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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Aloha Spirit

Aloha é uma palavra da língua havaianausada como forma de saudação ou despedida, que significa "olá" ou "tchau".

Originalmente a palavra era usada exclusivamente como uma demonstração de afeto, paz, misericórdia, e compaixão. Posteriormente, perto do século XIX, começou a ser usada para cumprimentar ou se despedir de alguém. 

A palavra aloha está imbuída com algumas características do povo havaiano, como a amizade, hospitalidade e cordialidade.

Aloha Spirit

Aloha Spirit, ou em português, Espírito Aloha, é muito mais do que uma palavra, é um estilo de vida e uma técnica que pode ser aplicada em qualquer vida. Esta técnica é caracterizada por uma regra: abençoar tudo e todos que representam aquilo que um indivíduo quer.

O aloha spirit indica que a palavra aloha tem um significado bem mais profundo do que simplesmente "amor", "olá" ou "tchau". É uma mentalidade constante de aceitação, um caminho que possibilita solucionar qualquer problema e alcançar qualquer objetivo.

O espírito aloha está cheio de uma energia positiva que está relacionada com um Poder Universal conhecido como Mana. A utilização desse recurso permite alcançar verdadeira felicidade, saúde e prosperidade.



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Por quê tenho poucos amigos?



CIÊNCIA EXPLICA PORQUE PESSOAS INTELIGENTES TEM MENOS AMIGOS


Muitos de nós já pensamos sobre o que faz uma vida bem vivida. É estar perto da família e de um monte de amigos? Ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida? Você já observou aquela pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos ao seu redor? E a quantidade de amigos que ela tem? As pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

O que faria da maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, fala sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que os estilos de vida de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora. A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão dos entrevistadores sugere que quanto mais interações frequentes com amigos próximos, maior a felicidade autorrelatada.

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações diminuem drasticamente. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida de se socializar com os amigos com mais frequência. Mas por quê?



Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e com a capacidade de usar sua inteligência são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. Elas são obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que foi fazer pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, essa pessoa teve que minimizar interações sociais. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que si mesma, pode considerar a interação social como uma distração que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, pode afetar seu bem-estar geral.

Ao pensar no longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar por seus sonhos e ambições do que sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade. Mas quando está buscando alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

Como pessoas inteligentes desenvolveram-se de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade populacional era baixa e sobrevivíamos com um estilo de vida caçador. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e para posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, têm uma melhor capacidade de resolver problemas evolutivos e mais facilidade em lidar com novas situações.

Quando você é mais esperto, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno. Viver em uma área de alta população pode ter um efeito menor sobre o seu bem-estar, mas pode ser devido a ser mais capaz de descartar a necessidade de socializar quando está perseguindo seus sonhos e ambições.

Pessoas inteligentes valorizam os relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivos sobre a forma como gastam o seu tempo. Não é que eles não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.
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Transcrito / Tradução de: O Segredo – Fonte: Life Hack


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Ciência :: 6 chaves para ser feliz




Seis chaves para ser feliz, segundo a Universidade de Harvard

Seguem os seis conselhos principais do professor (Tal Ben-Shahar) para ajudar as pessoas a se sentirem afortunadas e contentes:

1. Perdoe seus fracassos. E mais: festeje-os!

“Assim como é inútil se queixar do efeito da gravidade sobre a Terra, é impossível tentar viver sem emoções negativas, já que fazem parte da vida e são tão naturais quanto a alegria, a felicidade e o bem-estar. Aceitando as emoções negativas, conseguiremos nos abrir para desfrutar a positividade e a alegria”, diz o especialista. Temos que nos dar o direito de ser humanos e perdoar nossas fraquezas. Ainda em 1992, Mauger e seus colaboradores estudaram os efeitos do perdão, constatando que os baixos níveis de perdão estão relacionados à presença de transtornos como depressão, ansiedade e baixa autoestima.

2. Não veja as coisas boas como garantidas, mas seja grato por elas

Coisas grandes ou pequenas. “Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista.”

3. Pratique esporte

Para que isso funcione, não é preciso malhar numa academia até se cansar ou correr 10 quilômetros por dia. Basta praticar um exercício suave, como caminhar em passo rápido por 30 minutos diários, para que o cérebro secrete endorfinas, essas substâncias que nos fazem sentir-nos “drogados” de felicidade, porque na realidade são opiáceos naturais produzidos por nosso próprio cérebro, que mitigam a dor e geram prazer. A informação é do corredor especialista e treinador de easyrunning Luis Javier González.

4. Simplifique, no lazer e no trabalho

“Precisamos identificar o que é verdadeiramente importante e nos concentrar sobre isso”, propõe Tal Ben-Shahar. Já se sabe que quem tenta fazer demais acaba conseguindo realizar pouco, e por isso o melhor é se concentrar em algo e não tentar fazer tudo ao mesmo tempo. O conselho não se aplica apenas ao trabalho, mas também à área pessoal e ao tempo de lazer: “É melhor desligar o telefone e se desligar do trabalho nessas duas ou três horas que você passa com a família”.



5. Aprenda a meditar. Esse simples hábito combate o estresse

Miriam Subirana, doutora pela Universidade de Barcelona, escritora e professora de meditação e mindfulness, assegura que “no longo prazo, a prática regular de exercícios de meditação ajuda as pessoas a enfrentar melhor as armadilhas da vida, superar as crises com mais força interior e ser mais elas mesmas baixo qualquer circunstância”. Ben-Shahar acrescenta que a meditação também é um momento conveniente para orientar nossos pensamentos para o lado positivo; embora não haja consenso de que o otimismo chegue a garantir o êxito, ele lhe trará um grato momento de paz.

6. Treine uma nova habilidade: a resiliência. A felicidade depende de nosso estado mental, não de nossa conta corrente

Concretamente, “nosso nível de felicidade vai determinar aquilo ao qual nos apegamos e a força do sucesso ou do fracasso”. Isso é conhecido como locus de controle, ou “o lugar em que situamos a responsabilidade pelos fatos” – um termo descoberto e definido pelo psicólogo Julian Rotter em meados do século 20 e muito pesquisado com relação ao caráter das pessoas: os pacientes depressivos atribuem seus fracassos a eles próprios e o sucesso a situações externas à sua pessoa, enquanto as pessoas positivas tendem a pendurar-se medalhas no peito, atribuindo os problemas a outros. 

Mas assim perdemos a percepção do fracasso como “oportunidade”, algo que está muito relacionado à resiliência, conceito que se popularizou muito com a crise e que foi emprestado originalmente da física e engenharia, áreas nas quais descreve a capacidade de um material de recuperar sua forma original depois de submetido a uma pressão deformadora. “Nas pessoas, a resiliência expressa a capacidade de um indivíduo de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e situações potencialmente traumáticas, e recuperar-se, saindo delas fortalecido e com mais recursos”, diz o médico psiquiatra Roberto Pereira, diretor da Escola Basco-Navarra de Terapia Familiar.

Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/16/ciencia/1434480172_001091.html

sábado, 5 de setembro de 2009

Abença Pai Oxalá




Saravá Oxalá
Força divina do amor
exemplo vivo de
abnegação e carinho
Nós vos rogamos, ó bondoso Mestre
a Vossa proteção para que, possamos
sentir em nossos corações
cada vez mais viva, e chama
do nosso amor por Zambi e
por todas as suas criaturas.
Proteção ó Pai Oxalá!...
Força e proteção
para todos os que palmilham
o caminho do bem...
Mucuiú meu pai!!