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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Empresa de biotecnologia tentará ressuscitar mortos




Uma empresa de biotecnologia tenta fazer algo cientificamente ousado: ressuscitar 20 pessoas clinicamente mortas. Chamada Bioquark, a companhia da Filadélfia obteve aprovações éticas das entidades de saúde dos Estados Unidos e da Índia para o seu projeto.

A ideia não é dar vida nova a pessoas que faleceram, mas às que hoje vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos e não podem viver de maneira independente.

De acordo com Ira Pastor, CEO da Bioquark, este é o primeiro experimento científico do gênero e seus resultados podem representar mais um passo em direção à – talvez possível – reversão da morte dos humanos.

“Para realizar uma iniciativa tão complexa quanto esta, vamos combinar ferramentas de medicina biológica com outros aparelhos médicos existentes usados para a estimulação do sistema nervoso central, em pacientes que apresentam outros problemas severos de falta de consciência”, afirma Pastor.

A empresa americana vai aplicar células-tronco, estimulação nervosa e outros tratamentos em pessoas que sofreram sérios traumas cerebrais.

A iniciativa se apoia em estudos científicos recentes que mostraram existir fluxo sanguíneo e atividade elétrica após a morte de uma célula cerebral, porém em quantidade insuficiente.

A equipem médica da Bioquark espera ver evidências de regeneração na medula espinhal superior e no ritmo cardíaco dos pacientes após as seis semanas de seus primeiros testes com 20 pessoas.

Numa visão futurística, o tratamento pode trazer humanos de volta à vida depois de sofrerem fortes traumas na cabeça.

Alguns peixes e anfíbios podem regenerar partes de seus cérebros após ferimentos graves e a ideia da Bioquark é trazer isso para a humanidade, após um período de pesquisa ainda sem estimativa de conclusão.

“Salvar partes individuais pode ser de grande ajuda, mas é um longo caminho até que seja viável ressuscitar um cérebro totalmente, de maneira funcional, em um estado sem danos”, declarou Pastor, segundo o Telegraph.

Fonte: Pensador Anônimo

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Isso, demais, pode te matar



Café pode ser mais perigoso que a maconha - 10 coisas que você provavelmente não sabia que podem ser letais

Das coisas perigosas da vida todos nós sabemos: cianeto e venenos em geral. Mas substâncias e combinações inusitadas também podem levar à morte.

Conheça 10 delas:

1) 70 copos de café possuem cafeína o suficiente para matar uma pessoa de 70kg. Tal quantidade da substância pode causar palpitações no coração que, por sua vez, levam a uma parada cardíaca.

2) 13 shots consecutivos de bebidas alcoólicas também podem ser letais. Como o álcool é um calmante, a parte do cérebro que controla funções básicas da vida, como respiração e batimentos cardíacos, pode desligar.

3) Se um indivíduo parar de beber água e começar a consumir muito sal, as células dele começarão a encolher, causando um transtorno no metabolismo chamado hipernatremia, que pode ser fatal.

4) Mas um excesso de líquido também pode ser problemático. Em 2007, uma mulher morreu na Califórnia, nos Estados Unidos, ao beber seis litros de água de uma vez só. Acontece que essa quantidade de H20 em um curto período faz com que as células do cérebro inchem, causando dor de cabeça, ataques epilépticos, comas e, eventualmente, a morte.

5) Ficar quatro minutos com a respiração presa com a cabeça na água é o suficiente para causar danos no cérebro. Mais dois minutos pode levar a pessoa à morte. A exceção fica por conta de mergulhadores, que são treinados para ficarem mais tempo sem respirar debaixo da água.

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6) A altura a partir de 8 mil metros acima do nível do mar é uma à qual o corpo não consegue mais se habituar. Ela é conhecida como a zona da morte. Ser alto demais também pode criar dificuldades para o corpo. 

Nos anos 30, um estadunidense chamado Robert Pershing Wadlow cresceu até os 2,7 metros de altura. Isso fez com que ele tivesse problemas no sistema circulatório e muita pressão em seus ossos. A dificuldade do corpo de Wadlow em se habituar ao tamanho dele fez com que morresse aos 22 anos.

7) Parece brincadeira, mas chocolate demais pode ser letal. Isso porque o doce possui uma substância chamada de teobromina que, em excesso, pode causar desidratação, problemas digestivos, ataques epilépticos e morte. Para um humano chegar a esse ponto, ele precisaria consumir 85 barras grandes de chocolate ao mesmo tempo.

8) Uma pessoa precisaria comer 22kg de maconha ou fumar 680kg da droga em 15 minutos para correr algum risco de morrer.

9) Escutar música alto demais, passando de 185 decibeis, causa pressão o suficiente para explodir seus pulmões.

10) Estudos mostram que o máximo que uma pessoa consegue ficar viva sem dormir são 11 dias.

Via AsapSCIENCE


Fonte: Revista Galileu

terça-feira, 3 de março de 2015

Que tal quando morrer virar adubo para uma árvore?

Adeus caixões! Cápsula orgânica transforma pessoas falecidas em árvores


A ideia do “ciclo da vida” agrada muitas pessoas independentemente da fé. Em poucas palavras, é vida se transformando em vida — a morte fica em segundo plano.

O projeto italiano The Capsula Mundi é uma representação perfeita desse conceito.

Desenvolvido pelos designers Anna Citelli e Raoul Bretzel, o projeto consiste em uma cápsula orgânica e biodegradável que é capaz de transformar um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore.

Primeiro, o corpo do falecido é colocado dentro da cápsula e então enterrado. Depois é plantado uma árvore ou uma semente por cima para aproveitar a matéria orgânica.


O projeto veio da ideia de criar uma alternativa ecologicamente sustentável para caixões



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O fim está próximo?



CIÊNCIA CONFIRMA: FIM DO MUNDO SERÁ ENTRE HOJE E 80 ANOS – VOCÊ ESTÁ PREPARADO?
Postado em 09/09/2014, por Daniel Kaltenbach


Ao longo da história, inúmeras civilizações já previram o fim do mundo. Atualmente, existem duas versões mais comuns: o planeta destruído por bombas nucleares ou atingido por meteoros. Há ainda quem defenda maremotos, vulcões, falta de água e graves alterações do clima como resposta à gratuita e impensada violência humana contra a natureza.

Em muitos países, em especial nos Estados Unidos, há pessoas temerosas que construíram verdadeiros bunkers caseiros, revestidos de chumbo, capazes de conter radiações nucleares e com estoque de água e alimentos para suportar meses escondidos sob a terra, aguardando o fim dos efeitos nocivos de uma pós hecatombe.

Por erro de cálculo, ou por sorte, as datas anteriormente previstas para o Juízo Final não se confirmaram, de maneira que nós continuamos vivos.

Mas a verdade, é que não deveríamos nos preocupar com isto, pois o Fim do Mundo ocorrerá, COM CERTEZA, entre HOJE e 80 anos, de maneira muito mais simples: uma doença, um acidente, velhice…. morreremos sozinhos, a qualquer instante, por um motivo extremamente besta, que nem havíamos imaginado.

E que diferença faz se o mundo acabará para TODOS de uma só vez ou apenas para VOCÊ em determinado dia? Se a conclusão final é exatamente a mesma: você estará morto, sem ter para quem contar a história?


Resta então a pergunta: porque ficamos tão impressionados ao falarmos de uma catástrofe global mas nos esquecemos do fatal destino pessoal? Não deveríamos, da mesma maneira, estar focados em nos preparar para este momento íntimo? Perdoar o próximo? Viver melhor? Aproveitar a vida? Ou só faremos isso no dia em que passar na TV que um asteroide se aproxima inexoravelmente em direção a Terra?

Não podemos nos esquecer que a morte é um processo natural. “Começamos a morrer” desde o dia em que nascemos. E ela, é importantíssima para a nossa espiritualidade. Sim, pois apenas ela tem o poder de colocar nossas mentes em confronto com a VIDA e tem a força de realmente nos fazer pensar sobre o quê estamos fazendo aqui.

Infelizmente, evitamos pensar nisso. Muitas pessoas vão ainda mais longe: parecem sequer acreditar que um dia morrerão. Tocam a vida insensíveis, egoístas e egocêntricas, como se SEMPRE houvesse amanhã.

Mas o certo é que refletir na morte é um ato saudável. Deveríamos lembrar dela a cada instante de nossa existência neste planeta, pois a grandeza da morte tem o dom de nos reportar ao gigantismo da vida.  Com o fim do mundo próximo (para todos nós), por que acordarmos sem disposição nas manhãs de segunda-feira? Por que desperdiçarmos tanto tempo com futilidades? Por que não acreditar nos sonhos e desejos? Por que dar tanta importância aos pequenos aborrecimentos do dia a dia? Por que viver deprimido? A vida é uma benção e, não se preocupe, acabará já, já. Por isso, aproveite!

No final, a morte não existe para ser temida, muito menos esquecida, mas sim, para permitir o nosso crescimento íntimo e nos fazer lembrar da jóia mais preciosa do mundo: A ALEGRIA DE VIVER!!