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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

52 MITOS POP - MENTIRAS E VERDADES



O homem pousou na Lua ou foi uma superprodução de Hollywood? Livro desvenda mitos pop


O jornalista Pablo Miyazawa se dedica a dissecar as mentiras e verdades do mundo da música e do cinema no livro “52 Mitos Pop - Mentiras e Verdades nos Boatos do Mundo do Entretenimento

A mágica começa quando o leão dos estúdios cinematográficos da Metro Goldwyn Mayer emite o terceiro rugido. É aí que se deve apertar o play, ou colocar a agulha, no início do disco “The Dark Side of The Moon” para se conhecer o mistério: o Pink Floyd compôs compasso por compasso de sua obra de 1973 para ser a trilha sonora do filme “O Mágico de Oz”, de 1939. Quando se vê o filme ouvindo o disco, um está milagrosamente casado com o outro. As batidas do coração do Homem de Lata são ouvidas no final da música Eclipse e a cena do furacão que leva a casa de Dorothy é envolvida pelo clima de “The Great Gig in the Sky”. Mito ou verdade?

Dia 2 de janeiro de 2008. O ator Heath Ledger é encontrado morto nu, entre remédios jogados na cama de seu apartamento em Nova York. O culpado: Coringa. Sim, o personagem interpretado por ele em “Batman - O Cavaleiro das Trevas” com uma das mais aterrorizantes entregas da história do cinema teria ficado em seu ser, perturbador, demoníaco. Os 30 dias em que Ledger passou trancado em um quarto testando vozes e expressões para chegar ao resultado perfeito quebraram os limites entre ator e personagem, fazendo com que o segundo devorasse o primeiro. O provável suicídio de Ledger seria a fuga de seu algoz. Fato ou imaginação?

Poltergeist, 1982. Cinco meses depois da estreia do filme dirigido por Tobe Hooper, a atriz Dominique Dunne, que interpretava a garota Dana, morreu estrangulada pelo ex-namorado. Até então, um crime isolado. Um tempo depois, três outras baixas, por doença: os atores Julian Beck, Will Sampson e a atriz Heather O’Rourke, que partiu aos 12 anos depois de estrelar o filme com seis. Em meio a outras mortes, uma chocou os sobreviventes: Lou Perryman, o Pugsley, foi assassinado a machadadas. Mas o mais improvável ocorreu com Richard Lawson, o personagem Ryan: um acidente de avião matou 27 pessoas e apenas uma sobreviveu. Quem? Richard Lawson. Onde os céticos veem coincidência, os mitólogos apontam a maldição. E levantam uma teoria sustentada há 34 anos. Os espíritos de Poltergeist não deixaram os atores em paz. Acredite se quiser.


Mitos flutuam no ar, mentiras têm pernas curtas. Histórias são alimentadas em cadeia, boatos são destroçados pelo vento. Mas mitos são mitos, nem sempre verdades. O jornalista Pablo Miyazawa entra em portais do tempo para dissecá-los e contextualizá-los sem cair nas tentações de confrontá-los no livro “52 Mitos Pop - Mentiras e Verdades nos Boatos do Mundo do Entretenimento”.

Homem na Lua

A cada episódio surge uma intriga do universo cultural, sobretudo de quem viveu sua adolescência nos anos 1980. Os atores Bruce Lee e seu filho, Brandon, teriam sido assassinados pela máfia chinesa depois de se negarem a fazerem “negócios” com os criminosos? Tom & Jerry teriam sido criados para espelharem os dois lados da Segunda Guerra Mundial: Tom representando os tommies (como se chamavam os soldados britânicos) e Jerry, os jerries, apelido dos alemães? Teria o diretor Quentin Tarantino planejado fazer todos os seus filmes interligando uns aos outros? E o diretor Stanley Kubrick? Seria ele o pai de todas as teorias conspiratórias ao filmar a fictícia chegada do homem à Lua, em 1969, fazendo com que o mundo acreditasse na conquista norte-americana?

Miyazawa não dá respostas definitivas, mas se posiciona e ajuda o curioso a fazer suas escolhas. “Seria pretensão demais querer responder a algumas questões históricas, como a que se faz sobre a chegada do homem à Lua. Meu trabalho foi expor todos os lados”, diz ele, próximo ao assunto desde que se tornou jornalista, em 1996, e começou a fazer curiosidade virar notícia. Sua teoria sem conspiração é sobre o fato de os grandes mitos terem surgido nos anos 1980, a década que inventou a adolescência. “As pessoas que viveram a juventude nos anos 1980 são mais nostálgicas. Seus pais, jovens nos 70, não se divertiam em um País que sofria com a ditadura militar. O entretenimento quase não existia.”


http://acesse.vc/s/dab2fd14

sábado, 27 de dezembro de 2014

9 coisas que pessoas ricas fazem diferente; uma é não assistir TV



Nove coisas que pessoas ricas fazem de diferente todo dia; uma delas é não assistir televisão - Pesquisador americano estudou ricos e pobres para descobrir pequenos hábitos que contribuem para o sucesso

O caminho para o sucesso pode estar nas pequenas coisas que fazemos todos os dias. Essa é a conclusão de um estudo de cinco anos feito por Thomas Corley e publicado em seu livro 'Rich Habits: The Daily Success Habits Of Wealthy Individuals' (Hábitos ricos: os hábitos de sucesso dos ricos, em tradução livre). Desse estudo, ele conseguiu inferir alguns hábitos mais presentes em pessoas ricas.

"A metáfora que eu gosto é a da avalanche", ele disse à Entrepreneur, site da revista que publicou uma reportagem sobre o assunto. "Essas rotinas são como flocos de neve, eles empilham, e eventualmente você terá uma avalanche de sucesso. A chave é incorporar ao menos 50% desses hábitos à sua rotina."

1. Ricos sempre têm objetivos à vista.
Pessoas endinheiradas não apenas têm objetivos claros, mas costumam escrevê-los. Ter um objetivo pode parecer algo etéreo, mas para essas pessoas não: ele precisa ser realizável, além de necessitar de trabalho físico para isso.

2. Eles sabem o que é preciso ser feito hoje.
A maioria tem uma lista de afazeres do dia, assim como conseguem completar essa lista.

3. Eles não assistem TV.
Pessoas com dinheiro não deixam de assistir TV porque mantém um autocontrole invejável, mas simplesmente porque gastam seu tempo com outras atividades, em especial a leitura.

4. Eles leem, mas não por prazer.
A leitura não é necessariamente guiada pelo desejo de mais conhecimento e capacitação, mas 88% deles leem pelo menos meia hora diária com esse objetivo, comparado a 2% dos mais pobres que participaram da pesquisa.

5. Eles gostam bastante de audiobooks.
Não só usam bastante, mas principalmente no trajeto de casa ao trabalho e vice-versa.

6. Eles trabalham mais do que o necessário.
Por necessário, entenda o que o trabalho ou o chefe pede. Apesar de 86% dos entrevistados ricos trabalharem mais de 50 horas por semana (contra 42% dos pobres), apenas 6% deles se dizem infelizes por causa do trabalho.

7. Eles não esperam ficar ricos da noite para o dia.
Enquanto 6% dos ricos afirmaram apostar na loteria, este percentual aumenta para 77% entre os mais pobres.

8. Eles se preocupam com saúde.
57% dos ricos dizem contar calorias todos os dias, contra apenas 5% dos mais pobres. 

9. Eles tomam conta do seu sorriso.
62% dos ricos disseram passar fio dental diariamente, contra 16% dos entrevistados pobres.

Reuters / Estadão / Amazon

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