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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Resiliência: Bonsai sobreviveu a bomba de Hiroshima e ainda floresce




O poder da resiliência: Esta árvore de bonsai, de 393 anos de idade, sobreviveu aos séculos, a explosão atômica de Hiroshima, e ainda floresce até hoje

O Bonsai de Yamaki - Crédito da imagem: Sage Ross, via Wikimedia Commons

Se quatro anos parecerem muito tempo, deixe-me ajudar a colocar as coisas em perspectiva.

A bela árvore de bonsai representada acima - vamos chamá-lo de "Bonsai de Pinheiro de Yamaki" - começou sua jornada pelo mundo por volta de 1625. Foi aí que a família Yamaki começou a treinar a árvore, trabalhando pacientemente, geração após geração, para podar a árvore transformando-o no pequeno e majestoso exemplar que é hoje.

Sem dúvida, ao longo dos séculos, o antigo bonsai testemunhou muitos dias, bons e maus, no Japão - foram alguns altos e baixos. Mas nada foi tão baixo quanto o que aconteceu em 6 de agosto de 1945, quando os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica sobre Hiroshima, devastando a cidade e deixando 140 mil civis mortos. 

A bomba explodiu a 3 km da casa dos Yamaki. Mas desafiando as chances, o Pinheiro Yamaki sobreviveu à explosão. (Foi protegido por uma parede que cercava o berçário de bonsais dos Yamaki.) A família também sobreviveu à explosão, sofrendo apenas pequenos cortes de vidro voador.

Três décadas depois, em um ato de perdão bastante notável, a família Yamaki doou o pinheiro (juntamente com outras 52 árvores apreciadas) aos Estados Unidos, durante a celebração bicentenária de 1976. Entretanto, eles nunca disseram nada sobre os traumas pelos quais a árvore passou e sobreviveu. 

Somente em 2001, quando uma geração mais nova dos Yamakis visitou Washington, os cuidadores do United States National Arboretum aprenderam a história completa sobre a resiliência da árvore. A árvore sobreviveu ao pior do que o homem poderia jogar sobre ela. E manteve sua beleza intacta. Certamente você pode fazer o mesmo quando a vida coloca desafios menores em seu caminho.

Você pode ver mais de perto o Pinheiro Yamaki no vídeo abaixo:


Fonte: Open Culture (tradução/edição livre)


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Guerra nuclear foi evitada por Aliens, declarou astronauta veterano




Astronauta que caminhou na Lua afirma: Guerra nuclear foi evitada por Aliens

Edgar Dean Mitchell (17/09/1930 – 04/02/2016)
6º homem a pisar na lua - Crédito: NASA
“Extraterrestres amantes da paz ajudaram a salvar a América da guerra nuclear com a extinta URSS”, afirmou o astronauta Edgar Mitchel, homem da missão Apollo enviado à lua pela NASA. O sexto homem a pisar na superfície da Lua fez essa revelação espantosa em 2015 - menos de 1 ano antes de falecer - de que os alienígenas vieram à Terra para evitar uma guerra nuclear entre os EUA e a antiga URSS, então comandada pela Rússia.

O astronauta Edgar Mitchell, um veterano da missão Apollo 14 em 1971, declarou em 2015 ao Mirror Online que fontes militares de alto escalão do exército dos EUA testemunharam a presença de vários UFOs durante testes de armas

O veterano astronauta do Projeto Apollo de conquista da Lua diz que alienígenas tripulando UFOs vieram à Terra em paz em uma missão de parar a humanidade de destruir a si mesma em um conflito nuclear entre EUA-URSS.

O astronauta foi muito franco sobre a sua crença na existência de extraterrestres desde que ele pousou na superfície da Lua, como um astronauta do Projeto Apolo, da NASA, tornando-se uma das figuras mais proeminentes da comunidade mundial UFO - acrônimo para Unidentified Flying Objects (em português OVNI, Objetos Voadores Não Identificados).

Ele nos disse que insiders dentro dos círculos militares testemunharam vários objetos estranhos que voavam sobre as bases de mísseis e da famosa academia de White Sands, onde a primeira bomba nuclear (pelo menos em nossa atual civilização) foi detonada no planeta em 1945.

Edgar Mitchell cresceu no Novo México perto tanto da zona de testes de bombas assim como da área de Roswell, onde os ufólogos acham que um dos mais famosos encontros UFO do mundo aconteceu, com a queda de uma até três espaçonaves alienígenas, resgatadas pelos militares dos EUA, com cerca de nove corpos de aliens mortos.

“Você não conhece a área como eu a conheço”, declarou em entrevista ao Mirror Online. “White Sands foi um campo de testes para armas atômicas – e era nisso que os extraterrestres estavam interessados”.

“Eles queriam saber sobre as nossas capacidades militares atômicas”.

“Minha própria experiência conversando com algumas pessoas, deixou claro que os ETs estavam tentando nos impedir de ir para uma guerra nuclear e ajudar a criar a paz na Terra.”

 Edgar Mitchell numa caminhada pela Lua, em 1971 (Imagem: NASA/ RR Auction)

Mitchell também sugeriu que ele tinha ouvido histórias semelhantes de pessoas que prestavam serviço em bases de mísseis nucleares durante as partes mais tensas do século 20.

“Falei com muitos oficiais da Força Aérea que trabalharam nesses silos durante a Guerra Fria”, continuou ele. “Eles me disseram que UFOs freqüentemente eram vistos sobrevoando  as bases e muitas vezes desativando (com feixes de luz) os seus mísseis”.

“Outros oficiais a partir de bases na costa do Pacífico disseram-me que os mísseis - em voos de teste - frequentemente eram derrubados por espaçonaves alienígenas”.

“Havia um monte de atividade extraterrestre naqueles dias.”

Perguntamos a Nick Pope, (Ele trabalhou 21 anos no Ministério do Governo Britânico da Defesa (1985-2006). Suas funções basicamente era investigar relatos de avistamentos de OVNIs, para ver se tinham algum significado de ameaça) ex-funcionário do Ministério da Defesa britânico e pesquisador sobre o fenômeno UFO, se ele acreditava nas declarações de Edgar Mitchell.

“Edgar Mitchell é um homem honrado e verdadeiro, que eu tive o privilégio de conhecer”, disse ele. “Mas tanto quanto eu estou ciente, a maioria das suas informações sobre este problema não vem de coisas que ele experimentou por si mesmo, mas a partir de coisas que a ele foi dito por outros.

“Claramente, por causa de quem ele é, ele teve acesso e contato com funcionários do governo dos EUA, militares e na comunidade de inteligência ao mais alto nível, mas porque – muito compreensivelmente – ele nunca poderá citar suas fontes, não podemos ter certeza se essas pessoas estavam sendo corretas com ele, ou mesmo se eles estavam a par de qualquer informação classificada sobre UFOs.“

Pope disse que “a idéia de que os extraterrestres amantes da paz estão aqui para alertar a humanidade sobre nossos caminhos destrutivos” é popular entre aqueles que têm uma visão no estilo da Nova Era sobre o fenômeno UFO.

“É um pensamento agradável, mas se eu estou sendo cético, eu saliento que é quase exatamente o enredo do clássico de 1951 filme de ficção científica O Dia em que a Terra Parou”, continuou ele. “Não foi certamente alguns intrigantes avistamentos de OVNIs em torno de instalações nucleares, e em torno de bases militares de modo mais geral, mas uma explicação alternativa é que alguns destes avistamentos são atribuíveis à atividade de espionagem envolvendo aviões espiões secretos ou drones (??).”


“Dado que o Universo tem cerca de 15 bilhões de anos, se nós estamos sendo visitados, é improvável que estamos lidando com uma civilização apenas algumas centenas de anos à nossa frente, portanto, histórias de alienígenas conseguindo perturbar alguns de nossos testes de armas são rebuscadas.

“As chances são de que eles estariam alguns milhões de anos à frente de nós e poderiam fazer tudo o que quisessem.” Então, o que você pensa sobre o assunto? Em quem você acreditaria, num homem que esteve na superfície da Lua, um astronauta ou em um burocrata que trabalhou para o governo britânico? Você decide…

Fonte:  thoth3126.com.br e mirror.co.uk (edição livre)


sábado, 22 de abril de 2017

O que fazer no caso de um ataque nuclear?

Por enquanto o Brasil tem se mantido neutro e talvez por isto ainda não  tenha sofrido ameaças ou atentados terroristas. Nosso país também tem se mantido distante das tensões entre Estados Unidos e Coréia do Norte...

Fato é que a pesquisa por "Terceira Guerra Mundial" subiu bastante este ano, com a escalada do radicalismo. No caso de uma grande guerra mundial há possibilidade de ataques nucleares. Você saberia o que fazer, onde se esconder, se a cidade que você mora for alvo de uma bomba nuclear?

Michael Dillon, pesquisador do Lawrence Livermore National Laboratory, nos Estados Unidos, analisou números, dados e possibilidades. Os trabalhos visam explicar, através de um detalhado estudo, quais seriam os locais mais seguros para se sobreviver na eminência de um ataque nuclear.




Onde se proteger da explosão?

Um dos seus maiores e mais imediatos objetivos, segundo o cientista, é evitar as consequências da radiação fatal, liberada pela detonação da bomba. Para isso a recomendação é imediatamente a de se buscar um abrigo subterrâneo, construído com tijolos grossos ou concreto e, preferencialmente, sem janelas.

Se esconder no subsolo de um prédio de apartamentos de cerca de cinco andares, construído com tijolos, já faria com que você ficasse exposto a aproximadamente apenas 1/200 da quantidade da radiação externa.

Você deve seguir para um abrigo mais forte apenas se ele estiver visível e, próximo, a cerca de 5 minutos a pé. Caso o local subterrâneo, de tijolos ou concreto, estiver a 15 minutos ou mais de distância o melhor é permanecer por um tempo no abrigo em que você está mesmo, para não sofrer os efeitos diretos da radiação.

Confira o estudo, clicando no link (inglês, em pdf):


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Nostradamus previu Donald Trump?



Não foram só Os Simpsons. Segundo a reportagem do History Channel; que transcrevo abaixo, Nostradamus também previu a acessão de Donald Trump à Casa Branca.

Um “grande gritão sem-vergonha e audacioso”: as profecias de Nostradamus sobre Trump

Especialistas no trabalho do astrônomo e vidente medieval Nostradamus afirmam que, entre suas profecias, estavam previstas a chegada de Donald Trump à presidência dos EUA e as terríveis consequências disso. 
Em sua obra, na quadra 81 da Centúria III, é possível ler uma oração sobre a ascensão de um “grande gritão sem-vergonha e audacioso”, descrição que muitos acreditam servir ao novo presidente. Em seguida, o texto explica que esse homem “será eleito como governador do exército” (nos EUA, é o presidente quem comanda as forças armadas) e em seguida: “a audácia de sua disputa, a ponte quebrada, a cidade desmaiada de medo”. 
Mais adiante, Nostradamus adverte que “o trompete falso que oculta a loucura fará com que Bizâncio mude de leis”. Os especialistas ressaltam que o trompete se refere a Trump, e Bizâncio é, nesse caso, o grande país do norte, um centro poderoso ao qual chegam imigrantes de todo o mundo, assim como a antiga capital medieval. Eles acreditam que esse parágrafo em especial poderá se referir às mudanças de legislação migratória anunciadas por Trump.


Os seguidores de Nostradamus também advertem, ameaçadoramente, que a vitória do republicano anuncia o fim do mundo em um catastrófico holocausto nuclear. 
Embora a relação entre essas palavras escritas há mais de 500 anos e o momento sociopolítico atual dos EUA pareça evidente para os estudioso do assunto, céticos afirmam que a imprecisão com que Nostradamus se expressa permite que suas previsões possam se adaptar a diversos contextos.