terça-feira, 3 de março de 2015

Que tal quando morrer virar adubo para uma árvore?

Adeus caixões! Cápsula orgânica transforma pessoas falecidas em árvores


A ideia do “ciclo da vida” agrada muitas pessoas independentemente da fé. Em poucas palavras, é vida se transformando em vida — a morte fica em segundo plano.

O projeto italiano The Capsula Mundi é uma representação perfeita desse conceito.

Desenvolvido pelos designers Anna Citelli e Raoul Bretzel, o projeto consiste em uma cápsula orgânica e biodegradável que é capaz de transformar um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore.

Primeiro, o corpo do falecido é colocado dentro da cápsula e então enterrado. Depois é plantado uma árvore ou uma semente por cima para aproveitar a matéria orgânica.


O projeto veio da ideia de criar uma alternativa ecologicamente sustentável para caixões



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Famosa foto, da Terra vista de longe, completa 25 anos


Em 14/02/2015 completou-se 25 anos desde que a Voyager tirou uma foto da Terra fazendo sua órbita no Sistema Solar. Nosso planeta — a 6 bilhões de quilômetros da nave — é esse pequeno pálido ponto azul iluminado por um raio de Sol. Trata-se de uma imagem icônica, e todas as pessoas que gostam de ciência conhecem a importância dela.


A foto foi feita a pedido de Carl Sagan, que convenceu a NASA de que os gastos para tirar a foto valiam a pena, mesmo que ela não tivesse valor científico. Essa foto, ele argumentou, nos mostrará “nosso lugar no Universo“. Muitos se opuseram à ideia porque apontar para o sol poderia danificar os equipamentos da sonda interplanetária. Mas no final, graças à tenacidade de várias pessoas e da ajuda de Richard Truly, administrador da NASA na época, a foto acabou sendo tirada. 


Veja o que diz Sagan:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor

Falar palavrões pode ajudar a diminuir a sensação de dor física, segundo um estudo da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, na Inglaterra, publicado pela revista especializada NeuroReport.


No estudo, liderado pelo psicólogo Richard Stephens, 64 voluntários colocaram suas mãos em baldes de água cheios de gelo, enquanto falavam um palavrão escolhido por eles.

Em seguida, os mesmos voluntários deveriam repetir a experiência, mas em vez de dizer palavrões, deveriam escolher uma palavra normalmente usada para descrever uma mesa.

Enquanto falavam palavrões, os voluntários suportaram a dor por 40 segundos a mais, em média. Seu relato também demonstrou que eles sentiram menos dor enquanto falavam palavrões.

O batimento cardíaco dos voluntários também foi medido durante a experiência e se mostrou mais acelerado quando eles falavam palavrões.

Os cientistas acreditam que o aumento do ritmo de batimentos cardíacos pode indicar um aumento da agressividade, que, por sua vez, diminuiria a sensação de dor.

Para os cientistas, no passado isso teria sido útil para que nossos ancestrais, em situação de risco, suportassem mais a dor para fugir ou lutar contra um possível agressor.

O que está claro é que falar palavrões provoca não apenas uma resposta emocional, mas também uma resposta física, o que pode explicar por que a prática de falar palavrões existe há séculos e persiste até hoje, afirma o estudo.

"(A prática de) Falar palavrões existe há séculos e é quase um fenômeno linguístico humano universal", diz Stephens.

"Ela mexe com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro, enquanto que a maior parte da produção linguística ocorre do lado esquerdo. Nossa pesquisa mostra uma razão potencial para o surgimento dos palavrões, e porque eles persistem até hoje."

Um estudo anterior, da Universidade de Norwich, mostrou que o uso de palavrões ajuda a diminuir o estresse no ambiente de trabalho.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Motor que poderá nos levar a Marte em apenas 42h é testado com sucesso

O respeitado cientista russo Vladímir Leónov realizou um teste de sucesso de um motor quântico experimental revolucionário, cujas características técnicas são muito superiores aos atuais propulsores de foguetes. Autor da teoria da superunificação, o cientista revelou seu propulsor quântico inovador de decolagem vertical, de apenas 54 kg de peso, que alcançou um impulso de 500 a 700 quilogramas-força, utilizando 1 kW de potência.


…É CAPAZ DE PROPULSIONAR UMA NAVE ESPACIAL A 1000 KM/S, CONTRA OS 18 KM/S DOS FOGUETES ATUAIS.
                                                                                                               ~VLADÍMIR LEÓNOV

“O veículo decola verticalmente através de barras-guias, com uma aceleração de 10 a 12G. Esses testes são uma prova convincente de que a gravidade foi conquistada de forma experimental, provando a teoria da superunificação”, afirmou o especialista russo. Trata-se de uma façanha, se considerarmos que os propulsores modernos de foguetes chegam a um impulso de somente 0,1 quilogramas-força, usando uma potência de 1 kW. Isso significa que são 5 mil vezes inferiores ao motor quântico experimental, que é capaz de propulsionar uma nave espacial a 1000 km/s, contra os 18 km/s dos foguetes atuais.

“Um veículo dotado de um propulsor quântico poderia levar 42 horas para chegar a Marte e apenas 3,6 horas para alcançar a Lua”, ressaltou o cientista. Vladímir Leónov é conhecido por refutar a existência do bóson de Higgs e introduzir a noção de quantum do espaço-tempo.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Malefícios do uso, e abuso, do telefone celular

Pequenos abusos no uso dos smartphones :: Como diversas novas tecnologias, essa precisa de ajustes para que os ganhos superem os malefícios




Ainda que os significativos avanços tecnológicos nos meios de comunicação eletrônica venham acrescentando comodidades e eficiência para os usuários, notadamente para os jovens, o seu uso abusivo causa dificuldades que poderiam ser minimizadas. É necessário que haja respeito aos direitos das demais pessoas que ficam incomodadas com os excessos de seus ruídos, principalmente quando eles acrescentam riscos para outros em determinadas situações.

Considera-se conveniente, para um convívio civilizado em sociedade, que os direitos de uns sejam limitados pelos dos outros, como rege um sadio princípio de direito. Em países entre os quais se destaca o Japão, que é um arquipélago densamente habitado, a cortesia facilita a convivência de todos num espaço limitado, que se observa em qualquer lugar. O uso de celulares, por exemplo, é limitado em ambientes que causam incômodos para as demais pessoas como nos restaurantes, nos transportes coletivos e até em vias públicas.

Há limitações para os ruídos causados em locais públicos estabelecidos por decibéis em muitos países. No Brasil, os jovens estão se sujeitando a serem deficientes auditivos prematuramente, pois alguns amplificadores dos aparelhos de som são colocados no limite máximo de sua capacidade, a ponto de provocarem solavancos em alguns veículos, como pode ser notado quando, no trânsito, fica-se ao lado dos mesmos.

Muitos usuários não percebem que estão berrando nos celulares em lugares públicos perturbando terceiros quando isto não é necessário. Nos restaurantes japoneses é proibido o uso dos mesmos, pois as conversas dos usuários não interessam a outros, pelo contrário. Também em locais como as estações de metrôs ou nos vagões, somente formas silenciosas de comunicação são autorizadas, ainda que os meios disponíveis permitam a sua perfeita captação nos locais mais difíceis.

Agora está sendo proibido o uso dos smartphones nas vias públicas, pois muitos desastres de trânsito ocorrem com transeuntes atentos aos assuntos que estão sendo transmitidos. As punições educativas pelo uso de celulares quando se está ao volante não são devidamente aplicadas no Brasil, mesmo que os desvios momentâneos de atenção estejam comprovados como causas de muitos desastres.

Estas tolerâncias acabam em abusos dos mais ousados e nem sempre os incomodados desejam efetuar as suas reclamações para não se mostrarem antipáticos. Muitos destes aparelhos já permitem obter mensagens sonoras somente nos ouvidos das pessoas que as estão recebendo, bem como possuem formas de transmissões das respostas mais urgentes de modo silencioso, normalmente por escrito. Portanto, existem alternativas técnicas, sem causar prejuízos para os seus usuários habituais. O que pode acontecer é que tudo implique em um pouco mais de trabalho para os que desejam usufruir destas facilidades.

Aliás, até doenças pelos usos exagerados estão sendo apontadas, como a ocorrência de algumas tendinites. Existem viciados que usam por muitas horas diárias estes aparelhos que exigem esforços especiais para serem acionados no recebimento e envio de mensagens eletrônicas.

Muitas inovações ao longo da história provocaram inconveniências na fase inicial do seu uso, mas foram sendo corrigidas, pois só se justificam na medida em que as vantagens superam as dificuldades. Seria uma questão de civilidade acelerar este processo de ajustamento, minimizando os problemas eventualmente existentes.

Noticia-se no Japão que inovações estão sendo introduzidas no mercado como roupas que, contando com fibras especiais, possam transmitir dados clínicos dos usuários para organizações especializadas, como os dados de pressão arterial ou de um eletrocardiograma, principalmente para as pessoas que apresentam alguns riscos como cardíacos.

Também estão sendo lançadas pulseiras eletrônicas que gravam todas as movimentações efetuadas por um usuário, transmitindo-as para que sejam sugeridas mudanças de hábitos para uma vida mais saudável. Como até as crianças estão exagerando o uso de aparelhos eletrônicos, já há no mercado produtos que alertam os desvios de uso, apresentando elementos que induzam ao acréscimo de movimentos físicos saudáveis e criativos.

Na realidade, todas as inovações tecnológicas devem ajudar os seres humanos a melhorar sua qualidade de vida e a boa convivência em sociedade. Vale a pena coibir os abusos e as distorções, pois os benefícios podem ser mais que compensadores.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Como fotografar relâmpagos

Os dias de tempestade costumam deixar muitas pessoas apreensivas com os clarões no céu seguidos por grandes estrondos. Porém, há quem ache esse espetáculo da natureza um dos momentos mais belos de se admirar e registrar.


Fotografia

Além das técnicas, é preciso estar no lugar certo na hora exata. Uma das técnicas que fotógrafos amadores e profissionais utilizam para registrar suas imagens é deixar o obturador aberto ou optar por cliques manuais. Em alguns casos, o melhor é ajustar a sensibilidade da luz com o ISO da câmera. Porém, é necessário dar o máximo de estabilidade para o equipamento fotográfico com um tripé, uma vez que qualquer movimento pode causar algum ruído no resultado final.

Calcular o intervalo entre um raio e outro também é importante, pois um dos aspectos mais complicados dessa fotografia é clicar no momento exato do fenômeno. É indicado até mesmo fazer um disparo à distância, evitando tocar o equipamento e acabar movimentando a câmera.

Também é necessário assegurar o seu bem-estar físico enquanto estiver fotografando. O ideal é ficar em algum lugar fechado, longe de janelas e portas metálicas, além de manter distância de tomadas e canos que possam atrair o raio.

Como acontece o fenômeno

Os raios podem acontecer de duas formas. A mais comum é por conta de uma descarga elétrica entre duas nuvens, mas essa descarga também pode acontecer entre a nuvem e o solo. No primeiro caso, o choque entre as partículas de gelo que estão no interior da nuvem causa uma separação das cargas e, quando a diferença é muito grande, pode atrair a carga inversa que está na outra nuvem. No segundo caso, essa troca é realizada entre a nuvem e o solo, sendo que a carga do solo é positiva e da nuvem negativa.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Tênis do filme "De Volta para o Futuro 2" vai saindo das telas

A Nike anunciou nesta quinta-feira - 8 de janeiro de 2015 - que vai relançar o modelo promocional do tênis temático do filme "De Volta para o Futuro 2". A edição limitada do calçado foi anunciada em 2011 e a Fundação Michael J. Fox chegou a doar 1500 pares do protótipo, arrecadando 6 milhões de dólares para a entidade que realiza pesquisa para a cura do Mal de Parkinson


No longa-metragem de 1989, o personagem Marty McFly, interpretado pelo ator que dá nome à instituição, viaja para o ano 2015 e encontra vários equipamentos tecnológicos avançados, como skates voadores, câmeras digitais e tablets, inclusive um tênis que se amarra sozinho chamado Nike Air MAG.


Tênis Nike Air Mag. Imagem: Reprodução da internet

A empresa americana planeja lançar réplicas dos tênis mostrados no filme até o fim deste ano.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

1º avião movido a energia solar, a dar a volta ao mundo, não passará no Brasil, confira a rota


Ano passado, a equipe por trás do Solar Impulse 2 revelou o design de um avião que, eles esperavam, seria capaz de dar a volta ao mundo sem precisar reabastecer. Agora, foi revelada a rota que ele fará quando decolar em sua missão – que, se tudo der certo, começa em março.

O tour mundial começará em Abu Dhabi, fará paradas ao longo da Ásia, América do Norte sul da Europa e norte da África. Por que tantas interrupções? Porque embora o avião de ~2,5 toneladas e 72 metros de envergadura de asas não precise parar para reabastecer, a tripulação composta por seres humanos ainda não pode se dar a esse luxo.


Os 17 mil painéis solares do avião recarregam uma bateria de lítio que pesa 940 kg, o que lhe concede uma velocidade de cruzeiro de 141 km/h. Para manter o peso total baixo, a tripulação precisa descer em terra firme a cada poucos dias para pegar suprimentos e largar dejetos. A essa velocidade e com todas as paradas programadas, a equipe espera estar de volta a Abu Dhabi no começo de agosto – uma viagem de aproximadamente cinco meses.

Aliás, imagine como serão esses meses para a tripulação da Solar Impulse 2: eles voarão por dias em uma cabine despressurizada e sem aquecimento. Definitivamente, não vai ser fácil. 

[Solar Impulse via BBC via Engadget]

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Você sabia que, além de 10 trilhões de células próprias, temos 100 trilhões de microorganismos em nosso corpo?

Você não é você. Você é mais que você. Além de 10 trilhões de células próprias, um corpo saudável abriga 100 trilhões de microorganismos de até 100 mil espécies. Para chamar seu corpo de lar, doce lar, eles pagam um aluguel e tanto: digerem sua comida, produzem vitaminas e o protegem de doenças.



Limpadores
ONDE Olhos.
QUEM S. epidermidis.
Defendendo o território contra invasores, essa bactéria ajuda as lágrimas na faxina da conjuntiva, a membrana que reveste os olhos.

Fabricantes de cera
ONDE Ouvidos.
QUEM S. epidermidis.
Junto com a Corynebacterium, produz um pouco de cera – a maior parte, fabricada por glândulas no canal do ouvido, tem enzimas antibacterianas.

Dedetizadores
ONDE Nariz.
QUEM S. epidermidis.
Aqui, a onipresente bactéria das áreas externas ajuda na defesa do corpo. Sua simples presença inibe ataques de bactérias de pneumonia.

Pedreiros
ONDE Boca.
QUEM Várias bactérias.
Cada ml de saliva contém 100 milhões de bactérias! A comida acumulada traz espécies como Bacteroides, que causam placas e cáries nos dentes.

Professores
ONDE Garganta.
QUEM Streptococcus.
A presença dessas bactérias em pequena quantidade estimula as células do sistema imunológico a combater organismos invasores.

Perfuradores
ONDE Estômago.
QUEM H. pylori.
O ácido clorídrico costuma matar tudo. Mas a bactéria Helycobacter pylori às vezes resiste e provoca feridas na parede do estômago.

Mineradores
ONDE Intestino delgado.
QUEM Bactérias.
As poucas bactérias que sobrevivem ao muco antimicrobial absorvem nutrientes que o corpo não utiliza. Se aumentarem, causam diarréia.

Fabricantes de dejetos
ONDE Intestino grosso.
QUEM Bactérias.
Quilos de bactérias comem o que o corpo não absorve (fibras e celulose). Na fermentação, produzem metade do peso das fezes e os gases do cocô.

Seguranças
ONDE Pele.
QUEM Várias bactérias.
Alimentando-se de gordura (o sebo da pele), 3 tipos de bactérias liberam substâncias que agem como antibióticos, impedindo a vinda de organismos nocivos.

Turistas
ONDE Genitais.
QUEM Lactobacillus.
No pênis, os microorganismos só passam pelo local e são logo expulsos pela urina. Na vagina, a bactéria Lactobacillus deixa o ambiente ácido e protege contra candidíase.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Como Fazer :: Captação de Água da Chuva


Cada vez mais estamos consumindo a água potável do planeta. A coleta de água da chuva é um processo simples que pode nos ajudar nesse momento de crise hídrica para preserva a água para nosso consumo. 

O processo envolve simplesmente armazenar a água da chuva que cai sobre o telhado e tê-la disponível quando necessário para usá-la. A água da chuva não é apropriada para consumo humano. Mas ela pode ser usada sem preocupações para tarefas que não exigem água potável, como regar plantas ou fazer a faxina. 

Com os sistemas mais complexos e com mais investimentos, você ainda pode usar para descarga no banheiro ou até mesmo torna-lá potável. 

Reúna os materiais necessários


Você pode comprar um tonel, mas é melhor você começar utilizando um usado. Assim, você economiza o custo do mesmo. Você também pode usar um grande balde de lixo. Em qualquer caso, certifique-se que ele pode conter de 100 a 200 litros de água.

Se você decidir começar um tonel usado, certifique-se que não tenha sido usado para armazenar petróleo, pesticidas ou qualquer outra substância tóxica. Assim, seria perigoso para a sua saúde.

Se você pretende recolher lotes de água, pegue dois ou três toneis. Você pode conectar-se a toda a parte do mesmo sistema. Então você vai captar uma maior quantidade de água.


Você vai precisar de:

  • 1 chave para mangueira padrão com rosca 2,5 centímetros a 1,8 centímetros tubos (assim você pode obter água do barril)
  • 1 O de1.8 cm x 1,8 centímetros
  • 1,8 bucha de 1 cm x 1,8 centímetros
  • 1 tubo adaptador de rosca 1,8 centímetros 2,5 centímetros de mangueira
  • 4 anilhas de metal
  • 1 rolo de fita de teflon
  • 1 tubo de silicone selante
  • Um cotovelo calha em forma de "S" (para a passagem de calha de água para o tambor de chuva)
  • 1 tela (para evitar que as folhas, insetos e outros detritos caindo na água)
  • 4-6 blocos de cimento


Construindo 

Construir uma plataforma para apoiar o tonel ao lado da calha. Você precisará redirecionar a calha para o seu tonel, então você tem que preparar uma plataforma em uma área perto de onde ela flui.

Em primeiro lugar, eliminar as pedras ou detritos que se encontra na área. Se o piso não é plano, pegar uma pá e colocar terra suficiente para achatar o espaço que vai ocupar os seus barris.

Se o seu piso tem uma superfície de concreto, como a calçada ou pátio inclinação, construa uma madeira compensada superfície plana. Se você tiver mais de uma calha em casa, escolha o que é mais próximo ao jardim para você facilitar a rega das plantas.

via Composta São Paulo