletromagnético é mais fraco em toda superfície terrestre, é na Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS ou SAA: South Atlantic Anomaly), que está crescendo e se intensificando. Antes restrita ao sul da África, hoje cobre a maior parte da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul, incluindo todo o Brasil, sendo mais forte sobre São Paulo.

Campo magnético total da Terra, sobre o Brasil na área azul mais escura (acima) existe a AMAS,
a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS).
Observe que as linhas de campo na região formam uma figura que se assemelha a um bico de um pato,
por isso é chamada "El Pato", e está no centro da AMAS, ou 
SAA, do inglês: South Atlantic Anomaly.

NOVOS MAPAS DA ANOMALIA MAGNÉTICA DO ATLÂNTICO SUL QUE CRESCE E SE INTENSIFICA, COBRINDO TODO O BRASIL - fonte: http://spaceweather.com - tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Pesquisadores sabem há muito tempo que um dos cinturões de radiação de Van Allen mergulha para baixo em direção à Terra bem sobre a América do Sul, criando uma zona de alta radiação chamada “The South Atlantic Anomaly ” (SAA).

Desde a sua descoberta em 1958, o SAA (South Atlantic Anomaly) tem mudado de forma, ficando cada vez maior e se intensificando. Um mapa publicado na semana passada na revista científica da American Geophysical Union, Space Weather Quarterly descreve a anomalia com nova precisão, forma e tamanho:
Quando uma nave espacial em órbita baixa da Terra passa através dessa anomalia, “a radiação solar e cósmica provocam falhas na eletrônica das naves espaciais e satélites e pode induzir a leituras falsas pelos instrumentos”, explica Bob Schaefer da Johns Hopkins University Applied Physics Lab, principal autor do paper com a comunicação dos resultados. “Nós realmente usamos esses sinais espúrios para mapear o ambiente de radiação a uma altitude de 850 km.”

O mapa publicado na semana passada na revista científica da American Geophysical Union,
Space Weather Quarterly descreve a anomalia com nova precisão, forma e tamanho.

Especificamente, eles olharam para pulsos de ruído em um fotômetro ultravioleta transportado a bordo de muitos satélites orbitando a Terra do Programa de Satélites Meteorológicos para Defesa (Defense Meteorological Satellite Program-DMSP), que são satélites polares. Quando protons de alta energia que passam através da SAA e atinge esses sensores, produzem sinais espúrios – ou, no caso do presente estudo, os dados valiosos para análise. Ao monitorar a taxa de pulsos UV-Ultra Violeta espúrias, os pesquisadores foram capazes de rastrear os contornos da anomalia magnética e acompanhar a sua evolução ao longo de um período de anos.

Eles descobriram que a anomalia está lentamente à deriva norte e oeste com taxas de 0,16°/ano e 0,36 deg / ano, respectivamente. Atualmente, ela esta mais intensa sobre uma região ampla centrada em São Paulo, Brasil, incluindo grande parte do Paraguai, Uruguai e norte da Argentina. Eles também detectaram uma variação sazonal: Em média, a anomalia SAA é mais intensa em fevereiro e novamente em setembro-outubro. Neste enredo, contagens médias anuais foram subtraídos para revelar o pico de padrão duplo.

Uma máxima coincide com o Equinócio de Primavera (que no Hemisfério Sul ocorre em setembro), mas não com o outro. Os autores não foram capazes de explicar a origem deste padrão inesperado.

Contagem taxa de prótons e elétrons maior que 0,5 MeV em órbita baixa da Terra,
medida pelo satélite da NASA / SAMPEX.

As questões de atividades do ciclo solar, também interferem, na medida que os dados revelaram uma anti-correlação yin-yang com as manchas solares. “Durante os anos de alta atividade solar, a intensidade da radiação é menor, enquanto que durante anos solares mais tranquilos a intensidade da radiação é maior”, escreve Schaefer.

De acordo com o pensamento ortodoxo, a anomalia magnética do Atlântico Sul-SAA desce a partir do espaço para dentro da atmosfera terrestre cerca de 200 km da superfície da Terra. Abaixo dessa altitude, seus efeitos devem ser mitigados pela blindagem da atmosfera da Terra e do campo geomagnético.

Para testar essa ideia, a Spaceweather.com e Earth to Sky Calculus empreenderam um programa para mapear a anomalia SAA por baixo usando balões meteorológicos equipados com sensores de radiação... Fique ligado!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Nikola Tesla e o Experimento Filadélfia

A antigravidade de Tesla e sua conexão com o controverso Experimento Filadélfia - Preocupado com o poder destrutivo do projeto, cientista enganou o governo americano. 
 

A vida de Nikola Tesla esteve repleta de grandes conquistas no campo da engenharia mecânica, elétrica e física. Mas segundo o relato de membros do exército, o inventor também se envolveu em projetos que não se concretizaram. 

Um deles é o controverso Experimento Filadélfia: um projeto da marinha americana que tinha como objetivo evitar que seus navios fossem detectados por radares e minas magnéticas durante a Segunda Guerra Mundial.

No início da década de 1930, a Universidade de Chicago começou a pesquisar a possibilidade de tornar os objetos “invisíveis” por meio do uso da eletricidade. Anos depois, o projeto foi renomeado Rainbow, ou de Invisibilidade, e levado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton. Lá, Tesla foi escolhido diretor do experimento e começou a trabalhar junto com a marinha.

O primeiro teste, realizado em 1940, foi um sucesso total, fazendo “desaparecer” um navio não tripulado diante dos olhos de várias testemunhas. Para isso, foram colocadas duas bobinas grandes (eletroímãs) em cada casco do navio. As bobinas se acendiam em uma sequência especial e sua força magnética era tão poderosa que superava a da gravidade.

Entretanto, com base em seus próprios experimentos sobre eletrogravidade, Tesla alertou às autoridades que, em caso de testes em uma nave tripulada, as consequências da radiação seriam terríveis para os soldados. A marinha, cega em seus esforços para vencer a guerra, ignorou seus conselhos. Por esse motivo, Tesla decidiu abandonar o projeto em 1942. Mas, antes, sabotou os equipamentos para que o segundo teste do experimento fracassasse.


Fonte: Código Oculto | History

Saiba mais sobre a vida de Tesla e suas muitas contribuições revolucionárias, leia:

☞  Tesla, o evento Tunguska - Marconi e a cidade secreta
☞  07/01/17, há 74 anos morria Nikola Tesla
☞  A Viagem no Tempo de Tesla
☞  Tesla e o fenômeno O.V.N.I.
☞  Tecnologia :: Rede elétrica sem fios

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terça-feira, 14 de julho de 2015

Magnetismo, a energia do futuro




Em física e demais ciências naturais, magnetismo é a denominação associada ao fenômeno ou conjunto de fenômenos relacionados à atração ou repulsão observada entre determinados objetos materiais - particularmente intensas aos sentidos nos materiais ditos ímãs ou nos materiais ditos ferromagnéticos - e ainda, em perspectiva moderna, entre tais materiais e condutores de correntes elétricas - especificamente entre tais materiais e portadores de carga elétrica em movimento - ou ainda a uma das parcelas da interação total (Força de Lorentz) que estabelecem entre si os portadores de carga elétrica quando em movimento - explicitamente a parcela que mostra-se nula na ausência de movimento de um dos dois, ou de ambos, no referencial adotado.


Símbolo internacional de alerta quanto
à presença de magnetismo intenso.
Há de se ressaltar que a simples observação de atração ou repulsão entre dois objetos não é suficiente para caracterizar a interação entre os dois como de origem magnética, geralmente confundindo-se com certa facilidade, aos olhos leigos, os fenômenos magnéticos e elétricos. 

Tais fenômenos elétricos e magnéticos, apesar de hoje saber-se estarem profundamente correlacionados, têm em princípio de naturezas certamente diferentes.

Magnetismo é ainda o nome associado à divisão da Física responsável pelo estudo dos fenômenos magnéticos. A descoberta e melhor compreensão da estreita relação existente entre os fenômenos magnéticos e elétricos implicou, em tempos recentes, na fusão das áreas concernentes ao estudo da eletricidade e magnetismo - originalmente distintas - em uma única divisão mais abrangente, o eletromagnetismo. O eletromagnetismo encerra em si todos os fenômenos elétricos, todos os magnéticos, e mais os fenômenos associados à inter-relação explícita ou implícita entre os dois primeiros.


Vou tentar com as minhas sogras!
Será que funciona com sogra?
Posted by Revista FisioBrasil on Sexta, 3 de julho de 2015