sábado, 27 de agosto de 2016

Alienação parental faz mal às crianças

Disputa dos pais adoce os filhos


Matéria divulgada no jornal Extra 20/08/2014


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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Por quê tenho poucos amigos?

CIENTISTAS EXPLICAM PORQUE AS PESSOAS INTELIGENTES PREFEREM TER MENOS AMIGOS




Muitos de nós já pensamos sobre o que faz uma vida bem vivida. É estar perto da família e de um monte de amigos? Ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida? Você já observou aquela pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos ao seu redor? E a quantidade de amigos que ela tem? As pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

O que faria da maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, fala sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que os estilos de vida de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora. A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão dos entrevistadores sugere que quanto mais interações frequentes com amigos próximos, maior a felicidade autorrelatada.

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações diminuem drasticamente. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida de se socializar com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo
As pessoas com QI mais elevado e com a capacidade de usar sua inteligência são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. Elas são obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que foi fazer pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, essa pessoa teve que minimizar interações sociais. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que si mesma, pode considerar a interação social como uma distração que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, pode afetar seu bem-estar geral.

Ao pensar no longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar por seus sonhos e ambições do que sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade. Mas quando está buscando alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

Como pessoas inteligentes desenvolveram-se de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade populacional era baixa e sobrevivíamos com um estilo de vida caçador. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e para posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, têm uma melhor capacidade de resolver problemas evolutivos e mais facilidade em lidar com novas situações.

Quando você é mais esperto, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno. Viver em uma área de alta população pode ter um efeito menor sobre o seu bem-estar, mas pode ser devido a ser mais capaz de descartar a necessidade de socializar quando está perseguindo seus sonhos e ambições.

Pessoas inteligentes valorizam os relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivos sobre a forma como gastam o seu tempo. Não é que eles não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

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Transcrito / Tradução de: O Segredo – Fonte: Life Hack

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A morte, assim como a vida, seriam meras ilusões?

Cientista faz revelação fantástica: ''A morte é apenas uma ilusão: nós continuamos a viver em um universo paralelo''




Por quanto tempo filósofos, cientistas e religiosos têm ponderado o que acontece após a morte?

Existe vida após a morte, ou nós simplesmente desaparecemos no grande desconhecido?

Há também uma possibilidade de que não existe tal coisa como geralmente definimos como a morte.

Uma nova teoria científica sugere que a morte não é o evento terminal que pensamos.
Um tempo atrás, os cientistas relataram que encontraram a primeira evidência de universo paralelo.

Esta descoberta nos leva a um assunto instigante chamado de "Biocentrismo"

Robert Lanza, MD, cientista, teórico e autor de  "O biocentrismo" - Como vida e consciência são as chaves para entender a verdadeira natureza do Universo,  pensa que há muitas razões pelas quais não vamos morrer.

Para ele, a morte não é o fim, como muitos de nós pensamos. Acreditamos que vamos morrer, porque é o que nos foi ensinado, Robert Lanza diz em seu livro.

Será que você continuar a viver em um universo paralelo?

Há muitas experiências científicas que questionam seriamente o termo morte, tal como a conhecemos.

De acordo com a física quântica certas observações não podem ser previstas com certeza. Em vez disso, há uma gama de possíveis observações cada uma com uma probabilidade diferente.


A interpretação "de muitos mundos", afirma que cada uma dessas observações possíveis corresponde a um universo diferente, o que é geralmente chamado de "multiverso".

Robert Lanza tomou estas teorias ainda mais interessantes.

Ele acredita que "há um número infinito de universos, e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum universo.

Sua energia nunca morre

A morte não existe em qualquer sentido real nesses cenários. Todos os universos possíveis existem simultaneamente, independentemente do que acontece em qualquer um deles.
Embora corpos individuais estão destinados a auto-destruição, o sentimento vivo - o "Quem sou eu?" - É apenas uma fonte de 20 watts de energia operando no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Uma das mais seguras axiomas da ciência é que a energia nunca morre; ele pode ser criada nem destruída ".
Esta energia pode transcender de um mundo para outro.

A importância da consciência

"Considere o princípio da incerteza, um dos aspectos mais famosos e importantes da mecânica quântica. Experimentos confirmam que está integrada no tecido da realidade, mas ela só faz sentido de uma perspectiva biocêntrica.
Se há realmente um mundo lá fora, com partículas saltando ao redor, então devemos ser capazes de medir todas as suas propriedades. Mas nós não podemos. Por que isso deveria importar a uma partícula que você decidir para medir?

A morte pode não ser verdadeira em todos os ...

Considere a experiência da dupla fenda: se um "relógio" uma partícula subatômica ou um pouco de luz passa através das fendas em uma barreira, ela se comporta como uma partícula e cria batidas de aspecto sólido por trás das fendas individuais sobre a barreira final que mede os impactos.

Como uma pequena bala, que logicamente passa através de um ou do outro furo.

Mas se os cientistas não observam a trajetória da partícula, então ela exibe o comportamento de ondas que permitem que ela passe através de ambos os furos, ao mesmo tempo.

Por que a nossa observação pode mudar o que acontece? Resposta: Porque a realidade é um processo que requer a nossa consciência ", diz Lanza.

Você não existiria sem a consciência. Uma das razões para Robert Lanza achar que você não vai morrer, é porque você não é um objeto. Você é um ser especial. De acordo com biocentrismo, nada poderia existir sem consciência. Lembre-se que você não pode ver através do osso que circunda o cérebro.

O espaço e o tempo não são objetos duros, mas as ferramentas de nossa mente usa para tecer tudo junto.

Tudo o que você vê e experimenta agora é um turbilhão de informações que ocorre em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente as ferramentas para colocar tudo junto.

Lanza recorda que a morte não existe em um mundo sem espaço atemporal.
Não há distinção entre passado, presente e futuro. É apenas uma ilusão teimosamente persistente.

A imortalidade não significa uma existência perpétua no tempo sem fim, mas reside fora de tempo completamente.

Albert Einstein disse uma vez: "A realidade é meramente uma ilusão, embora muito persistente."

Como podemos dizer o que é real e o que não é? Como podemos saber com certeza que o nosso cérebro não está nos dando a ilusão de um mundo físico?

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Existe um direito fundamental de dispor sobre o próprio corpo?

By George Marmelstein Lima
Juiz Federal e Professor de Direito Constitucional

« Dúvida: Perda da Nacionalidade e Jogadores de FutebolJurisdição Constitucional e Direitos Fundamentais: o juiz constitucional como agente de proteção da liberdade e de promoção da igualdade »

Como os últimos posts foram bem interativos – e isso robustece o debate – vou prosseguir  nessa mesma linha, apresentando um dos pontos mais tormentosos dentro da idéia de liberdade, que é o direito de dispor sobre o próprio corpo. Já dá pra imaginar os problemas éticos daí decorrentes, sendo a eutanásia talvez o mais conhecido.

A pergunta que faço é: o artigo 13 do Código Civil – “salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes” – é constitucional?

Aqui vai minha opinião, sujeita a críticas e amadurecimento:

O ser humano, por ser um animal com consciência, inteligência, memória e habilidade de comunicação, desenvolveu uma capacidade inata de tomar decisões racionais. É por isso que se diz que a autonomia da vontade ou liberdade de escolha é uma das notas mais importantes da dignidade da pessoa humana.

A autonomia da vontade é a faculdade que o indivíduo possui para tomar decisões na sua esfera particular de acordo com seus próprios interesses e preferências. Isso significa basicamente o reconhecimento de um direito individual de fazer tudo aquilo que se tem vontade, desde que não prejudique os interesses de outras pessoas. Para ser mais claro: cada um deve ser senhor de si, agindo como um ser responsável por suas próprias escolhas, especialmente por aquelas que não interferem na liberdade alheia.

Assim, por exemplo, cabe a cada indivíduo decidir por si mesmo que lugares que deseja freqüentar, qual a religião que deve acreditar, com quais pessoas queira se reunir ou se associar, qual a profissão que deseja seguir, quais os livros que pretende ler, e assim por diante. Daí os diversos direitos de liberdade: de locomoção, de religião, de associação e reunião, de profissão, de expressão etc. Logo, o valor da autonomia de escolha é inestimável, já que inúmeros direitos fundamentais decorrem diretamente desse princípio.

A proteção da autonomia da vontade tem como objetivo conferir ao indivíduo o direito de auto-determinação, ou seja, de determinar autonomamente o seu próprio destino, fazendo escolhas que digam respeito a sua vida e ao seu desenvolvimento humano, como a decisão de casar-se ou não, de ter filhos ou não, de definir sua orientação sexual etc. O outro lado da moeda é justamente a noção de auto-responsabilidade, indicando que cada ser humano deve ser responsável por seus próprios atos.

No campo teórico, um dos principais defensores da autonomia privada foi Stuart Mill, que no livro “Ensaio sobre a Liberdade”, escrito durante o Século XIX, sustentou que sobre si mesmo, sobre seu corpo e sua mente, o indivíduo é soberano.

Dentro dessa lógica, não cabe ao Estado, por exemplo, impedir que uma pessoa ultra-religiosa pratique atos de autoflagelação. Em princípio, pode ser um ato irracional e contrário às convenções sociais, que está certamente violando a integridade física daquele que o pratica. Mas a pessoa que opta por fazer isso acredita firmemente – de forma sincera e autêntica – que a autoflagelação lhe dará um conforto espiritual que compensará, no final das contas, o sacrifício. Logo, é uma escolha que lhe diz respeito, por mais irracional que seja.

Mais um exemplo: um militar que resolva participar de um treinamento de guerra para fazer parte da tropa de elite das forças armadas sabe que passará por inúmeras privações biológicas (fome, frio, calor, sede etc.) e psicológicas, podendo, em alguns casos, chegar até mesmo a sofrer violências físicas. No entanto, ele sabe que, quanto mais rigoroso for o treinamento, melhores serão suas condições de participar de uma guerra e maior será a sua auto-estima e reputação perante os demais membros do grupo social em que ele vive. Logo, caberá a ele sopesar os valores conflitantes e decidir se quer ou não participar do treinamento.

Do mesmo modo, se uma pessoa plenamente capaz resolve colocar um “piercing” ou então fazer uma tatuagem, está no legítimo exercício do direito fundamental de dispor do próprio corpo. Guardadas as devidas proporções, é uma decisão semelhante àquela tomada por uma mulher que aceita se submeter a uma intervenção cirúrgica meramente estética, como o aumento dos seios, por exemplo. Essa mulher certamente sabe dos riscos que está assumindo, sabe que haverá uma violação a sua integridade física, sabe que poderão existir complicações cirúrgicas e sabe que terá imenso sofrimento após a cirurgia. Se ainda assim resolve fazer a plástica, o Estado, em principio, não pode impedir.

Por isso, é de discutível constitucionalidade, pelo menos se interpretado à risca, o artigo 13 do Código Civil: “salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes”. Na verdade, toda pessoa que esteja em pleno gozo de suas faculdades mentais e tenha condições concretas e autênticas de tomar por si próprio as decisões que lhe dizem respeito tem o direito fundamental de dispor do próprio corpo da forma como bem entender, desde que não prejudique o direito de terceiros, não podendo o Estado, ressalvadas algumas situações bem peculiares, interferir no exercício desse direito.

O importante, para verificar a validade do ato, é saber se o exercício da liberdade de escolha está sendo autêntico. Se essa tomada de decisão for sincera, o máximo que o Estado pode fazer é desenvolver mecanismos para que o indivíduo tenha perfeita consciência da conseqüência do seu ato, mas jamais interferir na sua escolha, sobretudo quando a decisão não atingirá a dignidade de outras pessoas.


Fonte: https://direitosfundamentais.net/2008/11/03/existe-um-direito-fundamental-de-dispor-sobre-o-proprio-corpo/

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Butch Cassidy & Sundance Kid "viveram no Brasil"

"Butch Cassidy & Sundance Kid viveram em Curitiba"


Após anos de assaltos a trens e bancos, os famosos bandoleiros Butch Cassidy & Sundance Kid, perseguidos pela polícia americana, resolveram fugir do país. Em 20 de fevereiro de 1901, Butch, Sundance e sua amante Ethel "Etta" Place embarcaram em um navio de Nova York com destino a Buenos Aires, usando nomes falsos. Na Argentina, adotaram os nomes de Henry Place e Santiago Ryan e compraram uma fazenda perto de Cholila, na província de Chubut, no sopé da Cordilheira dos Andes. Moravam em um pequeno rancho feito de troncos, que ainda existe. A edificação foi tombada como patrimônio histórico.

Desde então, pouco se sabe sobre eles. A versão mais corrente é que voltaram à vida criminosa. Após assaltarem alguns bancos, foram perseguidos pela polícia e acabaram fugindo para o Chile e depois para a Bolívia, onde foram mortos pelo exército local. Outros dizem que se tornaram prósperos fazendeiros na Argentina e ali permaneceram. Na Patagônia, dezenas de “túmulos” de Cassidy e Sundance são hoje "verdadeiras" atrações turísticas.

A recente descoberta de uma foto no Museu da Imagem e do Som, em Curitiba, transformou em fábulas todas essas versões. A foto, de 1908, foi tirada pelo fotógrafo Guilherme Gluck, na Lapa. Nela aparece a dupla americana de meliantes, junto com outras figuras suspeitas da região. Cassidy aparece à direita da foto e Sundance à esquera. Ao centro estão dois conhecidos ladrões de gado: os Bragas.

No Paraná, Butch Cassidy assumiu de volta o seu nome real, Robert, mas fingia ter origem inglesa. Passou a chamar-se Robert Withers, mas era conhecido simplesmente por Beto. Sundance Kid, ou Harry Alonzo Longabaugh, adotou o nome de Clovis Overseas.

Atualmente, é fato comprovado que, após fugir da Argentina, a dupla se estabeleceu em Curitiba. Mais tarde, comprou uma fazenda na Lapa e ali dedicou-se à criação de gado. Longabaugh vinha com frequência a Curitiba para tratar de negócios. Tinha uma polpuda conta no Banco Alemão Transatlântico, situado na Rua XV de Novembro. Pode-se imaginar que o fantasioso sobrenome Overseas tenha por inspiração o nome do banco. Existe a desconfiança que a dupla tenha assaltado trens da linha da Lapa, mas não há provas. Nesta época, atuavam na região diversas gangues: os malenjambrados Malfits, Los três Gonçalves, os Irmão Bléquis, etc. Por outro lado, os dois americanos exerceram uma benéfica influência econômica no Paraná. Importaram gado longhorn dos Estados Unidos e introduziram a raça na parte sul dos Campos Gerais, conforme mostra outra foto tirada por Gluck.
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Etta Place também não voltou aos EUA, como insistem alguns historiadores. Viveu por um tempo na Lapa, mas separou-se de Sundance e mudou para Curitiba, onde abriu uma loja de chapéus.

Nesta foto da Rua XV, do começo do século XX, aparece tanto o edifício do Banco Alemão Transatlântico, na esquina da Monsenhor Celso, quanto a loja de chapéus de Etta Place.

A americana foi muito amiga do intelectual Dario Vellozo e tornou-se importante membro de sua seita iniciática. Na foto, aparece na frente do templo Neopitagórico junto com outras curitibanas. Etta Place é a segunda do centro para a direita, no grupo feminino. Vellozo, grisalho, centraliza o grupo masculino.

Etta foi sepultada no Cemitério Municipal de Curitiba, próximo ao túmulo de Maria Bueno. O jazigo já não existe. O local onde faleceu Sundance Kid é desconhecido. Alguns dizem que mudou-se para os Campos de Palmas, outros insistem que está enterrado em Pato Branco. Cronistas desta localidade dizem que foi linchado pela população após tentativa de assalto a um banco. Butch Cassidy, por sua vez, foi enterrado no cemitério de Rio Negro, como atesta antiga foto de sua sepultura.

Clique AQUI para ver as FOTOS (no Facebook)...




quinta-feira, 30 de junho de 2016

Mínimo Solar :: Haverá uma pequena Era do Gelo?

Pela segunda vez este mês, especialistas relataram que o sol entrou em um modo extremante “silencioso” – ou seja, em baixa atividade.

As imagens, fornecidas pela NASA, não mostram quaisquer manchas ou atividades solares, que são sempre visíveis em sua superfície. Segundo os astrônomos isso não é incomum pois, a atividade solar aumenta e diminui em ciclos de 11 anos, e atualmente estamos no ciclo 24, iniciado em 2008. No entanto, se essa tendência atual continuar, eventualmente, a Terra poderá enfrentar uma “mini era do gelo”, de acordo com os pesquisadores.

Essa baixa atividade não havia sido relatada desde o ciclo 14, que atingiu seu máximo em fevereiro de 1906. Segundo os pesquisadores, no dia 4 de junho de 2016, o Sol ficou completamente impecável e sua atividade se manteve baixa por cerca de quatro dias. Este período de inatividade foi chamado de modo “cue ball”, representado por uma bola perfeitamente lisa, como as usadas em mesas de bilhar.




O ciclo solar anterior, de número 23, atingiu seu pico em 2000-2002, quando foram reportadas intensas tempestades solares. Durante esse período, chamado de Máximo Solar, foram observadas enormes manchas e erupções solares em ocorrência diária. Em consequência disso, auroras apareceram na Flórida e tempestades de radiação derrubaram o sinal dos satélites.

Entretanto, durante o Mínimo Solar, ocorre exatamente o oposto. As labaredas solares são quase inexistentes e durante semanas não são observadas qualquer mancha, por mais minúscula que seja, no Sol. E isto é exatamente o que estamos experimentando agora.

Esse mínimo de manchas solares prologadas é conhecido como Mínimo de Maunder. Um nome utilizado para identificar o período que se iniciou em 1645 e prosseguiu até 1715, em que as manchas solares se tornaram excessivamente raras, caracterizando uma ‘mini era do gelo’. Em decorrência disso, nessa época, o rio Tamisa, em Londres, congelou completamente, enquanto as geadas se tornaram comum em várias partes do globo.

A conexão entre a atividade solar e o clima terrestre ainda é uma área de investigação em curso na ciência. No entanto, muitos pesquisadores estão convencidos de que a baixa atividade solar, agindo em conjunto com o aumento da atividade vulcânica e as possíveis mudanças nos padrões de correntes oceânicas, desempenharam um papel muito importante no longo inverno do século 17.

Entretanto, um estudo realizado ano passado, e apresentado pela professora Valentina Zharkova, durante o Encontro Nacional de Atronomia em Llanduno, afirmou ter descoberto uma forma de prever os ciclos solares. Segundo os pesquisadores, entre 2020 e 2030, os ciclos se anularão mutualmente, possivelmente levando a outro Mínimo de Mauder e caracterizando uma perda de 60% de atividade solar. O modelo também prevê que durante o ciclo 26 (2030 – 2040) duas ondas extremamente fora de sincronia irão causar uma queda ainda mais significativa nessa atividade.

Fonte: [Daily Mail] [ Foto: Reprodução] [Jornal da Ciência]

terça-feira, 3 de maio de 2016

Seres de Outras Dimensões Estão Nos Visitando


FBI Confirma: “Seres de Outras Dimensões Estão Nos Visitando”


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Tem havido muita conversa hoje em dia sobre mundos interdimensionais, especialmente depois que o Grande Colisor de Hádrons (CERN) oficialmente alegou estar em busca deles. Enquanto todos nós estamos considerando de onde os alienígenas poderiam estar vindo e se outras dimensões são realmente um fato em vez de ficção, chega esta importante peça de evidência, uma cortesia do FBI.

E esta é uma história verdadeira pessoal, o FBI admitiu que temos sido visitados por “seres de outras dimensões” o link oficial do cofre do FBI pode ser encontrado aqui.
Para ser justo, é muito surpreendente que o FBI tenha mostrado tal quantidade de interesse no estudo dos fenômenos OVNI ? É realmente surpreendente quantas pessoas têm relatado avistamentos de OVNIs praticamente desde o início dos tempos, não, realmente não !
Eu acho que é até mesmo possível que existam muitos filmes de ficção científica que são realmente baseados em eventos reais, ou como alguns podem até chamá-los de “vazamentos” para o público em geral, usado pelo governo a fim de aumentar deliberadamente a consciência entre a população. Plantando no subconsciente da humanidade as sementes de que os extraterrestres estão entre nós realmente !
Após 2011 alguns documentos importantes foram “liberados” através de um relatório escrito por um agente especial do FBI em 1947 tornado público.
Este agente especial do FBI era um tenente-coronel, cuja identidade se manteve no anonimato em nome da “segurança nacional” reuniu inúmeras quantidades de dados sobre o fenômeno OVNI depois de entrevistar e estudar o fenômeno por muitos anos.
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De acordo com alguns destes emocionantes relatórios inesperados, ainda que ligeiramente bizarros e documentos “liberados”, temos sido visitado por numerosos seres extraterrestres, alguns dos quais não são apenas de outros planetas, mas também do nosso próprio planeta, só que de outras dimensões.
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Aparentemente, alguns desses seres alienígenas são originários de um “plano etéreo coexistente” dentro do nosso Universo físico. Estas incríveis “entidades”, aparentemente podem se “materializar” em nosso próprio planeta aparecendo como enormes “figuras translúcidas”.
Por favor, veja abaixo a transcrição de alguns dos detalhes mais importantes do relatório:
  • 1. Parte das naves tem tripulações, outras estão sob controle remoto.
  • 2. Sua missão é pacífica. Os visitantes contemplam decidindo como agir neste plano.
  • 3. Esses visitantes são parecidos com os humanos, mas muito maior em tamanho.
  • 4. Eles não são pessoas desencarnadas da Terra, mas vêm do seu próprio mundo.
  • 5. Eles não vêm de um planeta como entendemos esta palavra, mas a partir de um planeta etérico que interpenetra com o nosso e não é perceptível para nós.
  • 6. Os corpos dos visitantes e das naves se materializam automaticamente ao entrar na taxa vibratória de nossa matéria densa.
  • 7. As naves possuem um tipo de energia radiante ou um raio, que pode facilmente desintegrar qualquer nave de ataque. Eles reentram no plano etérico à vontade e podem simplesmente desaparecer da nossa visão, sem deixar vestígios.
  • 8. A região de onde eles vêm não é o “plano astral”, mas corresponde aos Lokas ou Talas. Os estudantes de assuntos esotéricos compreenderão estes termos.
  • 9. Eles não podem ser detectados por rádio, mas provavelmente podem ser por radar. Se um sistema de sinal puder ser desenvolvido para isto (aparelho).
Adendo: Os Lokas tem forma oval, de comprimento canelado oval com um metal resistente ao calor ou liga desconhecida, o compartimento frontal contém os controles, um laboratório de porte médio e a parte traseira contém armamento, o qual é constituído essencialmente por um aparelho de energia poderosa, possivelmente um raio.
Clique no ícone legenda para ativá-la, depois em detalhes escolha português:

Origem: 7tales
Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível (reprodução)

domingo, 17 de abril de 2016

Chuva de Meteoros: Terra passará por dentro da cauda Halley

Terra passará por dentro da cauda do cometa Halley no próximo mês:



Nós, simples terráqueos, iremos presenciar um verdadeiro show nas próximas semanas quando a Terra passar pela cauda do famoso cometa Halley.

O Halley é, certamente, o mais famoso entre as pessoas. Ele apareceu pela primeira vez em 240 a.C. Além disso, ele foi o primeiro astro a ser classificado como periódico, ou seja, onde foi registrado que, de tempos em tempos, ele passa perto do nosso planeta. Essa constatação foi dada pelo inglês Edmond Halley, em 1705. Sua órbita é tão grande que ele passa pela Terra apenas a cada 76 anos, em média!

A última vez que o famoso cometa passou próximo de nós foi em 1986. Isso quer dizer que teremos o “ar da graça” de sua presença apenas no ano de 2061 – não esqueça de marcar no seu calendário. Mas apesar disso, ele não desaparece completamente. Como assim?

Sua cauda é extremamente longa, tão longa que a Terra passa por dentro dela todos os anos, nos meses de abril e outubro. Ao passar, o meteoro acaba deixando várias partículas e pequenos meteoros, que queimam na atmosfera terrestre quando passamos por ela. Ao passar por ela, ocorrem verdadeiras chuvas de meteoros, gerando um espetáculo no céu.



As chuvas de meteoros que ocorrem em abril são classificadas como Eta Aquáridas e as de outubro são as Oriônidas. Estes nomes são derivados das constelações de Aquário e Órion.

Neste ano, as chuvas ocorreram entre 19 de abril e 28 de maio. Acredita-se que o grande ápice, onde os meteoros ficam mais visíveis, ocorrerá dia 5 e 7 maio. A boa notícia é que os países do hemisfério sul terão maiores chances de observar o fenômeno. Cerca de 30 meteoros caem por hora nos dias considerados ápices. Os países do hemisfério norte também poderão assistir, embora só ocorra, em média, queda de 10 meteoros por hora.

Os melhores momentos para visualizar o fenômeno são nas primeiras horas da manhã, antes do Sol amanhecer. Você não precisará usar nenhum equipamento para visualizar, sendo possível observar completamente a olho nu. Mas, evidentemente, se você estiver em uma grande cidade com muita iluminação, poderá não observar bem. Já o pessoal que mora nas chácaras ou no campo, verá com plenitude.

Foto: Reprodução / Mega Curioso / Science Alert (David Kingham / Flickr)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Quer resolver as coisas? Seja você mesmo!

“Abaixo do nível da situação-problema sobre a qual o indivíduo está se queixando atrás do problema com os estudos, ou esposa, ou patrão, ou com seu próprio comportamento incontrolável ou bizarro, ou com seus sentimentos assustadores, se encontra uma busca central.


Parece-me que no fundo cada pessoa está perguntando: “Quem sou eu, realmente? Como posso entrar em contato com este eu real, subjacente a todo o meu comportamento superficial? Como posso me tomar eu mesmo?”