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sábado, 22 de abril de 2017

O que fazer no caso de um ataque nuclear?

Por enquanto o Brasil tem se mantido neutro e talvez por isto ainda não  tenha sofrido ameaças ou atentados terroristas. Nosso país também tem se mantido distante das tensões entre Estados Unidos e Coréia do Norte...

Fato é que a pesquisa por "Terceira Guerra Mundial" subiu bastante este ano, com a escalada do radicalismo. No caso de uma grande guerra mundial há possibilidade de ataques nucleares. Você saberia o que fazer, onde se esconder, se a cidade que você mora for alvo de uma bomba nuclear?

Michael Dillon, pesquisador do Lawrence Livermore National Laboratory, nos Estados Unidos, analisou números, dados e possibilidades. Os trabalhos visam explicar, através de um detalhado estudo, quais seriam os locais mais seguros para se sobreviver na eminência de um ataque nuclear.




Onde se proteger da explosão?

Um dos seus maiores e mais imediatos objetivos, segundo o cientista, é evitar as consequências da radiação fatal, liberada pela detonação da bomba. Para isso a recomendação é imediatamente a de se buscar um abrigo subterrâneo, construído com tijolos grossos ou concreto e, preferencialmente, sem janelas.

Se esconder no subsolo de um prédio de apartamentos de cerca de cinco andares, construído com tijolos, já faria com que você ficasse exposto a aproximadamente apenas 1/200 da quantidade da radiação externa.

Você deve seguir para um abrigo mais forte apenas se ele estiver visível e, próximo, a cerca de 5 minutos a pé. Caso o local subterrâneo, de tijolos ou concreto, estiver a 15 minutos ou mais de distância o melhor é permanecer por um tempo no abrigo em que você está mesmo, para não sofrer os efeitos diretos da radiação.

Confira o estudo, clicando no link (inglês, em pdf):


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Malefícios do uso, e abuso, do telefone celular



Pequenos abusos no uso dos smartphones :: Como diversas novas tecnologias, essa precisa de ajustes para que os ganhos superem os malefícios


Ainda que os significativos avanços tecnológicos nos meios de comunicação eletrônica venham acrescentando comodidades e eficiência para os usuários, notadamente para os jovens, o seu uso abusivo causa dificuldades que poderiam ser minimizadas. É necessário que haja respeito aos direitos das demais pessoas que ficam incomodadas com os excessos de seus ruídos, principalmente quando eles acrescentam riscos para outros em determinadas situações.

Considera-se conveniente, para um convívio civilizado em sociedade, que os direitos de uns sejam limitados pelos dos outros, como rege um sadio princípio de direito. Em países entre os quais se destaca o Japão, que é um arquipélago densamente habitado, a cortesia facilita a convivência de todos num espaço limitado, que se observa em qualquer lugar. O uso de celulares, por exemplo, é limitado em ambientes que causam incômodos para as demais pessoas como nos restaurantes, nos transportes coletivos e até em vias públicas.

Há limitações para os ruídos causados em locais públicos estabelecidos por decibéis em muitos países. No Brasil, os jovens estão se sujeitando a serem deficientes auditivos prematuramente, pois alguns amplificadores dos aparelhos de som são colocados no limite máximo de sua capacidade, a ponto de provocarem solavancos em alguns veículos, como pode ser notado quando, no trânsito, fica-se ao lado dos mesmos.

Muitos usuários não percebem que estão berrando nos celulares em lugares públicos perturbando terceiros quando isto não é necessário. Nos restaurantes japoneses é proibido o uso dos mesmos, pois as conversas dos usuários não interessam a outros, pelo contrário. Também em locais como as estações de metrôs ou nos vagões, somente formas silenciosas de comunicação são autorizadas, ainda que os meios disponíveis permitam a sua perfeita captação nos locais mais difíceis.


Agora está sendo proibido o uso dos smartphones nas vias públicas, pois muitos desastres de trânsito ocorrem com transeuntes atentos aos assuntos que estão sendo transmitidos. As punições educativas pelo uso de celulares quando se está ao volante não são devidamente aplicadas no Brasil, mesmo que os desvios momentâneos de atenção estejam comprovados como causas de muitos desastres.

Estas tolerâncias acabam em abusos dos mais ousados e nem sempre os incomodados desejam efetuar as suas reclamações para não se mostrarem antipáticos. Muitos destes aparelhos já permitem obter mensagens sonoras somente nos ouvidos das pessoas que as estão recebendo, bem como possuem formas de transmissões das respostas mais urgentes de modo silencioso, normalmente por escrito. Portanto, existem alternativas técnicas, sem causar prejuízos para os seus usuários habituais. O que pode acontecer é que tudo implique em um pouco mais de trabalho para os que desejam usufruir destas facilidades.

Aliás, até doenças pelos usos exagerados estão sendo apontadas, como a ocorrência de algumas tendinites. Existem viciados que usam por muitas horas diárias estes aparelhos que exigem esforços especiais para serem acionados no recebimento e envio de mensagens eletrônicas.

Muitas inovações ao longo da história provocaram inconveniências na fase inicial do seu uso, mas foram sendo corrigidas, pois só se justificam na medida em que as vantagens superam as dificuldades. Seria uma questão de civilidade acelerar este processo de ajustamento, minimizando os problemas eventualmente existentes.

Noticia-se no Japão que inovações estão sendo introduzidas no mercado como roupas que, contando com fibras especiais, possam transmitir dados clínicos dos usuários para organizações especializadas, como os dados de pressão arterial ou de um eletrocardiograma, principalmente para as pessoas que apresentam alguns riscos como cardíacos.

Também estão sendo lançadas pulseiras eletrônicas que gravam todas as movimentações efetuadas por um usuário, transmitindo-as para que sejam sugeridas mudanças de hábitos para uma vida mais saudável. Como até as crianças estão exagerando o uso de aparelhos eletrônicos, já há no mercado produtos que alertam os desvios de uso, apresentando elementos que induzam ao acréscimo de movimentos físicos saudáveis e criativos.

Na realidade, todas as inovações tecnológicas devem ajudar os seres humanos a melhorar sua qualidade de vida e a boa convivência em sociedade. Vale a pena coibir os abusos e as distorções, pois os benefícios podem ser mais que compensadores.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Alerta! :: Umidade Relativa do Ar



Os institutos de meteorologia observam diariamente os níveis de umidade relativa do ar. Seguindo recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que estabelece que índices inferiores a 60% não são adequados para a saúde humana, por isso devemos sempre observar os níveis de criticidade da umidade do ar, classificados em atenção, alerta e emergência. 

Cabe aos órgãos de saúde pública decretar estados de criticidade de baixa umidade relativa do ar, levando em conta os níveis de atenção, alerta e emergência, conforme as recomendações da OMS.

O que significa umidade relativa do ar?

Significa, em termos simplificados, o quanto de água na forma de vapor existe na atmosfera no momento em relação ao total máximo que poderia existir, na temperatura observada. 

A umidade do ar é mais baixa principalmente no final do inverno e início da primavera, no período da tarde, entre 12 e 16 horas. A umidade fica mais alta.

Sempre que chove devido à evaporação que ocorre posteriormente, Em áreas florestadas ou próximas aos rios ou represa, Quando a temperatura diminui (orvalho).

Problemas decorrentes da baixa umidade do ar:
  • Complicações alérgicas e respiratórias devido ao ressecamento de mucosas;
  • Sangramento pelo nariz;
  • Ressecamento da pele;
  • Irritação dos olhos;
  • Eletricidade estática nas pessoas e em equipamentos eletrônicos;
  • Aumento do potencial de incêndios em pastagens e florestas.





Escala psicrométrica – classificação dos estados de criticidade:

Entre 21 e 30% - Estado de Atenção

Cuidados a serem tomados:

Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas;
Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, molhamento de jardins, etc.;
Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas vegetadas, etc.;
Consumir água à vontade.

Entre 12 e 20% - Estado de Alerta

Cuidados a serem tomados:

Observar as recomendações do estado de atenção;
Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;
Evitar aglomerações em ambientes fechados;
Usar soro fisiológico para olhos e narinas.

Abaixo de 12% - Estado de Emergência

Cuidados a serem tomados:

Observar as recomendações para os estados de atenção e de alerta;
Determinar a interrupção de qualquer atividade ao ar livre entre 10 e 16 horas como aulas de educação física, coleta de lixo, entrega de correspondência, etc.;
Determinar a suspensão de atividades que exijam aglomerações de pessoas em recintos fechados como aulas, cinemas, etc., entre 10 e 16 horas;
Durante as tardes, manter com umidade os ambientes internos, principalmente quarto de crianças, hospitais, etc.

CLIQUE AQUI PARA VER A UMIDADE RELATIVA DO AR EM SUA CIDADE (CPTEC)