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terça-feira, 19 de setembro de 2017

iPhone é visto em pintura de 1937



Viajante do tempo? Celular é visto em pintura doa anos 1930!

A obra "Mr. Pynchon and the Settling of Springfield", de Umberto Romano, 1937
Uma pintura de nativos americanos que remonta à década de 1930 tem causado uma agitação, pois a pintura parece mostrar um homem olhando atentamente para a exibição de um telefone celular.

A pintura tem o título de "Sr. Pynchon e Settling of Springfield", e mostra um encontro entre alguns nativos americanos e colonos ingleses em Massachusetts no século XVII. Mas o que foi apontado e que está totalmente fora do prazo é o telefone celular preto que o homem está segurando na mão dele. O dispositivo parece ser preto com um surround branco ou cinza. 

Esta é uma grande surpresa, já que o celular não estava por aí e na verdade, seria mais sete décadas antes de ser inventado. Isso levou a uma grande especulação sobre o que o dispositivo pode ser que está sendo mantido pelo homem na pintura, e algumas pessoas disseram que pode ser um caso de viagem no tempo.

Lâmina ou Espelho

No detalhe, o objeto que parece um iPhone
Os historiadores de arte têm feito sugestões sobre o que o dispositivo preto na mão do homem poderia ser, e alguns disseram que poderia ser um espelho, uma lâmina de ferro ou uma Bíblia. Claro, poderia ser um telefone celular, e se fosse isso significaria que o homem viajara para o futuro e pegou o telefone e depois voltou no tempo com ele.

O artista atrás da pintura era Umberto Romano, e se o item na mão do homem é um telefone celular, então Romano teria que saber que os nativos americanos possuíam tecnologia de telefone celular durante aquela época e talvez ele escondeu esse fato em sua arte. É claro que, se fosse esse o caso, seu segredo teria sido transmitido ao longo dos séculos depois que a América se estabeleceu. Mas por que Romano descobriu e conseguiu manter essa descoberta um segredo até hoje? 

A solução mais sensata para o que o objeto na mão do homem é é proveniente de historiadores da arte. Mais provável do que ser um telefone celular, o dispositivo é um espelho ou objeto semelhante, e ele está olhando para si mesmo, é por isso que ele está olhando para ele com tanta atenção. 

Fonte: http://www.disclose.tv | Tradução: Universo Cético

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Monet pintando as "Ninfeias" em Giverny

Já imaginou ver Claude Monet (1840-1926) pintando suas Ninfeias em Giverny? Pois é, publicamos aqui um vídeo raríssimo (dizem que é o único existente) gravado em 1915, onde mostra o artista em pleno desenvolvimento de uma de suas obras.



Monet viveu em Giverny de 1883 até sua morte em 1926 e muitas de suas obras retratam cenas sua propriedade, cheia de plantas, flores coloridas, lago, jardins e a charmosa ponte em estilo japonês, sem falar nas Ninfeias, inspiração para muitas de suas obras (que estão no Musée L’Orangerie em Paris).

Hoje, a propriedade abriga a Fundação Monet e a casa onde o artista morou, atualmente é um museu dedicado a ele.

O local fica aberto à visitação de 29 de março a 1 de novembro, durante os meses em que o jardim está mais florido e belo. E funciona todos os dias, das 9:30h as 18h (última entrada as 17:30h).


Fonte: http://parissempreparis.com.br/filme-rarissimo-mostra-monet-pintando-as-ninfeias-em-giverny/

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Memória



"Memória é coisa recente. 
Até ontem, quem lembrava?
A coisa veio antes, ou antes, veio a palavra?
Ao perder a lembrança, grande coisa não se perde.
Nuvens são sempre brancas.
O mar? Continua verde."                                                    

– Paulo Leminski



Imagem: A Persistência da Memória
Artista: Salvador Dalí
Dimensões: 0 ft 9 in x 1 ft 1 in
Material: Tinta a óleo sobre tela
Localização: Museu de Arte Moderna (desde 1934)
Criação: 1931
Período: Surrealismo

sábado, 13 de setembro de 2014

Ouçam apenas... UM presente para NÓS!




McCartney, Deep e os bluseiros das antigas...
Um presentaço do ex-Beatle Paul McCartney para toda humanidade, uma super jam session de Blues da mais alta qualidade...

"O fim se aproxima. E chegará quando você não estiver olhando.

'A síntese foi feita como que por acaso, no delta do rio Mississipi. A escravidão da lei já não existia, restava a escravidão da alma para os velhos negros e seus descendentes nas periferias da sociedade de consumo dos Estados Unidos do pós-II-guerra.

Esse foi o caldeirão de cultura que gestou o blues, traduzindo lágrimas em acordes brutos de cordas empoeiradas em surrados violões.

É aí que estão as raízes da maior força contra-cultural do século XX, o rock n’ roll, transformando rebeldia e ousadia em inspiração e estilo de vida para os jovens de classe média, ou pelo menos uma parte a resistir aos comandos e desmandos do sistema capitalista sem questionar.

Pois nesse começo de semana o mundo te oforece a oportunidade de mergulhar de cabeça e curtir 29 minutos dessa história.

Paul McCartney publicou no youtube o out-take das gravações do seu novo vidoclipe, Early Days. São cenas de uma jam com grandes bluesmen como Roy Gaines, Al Williams, Dale Atkins, Henree Harris, Motown Maurice e Lil Poochie, além do ator Johnny Depp...'

I happened to ring Johnny Depp… I said, ‘Come along and we’ll sit around and jam with these blues guys.’ He said, ‘Yeah, OK, count me in, man.’ I knew it was an offer he couldn’t refuse.” 
~Paul McCartney



Curta também Early Days, do disco New de Paul. O clipe foi patrocinado pela Mircosoft:



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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Dedicado (com amor) a tod@s que fazem sua própria cabeça





"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e difíceis. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir. E quando vos falar, acreditai nele; apesar de a sua voz poder quebrar os vossos sonhos como o vento norte ao sacudir os jardins.

Porque assim como o vosso amor vos engrandece, também deve crucificar-vos. E assim como se eleva à vossa altura e acaricia os ramos mais frágeis que tremem ao sol, também penetrará até às raízes sacudindo o seu apego à terra.

Como braçadas de trigo vos leva. Malha-vos até ficardes nus. Passa-vos pelo crivo para vos livrar do joio. Mói-vos até à brancura. Amassa-vos até ficardes maleáveis. Então entrega-vos ao seu fogo, para poderdes ser o pão sagrado no festim de Deus.

Tudo isto vos fará o amor, para poderdes conhecer os segredos do vosso coração, e por este conhecimento vos tornardes o coração da Vida. Mas, se no vosso medo, buscais apenas a paz do amor, o prazer do amor, então mais vale cobrir a nudez e sair do campo do amor, a caminho do mundo sem estações, onde podereis rir, mas nunca todos os vossos risos, e chorar, mas nunca todas as vossas lágrimas.

O amor só dá de si mesmo, e só recebe de si mesmo. O amor não possui nem quer ser possuído. Porque o amor basta ao amor. E não penseis que podeis guiar o curso do amor; porque o amor, se vos escolher, marcará ele o vosso curso. O amor não tem outro desejo senão consumar-se.

Mas se amarem e tiverem desejos, deverão ser estes:

Fundir-se e ser um regato corrente a cantar a sua melodia à noite. Conhecer a dor da excessiva ternura. Ser ferido pela própria inteligência do amor, e sangrar de bom grado e alegremente. Acordar de manhã com o coração cheio e agradecer outro dia de amor. Descansar ao meio dia e meditar no êxtase do amor. Voltar à casa ao crepúsculo e adormecer tendo no coração uma prece pelo bem amado, e na boca, um canto de louvor.

~Gibran Khalil Gibran "O Louco: O Amor"


“When love beckons to you follow him, Though his ways are hard and steep. And when his wings enfold you yield to him, Though the sword hidden among his pinions may wound you. And when he speaks to you believe in him, Though his voice may shatter your dreams as the north wind lays waste the garden. For even as love crowns you so shall he crucify you. Even as he is for your growth so is he for your pruning. Even as he ascends to your height and caresses your tenderest branches that quiver in the sun, So shall he descend to your roots and shake them in their clinging to the earth……

But if in your fear you would seek only love’s peace and love’s pleasure, Then it is better for you that you cover your nakedness and pass out of love’s threshing-floor, Into the seasonless world where you shall laugh, but not all of your laughter, and weep, but not all of your tears. Love gives naught but itself and takes naught but from itself.

Love possesses not nor would it be possessed; For love is sufficient unto love. And think not you can direct the course of love, if it finds you worthy, directs your course. Love has no other desire but to fulfil itself.”

But if you love and must needs have desires, let these be your desires: To melt and be like a running brook that sings its melody to the night. To know the pain of too much tenderness. To be wounded by your own understanding of love; And to bleed willingly and joyfully.”

~Kahlil Gibran