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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

A alma é um computador quântico?



Experiências de quase morte ocorrem quando a alma deixa o sistema nervoso e entra no Universo, afirmam dois especialistas em física quântica


Essa ideia foi proposta por dois cientistas e de acordo com ela, a consciência é basicamente um computador quântico no cérebro, capaz de persistir no Universo mesmo após a morte do corpo físico. 

Logo, isto explicaria as percepções sentidas por pessoas que passam por EQMs, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.

Tal teoria quase religiosa foi avançada pelo Dr. Stuart Hameroff, professor e diretor na Universidade do Arizona, EUA, e baseada em uma outra sobre a teoria quântica da consciência. Assim, juntamente com o físico britânico Sir Roger Penrose, ele sugeriu que a essência da alma está contida em estruturas chamadas de microtúbulos, dentro das células cerebrais.

Ambos argumentam que a nossa experiência de consciência é apenas resultado dos efeitos da gravidade quântica nestes microtúbulos, uma teoria batizada como Redução Objetiva (Orch-OR)

Ela afirma que nossas almas são mais do que a interação de neurônios no cérebro. Elas são, de fato, construídas a partir do próprio tecido do Universo e podem ter existido desde o início dos tempos.


Tal conceito é semelhante à crença budista e hindu de que a consciência é uma parte integrante do Universo. Logo, Dr. Hameroff defende que em uma EQM, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída. Ela simplesmente abandona o corpo e retorna ao cosmos.

“Vamos dizer que um coração pare de bater, o sangue deixa de fluir e os microtúbulos perdem seu estado quântico. A informação quântica deles não é destruída. Não pode ser destruída. Ela apenas é distribuída e dissipada no Universo em geral”, disse ele em entrevista à Science Channel.

Ainda, “se o paciente ressuscitado reviver, esta informação quântica pode voltar para seus microtúbulos e o paciente poderá dizer: eu tive uma experiência de quase morte. 

Se ele morre, é possível que esta informação quântica passe a existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma”, explicou.

A teoria Orch-OR, proposta por eles ainda em 2012, recebeu uma série de críticas de pensadores empíricos e permanece controversa entre a comunidade científica. No entanto, Dr. Hameroff acredita que a teoria seja válida já que os efeitos quânticos são capazes de suportar muitos processos biológicos, como o cheiro, o voo das aves e até mesmo a fotossíntese.

[ Fotos: Internet / Reprodução: Daily Mail ]

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O novo artista - The new artist




“It is less a question of the artist interpreting the world then of allowing existing or hypothetical biological processes, mathematical structures, social or collective dynamics to speak directly. In this sense art no longer involves the composition of a ‘message’ but the creation of a mechanism.. A new type of artist appears, one who no longer relates the course of historical events. This new artist is an architect of the space of events, an engineer of worlds for billions of future histories, a sculptor of the virtual.”


"A arte não consiste mais, aqui, em compor uma "mensagem", mas em maquinar um dispositivo que permita à parte ainda muda da criatividade cósmica fazer ouvir seu próprio canto. Um novo tipo de artista aparece, que não conta mais história. É um arquiteto do espaço dos acontecimentos, um engenheiro de mundos para bilhões de histórias por vir. Ele esculpe o virtual."

Fonte: LÉVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996. - pág 149.