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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

23 Frases de Friedrich Nietzsche

Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu na cidade de Röcken em 15 de outubro de 1844, faleceu em Weimar, no dia 25 de agosto de 1900, ambas  na AlemanhaFoi um influente filósofo alemão do século XIX. Sua maior obra é o livro Assim falou Zaratustra, que influenciou significativamente o mundo moderno. Longe de ser um escritor de simples aforismas, é considerado um grande estilista da língua alemã, como o provaria Assim Falou Zaratustra, livro que ainda hoje é de dificílima compreensão estilística e conceitual.

Muito pode ser compreendido na obra de Nietzsche como exercício de pesquisa filológica, no qual unem-se palavras que não poderiam estar próximas ("Nascer póstumo"; "Deus Morreu", "delicadamente mal-educado", etc… ).

Adorava a França e a Itália, porque acreditava que eram terras de homens com espíritos-livres. Admirava Voltaire, e considerava como último grande alemão Goethe, humanista como Voltaire. Naqueles países passou boa parte de sua vida e ali produziu seus mais memoráveis livros. Detestava a arrogância e o anti-semitismo prussianos, chegando a romper com a irmã e com Richard Wagner, por ver neles a personificação do que combatia - o rigor germânico, o anti-semitismo, o imperativo categórico, o espírito aprisionado, antípoda de seu espírito-livre. Anteviu o seu país em caminhos perigosos, o que de fato se confirmou catorze anos após sua morte, com a primeira grande guerra e a gestação do Nazismo.

Seus principais interesses foram: epistemologia, ética, ontologia, filosofia da história e psicologia. Idéias notáveis: Morte de Deus, Vontade de Poder, Eterno retorno, Super-Homem, Perspectivismo, Apolíneo e Dionisíaco. Influências: Heráclito, Platão, Montaigne, Spinoza, Kant, Goethe, Schiller, Schopenhauer, Heine, Emerson, Poe, Wagner e Dostoiévski. Influenciados: Rilke, Jung, Iqbal, Jaspers, Heidegger, Bataille, Rand, Sartre, Camus, Deleuze, Foucault, Derrida e Sigmund Freud.

Conheça 23 frases e pensamentos do grande filósofo alemão Friedrich Nietzsche:

"A felicidade do homem está em 'eu quero'; a felicidade da mulher, em 'ele quer.' "

"Amamos a vida não porque nos habituamos com a vida, mas porque nos habituamos a amar."

"Aquele que luta contra monstros deve acautelar-se, para não se tornar também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você."

"Aquilo que se faz por amor, parece ir sempre além dos limites do bem e do mal."

"As paisagens insignificantes existem para os grandes paisagistas; as paisagens raras e notáveis são para os pequenos."

"É necessário ter o caos aqui dentro para gerar uma estrela."

"Eis a fórmula da felicidade: um Sim, um Não, uma linha reta, uma meta..."

"Existo, logo penso."

"Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar em ti."

"Há homens que nascem póstumos."

"Não é a força mas a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade."

"Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas."

"Não há fatos, só interpretações."

"Não há nada que deprima mais o ser humano (mais depressa) do que a paixão do ressentimento."

"Não poríamos a mão no fogo pelas nossas opiniões: não temos assim tanta certeza delas. Mas talvez nos deixemos queimar para podermos ter de mudar as nossas opiniões."

"O filósofo, como o entendo, é um explosivo terrível na presença do qual tudo está em perigo."

"O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo."

"O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte."

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Friedrich Wilhelm Nietzsche e Schopenhauer



Vítima de infecção pulmonar, o filósofo morreu em 25 de agosto de 1900, incógnito, deixando uma vasta e profunda obra, sem ser ouvido e muito menos compreendido por sua época. No entanto, tivera sua obra consagrada ao longo do século XX. 

Hoje ele tem o privilegio de ser citado entre os nomes dos mais importantes pensadores da história da humanidade.

Nietzsche começou sua carreira como filólogo clássico antes de se voltar para a filosofia. Decidiu que escreveria filosofia depois de deparar-se com a monumental obra de Arthur Schopenhauer, um momento decisivo em sua vida, o momento no qual Nietzsche encontrara seu educador, segundo ele, o filósofo modelo. 
“Se tentar descrever o acontecimento que foi para mim o primeiro olhar lançado sobre os escritos de Schopenhauer, devo primeiramente me deter a uma idéia que me perseguia em minha juventude, mais frequente e mais opressora que qualquer outra. Quando há pouco me comprazia em formular desejos, imaginava que o terrível esforço, o temível dever de ter de me ocupar de minha própria educação me seria poupado pelo destino, porque encontraria no devido tempo um filósofo que fosse meu educador, um verdadeiro filósofo que pudesse seguir sem hesitar, uma vez que poria nele mais confiança que em mim mesmo.”  
— Nietzsche, in Schopenhauer O Educador, pág. 21.
Não obstante, anos depois, Nietzsche se voltou contra a filosofia de Schopenhauer. Não poderia ser diferente, visto que para Nietzsche “mal se recompensa um mestre, se dele ficarmos sempre discípulos”: 
“(...) Vós me venerais! Mas que acontecerá se um dia vossa veneração desaparecer? Tomai cuidado para que uma estátua não vos esmague! Dizeis que acredita em Zaratustra, mas que importa Zaratustra? Vós sóis meus fiéis, mas que importam todos os fiéis? Vós ainda não vos havíeis procurado quando me encontrastes. Assim fazem todos os fiéis. Por isso é que toda fé é tão pouca coisa.” 
— Nietzsche, in Assim Falava Zaratustra. 

Texto de Fracisco Wiederwild


domingo, 2 de julho de 2017

Documentários sobre filosofia



Os documentários são conduzidos por Alain de Botton, escritor e produtor famoso por popularizar a filosofia e divulgar seu uso na vida cotidiana. De Botton iniciou um Ph.D em filosofia francesa em Harvard, mas acabou preferindo escrever ficção.  

Possui sua própria produtora, a Seneca Productions, que transmite regularmente programas e documentários na televisão britânica baseados em seus trabalhos.

Os vídeos são como biografias de Nietzsche e Heidegger, para você entender um pouquinho mais desses três que são tão importantes para a história. Os documentários são legendados em Português e estão disponíveis, na íntegra, abaixo:

Documentário sobre Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 -1900) foi um filósofo alemão do século XIX e um dos maiores nomes dessa área





Documentário sobre Martin Heidegger (1889 – 1976) foi um filósofo alemão do século XX que influenciou muitos outros, dentre os quais Jean-Paul Sartre






terça-feira, 27 de junho de 2017

Só a verdade dissolve a ilusão




O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância

Representação artística da Caverna de Platão: o herói liberta-se do senso comum, seguindo rumo à liberdade

Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. 

É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. 

No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras, do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsa que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.

O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o já se vivencia.

Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também a própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada, o que, consequentemente, faz com que os elementos e institutos aplicados com a finalidade de manutenção desse status quo sejam bem-sucedidos. Não à toa vivemos na era da servidão voluntária.

No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, melhor: ressignificada – para usar um termo de Baudrillard, filósofo que tão bem falou sobre a nossa Matrix – e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas.

Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram, grosso modo nos últimos duzentos anos, trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, a história nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.

Embora essa realidade esteja mais do que clara, o que se observa, ao contrário do seu questionamento, é o fortalecimento da mesma. Nesse sentido, o avanço técnico é fundamental, já que quanto mais os sistemas de controle se desenvolvem, maior é a capacidade de “gerir” a vida dos subordinados. À vista disso, é interessante perceber que o indivíduo administrado se acha bem atendido nas suas necessidades, o que hoje, resume-se em grande parte, ou na totalidade, em consumir.

Com um sistema posto para que os indivíduos se sintam “confortáveis” ou, no mínimo, em uma potencial condição de satisfazer as suas “necessidades” e, por conseguinte, sentir-se “confortáveis” e “bem-atendidos”, uma vez que o consumo (pedra angular da satisfação e do controle) está sempre ao alcance das mãos (aliás, nem é preciso sair do lugar para entrar na roda de felicidade do consumo); torna-se extremamente fácil manter a sociedade em ordem.

E como estamos falando de uma sociedade de controle, não é preciso dizer que existe dura repressão para todos os que fogem à ordem posta, os quais são vistos como “inadequados” ou como prefere Huxley em sua obra – “selvagens”. Todavia, como todo bom sistema que evolui, a repressão não ocorre de modo explícito ou através de chicotes, e sim, de maneira “invisível”, a partir da “liberdade” que gozamos, posto que a repressão mais perfeita é aquela que não precisa acontecer, pois é introjetada pelo próprio indivíduo em si mesmo.

Diante de tantas condições favoráveis à escravidão e dissociadas, portanto, da liberdade, torna-se fácil compreender o porquê da maior parte de nós preferir continuar na caverna e tomar o ilusório como real. Da mesma maneira que se compreende o motivo de sermos agentes repressivos contra os que fogem do sistema, seja os outros, seja nós mesmos. O que implica dizer que glorificamos a mentira e tomamos por impostores os que se dedicam à verdade, afinal, como disse Orwell: “Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam”.

Posto isso, há de se considerar que ao aceitar o modo como a sociedade se organiza e todos os seus ditames, automaticamente decidimos permanecer na caverna e contribuir para a manutenção de um sistema de organização social que por trás de alegria, gozo e satisfação, esconde exploração, desigualdade e ignorância. 

Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, como já exposto, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava.

Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta, sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que, ainda que no filme apresentado os exploradores sejam os protagonistas, sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.

Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha, continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Filmes sobre Filosofia

10 FILMES SOBRE A HISTÓRIA DA FILOSOFIA


DE CONFÚCIO A HANNAH ARENDT,
PASSANDO POR SÓCRATES, ESPINOSA E OUTROS TANTOS…

Compartilhado de: Filosofando!


Para pensarmos um pouco sobre a história da filosofia separamos 10 biografias de algumas figuras importantes para a filosofia. 


Ainda que esta lista não abarque “toooodos” os grandes nomes da filosofia, ainda assim, trata-se de uma ótima oportunidade para pensar nos caminhos e descaminhos da filosofia ao longo dos séculos. Organizamos a lista a partir de uma ordem temporal, nesse caso, dos filósofxs mais atuais aos mais antigos:

1. HANNAH ARENDT

Alemã de origem judaica Hannah Arendt (1906 – 1975) recusava-se a ser classificada como “filósofa” e também se distanciava do termo “filosofia política”; preferia que suas publicações fossem classificadas sob o tema “teoria política”. No entanto, devido aos seus trabalhos sobre filosofia existencial e sua reivindicação da discussão política livre, Arendt tem um papel central nos debates filosóficos contemporâneos.

O filme é de 2012 e aborda o julgamento de Adolf Eichmann, um colaborador de Hitler e coordenador dos campos de concentração. Hannah Arendt acompanhou o julgamento e escreveu uma série de artigos sobre o caso. No entanto, os artigos e o conceito de “banalidade do mal” defendidos por Hannah provocam uma série de controvérsias e, são muito mal recebidos pela opinião pública, principalmente, pela comunidade judaica.

PARA ASSISTIR AO FILME CLIQUE AQUI!

2. AMANTES DO CAFÉ FLORE – SIMONE DE BEAUVOIR E SARTRE

O filme é de 2006 e aborda a vida e a relação dos filósofos Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Trata-se de uma boa oportunidade para conhecer essas duas importantes figuras da filosofia mas, também, para conhecer um pouco do momento histórico em questão. 

O filme se desenrola numa perspectiva temporal importante, em que é possível acompanhar os primeiros encontros entre Simone e Sartre e gradativamente as mudanças pelas quais essa relação passa.

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3. QUANDO NIETZSCHE CHOROU

O filme é baseado no romance de Irvin Yalom e conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e o médico Josef Breuer, professor de Sigmund Freud. Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer é procurado por Lou Salome (Kather Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. 

Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero, assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanalise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo de auto-conhecimento. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor o pensamento e alguns posicionamentos de Friedrich Nietzsche.

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4.  ESPINOSA – O APÓSTOLO DA RAZÃO

O filme é de 1994  e aborda a vida e as idéias do filósofo renascentista Espinosa, que desafiou a Igreja e propôs a separação entre religião e Filosofia.

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5. BLAISE PASCAL

Acompanhamos a trajetória de Pascal, dos 17 anos até sua morte precoce, seus célebres estudos de Matemática e Geometria, incluindo a criação da primeira calculadora mecânica; seus trabalhos revolucionários sobre o vácuo, os fluidos e a pressão atmosférica; sua relação com o Jansenismo e a concepção de suas principais obras filosófico-religiosas.

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6.  CARTESIUS – RENÉ DESCARTES

O diretor Rossellini extrai trechos inteiros de algumas das obras fundamentais do pensador, como O Discurso do Método (1637) e as Meditações Metafísicas (1641), para compor as ações “dramáticas” do personagem. 

São procedimentos teóricos de Descartes, cuja função seria fundar a autonomia do pensamento racional diante da fé. Vale dizer que, naquela época, toda démarche racionalista tinha de ser, também, uma negociação com a autoridade religiosa. 

Donde, nas Meditações, Descartes precisar, primeiro, ocupar-se das provas da existência de Deus, para apenas depois afirmar que o Cogito (a Razão) se sustenta por si só. “Eu sou, eu existo”, deduz, pelo simples fato de pensar. A conclusão entrou para a história do conhecimento como a frase famosa “Penso, logo existo”.

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7. GIORDANO BRUNO

Giordano Bruno (1538-1600) foi um filósofo italiano condenado à morte na fogueira pela Inquisição romana por heresia ao defender erros teológicos e pela defesa do heliocentrismo. Giordano Bruno foi filósofo, astrônomo, matemático e um dos maiores pensadores do Século XVI. 

Admitia que acima de um deus imanente (a “alma do mundo”), haveria um deus transcendente, só apreendido pela fé, mas uma fé inteiramente naturalista, bem diversa da fé cristã. Processado pela Inquisição de Veneza, preferiu retratar-se (como Galileu), mas seus inimigos conseguiram que fosse mandado a Roma, onde respondeu a novo processo.

O filme de Guiliano Montaldo, retrata o processo romano, no qual Giordano Bruno recusou qualquer retratação, sendo condenado e queimado vivo no ano de 1600.

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8. ÁGORA – HYPATIA DE ALEXANDRIA

Sob o domínio Romano, a cidade de Alexandria é palco de uma das mais violentas rebeliões religiosas de toda história antiga. Judeus e cristãos disputam a soberania política, econômica e religiosa da cidade. 

Entre o conflito, a bela e brilhante astrônoma Hypatia  lidera um grupo de discípulos que luta para preservar a biblioteca de Alexandria. Trata-se de uma boa oportunidade para refletir sobre o período histórico em questão e também sobre as questões de gênero envolvidas, já que é impossível deixar de notar que  boa parte dos desafios que Hypatia enfrenta derivam do fato dela ser uma mulher.

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9. SÓCRATES

“Sócrates”, mostra o final da vida de Sócrates (470 – 399 a.C.), em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: ‘Apologia’, ‘Críton’ e ‘Fédon’, com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta. Imperdível!

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10. A  BATALHA PELO IMPÉRIO – CONFÚCIO

Na idade da guerra no Estado chinês, durante a qual incontáveis guerras foram travadas para unificar os reinos, o rei de Lu pede a ajuda de Confúcio, filósofo muito influente para recuperar o seu poder. 

Confúcio usa a sua inteligência e carisma para salvar o estado de Lu de um conflito interno e de uma guerra perpétua. No entanto, os centros políticos do Estado passam a se sentir ameaçados pelo filósofo. Conseguem exilar Confúcio, que vaga por anos de um estado para outro sem perder os seus ideais de paz e harmonia.

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domingo, 13 de novembro de 2011

Assim Falou Zaratustra




Café Filosófico ~ A alegria e o trágico em Nietzsche ~ Filosofe! Pense! É melhor errar que ficar na apatia. Não seja um niilista passivo... Sem ilusão, na sociedade em que vivemos 1885 foi ontem, mas o rio de agora não é o mesmo de ontem, e o rio de amanhã também já não será o mesmo rio.

Amar o agora é amar a vida. Filosofar nos ajuda a revermos nossos próprios conceitos, fertiliza a evolução do ser. O filósofo Roberto Machado, em sua leitura de Zaratustra, nos convida a ter a coragem de encarar nossa própria vida, pois se foi assim, foi assim que nós fizemos, foi assim que queríamos.

Não devemos negar a vida e sim aceitá-la. O que é alegria, o que é tristeza, se não meros graus de potência? Não será melhor que nos tornemos niilistas ativos? Tenha coragem! Afirme sua vida como ela é agora. A mudança que você deseja deve sair de dentro de você mesm@, filosofe, acredite! "A alegria é o trágico em Nietzsche"