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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pulso Eletromagnético, o perigo vindo do Sol





Praticamente 90% da população talvez não sobreviesse por muito tempo a um Pulso Eletromagnético que atingisse a rede eléctrica. 

Alguns acontecimentos que estamos presenciando ultimamente começam a revelar-se preocupantes e suspeitos. 

Muitas pessoas ainda não sabem, mas neste momento, um país pode ser devastado em um só golpe, sem sequer precisar de uma guerra nuclear para isso. Só é preciso detonar de forma conveniente um par de artefatos nucleares na alta atmosfera.

Sabe-se que uma explosão nuclear provoca um Pulso Eletromagnético (PEM ou EMP - Electromagnetic Pulse) e o efeito desses pulsos, resultantes de explosões atômicas a grandes altitudes, podem literalmente fritar a parte eletrônica de todos os dispositivos num determinado território.


Isso enviaria uma a uma nação moderna diretamente de volta ao século XIX, devido a magnitude de problemas insolúveis que isso traria. Sem Rede Eléctrica, sem celulares e sem computadores, o caos pode ser absoluto.

Basicamente, um ataque de pulso eletromagnético num país moderno provocaria os seguintes efeitos sobre a vida quotidiana:

- não haveria nenhum fornecimento de aquecimento para residências em lugares frios.
- a água deixaria de ser bombeada na maioria das habitações.
- os computadores não funcionariam.
- não haveria internet.
- os telefones não funcionariam.
- não haveria televisão, nem rádio.
- os caixas automáticos não funcionariam, nem os bancos, nem os cartões de débito ou de crédito.
- sem electricidade, a maioria dos postos de gasolina não pode funcionar.
- a maioria das pessoas não poderia trabalhar sem electricidade e os comércios seriam forçados a fechar.
- os hospitais não podem funcionar normalmente e as pessoas em breve ficarão sem medicamentos.
- todos os aparelhos de refrigeração deixariam de funcionar e todos os alimentos congelados em casas e supermercados se perderiam.


Vamos excluir uma guerra ou um possível ataque terrorista-Electromagnético... 

Um Pulso Eletromagnético gerado por uma tempestade solar causaria uma catástrofe a nível mundial! 

A pergunta, alguma vez aconteceu? Sim. Pode voltar a acontecer? Sim.

A maioria das pessoas não tem a menor idéia de que a terra estava prestes a ser frita por uma explosão maciça pem do sol em 2012 e em 2013. Em 2014 houve outra grande tempestade solar que teria causado enormes danos se tivesse sido dirigido para o nosso planeta. Mais recentemente, em 2017, a Terra foi atingida pela tempestade solar mais forte dos últimos 11 anos.

Se alguma dessas tempestades tivesse atingido a terra, o resultado teria sido catastrófico. Os transformadores elétricos teriam explodido em chamas, as redes eléctricas teriam caído e grande parte da nossa tecnologia teria sido queimada. Na essência, a vida como a conhecemos, teria deixado de existir, pelo menos por um tempo.

Este tipo de tempestade solar atingiu a terra muitas vezes antes, e os especialistas dizem-nos que é inevitável que aconteça novamente. A mais famosa ocorreu em 1859, e foi conhecida como Evento Carrington. Mas para além do telégrafo, a humanidade dependia muito pouco da tecnologia naquela época. No entanto, se outro Evento Carrington se verificasse hoje, seria um pesadelo total e absoluto.

Um estudo realizado pela Lloyd's de Londres chegou à conclusão de que os custos decorrentes das perdas seriam elevados até 2,6 biliões de dólares e que levaria até uma década a reparar os danos.

A ameaça de sermos atingidos por um Pulso Eletromagnético tem de começar a ser levada a sério de verdade e é preciso começar também a esclarecer - como uma boa prática preventiva - a toda a população. A população civil tem de saber que existe uma pequena possibilidade real de que algo assim aconteça, saber quais seriam os seus principais efeitos e saber o que teriam de fazer, nesse caso, desde o primeiro momento.



Fonte: Texto e imagens: SOS. TIERRA SPAIN - Facebook - Tradução e edição livre - Vídeos: YouTube

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Rússia está desenvolvendo Bomba de Pulso Eletromagnético



ESCRITO POR ALEXANDRE CEGALLA*

A Rússia vem desenvolvendo uma arma ultra-sofisticada que pode destruir a rede elétrica dos Estados Unidos e condenar à morte milhões de pessoas. 

E pior: aliados de Vladimir Putin também já possuem ou estão em vias de obter tal arma, o que pode mudar o equilíbrio de forças a favor de nações inimigas da democracia.

Imagine uma arma secreta que emitisse raios gama capazes de danificar a rede elétrica de um país inteiro, inutilizar aviões, armas, bombas atômicas e submarinos; e destruir satélites, componentes eletrônicos e computadores, interrompendo todo o sistema de comunicações. Imagine ainda que essa arma, ao ser detonada, fizesse parar de funcionar aeronaves e mísseis em pleno voo, ou mesmo destruir todo o arsenal nuclear inimigo. Pode parecer coisa de vilão de história em quadrinhos ou de filmes de 007, mas não é. É algo muito próximo de se tornar realidade e que vem sendo desenvolvido pela Rússia há mais de 50 anos. Há suspeitas de que a China e a Coréia do Norte também já possuam tecnologia para construir essa superarma. Ela se chama EMP: Electromagnetic Pulse (Pulso Eletromagnético).

Mas em que consiste exatamente o EMP? Conforme explica o analista militar e escritor Jeffrey Nyquist, é uma ogiva nuclear detonada em elevada altitude - entre 30 e 200 quilômetros de altura -, onde o campo magnético da Terra é mais forte. O impacto da explosão não atingiria a superfície do planeta, mas geraria um pulso eletromagnético com um raio de milhares de quilômetros, e capaz de penetrar em equipamentos eletrônicos e na rede elétrica, causando um pico de energia gigantesco que literalmente “fritaria” os circuitos. Quanto maior a altitude da explosão, maior o raio de ação. Dessa forma, o país atingido deixaria de funcionar, ao ter a sua rede de energia seriamente afetada, e voltaria ao século XIX, com consequências catastróficas. Segundo Nyquist, os Estados Unidos deixaram de desenvolver sua própria versão da bomba de pulso eletromagnético, e estão vulneráveis a um possível ataque conduzido por seus inimigos. Hoje em dia, já se sabe que a Rússia mantém o mais avançado arsenal nuclear do mundo, e que também possui superioridade nuclear no campo de batalha europeu, segundo relatou Nyquist em artigo traduzido para o Mídia Sem Máscara, em março de 2015. E não somente a Rússia, mas a China também está em vias de superar tecnologicamente os EUA no arsenal nuclear. 

Após o teste nuclear conduzido pela Coréia do Norte no começo de setembro – o segundo realizado em 2016 e o mais poderoso até agora, com potência de 10 quilotons (http://edition.cnn.com/2016/09/11/asia/south-korea-north-korea/) as autoridades da Coréia do Sul já se preparam para um eventual conflito militar envolvendo armas atômicas contra seu vizinho. Desde 2009, o exército norte-coreano já realizou cinco testes nucleares, e analistas internacionais temem que, em breve, o país seja capaz de implantar ogivas nucleares em seus mísseis de longo alcance. Segundo o analista de segurança nacional americano Peter Vincent Pry, é possível que a Coréia do Norte já tenha feito testes nucleares envolvendo o EMP. Em um deles, realizado em maio de 2009, a emissão em altos níveis de raio gama, combinada com uma explosão relativamente pequena de 3 quilotons (http://www.financialsense.com/contributors/jr-nyquist/emp-and-the-shield-act) podem ser uma indicação de que o regime ditatorial de Pyongyang estivesse fazendo experimentos com o pulso eletromagnético, utilizando tecnologia recebida da Rússia. 

Peter Vincent Pry também é diretor da EMP Task Force, comissão que atua no congresso americano, e afirma que um ataque de pulso eletromagnético (http://www.vice.com/read/we-asked-a-military-expert-how-scared-the-us-should-be-of-an-emp-attack-508) reduziria drasticamente o acesso da população dos EUA a alimentos, uma vez que um corte no fornecimento de energia prejudicaria toda a infra-estrutura de fornecimento, deixando a populança sem comida. “Nove entre cada dez norte-americanos morreriam de fome”, afirma. 


Por sua vez, o site Secrets of Survival enumera uma curiosa lista de lugares a serem evitados no caso de um ataque de EMP e dá dicas de sobrevivência. Apesar dos alertas parecerem exagerados à primeira vista (desde elevadores até hospitais devem ser evitados, e as pessoas devem recorrer a bicicletas para meio de transporte), o site apresenta argumentos bastante convincentes e dá uma boa idéia do caos que reinaria em tal situação. 

Em abril do ano passado, o exército dos EUA começou a armazenar equipamentos em bunkers para protegê-los de um possível ataque. Um desses abrigos, localizado sob a montanha Cheyenne, no Colorado, e que data dos tempos da Guerra Fria, estava desativado até recentemente, mas voltou a operar, ao receber aparelhos de comunicação do Comando do Espaço Aéreo Norte-Americano (NORAD). Nos últimos anos, dois projetos de lei regulamentando a criação de um sistema de proteção da infra-estrutura da rede elétrica norte-americana contra danos letais chegaram a tramitar no congresso daquele país, mas não obtiveram aprovação. O mais recente deles, conhecido como Shield Act, conseguiu passar na Câmara dos Deputados, mas acabou barrado no Senado. Pelo menos nisso o governo de Barack Obama resolveu agir e está investindo 1 bilhão de dólares para tornar o NORAD mais resistente a um ataque nuclear envolvendo o pulso eletromagnético. Mas será que essas medidas são suficientes? O quão protegida estaria a população dos EUA - e a dos demais países do Ocidente -, na eventualidade de um ataque de EMP?

Além da Rússia, da China e da Coréia do Norte, o Irã pode estar próximo de fabricar sua primeira bomba atômica. Mesmo assim há, entre os conselheiros de Obama, quem demonstre total ignorância do problema, como é o caso de Peter W. Singer, consultor de Estado-Maior do presidente norte-americano. Em uma entrevista, em abril de 2016, Singer classificou como "piada” a hipótese de um ataque de EMP. Enquanto muitos dentro do Congresso americano e da administração Obama consideram fantasiosa e exagerada essa ameaça, as nações inimigas da democracia vem desenvolvendo armas cada vez mais sofisticadas e letais, o que poderá em breve causar um desequilíbrio de forças que pode ser decisivo para o Ocidente.

*Alexandre Cegalla é jornalista.

Fonte: Compartilhado de: Mídia Sem Máscara

Saiba mais sobre as bombas de PEM assistindo ao vídeo:



terça-feira, 3 de agosto de 2010

Armas do Futuro ☀ Pulso Eletromagnético ☀ EMP




Pulso Eletromagnético (PEM), em inglês Electromagnetic Pulse (EMP), é um pulso de alta energia de largo espectro que se propaga pelo espaço que gera um campo elétrico defasado de um campo magnético, cuja frente de onda pode danificar componentes eletrônicos de estado sólido inseridos no campo em questão.


Os pulsos eletromagnéticos conhecidos podem ser produzidos por fenômenos naturais (explosões solares ou explosões estelares) ou pela ação humana. Neste caso, são produzidos geralmente de forma relativamente descontrolada, como durante a explosão de armas nucleares. 

Alguns tipos de armas convencionais, como as bombas de pulso, também podem produzir um pulso eletromagnético de alcance reduzido, capaz de destruir equipamentos microeletrônicos sólidos, como computadores e meios de comunicação.






Fonte: wikipédia / YouTube

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