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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

O Instituto Hudson

Foto: James O'Gara (2016) / Flickr


"Você acha que esses tirinhos de festim assustam ingleses, judeus e norte-americanos? Claro que não.

Eu costumava mastigar o assunto para vocês, mas isso só me comprometia e vocês riam e ironizavam do lado de lá. 

Hoje dou os meus tirinhos de festim na esperança que vocês acordem.

Vocês já ouviram falar do Instituto Hudson e o grande lago amazônico?

O Instituto Hudson foi fundado pelo famoso Herman Khan (você lembra?). Foi considerado um dos homens mais inteligentes do mundo. Era uma espécie de Obama no passado.

“Americano”, mas criado em uma família judia, tornou-se peça chave nas estratégias militares para a defesa dos EUA em uma possível guerra nuclear. 

Trabalhar na Rand Corporation convidado pelo seu amigo Samuel Cohen (judeu), o inventor da bomba de nêutrons o fez uma espécie de mestre do governo americano. Dedicou-se ao desenvolvimento da bomba de hidrogênio nos Laboratórios Lawrence Livermore, onde trabalhou com a colaboração de Edward Teller (judeu), John von Neumann (judeu alemão), Hans Bethe (judeu) e Albert Wohkstetter (judeu). (Não digam que sou antissemita, estou descrevendo uma realidade).

Quando o ex, ministro Jarbas Passarinho visitou o Instituto Hudson disseram-lhe (pelos menos ele conta assim) que o grande lago projetado sobre a Amazônia nada mais era que uma estratégia para melhorar a navegação.

Eu te pergunto, porque um grupo de judeus envolvido com as pesquisas de bombas nucleares de Hidrogênio e nêutrons perderia tempo em projetar, sem uma encomenda do Brasil um lago na Amazônia?

As águas submergiriam e reservariam que tipo de riqueza de subsolo? 

Que efeito teria uma guerra atômica sobre as águas? 

Por qual motivo, judeus se dissimulam como pesquisadores norte-americanos? 

Vocês já leram sobre a casa Welzer (Belzer)e a descoberta da Venezuela?

Você já leu sobre os irmãos Pinzon? 

Você já leu sobre os Judeus ingleses e o Projeto da Guiana Inglesa?

Você já leu sobre a influencia dos ingleses sobre a marinha Brasileira? 

Você já leu sobre o Bolivian Sindicate?

 Vocês já leram sobre a emigração de Judeus para a Amazônia? 

Você já leu sobre a colônia alemã dita nazista na Amazônia?

Você já leu sobre o financiamento de capitalistas judeus (Companhia das Índias Ocidentais) para a invasão Holandesa no Brasil. Vocês já leram sobre Aboab da Fonseca e a emigração de judeus para Barbados, e a posterior fundação da cidade de New Amsterdã (New York)?

Eu te pergunto: Que esconde verdadeiramente esses interesses sobre a imensa área do Amazonas?

Você já leu do Coronel Roberto Monteiro de Oliveira, as ameaças históricas e atuais à soberania amazônica?"


Professor Wallace Requião

sábado, 23 de outubro de 2021

BURRICE OU MALDADE? (Bonhoeffer's Theory of Stupidity)

No video acima de 5 minutos, Dietrich Bonhoeffer pensador alemão, morto pelo nazismo, explica o ódio que tomou conta da Alemanha tornando seus cidadãos em agressores  criminosos: 

1)  "Burrice (stupidity) não é uma falha do intelecto , e sim uma falha moral".

2) "Pessoas são 'programadas' para serem burras e, ou, estúpidas, ou permitem isso".

3) "Quando surge um poderoso líder político ou religioso infectam grande parte de seres com a burrice". "E como se houvesse uma lei ;  o poder de um necessita da estupidez/estultice dos demais"

4) "Ao conversar com um estúpido , é como se não dialogasse com ele  pois ele só repete slogans , frases feitas que se apossarem dele que está cego, enfeitiçado , abusado".

5) "Assim o  estúpido se torna uma ferramenta irracional capaz de qualquer maldade, incapaz de entender a maldade".

6) "Devemos abandonar toda tentativa de convencer as pessoas estúpidas, devido a agressividade por parte delas, devemos sim é evitá-las."

Obs.: Essa é uma tradução resumida do que está no vídeo (para a companheirada que não usam o inglês), uma dica é assistir usando a tradução das legendas simultânea para a língua portuguesa.


No video de 5 minutos, Dietrich Bonhoeffer pensador alemão, morto pelo nazismo, explica o ódio que tomou conta da Alemanha tornando seus cidadãos em agressores  criminosos:   1)  "Burrice (stupidity) não é uma falha do intelecto , e sim uma falha moral".  2) "Pessoas são 'programadas' para serem burras e, ou, estúpidas, ou permitem isso".  3) "Quando surge um poderoso líder político ou religioso infectam grande parte de seres com a burrice". "E como se houvesse uma lei ;  o poder de um necessita da estupidez/estultice dos demais" 4) "Ao conversar com um estúpido , é como se não dialogasse com ele  pois ele só repete slogans , frases feitas que se apossarem dele que está cego, enfeitiçado , abusado".  5) "Assim o  estúpido se torna uma ferramenta irracional capaz de qualquer maldade, incapaz de entender a maldade".  6) "Devemos abandonar toda tentativa de convencer as pessoas estúpidas, devido a agressividade por parte delas, devemos sim é evitá-las."  Obs.: Essa é uma tradução resumida do que está no vídeo (para a companheirada que não usam o inglês), uma dica é assistir usando a tradução das legendas simultânea para a língua portuguesa.


domingo, 23 de maio de 2021

‘DESPROGRAME-SE’: um livro para libertar a sua mente . . .

Livro 'DESPROGRAME-SE', em versão de capa comum

‘DESPROGRAME-SE’: poemas, frases e pensamentos para libertar a sua mente, é um coquetel literário — disponível nas versões eBook Kindle e Capa Comum  que começa com poemas místicos, caminhando para reflexões breves, que vão se tornando mais complexas e profundas à medida em que a leitura avança. Que tal ler um conto libertador, contado pelo espírito de um Preto-velho? Curioso? Só alguém que já foi escravo pode falar melhor sobre o que é liberdade. Basta de intolerância religiosa! O livro traz, no conjunto da obra, um autêntico manifesto anti-fundamentalista. Será a religião cósmica a religião do futuro? Bem, foi o que Einstein previu ... e quanto a nossa população indígena, quando vamos começar a cuidar melhor deles?

Dentre outros assuntos abordados, o autor também faz um alerta sobre as mídias tóxicas e como elas buscam cativar a audiência, escravizando e polarizando as massas, ao invés de libertar as mentes e unir as pessoas. Os reality shows são mesmo expressão da verdade? Padrões mentais, de consumo, e, estilos de vida insustentáveis, devem ser evitados. Vivemos uma emergência climática global e não existe 'Planeta B'. Será que juntos, unidos, podemos transformar este hoje pálido ponto azul em uma esfera reluzente e cheia de vida? Leia e tire as suas próprias conclusões. Desprograme-se e liberte a sua mente. Forme opinião e seja você a sua própria mídia.

"Quando uma mente é expandida ela não retorna jamais ao seu estado original de atrofia."

Ronald Sanson Stresser Junior



DESPROGRAME-SE - por Ronald Sanson
SUMÁRIO - Tópicos do Livro com Sinopse


Poemas Místicos

"Caminho feito de flores, presença de boas vibrações, centelha de amor, que abrasa a Terra. Alimento espiritual, de beleza, paz, amor e alegria." ...


Frases para Refletir

"Para que a luz interior brilhe, antes você precisa silenciar sua mente. Só então o sofrimento cessa e a sabedoria infinita da vida se revela." ...


Pensamentos

"FOFOCA: Faladores. Oprimem. Felicidade. Originalidade. Camaradagem. Amor. Anagrama dedicado a todos os fofoqueiros e fofoqueiras de plantão ..."


Mensagem do Exu Caveira (01/04/2021)

"Para frear o desencarne coletivo, precisamos de um despertar coletivo..."


Reflexões e Contos

"A verdadeira rede social está nas ruas, parques e praças, é a vida real. A ágora 2.0 é flor plantada no asfalto, em área pública, comum, espaço democrático, que hoje se estende através da internet como uma extensão da nossa mente..."


Amor e Axé

"Quando gostamos de verdade de alguém não tiramos dessa pessoa o que ela gosta, não desejamos que essa pessoa que gostamos se transforme em outra pessoa..." ...


Um Bate-papo Sobre Destino

"Ontem — 28 de julho de 2010 — uma amiga me perguntou no Facebook o que penso sobre destino e se estamos realmente a mercê de um futuro que já está escrito, ou se podemos alterá-lo de acordo com nossas ações..."


Mestre Chin - Linha do Oriente (07/08/09)

"Devemos buscar satisfazer a alma, pois essa satisfaz o corpo..."


Qual a Sua Maneira de Ver a Realidade?

"A realidade não é aquela que vemos em programas de TV, ou em obras de ficção. A realidade passa perto do publicado pela imprensa, desde que venda jornal. Então não se trata da verdadeira realidade, a macroscópica na qual estamos todos inseridos, pois a informação comercializada é seletiva..."


Somos Todos UM! (A Religião do Futuro I)

"O Sol, a Lua e a Verdade sempre voltam a brilhar... Por mais dias nublados que existam, é certo que o Sol sempre volta a brilhar; que a Lua ainda há de iluminar incontáveis noites, e a Verdade, tanto de dia quanto de noite, sempre prevalecerá através dos séculos. Somos todos irmãos, de fato somos todos UM..."


Cuidado com os Índios!

"Quem não cuida dos seus índios não ama o solo em que pisa, Pachamama, a mãe terra da nação indígena. Nossos irmãos e irmãs, nativos da terra em que viemos habitar, sem pedir licença, ou, sem sermos convidados, só querem a mesma liberdade que é concedida a todos, tendo o direito, que é um privilégio mais do que justo, de viver da mesma forma que vivem há milênios..."


A Capital Ecológica e Espiritista do Brasil

"Prazer da pura percepção, sejam os sentidos, a crítica da razão", esse haikai do Paulo Leminski esteve por vários anos pintado em letras garrafais no paredão do prédio que fica do lado direito da Casa Romário Martins, no Largo da Ordem, a antiga Casa da Gravura... Pode-se especular que é mensagem subliminar do Espírito, pois, Curitiba é a cidade mais espiritualizada que conheço entre a Paraíba e o Rio Grande do Sul, isso passando pelo sertão, zona da mata, interior da Bahia, Minas Gerais e indo até Foz..."


A Verdadeira Vida Lá Fora

"Um insight do Preto-velho Vovô Miguel: A correria do dia a dia, nas tarefas que nos são colocadas pela obrigação, deve ter limites. Não somos máquinas! Hoje pela manhã, quando fui tomar café, tive um insight, que me foi enviado por um bom e pacífico Espírito de um Preto-Velho. Conheça um pouco da história de Miguel..."


Pense sobre a verdadeira vida lá fora ...

"Pense como um produto agropecuário é produzido, como funciona, e quantos trabalhadores rurais e da indústria ligada à agropecuária, estão envolvidos na cadeia de produção de alimentos. Imagine como é hoje a vida nas grandes fazendas. É muito importante pensarmos e filosofarmos sobre o assunto, para evoluir na produção e consumir alimentos mais saudáveis,..."


A Religião Cooperativa Pode Vir a Ser a Única? (A Religião do Futuro II)

"A palavra religião deriva do latim ‘religare’, significa a religação do ser humano com o divino.  As religiões aparentemente são diferentes, mas se olharmos sem preconceito, ou opinião tendenciosa, podemos claramente perceber que todas são muito parecidas. A competição entre as religiões acontece mais pela disputa do rebanho de fiéis, poder e crescimento ... para ganhar ainda mais adeptos, poder e dinheiro. Isso vai contra a divina vontade..."


Desprograme-se e Liberte a Sua Mente

"Forme opinião e seja você a sua própria mídia. Não fique na apatia, informe-se sobre a verdadeira situação do mundo hoje, não feche seus olhos e ouvidos para as coisas que não se encaixam com o mundo aparentemente doce do nada fazer.

O mundo é similar ao que mostram para você nas superproduções midiáticas, mas esse não é o mundo real, ele é produzido assim para te confundir e fazer de você apenas mais uma peça no jogo do consumismo insustentável..."


Concentração, é Mesmo o ‘X’ da Questão?

"Se em um passado não muito distante o dinheiro valia mais que a informação, hoje, com toda certeza informação vale mais que dinheiro. O capital do conhecimento é o bem que intangível que, a cada dia, ganha mais valor. O próprio capital, que circula hoje no mundo, em grande montante, não é o tradicional papel moeda e sim informação, armazenada e distribuída em rede pelas instituições financeiras e carteiras de criptomoeda. O dinheiro se tornou informação...

Existem estudos que relacionam a hiperatividade com o sucesso online. Se há 10 anos crianças hiperativas eram consideradas problemáticas, rotuladas como portadoras de ‘déficit de atenção’, pois não conseguem focar em apenas uma tarefa ao mesmo tempo, hoje se sabe que elas têm melhor desempenho na internet e na lida com as tecnologias da informação..."


Reality? Isso é Mesmo Real?

"Qualquer um que fica olhando para sombras, projetadas em uma parede, o dia inteiro, acaba tolhendo a si próprio de produzir algo de valor indispensável à humanidade, através do consciente coletivo formado a partir da sociedade global conectada, limitando-se apenas a compartilhar conteúdo alheio e produzindo um entretenimento de baixo valor agregado, para outros cativos iguais a ele que estão presos à mesma bolha ou algoritmo. Nada contra o entretenimento de qualidade..."


Conecte-se, se Ligue, não Existe Planeta ‘B’!

"Preserve suas energias vitais para o que mais importa: salvar o planeta da destruição, e lutar, intelectualmente, para que haja uma melhor distribuição das riquezas comuns que a Terra nos oferece. Assim poderemos garantir um futuro para o futuro do planeta. Um futuro para as próximas gerações, para nossas filhas, filhos e seus descendentes ..."


Nota do Autor

"Os poemas ‘Imensidão Azul’, ‘Ano Novo e ‘Ventania’, foram escritos em 1996 ...  Axé: a emanação cósmica do poder dos Orixás ... Namastê: expressão indiana de ‘olá’, que quer dizer: ‘a divindade que habita em mim, saúda a divindade que habita em você’."



sábado, 13 de junho de 2020

Sabedoria ancestral oculta em forma de mito

Salvador Dali "A Tentação de Santo Antônio"¹

"Imagine a raça humana daqui a 1000 anos, evoluída fisicamente e conscientemente.

Ela está na procura de novos planetas para morar, e acaba encontrando um em que há um tipo de vida inteligente e organizada, mas ainda sim primitiva.

E a raça humana pensou: "Como podemos ajudar esse povo a descobrir algo essencial para a evolução sem interferir muito?"

Eles desceram para se comunicar com os seres até então desconhecidos, e resolveram mostrar símbolos para eles, tendo consciência de que esses seres achavam que eles eram seres divinos e que não iriam esquecer facilmente as informação não compreendidas, mas mesmo assim passadas paras os donos daquele planeta.

Os humanos do futuro sabiam que com o tempo eles teria sabedoria suficiente se é que já não tiveram um dia de compreender/decifrar os símbolos passados pelos 'Deuses' (humanos).

E partiram para outros sistemas solares a procura de novos seres vivos e planetas habitáveis.

Mas não deixando de acompanhar a evolução dos nossos amigos primitivos."
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Fonte: adaptação de texto atribuído a Nassim Haramein, por 'Mako Abe': Sabedoria Escondida como Mito, em 2009, disponível no site:destruidordedogmas.com.br (reprodução) - Imagem: 1- Salvador Dali "The temptation of St. Anthony" (1946), obra de arte atualmente em exposição no Royal Museums of Fine Arts da Bélgica, em Bruxelas (reprodução de texto e imagem com propósito de informação, educação e reflexão - Obra de Salvador Dali disponível em: WikiArt.org)

sábado, 11 de janeiro de 2020

Sobre Sincronicidade, as "Coincidências Múltiplas"

Sobre a Sincronicidade ou as "Coincidências Múltiplas"

por Nassim Haramein



"É importante saber que você está criando sua realidade, mas em resposta a realidade está criando você."
Nassim Haramein

Coincidências Múltiplas


"Pierre Weil (2003) diz que quando desejamos algo, desencadeamos uma “corte celestial” que se encarrega de criar os mecanismos para a sua realização.

Às vezes esses anjos podem estar disfarçados em “pessoas comuns”, como eu e você, que se encarregam de “entregar pessoalmente as nossas encomendas”.

Em outras palavras, as sincronicidades são as expressões de um espaço divino, no qual os anjos se encarregam de estabelecer a relação significativa entre nossos estados interiores e fenômenos exteriores. Os anjos realizam a síntese em sintonia com pessoas que estão abertas para ela.

A sincronicidade, segundo Doucy Douek, um estudioso do assunto, “é a linguagem do divino para orientar nossa vida. E o divino atua tanto dentro quanto fora de nós”.

Ainda de acordo com Doucy Douek esse princípio universal está relacionado com a intuição.

Portanto, cada um tem a sua maneira especial de acessar: A sincronicidade abre um caminho para você escutar a si mesmo e ativa sua intuição. O resto é com você.

Às vezes precisamos de muita coragem para abandonar estruturas que construímos durante a vida e seguir os sinais que nos indicam novos caminhos."


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Fonte: via "Vida Ele e Bem Estar", postagem original: "Comunidade Espiritual" - Imagem: "LonerWolf: Synchronicity: 7 Ways to Interpret and Manifest It" (Pinterest / Reprodução) - Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

O que é "Dividir para governar"?

Dividir para conquistar ¹


Charge de Fenan (2012), mostrando políticos de um lado, cordão de policiais da tropa de choque separando-os da população, do outro lado, confusa e dividida com pensamentos difusos e objetivos diferentes uns dos outros. - Em política e sociologia, dividir para conquistar (ou dividir para reinar - ou governar), consiste em ganhar o controle de um lugar através da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se juntem."


"Em política e sociologia, dividir para conquistar (ou dividir para reinar - ou governar), consiste em ganhar o controle de um lugar através da fragmentação das maiores concentrações de poder, impedindo que se mantenham individualmente. O conceito refere-se a uma estratégia que tenta romper as estruturas de poder existentes e não deixar que grupos menores se juntem.

Esse conceito foi utilizado pelo governante romano César (divide et impera), Filipe II da Macedonia e imperador francês Napoleão (divide ut regnes). Também há o exemplo de Aulo Gabínio, que repartiu a nação judaica em cinco convenções, conforme relatado no livro I de A Guerra dos Judeus (De bello Judaico), do historiador Flávio Josefo.

Em Geografia, 8.7.3, Estrabão relata que a Liga Aqueia foi gradativamente dissolvida sob a posse romana da Macedonia, porque eles não lidavam com todos os estados da mesma maneira.

Na era moderna, Traiano Boccalini, em La bilancia politica, cita 'divide et impera' como um princípio comum na política. O uso desta técnica refere-se ao controle que o soberano possui sobre populações ou facções de diferentes interesses, que juntas poderiam ser capazes de se opor ao seu governo.

Sendo assim, o governante precisa evitar que os diferentes grupos e populações se entendam, pois uma união poderia causar uma oposição forte demais.

Maquiavel cita uma estratégia militar parecida no livro IV de A Arte da Guerra (Dell'arte della guerra), dizendo que um capitão deve se esforçar ao máximo para dividir as forças do inimigo, seja fazendo-o desconfiar dos homens que confiava antes ou dando-lhe motivos para separar suas forças, enfraquecendo-as.

A estratégia de divisão e regra tem sido atribuída aos soberanos que variam de Luís XI para os Habsburgos. Edward Coke denuncia no Capítulo I da Quarta Parte dos Institutos, relatando que quando foi exigido pelos Lordes e Comuns que poderia ser um dos principais motivos para que eles tenham um bom sucesso no Parlamento, foi respondido: 

'Eritis insuperabiles, Si inseparabiles fueritis Explosum est illud diverbium.:. Divide, e impera, cum radix & imperii vértice em obedientium consenso rata sunt

[Você seria insuperável se eram inseparáveis. Este provérbio, Dividir para reinar, foi rejeitado, uma vez que a raiz e o ápice da autoridade são confirmadas pelo consentimento dos sujeitos.]

Por outro lado, em uma variação menor, Sir Francis Bacon escreveu a frase 'separa et impera' em uma carta a James I. Em 15 de fevereiro de 1615 James Madison fez esta recomendação em uma carta a Thomas Jefferson de 24 de outubro de 1787, que sintetiza a tese de O Federalista "Divide et impera, o reprovado axioma da tirania, é sob certas (algumas) qualificações, a única política, pela qual uma república pode ser administrada em princípios justos."

Em paz perpétua: um esboço filosófico por Immanuel Kant (1795), Apêndice um, 'divide et impera' é a terceira das três máximas políticas, sendo as outras 'Fac et excusa' (Agir agora, e pedir desculpas mais tarde) e 'Si fecisti', nega (quando você cometer um crime, negá-lo).

Basicamente, os elementos dessa técnica envolvem:
  • Criar ou estimular divisões entre os indivíduos com o objetivo de evitar alianças que poderiam desafiar o soberano;
  • Auxiliar, promover e dar poder político para aqueles que estão dispostos a cooperar com o soberano;
  • Fomentar a inimizade e desconfiança entre os governantes locais;
  • Incentivar gastos sem sentido que reduzam a capacidade de gastos políticos e militares.

Historicamente, esta estratégia foi utilizada de muitas maneiras diferentes pelos impérios que buscaram expandir seus territórios.

O conceito também é mencionado como uma estratégia de ação do mercado na economia para obter o máximo dos jogadores em um mercado competitivo."


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Fonte: 1- Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre: "dividir para conquistar" (reprodução)
Imagem: "A Estratégia de Dividir e Conquistar", por Fenan - 2012 (Reprodução/Pinterest)

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

O cérebro crente: porque a ciência é o único caminho para fora do realismo dependente da crença



por Michael Shermer *

O presidente Barack Obama nasceu no Havaí? Eu achei a questão tão absurda, sem mencionar a possibilidade de racismo em sua motivação, que quando eu foi confrontado com “birthers”¹ que acreditam em outra coisa, eu achei difícil até mesmo me concentrar em seus argumentos sobre a diferença entre uma certidão de nascimento e um certificado de nascido vivo. 

A razão é porque uma vez que eu formei uma opinião sobre o assunto, tornou-se uma crença, sujeita a uma série de vieses cognitivos para garantir a sua verosimilhança. 

Eu fiquei irracional? Possivelmente. De fato, é assim que a maioria dos sistema de crença funcionam para a maioria de nós na maioria do tempo.

Nós formamos nossas crenças a partir de uma variedade de razões subjetivas, emocionais e psicológicas no contexto do ambiente criado pela família, amigos, colegas, cultura e sociedade em geral. Depois de formar nossas crenças, nós as defendemos, justificando e racionalizando-as com uma série de razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações racionais. 

Crenças vem primeiro; explicações para as crenças vem em seguida. No meu livro "Cérebro e Crença"², eu chamo esse processo, em que as nossas percepções sobre a realidade são dependentes das crenças que temos sobre ela, de “realismo dependente de crença”. A realidade existe independente das mentes humanas, mas nossa compreensão disso depende das crenças que temos em um determinado momento.

Eu moldei o realismo dependente de crença após o realismo dependente de modelo, apresentado pelos físicos Stephen Hawking e Leonard Mlodinow em seu livro "O Grande Projeto"³. Ali eles argumentam que, já que nenhum modelo é adequado para explicar a realidade, “um não pode ser dito mais real que o outro”. Quando esses modelos são unidos a teorias, eles formam visões de mundo completas.

Uma vez que tenhamos formado crenças e feito compromissos com elas, nós mantemos e reforçamo-as com uma variedade de tendências cognitivas que distorcem nossas percepções para caber nos conceitos da crença. Entre eles temos:

Viés de Ancoragem. Baseando muito fortemente em uma âncora de referência ou peça de informação quando tomamos decisões.

Viés de Autoridade. Valorizando a opinião de uma autoridade, especialmente na avaliação de alguma coisa que concemos pouco.


Viés da Crença. Avaliando a força de um argumento baseado na credibilidade de sua conclusão.

Viés de Confirmação. Procurando e encontrando evidências que confirmem as crenças já existentes e ignorando ou reinterpretando as evidências em contrário.

No topo de todas essas tendências, está o Viés Endogrupal, onde nós valorizamos mais as crenças dos que são membros de nosso grupo e menos nas crenças de quem é de diferentes grupos. Isso é resultado de nossos cérebros tribais nos levando não apenas para fazer tais juízos de valor sobre as crenças mas também de demonizar e descartá-las como sem sentido ou más, ou ambos.

O realismo dependente da crença é impulsionado ainda mais profundamente por um meta-viés chamado de Viés de Ponto Cego, ou a tendência para reconhecer o poder de tendências cognitivas em outras pessoas, mas ser cego para a sua influência em suas próprias crenças. 

Mesmos cientistas não estão imunes, sujeitos ao viés experimentador-expectativa, ou a tendência de observadores perceberem, selecionarem e publicaram dados que corroboram suas expectativas para o resultado de um experimento e ignorar, descartar ou não acreditar em dados que não.

Essa dependência na crença e sua série de tendências psicológicas é porque, na ciência, nós temos mecanismos internos de auto-correção. Controles duplo-cegos rigorosos são necessários, nos qual nem os sujeitos nem os pesquisadores sabem as condições durante a coleta de dados. 

Colaboração com os colegas é vital. Resultados são examinados em conferências e publicações revistas por pares. Pesquisa é replicada em outros laboratórios. Evidências de desconformidade e interpretações contraditórias de dados são incluídas na análise. Se você não buscar dados e argumentos contra sua teoria, alguém o fará, geralmente com grande alegria e em fórum público. Isto é o motivo de o ceticismo ser sine qua non da ciência, a única escapatória que nós temos das armadilhas do realismo dependente da crença criadas por nossos próprios cérebros crentes.

Michael Shermer
*Michael Brant Shermer nasceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 8 de setembro de 1954, ele é um psicólogo, escritor e historiador da ciência dos EUA, fundador da revista Skeptic Magazine e diretor da Skeptics Society. Shermer também é colunista da Scientific American (SciAm), revista de divulgação científica dos EUA. É notável por sua longa história ao apresentar informação científica a nível mensal para o público educado geral. Muitos cientistas famosos, incluindo Albert Einstein, tem contribuído com artigos nos últimos 168 anos. É a revista mensal continuamente publicada mais antiga dos Estados Unidos.

Notas:
1- Birthers é como são chamadas as pessoas que duvidam da legitimidade da presidência de Barack Obama por conta de uma teoria da conspiração que afirma que Obama não é nascido nos EUA (NdT)
2- The Believing Brain (Holt, 2011). Publicado em português com o título de Cérebro e Crença. São Paulo: JSN Editora, 2012.
3- The Grand Design (Nova Iorque: Bantam Books, 2010). Publicado em português com o título O grande projeto. São Paulo: Nova Fronteira, 2011
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Fonte: Scientific American - Tradução: Maurício Moura (reprodução) - Imagem: Pixabay (CC0)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Teorias da Conspiração: por que as pessoas acreditam nelas?




Crédito: Brian Taylor
Por quê as pessoas que acreditam em uma conspiração estão inclinadas a acreditar em outras

por Michael Shermer*

Em 16 de maio de 2012 eu gastei várias horas em um ônibus quente em um deserto de neon chamado Las Vegas com um alegre bando de conspiracionistas britânicos durante sua jornada pelo sudeste em busca de OVNIs, Aliens, Área 51 e encobrimentos governamentais, todos de um documentário da BBC. Uma mulher deliciou-me com um conto sobre bolas laranjas de energia flutuando à volta do seu carro na Interestadual 405 na Califórnia, que foram expulsos em seguida por helicópteros de operações secretas. Um homem me desafiou a explicar a fonte de um feixe de laser verde que o seguiu pelo interior inglês uma noite. Conspirações são um constante favorito para produtores de televisão porque tem sempre uma audiência receptiva. Um recente documentário da Canadian Broadcasting Corporation (CBC) que eu participei no chamado Conspiracy Rising, por exemplo, destacou teorias por trás das mortes de JFK e Princesa Diana, OVNIs, Área 51 e 11 de setembro, como se houvesse um traço comum ligando todos. 

De acordo com o apresentador de rádio e traficante de conspirações Alex Jones, que também aparece no filme, “Um complexo industrial-militar assassinou John F. Kennedy” e “Eu posso provar que existe um cartel bancário privado criando um governo global porque eles admitem que são” e “Não importa como você olha para o 11 de setembro, não há conexões terroristas islâmicas – os sequestradores são claramente agentes do governo dos EUA que foram criados como bodes expiatórios como Lee Harvey Oswald”.

Tais exemplos, juntamente com outros em meus anos de patrulha de conspirações, são emblemáticos de uma tendência que eu tenho detectado nessas pessoas que acreditam em uma tal teoria, tendem a acreditar em várias outras intrigas igualmente improváveis e geralmente contraditórias. 

Essa observação foi recentemente confirmada empiricamente pelos psicólogos da Universidade de Kent, Michael J. Wood, Karen M. Douglas e Robbie M. Sutton em um paper intitulado “Vivo e Morto: Crenças em Teorias de Conspiração Contraditórias”¹, publicado na revista Social Psychological and Personality Science em janeiro de 2012. 

Os autores começam definindo uma teoria das conspiração como “uma trama planejada por pessoas poderosas ou organizações que trabalham juntas em segredo para realizar algum objetivo (geralmente sinistro)” isto é “notoriamente resistente à falsificação… com novas camadas de conspiração sendo adicionadas para racionalizar cada nova peça de evidência de refutação”. 

Uma vez que você acredite que “uma massiva, sinistra conspiração pode ser executada com sucesso em um segredo quase perfeito, [isso] sugere que muitas outras tramas são possíveis”. 

Com este paradigma cabalístico no lugar, conspirações podem começar “a explicação padrão para qualquer evento determinado – uma unitária, fechada visão do mundo em que cada crença vem junto com uma rede de apoio mútuo conhecida como um sistema monológico de crença”.

Esse sistema monológico de crença explica as relações significativas entre diferentes teorias de conspiração no estudo. Por exemplo, “uma crença de que uma célula desonesta do MI6 foi responsável pela morte da [Princesa] Diana está correlacionada com a crença em teorias de que o HIV foi criado em laboratório… de que o pouso na lua foi um embuste… e que esses governos tem acobertado a existência de Aliens”. 

O efeito continua mesmo quando as conspirações se contradizem uma à outra: quanto mais participantes acreditarem que Diana forjou a própria morte, mais eles acreditarão que ela foi assassinada.

Os autores sugerem que há um processo de ordem superior no trabalho que eles chamam de coerência global que se sobrepõe contradições locais: “Alguém que acredita em um número significativo de teorias da conspiração vai naturalmente começar a ver autoridades como fundamentalmente enganadoras e novas teorias da conspiração vão se tornar mais plausíveis à luz de tal crença”. 

Além disso, “defensores da conspiração desconfiam que narrativas oficiais possam ser tão fortes quanto quaisquer teorias alternativas que possa ser confirmadas apesar de qualquer contradição entre elas”. Assim, eles afirmam, “quanto mais esses participantes acreditam que uma pessoa no centro de uma teoria da conspiração relacionada com a morte, como a Princesa Diana ou Osama [bin] Laden, está viva, mais eles também tendem a acreditar que a mesma pessoa foi assassinada, quando a suposta causa da morte envolver uma fraude oficial.

Como Alex Jones proclamou no Conspiracy Rising: “ninguém está a salvo, você entende isso? Pura maldade está correndo selvagemente nos níveis mais elevados”.

No seu site Infowars.com, Jones titula sua página com “Porque Existe uma Guerra pela Sua Mente”. É verdade e esse é o porquê de a ciência e a razão precisarem sempre prevalecer sobre o medo e a irracionalidade. Os fanáticos de conspirações se apoiam nos últimos à custa dos primeiros.

1. Dead and Alive:Beliefs in Contradictory Conspiracy Theories (NdT)
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Fonte: Scientific American - Publicado originalmente com o título Why People Believe Conspiracy Theories (Tradução: Maurício Sauerbronn de Moura/Livre Pensamento) - Imagem: Brian Taylor/SciAm

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Osho, sobre Adolf Hitler


Adolf Hitler, em sua autobiografia, tem muitos insights; e ele é um homem que vale a pena entender porque ele é o mais puro político - quero dizer, o mais sujo.

Ele diz que a guerra é uma necessidade absoluta se você quiser permanecer no poder. Se você não pode criar uma guerra, as pessoas começam a pensar em você como um ninguém.

Somente em tempos de guerra que os heróis são nascidos.

Hitler diz que, se você não puder criar uma guerra, ao menos continue a propagar a ideia de que a guerra está chegando.

Nunca deixe as pessoas em paz, porque quando elas estão em paz, você não é ninguém.

Elas não precisam de você; seu propósito não está lá.

Elas precisam de você quando há perigo. Crie o perigo.

Se não houver perigo real, pelo menos crie o clima de um falso perigo.”

~ Osho

☞ DIREITA OU ESQUERDA?

NOME DO PARTIDO DE HITLER: 

Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, mais conhecido como Partido Nazista ou Nazi, foi um partido político de extrema-direita na Alemanha que esteve ativo entre 1920 e 1945. Seu antecessor, o Partido dos Trabalhadores Alemães, existiu no período entre 1919 e 1920 ver Wikipédia.
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Fonte (texto e imagem): *OSHO Brasil no Facebook (reprodução)

sábado, 19 de maio de 2018

Frases e Pensamentos de Carl Gustav Jung



C. G. Jung em 1912
Carl Gustav Jung (26/07/1875 - 6/07/1961) foi um psiquiatra e psicoterapeuta suíço que fundou a psicologia analítica. Jung propôs e desenvolveu os conceitos de personalidade extrovertida e introvertida, arquétipo e inconsciente coletivo. Seu trabalho tem sido influente na psiquiatria, psicologia, ciência da religião, literatura e áreas afins.

O conceito central da psicologia analítica é a individuação - o processo psicológico de integração dos opostos, incluindo o consciente e o inconsciente, mantendo, no entanto, a sua autonomia relativa. Jung considerou a individuação como o processo central do desenvolvimento humano.

Ele criou alguns dos mais conhecidos conceitos psicológicos, incluindo o arquétipo, o inconsciente coletivo, o complexo, e a sincronicidade. A classificação tipológica de Myers Briggs (MBTI), um instrumento popular psicométrico, foi desenvolvido a partir de suas teorias.

Via a psique humana como "de natureza simbólica", e fez, deste simbolismo, o foco de suas explorações. Ele é um dos maiores estudiosos contemporâneos de análise de sonhos e simbolização. Embora exercesse sua profissão como médico e se considerasse um cientista, muito do trabalho de sua vida foi passado a explorar áreas tangenciais à ciência, incluindo a filosofia oriental e ocidental, alquimia, astrologia e sociologia, bem como a literatura e as artes. Seu interesse pela filosofia e ocultismo levaram muitos a vê-lo como um místico.

Jung deixou um grande legado à humanidade, em rica e vasta obra... segue abaixo apenas uma pequena síntese de seu pensamento, através de algumas das suas frases e pensamentos mais célebres, que todos deveriam conhecer e assimilar:

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”

“Aquele que olha para fora sonha. Mas o que olha para dentro acorda”

“O que não enfrentamos em nós mesmos, encontraremos como destino”

“Tudo que nos irrita nos outros pode levar-nos a uma melhor compreensão de nós mesmos”

“O livre-arbítrio é a capacidade de fazer com alegria aquilo que eu devo fazer”

“Do mesmo modo que aquele que fere ao outro fere a si próprio, aquele que cura, cura a si mesmo”

“Só aquilo que somos realmente tem o poder de curar-nos.”

“Mais cedo ou mais tarde tudo se transforma no seu contrário”

“O principal objetivo da Terapia Psicológica não é transportar o paciente para um impossível estado de felicidade, mas sim ajudá-lo a adquirir firmeza e paciência diante do sofrimento. A vida acontece no equilíbrio entre a alegria e a dor. Quem não se arrisca para além da realidade jamais encontrará a verdade”

“Uns sapatos que ficam bem numa pessoa são pequenos para uma outra; não existe uma receita para a vida que sirva para todos”

“Uma neurose é sinal de acúmulo de energia no inconsciente, ao ponto de ser uma carga capaz de explodir”

“Há coisas que ainda não são verdadeiras, que, talvez, não tenham o direito de ser verdadeiras, mas que poderão ser amanhã”

“O melhor trabalho político, social e espiritual que podemos fazer é parar de projetar nossas sombras nos outros”

“Conhecer a sua própria escuridão é o melhor método para lidar com a escuridão dos outros”

“Tudo vem de muito longe e tudo aponta para o futuro, de coisa alguma podendo afirmar-se com segurança se é somente o fim ou se já é princípio”

“O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera. Elas se mudam para a casa vizinha e poderão atear o fogo que atingirá sua casa sem que ele perceba”

“Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor, o mais admirável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da esmola da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?”

“Tuas ideias estão tão fora de teu si-mesmo quanto as árvores e os animais estão fora de teu corpo”

“Como a experiência mostra, a psique objetiva é autônoma em alto grau. Se assim não fosse, não poderia exercer a sua função própria, que é a compensação da consciência. A consciência é passível de ser domesticada como um papagaio, mas isto não se dá com o inconsciente. Por isso Santo Agostinho agradeceu a Deus por não tê-lo responsabilizado por seus sonhos”

“Assim como tendes parte na natureza multiforme do mundo através de vosso corpo, assim tendes parte na natureza multiforme do mundo interior através de vossa alma. Este mundo interior é realmente infinito e em nada mais pobre do que o exterior. O ser humano vive em dois mundos. Um demente vive aqui ou lá, mas nunca aqui e lá”

“…a pessoa é masculina e feminina, não é só homem ou só mulher. De tua alma não sabes dizer de que gênero ela é. Mas se prestares bem atenção, verás que o homem mais masculino tem alma feminina, e que a mulher mais feminina tem alma masculina. Quanto mais homem és, tanto mais afastado de ti o que a mulher realmente é, pois o feminino em ti mesmo te é estranho e desprezível”

“O conhecimento da verdade é a intenção mais elevada da ciência e considera-se mais uma fatalidade do que intenção se, na procura da luz, provocar algum perigo ou ameaça. Não é que o homem de hoje seja mais capaz de cometer maldades do que os antigos ou os primitivo. A diferença reside apenas no fato de hoje ele possuir em suas mãos meios incomparavelmente mais poderosos para afirmar a sua maldade. Embora sua consciência se tenha ampliado e diferenciado, sua qualidade moral ficou para trás, não acompanhando o passo. Esse é o grande problema com que nos defrontamos. Somente a razão não chega mais a ser suficiente!”

“O terapeuta também está em análise, tanto como o paciente…razão porque também está exposto às influências transformadoras. Na medida em que o terapeuta se fecha à esta influência, ele também perde sua influência sobre o paciente”

“Todo mundo carrega uma sombra, e quanto menos ela está incorporada na vida consciente do indivíduo, mais negra e densa ela é. Se uma inferioridade é consciente, sempre se tem uma oportunidade de corrigi-la. Além do mais, ela está constantemente em contato com outros interesses, de modo que está continuamente sujeita a modificações. Porém, se é reprimida e isolada da consciência, jamais é corrigida, e pode irromper subitamente em um momento de inconsciência. De qualquer modo, forma um obstáculo inconsciente, impedindo nossos mais bem-intencionado propósitos”
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Fonte: Com informações e imagem de Wikipédia - pesquisa de frases na web


terça-feira, 15 de maio de 2018

Frases e Pensamentos de Sigmund Freud




Sigmund Freud, p/ Max Halberstadt, c.1921
Sigmund Freud (1856 — 1939), foi um médico neurologista criador da psicanálise. Nasceu em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco, hoje República Tcheca, e faleceu em Londres, Inglaterra. 

Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose no tratamento de pacientes com histeria, como forma de acesso aos seus conteúdos mentais. Ao observar a melhora dos pacientes tratados pelo médico francês Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da histeria era psicológica, e não orgânica. Essa hipótese serviu de base para outros conceitos desenvolvidos por Freud, como o do inconsciente.

Suas teorias e seus tratamentos foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Sua teoria é de grande influência na psicologia atual e, além do contínuo debate sobre sua aplicação no tratamento médico, também é, frequentemente, discutida e analisada como obra de literatura e cultura geral.

Freud deixou um grande legado à humanidade, contido em sua rica e vasta obra... segue abaixo apenas uma pequena síntese de seu pensamento, através de algumas das suas frases e pensamentos mais célebres, que todo mundo deveria conhecer:

“Quando a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança, a pessoa muda”

“Aonde estava o Id (Isso) deve advir o Eu (ego) – Em alemão – Wo Es war, soll Ich werden”. 

“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons”

“Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos, sem querer” 

“Em última análise, precisamos amar para não adoecer” 

“O sonho é uma realização (disfarçada) de um desejo (suprimido ou recalcado)” 

“As neuroses são determinadas pela história de amor do indivíduo”

“A ciência moderna ainda não produziu um medicamento tranquilizador tão eficaz como o são umas poucas palavras boas” 

“Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense em uma forma de empregá-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente” 

“A psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor”

“O pensamento é o ensaio da ação” 

“Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio” 

“Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste”

“A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz” 

“A renúncia progressiva dos instintos parece ser um dos fundamentos do desenvolvimento da civilização humana”
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Fonte: Com informações de Wikipédia e pesquisa de frases na web - Imagem: Divisão de Gravuras e Fotografias da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos - Sigmund Freud, founder of psychoanalysis, holding a cigar. Photographed by his son-in-law, Max Halberstadt, c. 1921


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Saiba tudo que precisa para publicar suas opiniões políticas





6 coisas que você deveria saber antes de postar seus comentários políticos na internet - por Rodrigo da Silva, em spotniks.com¹


Você caiu nesta página.

E a partir desse clique quase imperceptível num pedaço de plástico é possível dizer que você é desses que se importam com o debate político no seu país. Mais do que isso: muito provavelmente você não anda nada satisfeito com a forma como esse debate é conduzido por aqui.

É, eu entendo.

Política é um negócio complicado – essencialmente identidade de grupo. Em geral, é mais do que a aceitação de uma coleção de ideias ou um convencimento da necessária aplicação – ou ausência – de ações públicas que melhorem o padrão geral da humanidade. Identidade política é também estética, estilo, sensação de pertencimento, target mercadológico.

E é aqui, nesse ponto abstrato, no meio dessas nuvens cinzas subjetivas todas, que a razão sai de campo para dar lugar à emoção. É aqui que tudo embaralha. Tudo isso vira mero futebol, religião, paixão. Vira novela mexicana. Quase sem perceber, nós abandonamos a sensatez criteriosa que exigimos dos nossos adversários e passamos a abraçar cegamente a estupidez dos nossos cúmplices ideológicos. 

Essa é a principal razão pela qual esse artigo foi escrito. Não como um manual de comportamento – longe de mim dizer como você deve ou não se comportar. Mas com a pretensão de estabelecer certos limites racionais para a prática do bom debate, independentemente do seu lado nessa batalha.

Há pelo menos seis pontos, descritos no decorrer desse texto, que todo mundo deveria saber antes de postar seus comentários políticos na internet. E se você se sente um pouco perdido nesse jogo, no meio de um tiroteio de hashtags e gritos de ordem sem sentido, acredite – você não está sozinho nessa.

É hora de esclarecer, não de confundir.

1. Não existe mídia imparcial


Se você caiu de paraquedas por aqui, sem problema, eu explico. Essa publicação que você está lendo adota assumidamente uma linha editorial liberal. Cada análise produzida aqui parte do pressuposto de que o país construiu, ao longo de sua história, instituições extrativistas que alimentam toneladas de burocracia, uma legislação tributária incompreensível, insegurança jurídica, pouca receptividade à propriedade privada e uma participação inexplicável do Estado na economia – responsável direto pela criação de uma cultura predominantemente clientelista e patrimonialista, pela construção de uma horda de parasitas econômicos, de oligopólios, lobistas e metacapitalistas, e pela transferência histórica de renda dos mais pobres para os mais ricos, catalisador da desigualdade.

Esta publicação também acredita que esse arranjo institucional colaborou ao longo dos anos para criar um ambiente econômico de pouca competitividade, baixa produtividade e tímido crescimento.

Outras publicações, você certamente deve reconhecer, adotam posições diferentes, algumas com visões de mundo completamente antagônicas à nossa. E esse é o grande ponto: não há nada de errado com isso. Motivações ideológicas fazem parte da pluralidade de imprensa e conectam diferentes veículos ao redor do mundo: ora mais à esquerda (como o The Guardian e o The Huffington Post), ora mais à direita (como o Le Figaro e a Fox News), ora mais liberal (como a The Economist e a Reason Magazine). É do jogo.

Claro, tudo isso não apaga o fato de que há uma série de veículos, da grande imprensa aos ditos independentes, compromissados exclusivamente em defender os interesses de governos, partidos e grandes empresas, como folhetins corporativos – muitas vezes de forma criminosa. E essa é outra história. Essas relações não apenas prostituem a isenção na apuração das suas matérias e artigos de opinião, como devem ser questionadas pelo público. Independentemente de suas visões ideológicas.

Mesmo aos isentos, no entanto, aos compromissados com a boa prática jornalística, não existe neutralidade. Existem veículos transparentes com seus leitores em relação às suas preferências políticas e os que fingem uma imparcialidade mandrake. E a análise a respeito de cada um deles deve ser realizada mediante os fatos e os argumentos apresentados em seus conteúdos.

Toda vez que você torce o nariz para uma publicação apenas por ela estar alinhada a uma visão de mundo diferente da sua e deixa de argumentar contra as razões apresentadas em suas matérias, apontando suas falhas conceituais, você perde por w.o., abre mão do jogo, reforça o outro lado.

Tapar os ouvidos para o que o outro está dizendo não é exatamente um bom argumento.

2. A maioria esmagadora das pessoas acredita estar defendendo o lado certo da história. Inclusive quem discorda de você


Parece difícil acreditar nisso, mas salve uma minoria de autoritários com identidades políticas torpes bem definidas – capazes de manipular a opinião pública, inventar factoides e criar um exército militante lobotomizado – a vasta maioria das pessoas com opiniões políticas acredita estar defendendo o lado certo da história. Mais do que isso: tomam suas posições a partir de pressupostos morais que julgam ser os melhores possíveis.

E isso, evidentemente, não significa que elas estejam necessariamente certas. É perfeitamente compreensível que grupos ideológicos distintos travem batalhas em torno de seus ideais e que, a partir disso, rejeitem pressupostos políticos e econômicos equivocados com argumentos racionais. A defesa das boas ideias, afinal, nasce também no combate a ideias equivocadas.

Ao longo de décadas, no entanto, a discussão política ao redor do mundo vem sendo travada considerando uma batalha épica entre o bem e mal, como se a força motriz por trás de todas as diferenças fossem desvios irreconciliáveis de caráter onde nenhum indivíduo é capaz de abraçar uma visão de mundo distinta da nossa sem ser tratado como um pulha irreparável.

E nada disso acontece sem razão. Como o economista Friedrich Hayek – vencedor do Nobel – apontou em sua magnum opus, O Caminho da Servidão:
“Quase por uma lei da natureza humana, parece ser mais fácil aos homens concordarem sobre um programa negativo – o ódio a um inimigo ou a inveja aos que estão em melhor situação – do que sobre qualquer plano positivo. A antítese ‘nós’ e ‘eles’, a luta comum contra os que se acham fora do grupo, parece um ingrediente essencial a qualquer ideologia capaz de unir solidamente um grupo visando à ação comum. Por essa razão, é sempre utilizada por aqueles que procuram não só o apoio a um programa político mas também a fidelidade irrestrita de grandes massas.”
Apontar falhas de raciocínio, falácias, lacunas na construção de pensamentos lógicos, falta de rigor nas análises socioeconômicas e rachaduras na compreensão do mundo é o que torna qualquer embate de ideias possível. E tudo isso é saudável. Toda vez, no entanto, em que pessoalizamos o debate, condenando figuras à sarjeta apenas por pensarem diferente da gente, como se não houvesse discussão longe dos pontos de vista das nossas janelas, colaboramos apenas para construir uma caça às bruxas moralista injustificável.

Há certamente grupos que precisam de tais artifícios para maquiar a falta de sustância de suas ideias. Mas, de uma vez por todas, você não precisa fazer parte deles.

3. Questione sempre todo mundo. Especialmente as pessoas que concordam com você


Na tentativa de transformar tudo numa luta do bem contra o mal, é comum acabarmos adotando um comportamento de torcida organizada na hora de lançarmos nossa opinião política. E o ódio pode facilmente se transformar em amor cego.

Nenhuma visão política se estabelece com maturidade sem uma boa dose de ceticismo.

Por isso, questione sempre. Não importa o lado. Não importa quem. Lula, Bolsonaro ou João Doria. Globo, Fox News ou BBC. Spotniks, Veja ou Carta Capital. Olavo de Carvalho, Jean Wyllys ou o cara por trás desse texto. Ninguém é dono da verdade. Ninguém acerta o tempo todo. Ninguém erra o tempo todo.

E nada disso é estar em cima do muro. Você pode perfeitamente ter predileção por uma ideologia, um veículo de informação ou um partido político. Não há nada de errado com isso. Você pode morrer crente que abraçou o melhor conjunto de ideias que foi permitido à raça humana.

Não seja escravo das circunstâncias.

Entenda que o seu grau de responsabilidade pelas ideias que você defende termina onde começa o campo de ação dos demais defensores dela. Abrace a independência. Se é possível nos enganarmos a respeito daquilo que defendemos – e muitas vezes passarmos a abraçar ideologias completamente opostas, em alguma fase da vida – como raios podemos botar a mão no fogo pela ação de terceiros, como os agentes políticos?

Você está em 2017. Ligue a televisão. Abra o jornal. Digite Lava Jato no Google. A chance de você estar sendo enganado por uma figura interessada apenas em seu voto – e na sua carteira – é consideravelmente real.

4. Na dúvida, fique em silêncio

Foi o grande Abraham Lincoln quem disse:


“É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.”

E se há algum lugar em que essa frase faz sentido é na internet. No Facebook você pode acordar especialista em execução orçamentária, almoçar discutindo engenharia aeroespacial, jantar debatendo bioética e ir dormir crítico de cinema. Mas cá entre nós: ninguém domina tantos assuntos assim, não é mesmo? Com a política não é diferente.

A livre expressão é um direito constitucional. Seu, meu, de quem pensa igual, de quem pensa diferente. Mas você não é obrigado a ter opinião sobre tudo. Não é obrigado a entender sobre todos os assuntos. Não é obrigado sequer a responder perguntas que você desconhece.

E é exatamente por isso que fica tão feio quando você aborda um assunto sem entender patavinas do que está falando. Todo mundo percebe. É só uma tentativa de impressionar. E nem sempre isso é possível da forma como você esperava.

Na dúvida, fique em silêncio. Estude. Aprenda. Tenha humildade para reconhecer os seus limites.

5. Bolhas ideológicas estão condenadas ao fracasso


As opções estão na mesa. Você pode excluir todos os seus amigos que pensam diferente de você. Pode menosprezar todas as publicações que levantam pontos de vista distantes do seu. Pode fugir do diálogo como se o que dividisse você dos demais que abraçam bandeiras contrárias à sua estivesse necessariamente preso a um julgamento moral. Pode até criar zonas de espaço seguro em universidades, protestando contra palestrantes e cerceando a liberdade de expressão alheia. Você só não pode esperar ser ouvido por outras pessoas enquanto se tranca dentro de uma bolha ideológica.

Se há algo a dizer a respeito das últimas eleições ao redor do mundo é que bolhas ideológicas estão condenadas ao fracasso. Não adianta lutar contra. Quanto mais você se isola, mantendo o seu diálogo restrito entre aqueles que pensam iguais você, menos você convence aquela parte da humanidade que não concorda com você. E acredite: essa parte não apenas sequer reconhece que tipo de ideias você defende, como pode perfeitamente construir uma visão a respeito delas completamente diferente da sua.

E nesse ponto do texto você pode até fingir que não tem qualquer relação com isso, pedante a ponto de acreditar que conseguirá passar imune à ausência do debate de ideias, como se as suas ideias pertencessem à classe das verdades inquestionáveis – e todo resto estivesse relegado aos comunistas comedores de criancinhas, aos neoliberalóides inimigos da classe trabalhadora ou aos fascistas destruidores de minorias – mas, lamento dizer, você é o principal culpado pelo fracasso na aceitação das suas ideias.

6. Não perca tempo discutindo com quem não está disposto a ouvi-lo


Por fim, você pode estar do outro lado dessa história. Progressista, liberal, conservador, tanto faz. Disposto a ouvir, disposto a apresentar seus argumentos, disposto a seguir o caminho da razão. E ainda assim, encontrar pela frente gente interessada em qualquer coisa, menos em levar a sério o que você tem a dizer.

Não se iluda. Eles questionarão sua inteligência, seu bom senso, suas fontes, suas intenções, seu senso de justiça, seu discernimento entre o certo e o errado. Questionarão a tua capacidade de se importar com o próximo. Te associarão aos piores sentimentos do mundo. E não há nada que você possa fazer a respeito.

Nessa hora, tenha a humildade de cair fora, de abrir mão. Contente-se com o fato de que tudo que você tem a receber pela frente é bobagem. E a respeito desse assunto, nunca é demais lembrar da primeira regra do debate político.
"A quantidade de energia necessária para refutar uma bobagem é uma ordem de magnitude maior que para produzi-la."
Tenha isso sempre em mente. Você já sabe tudo que precisa para publicar as suas opiniões políticas.

Fonte: 1- https://spotniks.com/6-coisas-que-voce-deveria-saber-antes-de-postar-seus-comentarios-politicos-na-internet/

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