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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Novo tratamento do Alzheimer restaura função da memória



Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória - Pesquisadores australianos criaram uma tecnologia de ultra-som não-invasiva que limpa o cérebro das placas amilóides neurotóxicos responsáveis ​​pela perda de memória e pelo declínio da função cognitiva em pacientes com Alzheimer.


Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.

Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurônios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipe do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipe descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da micróglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauração total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.
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Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas. - Fonte: Ciência Online


domingo, 29 de outubro de 2017

Ciência pode comprovar existência da Alma




Cientistas dizem poder provar a existência da Alma. Segundo a teoria, a alma está contida em estruturas denominadas microtúbulos, localizadas nas células cerebrais. Para isso eles usam uma teoria quântica da consciência.

Stuart Hameroff, do Centro de Estudos de Consciência da Universidade do Arizona, e Sir Roger Penrose, da Universidade de Oxford, trabalham, desde 1996, em uma teoria quântica da consciência, segundo a qual a alma está contida em estruturas denominadas microtúbulos, localizadas nas células cerebrais.

A ideia vem do pressuposto de que o cérebro é um computador biológico, com cem trilhões de neurônios, cujas conexões sinápticas atuam como redes de informação”, afirmam os especialistas, que dizem também que a experiência humana é o resultado dos efeitos da gravidade quântica sobre os microtúbulos, em um processo denominado “redução objetiva orquestrada” (Orch-Or, na sigla em inglês).

Embora seja de consenso científico que a consciência tenha surgido como uma propriedade evolutiva dos organismos biológicos, a teoria Orch-Or afirma que ela é, na realidade, uma característica intrínseca da ação de um universo não computável.

Em uma experiência próxima à morte, por exemplo, os microtúbulos perdem seu estado quântico mas a informação dentro deles não é destruída. Isso significa que, em termos compreensíveis, a alma não morre, mas retorna ao universo”, afirmam os cientistas. 

Além disso, eles argumentam que, no momento da morte, “o coração deixa de bater, o sangue deixa de fluir e os microtóbulos perdem seu estado quântico. A informação quântica nos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; simplesmente é distribuída e se dissipa pelo Universo”.

Fonte: History


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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Você sabia que, além de 10 trilhões de células próprias, temos 100 trilhões de microorganismos em nosso corpo?




Você não é você. Você é mais que você. Além de 10 trilhões de células próprias, um corpo saudável abriga 100 trilhões de microorganismos de até 100 mil espécies. Para chamar seu corpo de lar, doce lar, eles pagam um aluguel e tanto: digerem sua comida, produzem vitaminas e o protegem de doenças.




Limpadores
ONDE Olhos.
QUEM S. epidermidis.
Defendendo o território contra invasores, essa bactéria ajuda as lágrimas na faxina da conjuntiva, a membrana que reveste os olhos.

Fabricantes de cera
ONDE Ouvidos.
QUEM S. epidermidis.
Junto com a Corynebacterium, produz um pouco de cera – a maior parte, fabricada por glândulas no canal do ouvido, tem enzimas antibacterianas.

Dedetizadores
ONDE Nariz.
QUEM S. epidermidis.
Aqui, a onipresente bactéria das áreas externas ajuda na defesa do corpo. Sua simples presença inibe ataques de bactérias de pneumonia.

Pedreiros
ONDE Boca.
QUEM Várias bactérias.
Cada ml de saliva contém 100 milhões de bactérias! A comida acumulada traz espécies como Bacteroides, que causam placas e cáries nos dentes.

Professores
ONDE Garganta.
QUEM Streptococcus.
A presença dessas bactérias em pequena quantidade estimula as células do sistema imunológico a combater organismos invasores.

Perfuradores
ONDE Estômago.
QUEM H. pylori.
O ácido clorídrico costuma matar tudo. Mas a bactéria Helycobacter pylori às vezes resiste e provoca feridas na parede do estômago.

Mineradores
ONDE Intestino delgado.
QUEM Bactérias.
As poucas bactérias que sobrevivem ao muco antimicrobial absorvem nutrientes que o corpo não utiliza. Se aumentarem, causam diarréia.

Fabricantes de dejetos
ONDE Intestino grosso.
QUEM Bactérias.
Quilos de bactérias comem o que o corpo não absorve (fibras e celulose). Na fermentação, produzem metade do peso das fezes e os gases do cocô.

Seguranças
ONDE Pele.
QUEM Várias bactérias.
Alimentando-se de gordura (o sebo da pele), 3 tipos de bactérias liberam substâncias que agem como antibióticos, impedindo a vinda de organismos nocivos.

Turistas
ONDE Genitais.
QUEM Lactobacillus.
No pênis, os microorganismos só passam pelo local e são logo expulsos pela urina. Na vagina, a bactéria Lactobacillus deixa o ambiente ácido e protege contra candidíase.

Fonte: http://super.abril.com.br/historia/microorganismos-inquilinos-corpo-447372.shtml