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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Ex-ministro canadense diz que há ETs trabalhando com os EUA

Há ETs na Terra trabalhando com os EUA, diz ex-ministro canadense


"... Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas - entre militares e cientistas - que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental encerrada na semana passada.  O ex-ministro da Defesa canadense afirmou ainda que investigações apontaram a existência de "pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos" - com o que ele concorda..."


Paul Hellyer afirmou reconhecer ao menos quatro espécies de seres extraterrestres que habitariam o planeta


“Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos.” A declaração do ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyer, 89 anos, foi feita durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada em Washington, D.C.

Diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ouviram depoimentos de especialistas e testemunhas entre os dias 29 de abril e 3 de maio (de 2013).

Paul Hellyer é um conhecido defensor da existência de extraterrestres. Em 2005, ele declarou abertamente que acredita em UFOs (objetos voadores não identificados), o que gerou grande repercussão no Canadá.

Como ministro da Defesa Nacional canadense, em 1963, Hellyer foi responsável pela controversa integração entre o Comando Marítimo das Forças (Marinha), o Comando das Forças Terrestres Canadenses (Exército) e a Força Aérea Real do Canadá (Aeronáutica) em uma única organização: as Forças Armadas Canadenses. 

Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá - que funciona como uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país.

Ele afirma que passou a acreditar em óvnis quando teve uma experiência com sua mulher e amigos durante uma noite. Apesar de não ter levado muito em consideração quando viu o UFO, segundo seu relato, ele disse que manteve a cabeça aberta e passou a tratar o assunto - pelo qual se interessou há cerca de 10 anos - com seriedade.

“UFOs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças", afirmou o político canadense no segundo dia de audiência (confira abaixo o vídeo, em inglês).

Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas - entre militares e cientistas - que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental encerrada na semana passada.

O ex-ministro da Defesa canadense afirmou ainda que investigações apontaram a existência de "pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos" - com o que ele concorda.

Houve também declarações sobre como diversos presidentes dos Estados Unidos demonstraram grande interesse sobre óvnis e, em alguns casos, tentaram sem sucesso obter informações específicas sobre a veracidade de casos extraterrestres."



Fonte: Portal Terra; "Há ETs na Terra trabalhando com os EUA, diz ex-ministro canadense" (reprodução parcial, com finalidade de esclarecer a humanidade sobre a presença de alienígenas influenciando as agendas socio-políticas e econômicas da Terra) - Imagem: YouTube / Reprodução

Nota: Paul Theodore Hellyer (Waterford, 6 de agosto de 1923), é um engenheiro, político, escritor e comentarista canadense. Ele é o membro mais antigo do Conselho Privado, à frente do príncipe Filipe, Duque de Edimburgo. Em 2013, lançou polêmica ao afirmar que existiriam extraterrestres trabalhando para o governo dos Estados Unidos.


       

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Extraterrestres, nossos irmãos na Grande Luz

Terrestres e Extraterrestres - Irmãos na Grande Luz


Nebulosa de Orion / Crédito: NASA, ESA, M. Robberto
Por Wagner Borges*

"Um dos grandes sonhos da humanidade é o de viajar para além da Terra... Conhecer as estrelas e desvendar os mistérios siderais. Porém, o homem mal conhece a si mesmo. Quer viajar para fora do planeta, mas, sequer descobriu como viajar por dentro de si mesmo.

Atualmente, fala-se muito de Multiverso e de tantas outras possibilidades no infinito da vida... Contudo, são bem poucos os que notam os “muitos versos” que se desdobram no Multiverso do coração.

O homem é capaz de se admirar olhando para o céu coalhado de estrelas; no entanto, também é capaz de toldar o céu de seu próprio coração com pesadas nuvens de mágoa e incompreensão. Por causa disso, muitos sonham com a descida de divindades, anjos, espíritos, mestres ou extraterrestres, na esperança de que eles tragam a solução para o vazio consciencial de suas vidas.

Porém, de que adiantaria a presença de algum ser celeste, por fora, se o coração do homem for miserável, por dentro?

Então, muitos esperam a salvação descer do céu, mesmo que o céu de seus corações permaneça sujo e nublado de medo e egoísmo.

Fico pensando que, um dia, quando houver algum contato direto com outras raças do universo, talvez o lance não role do jeito que muitos esperam. Talvez os visitantes estelares venham apenas ensinar aquilo que o coração de cada um já vem tentando dizer, há muito tempo:

- É preciso crescer!
- Felicidade é um estado de consciência.
- A consciência é imortal.
- Cada ser é centelha vital do Todo que está em tudo.
- Tudo o que vive é seu próximo.
- É preciso amar, viver, sorrir e seguir...

Também torço para que esse dia tão esperado chegue logo. Não para que alguém das estrelas me salve de minha própria ignorância, não! Isso é responsabilidade minha mesmo. Mas para que eu encontre brilhando nos olhos extraterrestres, o mesmo brilho que já brilha nos olhos de cada terrestre.

Sim, quero ver neles, independentemente de suas formas ou do lugar que venham, o mesmo brilho do Eterno que habita em todos os seres. Quero chamá-los de irmãos queridos, dançar e brincar com eles, como igual.

Não quero ser salvo por ninguém! Não é necessário, pois isso é tarefa minha e faz parte do meu aprendizado como consciência viva. E, no final das contas, talvez os nossos irmãos siderais apenas digam: 'Siga o seu coração... e seja feliz!'

P. S. Terrestres ou extraterrestres, encarnados ou desencarnados, todos nós viemos da Grande Luz. O TODO ESTÁ EM TUDO!

Paz e Luz."

São Paulo, 24 de junho de 2007.

Nota: Reprodução de texto publicado no Site Holístico, www.eurooscar.com, (Terrestres e Extraterrestres - Irmãos na Grande Luz) com fins de divulgação da cultura da paz. Se trata de citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais. Esse texto foi escrito por *Wagner Borges (IPPB), durante o Seminário Especial de Ufologia, Ciência e Espiritualidade, que ocorreu em junho de 2007, em São Paulo, Brasil - Imagem: Nebulosa de Orion / Crédito: NASA, ESA, M. Robberto (Space Telescope Science Institute/ESA) e Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team (Wikimedia Commons / CC0)

domingo, 10 de fevereiro de 2019

É arriscado para a Terra enviar sinais para extraterrestres?




Astrônomo adverte o Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (SETI): "Talvez eles venham para nos comer" - futurism.com*


Durante décadas, os cientistas usaram radiotelescópios para escutar sinais cósmicos que poderiam se originar de uma civilização extraterrestre. Cada vez mais, eles também estão transmitindo mensagens para as estrelas na esperança de que alguém esteja ouvindo.

Mas em uma nova entrevista para o "The Times", o astrônomo da Universidade de St. Andrews, Martin Dominik, alertou contra o envio de mensagens em direção ao desconhecido do espaço profundo.

"Talvez", disse ele ao jornal, em tom de provocação, "eles vão vir e vão nos comer".

Nós viemos em paz

O Observatório de Arecibo emitiu, em 1974, uma mensagem para potenciais alienígenas. No ano seguinte, os cientistas pretendiam enviar um sinal para as estrelas que representavam a tabela de elementos do período. Em 2008, a fabricante de chips Doritos gravou um anúncio de propaganda de 30 segundos. E estamos constantemente irradiando ondas de rádio de músicas antigas e seriados em todas as direções.

"Qualquer pessoa pode apenas enviar mensagens para o espaço, e ninguém tem o direito de impedi-las de fazer isso", disse Dominik ao Times. "Algumas pessoas se sentem desconfortáveis ​​com isso. Pela primeira vez os astrônomos estão enfrentando uma questão ética. Devemos enviar mensagens para outras pessoas? Isso é perigoso? Devemos manter um perfil menor? Qual é a melhor estratégia?"

Última coisa

Os comentários de Dominik aludem à aterrorizante "teoria da floresta-negra", segundo a qual os astrônomos não detectaram sinais extraterrestres porque outras civilizações estão se escondendo de alienígenas assassinos que acabam com qualquer competição galáctica que identifiquem.

"Alguns dizem que o contato alienígena é a melhor coisa que devemos fazer", disse Dominik ao Times. "Acho que devemos ficar muito quietos e isso deve ser a última coisa que devemos fazer."
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Fonte: *tradução de artigo escrito por  Jon Christian para o site Futurism.com: 'Astronomer Warns Against SETI: “Maybe They Will Come and Eat Us.”' - Imagem: disco voador/reprodução/divulgação

domingo, 27 de janeiro de 2019

Nova ferramenta do SETI mantém busca por alienígenas

Tem alguém lá fora? Nova ferramenta do SETI mantém busca por alienígenas - via Space.com*


Vista do Allen Telescope Array, na California, Estados Unidos (Crédito: Instituto SETI)

"Com a pesquisa sobre a vida extraterrestre continuando em todo o mundo, uma notável pesquisadora do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (SETI) lançou uma nova ferramenta para ajudar os pesquisadores a acompanhar os resultados.

Jill Tarter, co-fundadora do instituto que inspirou o personagem fictício Ellie Arroway no romance de Carl Sagan "Contact" (que mais tarde se tornou um filme de 1997), liderou o desenvolvimento de uma ferramenta web recém-anunciada chamada Technosearch. Esta base de dados inclui todas as pesquisas publicadas pelo SETI entre 1960 e os dias atuais. 

Você pode acessar o banco de dados online em https://technosearch.seti.org/.

Em declaração de 9 de janeiro, anunciando o banco de dados, os representantes do SETI disseram que esperam que toda a comunidade SETI trabalhe em conjunto para manter a Technosearch precisa e atualizada. A ferramenta destina-se a atender a necessidade atual da comunidade por um recurso representando as centenas de pesquisas realizadas no céu.

"Comecei a manter esse arquivo de pesquisa quando eu era um estudante de pós-graduação", disse Tarter no comunicado. "Alguns dos artigos originais foram apresentados em conferências ou aparecem em revistas obscuras que são de difícil acesso para os recém-chegados ao campo SETI. Estou muito feliz por termos agora uma ferramenta que pode ser usada por toda a comunidade e uma metodologia para manter corrente. "

A Technosearch foi desenvolvida por Tarter com estagiários da Experiência de Pesquisa para Universitários (REU) trabalhando no Instituto SETI, incluindo Andrew Garcia, estudante da Universidade Estadual de São Francisco, que apresentou o Technosearch à American Astronomical Society em sua reunião de inverno em janeiro. Os alunos de pós-graduação da Penn State Will Bowman e Caleb Cañas, trabalhando com o astrofísico estelar Jason Wright, também contribuíram com dados de sua pesquisa na literatura do SETI.

"Fiquei convencido de que o Technosearch se tornará um instrumento importante para os astrônomos e amadores interessados ​​em explorar o cosmos em busca de indícios de outras civilizações tecnológicas", disse Garcia no comunicado. "Não podemos saber onde procurar provas amanhã se não soubermos onde já nos encontramos".

A Technosearch foi divulgada ontem (9 de janeiro de 2019) na 223ª reunião da American Astronomical Society durante uma sessão de pôsteres."
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Fonte: *por Elizabeth Howell, Colaboradora da Space.com - Nota do Editor: Este artigo foi corrigido para esclarecer a afiliação de Alex Garcia - Imagem: Allen Telescope Array/SETI Institute/Divulgação

sábado, 7 de julho de 2018

Descoberta de vida extraterrestre está próxima, diz astrônomo




Ciência se aproxima da descoberta de vida fora da Terra, diz astrônomo - Corpos celestes podem abrigar vida microscópica 

via Agência Brasil*

A ciência está cada vez mais próxima de fazer uma descoberta que desperta a curiosidade humana há décadas: a existência de vida fora do planeta Terra. 

De acordo com o astrônomo Gustavo Porto de Mello, são grandes as possibilidades de essa notícia ser dada nos próximos dez anos.

Segundo ele, alguns corpos celestes têm surpreendido os cientistas por apresentarem possibilidades de abrigar vida, ainda que microscópica. Se até pouco tempo Marte era o favorito para dar essa boa nova, após a descoberta de água em seu subterrâneo, agora, com as recentes confirmações da presença de água em duas luas do Sistema Solar (Europa, do planeta Júpiter; e Encélado, de Saturno), os indícios de vida extraterrena ficaram ainda maiores.

Quem mais tem instigado os cientistas sobre a possibilidade de abrigar vida é a lua Europa.

“Essa lua desperta interesses desde as primeiras visitas das sondas Voyager, da Nasa [agência espacial norte-americana], que, no final dos anos 70, mostraram o satélite completamente coberto de gelo, com uma superfície lisa e sem crateras, o que indica estar sendo renovada”, disse o astrônomo Gustavo Porto de Mello, professor no Observatório do Valongo, no Rio de Janeiro.

Segundo ele, os dados obtidos posteriormente pela sonda Galileu confirmaram essa conclusão. “Aparentemente havia algum tipo de atividade interna dentro dessa lua [Europa], que mantinha o gelo renovado de forma constante. A maneira mais fácil de entender esse efeito na superfície é supor que existe um oceano, possivelmente de grandes dimensões, abaixo do gelo”.

A Missão Cassini, em Saturno, observou também esse tipo de atividade na lua Encélado. A atividade interna do satélite foi capaz de manter a água líquida abaixo da superfície e ejetar água na forma de gêiseres. Imagens feitas pelo telescópio espacial Hubble detectaram possíveis evidências de água jorrando também da superfície de Europa.

Gustavo Mello explica que, embora a sonda Galileu não tenha identificado água diretamente por meio de fotografia, foi observada uma distorção do campo magnético em Europa que, de acordo com os autores do estudo, deveria ter sido causada por emissões de água. “Ao ser enviada ao espaço, essa água é alterada pela luz do sol, gerando uma carga elétrica capaz de distorcer o campo magnético daquela lua. Foi isso o que a sonda mediu.”

A partir desses dados, foram feitas simulações por meio de computadores que reproduziram as características das plumas de água observadas pelo Hubble em Europa. Os resultados apresentaram medidas muito parecidas com as observadas pela Galileu.

“Surgiu então mais uma evidência, dentro de um corpo de evidências muito grande e acumulado há quase 30 anos, de modo que já dá para se afirmar com muita segurança que deve haver um oceano bastante extenso de água líquida debaixo da superfície de Europa”, destacou o astrônomo.

Segundo ele, a expectativa é que, diante de tantos dados, a descoberta de algum tipo de vida extraterrena ocorra em menos de dez anos. “Estou cada vez mais otimista de que encontraremos vida [extraterrena] nos próximos anos. Seja em um lugar como Europa ou Marte, seja em algum planeta [orbitando] em outra estrela, através da detecção do oxigênio na atmosfera. Vamos detectar alguma evidência clara. Possivelmente apenas de vida microbiana, mas já é um grande ponto de partida.”

De acordo com o astrônomo, existe uma grande divisão nas escolas de astrobiologia sobre a chance de se detectar uma biosfera complexa, com animais multicelulares e inteligência, como a terrestre. “É uma questão complicada e sem resposta clara, mas quase todo mundo concorda que vida microbiana, unicelular, simples, vai ser detectada”.

Europa Clipper

Mello tem grandes expectativas em relação à missão Europa Clipper, que está sendo planejada pela Nasa para explorar a lua de Júpiter nos primeiros anos da próxima década.

“Isso é importante porque nos últimos anos a Nasa vinha colocando muita ênfase em Marte, que é um planeta parecido com a Terra. Mas esses resultados recentes de Europa mostram uma mudança de pensamento, de modo que vai haver missões biológicas com o objetivo de buscar vida em lugares que são substancialmente diferentes da Terra”.

Segundo ele, é bastante possível que, caso sejam encontrados organismos vivos em Europa, eles sejam similares às chamadas bactérias termófilas encontradas na profundidade dos oceanos do planeta Terra.

“Da maneira como entendemos a vida na Terra, para haver vida é necessário haver três ingredientes: água líquida; uma certa química, principalmente a química orgânica do carbono, com moléculas capazes de fazer ligações; e energia, que aqui na Terra é principalmente fornecida pela luz do sol”, explicou o cientista.

No caso de Europa, a vida pode ter se desenvolvido abaixo do gelo. “Com a presença de água e com a química do carbono que já sabemos estar presente na composição do satélite. Havendo energia interna, teremos os três ingredientes necessários à vida”, acrescentou o astrônomo ressaltando que, nesse caso, seria algum tipo de vida marinha baseada na energia interna do satélite, e não na luz do sol.

Diante da curiosidade que assuntos como esse despertam nas pessoas, o Observatório do Valongo criou o projeto Vida no Universo. Por meio dele, os visitantes poderão se informar sobre diversos tipos de corpos celestes, além de eventos cósmicos e biológicos que podem vir a responder a velha e clássica pergunta: "Será que estamos sós?".
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Fonte: *Reprodução de Agência Brasil/Colaborou Adrielen Alves, repórter da Rádio Nacional/Edição: Lílian Beraldo - (tradução livre) - Imagem: Conceito artístico do cryobot e do hydrobot. Esses robôs estão nos estágios iniciais do design e podem parecer muito diferentes à medida que o design do robô evolui. NASA (Wikimedia Commons)