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domingo, 18 de junho de 2017

Discorde, mas sem brigar ou se revoltar. Discordar não é criar discórdia!



A força do 'tudo bem' e a escolha por se sentir bem. Aprenda a discordar de uma pessoa sem se revoltar. 
Por Lucas Liberato - Coach de Equilíbrio Emocional

Discordar não é criar discórdia!
Durante anos, eu me opus a muitas coisas, me posicionei, fui 'contra' e coloquei em atitudes minha revolta com diversas situações. Nada mudou.

Eu percebo o quanto cresci quando percebo que cada vez menos eu faço questão de estar certo. 

Se alguém concorda comigo, tudo bem. Se não concorda, tudo bem. Se eu concordo com o que você diz, tudo bem. Se não concordo, tudo bem também. ‘Tudo bem’ vai lentamente se tornando um mantra daquilo que eu quero para mim, internamente e externamente.

Durante anos, eu me opus a muitas coisas, me posicionei, fui ‘contra’ e coloquei em palavras e atitudes minha revolta com diversas situações. Nada mudou. O mesmo aconteceu com tudo aquilo que eu me rebelei dentro de mim. Eu lutei contra tanta coisa em mim e nada mudava.

O velho princípio de que ‘tudo que você foca, cresce’ se provou absolutamente verdadeiro para mim, nas pequenas e nas grandes coisas. Se eu me rebelava (ou quando ainda me rebelo) contra algo, seja em mim ou nos outros, eu apenas intensifico a situação. Passa a acontecer mais, a incomodar mais, a doer mais.

Vejo a situação com mais frequência, pessoas aleatórias vêm falar comigo sobre a situação e eu me vejo envolvido naquilo com uma frequência e intensidade que é proporcional ao nível da minha revolta. O que fazer então? Usar o ‘tudo bem’.

Essa frase simples é poderosíssima. Concordando, discordando, amando, odiando, calmo ou com raiva, eu simplesmente digo ‘tudo bem’. E de fato, fica tudo bem. Ao ver aquilo que te revolta e te coloca no máximo da tua revolta, experimente dizer para si mesmo ‘tudo bem’. Se a indignação for muito grande, experimente dizer a si mesmo ‘eu escolho me sentir bem’ quantas vezes forem necessárias.


Lembre-se de que a gente costuma concordar com a gente mesmo. Pode soar engraçado a princípio, mas é uma poderosa verdade. Se você pensa algo com frequência o suficiente, por não querer discordar de si, você acaba por acreditar naquilo. E ao acreditar, você começa a construir uma realidade de vida baseada nisso.

Se você pode escolher no que acreditar, por que não acreditar no que te apoia? No que te faz sentir bem? No que melhora sua vida? Adote como seus ‘mantras’ as frases ‘tudo bem’ e ‘eu escolho me sentir bem’ e você verá profundas transformações na forma como você se sente e como interage com sua vida. Tudo começa a mudar.

Esse é o meu convite para você: pare de resistir, se incomodar, se irritar, ‘achar ruim’ ou até mesmo ter uma opinião sobre tudo. Eu sei que é difícil, MUITAS vezes ainda é difícil para mim, mas é um processo de reeducação que vale MUITO a pena. Conscientize-se de que o seu foco é o que você busca e o que você busca está buscando por você e vai te encontrar.

Assegure-se de focar no que você realmente quer para si.

Imagem: dicio.com.br

TEXTO ORIGINAL DE BRASILPOST / Compartilhado de psicologiasdobrasil.com.br

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Saúde :: 2+5 :: A dieta do homem das cavernas



Quer diminuir em 42% sua chance de morrer em qualquer idade? A receita parece fácil: coma sete ou mais porções de frutas e verduras todo santo dia. 

Esse é o resultado de uma nova pesquisa feita pela University College of London (UCL), que foi publicada no final de março no Journal of Epidemiology & Community Health.

Os pesquisadores usaram os dados da Pesquisa de Saúde da Inglaterra para investigar os hábitos nutricionais de mais de 65 mil pessoas de 2001 a 2013. Comer sete ou mais porções de vegetais reduziu os riscos de morrer por câncer em 25% e de morrer por causas cardíacas em 31%. No total, a redução do risco de morrer por qualquer causa para quem ingere essa quantidade diária de vegetais foi de 42%.

Legumes crus e folhas parecem ser ainda mais benéficos do que frutas nessa proteção. A pesquisa quantificou o peso de cada uma dessas porções na saúde das pessoas, e a correlação é direta. O efeito protetor aumenta à medida que mais porções diárias de vegetais são adicionadas ao cardápio.

O resultado da pesquisa inglesa reforça com mais destaque a recomendação nutricional do governo australiano ("Vá para 2 + 5"), ou seja, coma duas porções de frutas e cinco de verduras todos os dias. 

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Os britânicos sugerem hoje cinco porções diárias (sem especificar de que) e os americanos alertam a população que, quanto mais vegetais, melhor. A investigação ainda mostra que sucos (principalmente envasados e feitos a partir de frutas congeladas) não apresentam efeito protetor.

Os pesquisadores apontam que, mesmo para quem não consegue chegar às sete porções diárias, adicionar qualquer quantidade desse tipo de alimento, em qualquer momento da vida, já traz benefícios no combate à obesidade e na promoção da saúde.

Nas últimas semanas, outro estudo de pesquisadores da Suécia (publicado no European Journal of Clinical Nutrition) mostrou que a "dieta do homem das cavernas" se tem duas vezes mais eficiente na redução do peso corporal do que as dietas convencionais. Nesse tipo de orientação nutricional, a pessoa deve comer mais frutas, verduras e carnes magras do que alimentos do tipo pães, massas, grãos (arroz) e derivados de leite. A dieta tem esse nome porque é baseada no que o homem pré-histórico comia, provavelmente, antes de ter se tornado um agricultor (há cerca de 12 mil anos).

Na pesquisa, mulheres na pós-menopausa com excesso de peso foram divididas em grupos com padrões nutricionais distintos (um seguindo uma dieta convencional, com redução do total de calorias, e o outro, com uma dieta que diminuía drasticamente massas e derivados de leite). O grupo da "dieta do homem das cavernas" reduziu seu peso, em média, em 6,2 kg no final de seis meses. O outro grupo perdeu, em média, 2,6 kg. Ao final de dois anos, a diferença entre os grupos foi menor, o que mostra que não deve ser fácil, para o ser humano do mundo contemporâneo, se alimentar como seu ancestral paleolítico.

Além disso, mudanças na dieta de forma isolada têm efeito muito menor do que quando combinadas com hábitos de vida mais saudáveis, como a incorporação de uma rotina de atividades físicas. Difícil vai ser convencer as gerações mais novas, cada vez mais plugadas e estáticas.